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TESTEMUNHO CONJUNTO
Acerca do Testemunho Conjunto do Espírito, a Escritura, a Igreja e a Tradição-
por: Gino Iafrancesco
(Artigo enviado pelos irmãos da cidade de São Gabriel-RS-Brasil)
Apresentamos o filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, resplendor da glória de Deus e caráter de sua imagem, que se fez carne em nossa história, fundamento da igreja, ressuscitado, subiu e esperando em glória e corporalmente. Dele dão testemunho: O espírito Santo, as Sagradas Escrituras e o Corpo de Cristo, que é sua Igreja. Estes três testemunhos concordam: O espírito respalda as Escrituras e a Igreja; inspiro a primeira e ilumina a segunda. A Igreja conserva e obedece as escrituras, teme e obedece ao espírito. As escrituras manifestam o que é do espírito e ensinam a igreja. O espírito não contradiz as escrituras que ele mesmo inspirou. A igreja é guiada pelo espírito e obedece a ele, está de acordo com as Sagradas Escrituras. A Igreja não deve torcer as Escrituras. O Espírito que faz com que reconheça as Escrituras. As Escrituras confirmam a direção do espírito e manifestão a falsidade de outros espíritos e desvios da igreja.
A Igreja não canoniza o Canon; este é cononico em si. O Espírito que inspirou as escrituras é o que faz a igreja reconhecer e conservalo. A Igreja não tem autoridade sobre as escrituras para trocar-las ou fazer dizer diferente do que por si mesmas dizem; o Espírito Santo é o que tem autoridade sobre a igreja e impõe a ela as Sagradas Escrituras, ensinando a ela, para que ela ensine ao mundo.
A igreja é a companhia de todos os regenerados em Cristo, Filhos de Deus, que havendo antes reconhecido pecadores no mundo, se arrependeram e receberam por fé a Cristo como Filho de Deus, Salvador e Senhor, identificando-se com ele em sua morte, Vida e ressurreição, para perdão dos pecados e regeneração para vida eterna e em sua glória, mediante o Espírito Santo.
Os redimidos nascem da palavra de Deus por o testemunho do Espírito Santo, o das Escrituras ou da Igreja. O testemunho indispensável é o do Espírito Santo, que convence ao mundo do pecado, de justiça e de juízo e que pode trabalhar somente (onipotente soberano), junto com as escrituras, o junto com a igreja, o junto com os dois, como quer condescender a fazer habitualmente.
Somente quem participa da vida de Cristo por seu Espírito, é membro de Cristo e de seu corpo. É o Espírito que batiza ou afunda no corpo; e é Cristo quem nos faz UM e a Igreja. Não pertence à Igreja o corpo de Cristo ninguém não regenerado, nem ainda que apareça nominalmente como um religioso. É identificação com Cristo e não com uma organização que o regenera. E somente os regenerados mediante o novo nascimento, do Espírito, por fé consciente, são membros da Igreja. Toda a companhia dos renascidos em Cristo são a Igreja. Esta é A Igreja de Cristo que conta com a direção do Espírito, o qual inspirou as escrituras e o qual as impõe à Igreja. Esta é uma, é o corpo de Cristo, que reúne todos os redimidos por seu sangue, de todo tempo e lugar, a esposa do cordeiro, regenerados por meio do Espírito Santo, os quais como corpo de Cristo, Forman “as igrejas”, uma em cada localidade formada por todos os recebidos por Cristo nesse lugar, uma Igreja por cidade, que acolhe a todos os renascidos em Cristo.
Os sistemas de Organização sejam católicos, ortodoxos ou protestantes, não determinam os limites da Igreja, a regeneração por Vida de Cristo sim determina tais limites. Tampouco o cristão o que em vez de entrar pela PORTA, que é Cristo, pretende fazer supostamente cristãos acrescentando tão somente o exterior, como por aparência, sem regeneração interior, a tal sistema organizado. Fé em Cristo em na palavra de Deus é requisito para a regeneração (“os que le receberão a os que crêem em seu nome, lês deu poder de serem feitos filhos de Deus)”.
Cristo é a cabeça que diretamente dirige por seu espírito à Igreja, a cada membro em particular e a TODOS EM CONJUNTO COMO O COODENADOR. Se a Igreja le obedece ao Espírito que ensina com a escritura, é dirigida a toda verdade, e até onde ela for fiel a Cristo, pode testificar dele ao mundo. O Espírito testifica de Cristo; as Escrituras testificam de Cristo; a Igreja, com o Espírito e as Escrituras, testifica de Cristo o mesmo testemunho até à medida que ela mesma haja aprendido. A autoridade da Igreja descansa, pois, na medida em que ela mesma esta debaixo da autoridade do espírito que le ensina com as escrituras e as estabelece; asi mesmo a autoridade da tradição descansa na medida em que tal tradição seja fiel ao Espírito que ensina com as escrituras e as estabelece. Quando a Igreja perverte sua tradição agregando, tirando ou deformando, sendo fiel ao Espírito e as Escrituras, cercam a autoridade se seu testemunho.
A Igreja no tem nenhuma autoridade inerente em si mesma que seja independente do Espírito e das Escrituras. Cristo no nos deixou órfãos, enviou a seu espírito para dirigir a sua Igreja. O qual inspirou as Escrituras e as impôs a Igreja para dirigir o curso correto de sua tradição e para corrigir suas perversões. As Escrituras foram dadas pelo Espírito à Igreja para estabelecer suas tradições legítimas e para corrigir seus desvios. A Igreja reconhece as Escrituras e as conserva, dirigida a isto pelo testemunho direto do Espírito. As tradições que havendo pervertido seu curso, ou incorporando elementos estranhos, ensinam contra com a autoridade do Espírito e das Escrituras inspiradas para estabelecer e corrigir com elas tais perversões na tradição cai abaixo o anátema do Espírito, que fala também desde as Escrituras vivificando-las hoje na Igreja.
O espírito Santo não pode mudar, é o Mesmo e Imutável; o evangelho também não pode mudar, é eterno e sua verdade é imutável, as escrituras devem dizer o mesmo desde que foram inspiradas pelo espírito para estabelecer e corrigir a Doutrina; porem a mudança da Igreja, cada membro em particular, pode ser fiel ou infiel, perseverar ou não, mudar ou não, e um candeeiro local pode ser ou não removido. A história registra erros de cristãos, de bispos, de papas, de reformadores, erros morais e doutrinais, contradições interpapais, entre outros. Enquanto a Igreja, não tal o qual organização ou hierarquia, senão os regenerados, nunca ficou órfã do Espírito; ademais, as Escrituras conservaram até hoje, porem ela mesmo foi infiel muitas vezes, descuidada e desobediente, alguns mancharam suas vestes, porem sempre, em toda época, houve também alguns vencedores que não amaram suas vidas e voz eclesiásticas, é dizer, de redimidos, ao testemunho imutável do espírito e das escrituras. Houve também muitos nominais não regenerados que inclusive ocuparam cargos de relevância nas hierarquias que levaram a formar-se progressivamente e com injustiças, não podemos dizer de eles que são a Igreja, pois não foram renascidos.
Uma coisa é a Igreja corpo de Cristo, companhia de todos os redimidos pelo sangue de Cristo e regenerados pelo Espírito Santo, e outra coisa é uma instituição hierárquica e meramente terrenal, muitas vezes alheia ao movimento do Espírito Santo e desobediente as Sagradas Escrituras; hierarquia em muitos casos não era ministério espiritual senão política hegemonia e indigna espiritualmente.
Os limites do corpo os estabelece a participação com a vida de Cristo, não a conformidade das pretensões de uma organização anti-biblica, nem muito menos a das de um usurpador. A respeito desta Igreja de redimidos fundada sobre a rocha da revelação e confissão de Cristo, filho de Deus Vivente, Jesus, se diz que será edificada e que as portas do inferno (hades). Não prevaleceram contra ela.
Destes mostra a história evangélica uma sucessão ininterrupta até nossos dias. Uma sucessão que é comunicação de Vida e de Verdade, no meramente de cargos e títulos ilegítimos, algumas vezes conseguidos por dinheiro ou por força do engano, etc. Descansa acaso a autoridade da Igreja em uma lista cortada, enredada e manchada com escândalos, de papas às vezes em desacordo entre si? É autoridade sentar-se em um trono fabricado com falsificações, hegemonias fraudulentas e ênfase desentonados? Não por certo! Não é autoridade espiritual nem moral. A essência espiritual manifesta na evidência de vida reproduzida de Cristo e no Espírito e verdade, na comissão direta e pessoal de Deus e na revelação; isto nunca contradiz as escrituras nem sobrepõe o espírito.
Cristo, como cabeça da igreja, está conosco totós os dias, e Ele mesmo continue por seu espírito, apóstolos, profetas evangelistas, pastores e mestres (Ef. 4:11-16). Ele mesmo os chama, os comissiona e envia diretamente. Ele mesmo confirma a os que unge, no coração dos discípulos que formam “as igrejas dos santos” (2 Cor. 1:21) e obriga a reconhecer a graça concedida diretamente (Ef 3:7; Gal.2:9). É recém então quando os ministros que normalmente se chamam dentro do presbitério da igreja da localidade apartam a os que Ele já chamou (Atos 13:1-3); a evidência da verdade faz que se estendam destras de companheirismo.
Cristo mesmo coordena, e essa coordenação nascida do espírito de Cristo, dirige a Igreja a uma administração santa cujos princípios foram revelados nas escrituras, o Espírito Santo escolhe aos bispos ou anciãos da Igreja da cidade, homens de madures espiritual, os quais serão constituídos os designados oficialmente com imposição de mãos de parte dos obreiros apóstolos regionais comissionados diretamente também por Cristo, mediante o espírito, de entre o ministério que costuma estar entre os presbíteros, e reconhecida sua autoridade espiritual e moral na consciência das Igrejas, as quais recebem testemunho do espírito, expresso principalmente entre suas companhias apostólicas e presbíteros, mais maduros para discernir. A Igreja prova a si mesmo a os que se dizem serem apóstolos e não são, os prova pelo Espírito, a Palavra e a vida; não somente por cartas de recomendação ou certificados vazios de conteúdo espiritual, que sem o respaldo da evidência vital, não dizem nada.
Não podemos avasalhar à Igreja, não podemos presidir da contribuição de nenhum regenerado em Cristo, pois ao ser recebido pelo Senhor é membro de seu corpo, que é UM e que se expressa no tempo e na terra na igreja de cada população, é dizer, somente uma por cada cidade, à comunicação dentro da qual, no espírito e administração somos guiados separadamente pelo Espírito para que o mundo crea. Contra o qual certamente existe pecado também o protestantismo, discriminado entre os filhos com critérios carnais, pois ao fazer girar suas divisões ao redor de centros artificiais e denominacionais de companheirismo, não discernindo o Corpo, estorvando sua administração local escrituraria, pois já que o Corpo é UM, assim, conforme as escrituras somente podem se uma a Igreja da cidade e sua administração; a igreja, que reúne nas muitas casas, é única na cidade. Em Jerusalém eram várias as reuniões em diversas casas porem era uma a igreja de Jerusalém; a igreja em casa de Ninfas era a igreja dos laodicenses; em Laodicea era o candeeiro; o mesmo em Efeso, cuja igreja podia reunir-se em casa de Áquila e Priscila, Etc.
A jurisdição dos bispos ou anciãos é a cidade e em companheirismo coordenado de presbíteros. Fazia tal integração corporativa aponta o Espírito Santo, sem deixar de denunciar as heresias e sem deixar de corrigir as irregularidades, separando do mundo e liberando da Babilônia.
A jurisdição das companhias de obreiros apostólicos é a região de sua obra, assinalada a eles diretamente pelo Espírito. Entre companhias de obreiros deve haver companheirismo, se bem atende cada uma seu local marcado, segundo sua atividade e operação própria não por isso levanta muralhas ilegítimas que implicam a edificação mútua. A destra de companheirismo entre companhias de obreiros significa plena comunhão; trabalham para Cristo conjuntamente e não para si mesmas, separadamente, seus convertidos são para o corpo, a igreja da cidade, não para ser encerrados em locais competitivos.
Cristo é quem diretamente por seu Espírito coordena em SUS corpo a os membros entre si, na Igreja da cidade ou localidade; Ele mesmo também diretamente coordena a os bispos ou anciãos no presbitério da Igreja da cidade e igualmente. Ele mesmo diretamente coordena os obreiros apóstolos da região de suas respectivas obras; também ele coordena a comunicação das Igrejas entre si. Seu vicário coordenador que congrega em unidade universal, real e espiritual, é por suposto unicamente o Espírito Santo; nada mais que Ele leva entre si a responsabilidade do trabalho total.
Cada membro e responsável a Cristo pelo Espírito; cada igreja local o candeeiro também, igualmente cada companhia de obreiros apóstolos em sua obra regional. A comunicação universal segue conduzida exclusiva do espírito segundo a vontade de Deus.
A vida de Cristo pelo ESPÍRITO se contem a plenitude neste odre, e é comunicada espiritualmente pelo testemunho integro e harmônico do Corpo todo, conforme as Sagradas Escrituras. El diálogo da reconciliação se acrescenta no vínculo da paz que é Cristo, o qual se faz conhecido ao corpo más e mais na comunicação e edificação espiritual mutua ate que o mundo possa ver e crer, então as nações havendo recebido o testemunho de Deus em Cristo por sua palavra e seu corpo na demonstração do Espírito, se preparam para comparecer em juízo.
Deus veio, pois, ao mundo e se deu a conhecer em carne de unanimidade em seu filho Jesus Cristo, vencedor sobre o pecado, a carne, o mundo, satanás e a morte; levou sobre si mesmo em sua morte o castigo por nossos pecados, derramando seu sangue para dar nos perdão e vida. Ressuscitou corporalmente ao terceiro dia havendo subido ao céu ante testemunhos, no tempo e a história, na carne e desde a terra foi glorificado e feito senhor sobre o universo todo, visível e invisível e intercede por nos para salvar-nos por graça mediante a fé quem vem do ouvir sua palavra. Prometeu voltar em breve e já esta perto. Derramou seu Espírito Santo, o qual promete a todo aquele que crer nele. Dele, disto damos testemunho. Seu Espírito nos guia por sua palavra a toda verdade, nos induz ao Reino. O Espírito as Escrituras, a Igreja a tradição os damos testemunho.
Carta aberta ao jesuíta
Dom DOM ANÔNIO COLOM
Cidade Presidente Stroessner, agosto 12 de 1982
Havemos examinado a resposta que o jesuíta Dom Antônio Colom deu por escrito ao artigo de autoria pessoal “A RESPEITO DO TESTEMUNHO CONJUNTO DO ESPÍRITO, A ESCRITURA, A IGREJA E A TRADIÇÃO”. Esta é, pois nossa primeira resposta em diálogo a primeira resposta sua, da qual temos a mão uma cópia a máquina em cinco páginas, com insertos manuscritos; também uma nota dirigida a nosso comum amigo Pedro, a o qual se dá uma resposta reelaborada em duas páginas, Pelo dito a Pedro na nota: “havendo assinalado alguns (erros) nas folhas que te entreguei escritas rapidamente ao ler o escrito”, entende-se que a resposta grande em cinco páginas (que lamentavelmente recebemos incompletas) é a resposta inicial.
I – Começa o jesuíta Colom citando com seu pequeno erro o parágrafo inicial. Cita-o: “revelação da gloria de Deus”, mais dizia “revelador da gloria de Deus” como o qual se reconhece por Si AL Filho de Deus como participante da substancia
(no sentido de essência) Divina, que é o que cremos.
Depois de citar o parágrafo inicial do artigo criticado, responde ele; “O Verbo, que se fez carne, não é Imagem da substancia de Deus...”
N nota disse Dom Antonio Colom:
“Dizem que o Filho de Deus é Imagem da Substancia de Deus... isto não diz na Bíblia....”
Mais adiante argumenta ele:
“Se o Filho de Deus é imagem da substancia de Deus, tem outra substancia, e esta substancia é Deus o não é Deus. Se é Deus temos dois deuses...”
Em resposta elaborada, argumenta: “1º A Bíblia, Onde diz que o Filho de Deus seja a imagem da substância de Deus?”
Esta é, pois nossa resposta:
A Bíblia (versão Reina-Valera, 1960) diz assim em Hebreus 1: 1-3:
“Deus, havendo falado varias vezes e de muitas maneiras em outro tempo aos pais pelos profetas, em nossos dias tem falado pelo Filho, que constituiu herdeiro de tudo e por quem assim mesmo fez o universo; o qual, sendo o resplendor de sua gloria, e imagem de sua substancia, e quem sustenta todas as com a palavra de SUS poder... se sento a destra da majestade nas alturas...” (ênfase do autor)
(Assim, pois, que o filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, é representado pela Bíblia como o resplendor da gloria de Deus e a imagem mesma de sua substancia (no sentido de hipostasis), em grego disse: caráter da hipostasi sua).
Caráter significa imagem;
Hipóstasis se traduz como substancia também no sentido de substancia no sentido de substancia; traduz algumas vezes “ser” e em ocasiões “pessoa”.
Era esta paisagem bíblica, e segundo Reina-Valera 1960, acima citado, o que tínhamos em mente ao iniciarmos nosso artigo, com o entendimento que aqui consta. Claro está que nos com Dom Antônio Comum, entendemos que as citadas passagens bíblicas de 2 coríntios 4:4 e colossenses 1:15. quando dizem Deus, se referem ao pai; também com ele felizmente concordamos em afirmar que a substancia ( no sentido de essência) do Pai, é a mesma do Filho e é uma só o mesmo Deus./Porem se a dom Antonio Colom le aparece que ao dizer imagem mesma da substancia( no sentido de hipostasis) como dissemos embasado em Hebreos 1:3 faz ao Filho uma substancia diferente ( no sentido de Essência) o outro deus, isto não nos parece satisfatório. >>>>>>>>>>>>>>>>> e nosso entendimento desta passagem. Entendemos que a essência única divina, o Pai contem em seu sono ao Filho, que é sua mesma imagem, de maneira que a imagem mesma participa da mesma essência, sendo ela o resplendor. Este resplendor é da Glória de Deus, obviamente do Pai que se revela pelo Filho. Assim que quando examinamos Hebreus 1:3 dizemos do Filho de Deus ser a mesma imagem da substância e revelação da gloria de Deus, entendemos ser o Pai Deus, e o Filho imagem seu, ainda diferente em pessoa, enquanto o mesmo Deus, que é a essência divina é a imagem pela qual Deus se revela a si mesmo. Tal imagem de Deus ( 2 Coríntios 4:4 Colossenses 1:15) é o Filho, parte da mesma essência com o Pai. ISTO É O QUE REALMETE CREMOS, e, portanto nos resulta difícil relutar ler na bíblia, e repetir-lo que Deus falo pelo Filho.... o qual é o resplendor de sua gloria e imagem mesma se Sua substancia. Substancia, nesta parte da tradução de hipóstasis no sentido de substancia. A intenção do artigo criticado não era explanar-se em definições teológicas desse tipo, posto que o tema era outro. Claramente dizia-se na página 6 que Deus veio ao mundo e se deu a conhecer em carne de humanidade por meio de seu filho Jesus Cristo. Entendemos por Seu Filho ao Verbo de Deus que estava com Deus e era Deus, feito carne, semelhante aos homens, assim que é muito caro que nos inculpe falsamente de negar a divindade do Filho. Para uma melhor compreensão de nosso verdadeiro sentir e pensamento a respeito do importante tema têm outros escritos a respeito do Verbo de Deus.
Parece que o problema do jesuíta Dom Antonio Colom a respeito de nosso uso da palavra substancia como tradução legítima do grego hipóstasis no sentido de subsistência se deve a seu enfoque no direto sobre as sensíveis escrituras, senão através das especulações não necessariamente errôneas, dos séculos anteriores. No tempo quando escreveu a carta a os Hebreus, a palavra hipótese significava substancia, e esse era o significado normalmente usado por filósofos como também testemunha Jerônimo em sua carta a Damaso. Vê-se também o volume a os antioquenhos de Atanásio. A epístola a os Hebreus se escreveu antes do primeiro concilio de Constantinopla no ano 381, no qual se adaptando a expressão três hipóteses no sentido de pessoas subsistentes.
Assim que Deus subsiste nas características de sua imagem que é o Filho, caráter de Sua hipóstase. Tal subjacência é na essência, pois na subsistência distingue-se tão somente o Filho como a imagem que é a exata representação (do Pai) no sentido de expressão o verbo Unigênito. Assim que a essência do Pai subsiste no Filho a quem o Pai reconhece ser sua própria imagem pela qual se da a conhecer, de maneira que o filho é verdadeiramente, como está escrito, o caráter de sua hipóstase, é dizer, a imagem mesma de sua substância, conforme a tradução bíblica acima citada, a qual tem em mente ao iniciar aquele artigo criticado. Dom Antônio Colom disse: “O verbo que se fez carne não é a imagem da subsistência de Deus...”
A Bíblia (versão Reina-valera 1960) disse em Hebreus 1:3 que:
“... o Filho... é o resplendor de sua gloria e a imagem mesma de sua substancia”.
O Jesuíta Colom disse também que: “Si o Filho de Deus é a imagem da substancia de Deus tem outra substancia...” Porem ao lermos a citada passagem bíblica permanecemos no entendimento de que a mesma essência de Deus que subsiste no Pai também subsiste também em sua imagem que é o Filho, por meio do qual se revela, sendo o Pai e o Filho, com o Espírito Santo, o único Deus.
Dom Antônio Colom em sua critica de nossa declaração de Jesus Cristo como único fundamento da Igreja, afirma: “Jesus Cristo não é o único fundamento da Igreja. É a pedra angular, porem apoiando-se em Cristo existe outros fundamentos”.
Reconhece, pois, também implicitamente com nos, o jesuíta Colom, que os outros fundamentos se apoiaram também Nele (Cristo) e estes “outros fundamentos” , dizemos, são ainda a igreja. Entendemos-nos também sem nenhum problema que estamos edificados sobre os fundamentos dos apóstolos e profetas sendo a principal pedra, a do ângulo, Jesus Cristo (Efésios 2:20); igualmente cremos que o muro da Nova Jerusalém descansa sobre doze cimentos com os nomes dos doze apóstolos do cordeiro (Apocalipse 21:14), porem ao declarar a Jesus Cristo como o único fundamento da Igreja, o fazemos no sentido de que inclusive aqueles apóstolos e profetas são também a Igreja, os mesmos doze apóstolos são a Igreja, parte dela, e Pedro mesmo é parte da Igreja e ele descansa, os apóstolos descansam, e nos descansamos, ajudando-nos sustentado uns aos outros, sobre esse único fundamento que é Jesus Cristo. Não separamos aos apóstolos da Igreja, nem mesmo separamos a Pedro da Igreja. Todos os santos em Cristo Jesus, incluindo os apóstolos e entre esse Pedro, somos a Igreja que descansa unicamente em Jesus Cristo. Isso não significa que na estrutura da Igreja não nos ajudemos uns aos outro e servindo-nos mutuamente uns aos outros segundo o ministério de cada qual incluindo o de Simão Pedro Bar Jonas. Mas toda a Igreja, com Pedro nela, descansa sobre Jesus Cristo e nesse sentido Jesus Cristo e o único fundamento da Igreja (com Pedro e os demais apóstolos formado por parte dela), somente Jesus Cristo é o Filho de Deus que morreu por nossos pecados e somente através de seu sacrifício somos salvos, somente em virtude de Sua ressurreição somos regenerados e somente participando do Pai no Filho e do Filho pelo Espírito Santo, e do Espírito Santo mesmo, somos participantes da natureza divina. É Cristo mesmo nossa justificação, santificação redenção e sabedoria (1 Coríntios 1:30)y aparte dele, disse o apostolo Pedro não existe outro nome em que podemos ser salvos (Hebreus 4:12)
Se não participamos dele não somos salvos, por mais amigos que pretendemos ser dos apóstolos. E tão somente se participamos dele, vivendo por ele, somos membros de seu corpo que é a Igreja Universal. Jesus se apresentou como o amigo dos pecadores. E existem muitos pecadores que fingem serem amigos de Jesus e seus apóstolos, que, portanto não receberam ainda ele, pessoalmente, como senhor e salvador de suas vidas, e que não estão vivendo na virtude regeneradora de sua ressurreição que opera em nós, convertendo-nos pelo e Espírito Santo Se minha salvação não descansa diretamente na pessoa do Salvador e no Perdão de Deus por méritos do sangue precioso de Jesus Cristo, o Filho de Deus, então de não me serve forçar contra minha consciência uma aceitação, como infalíveis, de montões de documentos papeis abertamente contraditórios uns com outros em várias ocasiões. Que horrenda heresia fazer descansar a salvação de nossa alma em outra coisa que na obra consumada de Cristo Jesus!
Que diferente é ler nas escrituras ao apostolo Paulo explicando o evangelho à Igreja, e crer - le que ler as tarefas papais para o perdão dos pecados, de um Leão X, papa aparentemente ateu, segundo consta em seu escrito ao cardeal Bembo, chamado fábula ao evangelho e congratulando se do “negócio”, como testemunhava também o cardeal Pico da Mirando La.
Que sensível é entender - le ao apostolo Pedro quando explica em sua primeira carta: “ sabendo que fostes resgatados de vossa vã maneira de viver, a qual recebestes de vossos pais, não com coisas corruptíveis, como oro ou prata, senão com o sangue precioso de Cristo, como de um cordeiro sem manchas nem contaminação... e mediante o qual crereis em Deus que le ressuscitou dos mortos e le deu Gloria, para que vossa esperança e fé sejam em Deus. ( 1 Pedro 1:18, 19,21), porem que estranho ao respeito de coisa tão fundamental a “interpretação papal, na pratica quanto por exemplo, Julho II, em suas ordens concede indulgências a quem falando a um Frances, o mate e a um veneziano; o cuidado conforme ao aviso colocado nos tempos em Madri em 1830, os papas desde 1721 até 1827, por 43.000.000 de pesetas haviam “libertado” a pouco mais de um milhão de almas espanholas do purgatório o quando Inocêncio VIII (1490) edito em seus princípios a taxas papales para o perdão dos pecados, as que anos mais tarde Leão X (1520) em tempo de Lutero, fez vender por toda Europa os auspícios do papa Gregório XIII se publicaram em Veneza, Paris e Colômbia, 25 edições do livro Taxa Camerae Seu Cancelare Apostolicae”, e a Pio VI lhe foi dedicado por Audofredo uma obra onde enumera as edições deste livro publicadas em Roma. Tal livro estipula o preço para pagar ao papa pelo perdão de cada pecado; inclusive, o soldado católico que não acertasse para matar um herege”, devia pagar 36 livras para sua absolvição. A causa da Reforma protestante o concilio de Trento teve que acontecer a desaprovar (exteriormente) tal livro, contradizendo assim a papas anteriores.
Assim que não temos culpa de que nos resulte mais fácil entender as duas sensíveis cartas de Pedro, que as suspeitosas interpretações papais, especialmente dos séculos médio.
Pelo demais, no relacionamento a os doze apóstolos do Cordeiro, estes são fundamentos não no mesmo sentido em que é Cristo, sino que são testemunhas oculares de sua Vida, paixão e ressurreição, fundamento que não pode aplicar-se, como pretende Dom Antônio Colom, a quem lhes sucederam depois, e muito menos quando vários dos que pretendiam suceder se apartaram do testemunho deles, contradizendo inclusive suas mesmas escrituras, apesar de haver sido ordenados na linha deles. Jesus envia a Judas Iscariotes; Paulo, falando aos bispos de Éfeso em Mileto lhes disse que entre eles mesmos se levantariam homens que falariam coisas perversas para levar para levar depois de sai aos discípulos; vários dos hereges condenados aos concílios ecumênicos, foram ordenados “legalmente”, a ordenação humana não garantia a exata transmissão da verdade; isto só pode fazer a providência divina que está com nós diretamente todos os dias até o fim do mundo. Basta comparar entre as obras patrísticas, as de seus mestres com as de seus discípulos, para constatar que em muitas ocasiões sua teologia difere; isto por causa do livre exame com que eles atuaram. Cada um responderá por si mesmo ao Juiz celestial.
Dom Antônio Colom disse:
“Jesus Cristo fundou sua Igreja sobre Pedro ( e Pedro descansa em Cristo)..., Nós por nossa parte damos graças a Deus porque ao igual a Pedro, também descansamos em Cristo>
Disse ademais o Jesuíta; A Igreja de Cristo é a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”. Também ele mesmo começa a esquematizar a si. “A Igreja de Cristo: Primeiro Pedro...)”
Na segunda página de resposta reelaborada disse “e sobre Pedro (pedra) que tinha que fundar Cristo Sua Igreja para que pudesse resistir todas as tempestades conforme Mateus 7:24 e 25. Sobre os apóstolos, tendo Pedro a total autoridade, se foi fundado a Igreja...”
Mais adiante disse: “E está sociedade hierárquica, fundada sobre Pedro e os demais apóstolos, e agora seus sucessores (temos a lista dos papas desde Pedro a João Paulo II), tem que durar até o fim dos séculos...”
Começa nossa resposta expressando em primeiro lugar o ponto até o qual podemos reconhecer pelas Escrituras, e inclusive, a tradição patrística dos primeiros seis séculos da era Cristã, o privilégio concedido exclusivamente a Simão Pedro filho de Jonas; porem mais ali deste ponto não nos permite a consciência, pela escritura e a evidência da tradição dos primeiros séculos cristãos, não nos permite, dizemos, admitir uma ênfase desproporcional e pretensiosa como o que caracteriza à instituição romana papal.
Assim que em caráter de membro de Cristo, parte de Sua Igreja universal, e com o acordo da maior porcentagem das opiniões patrísticas (daremos damos mais adiante), e com o contexto geral das Sagradas Escrituras, enfocamos inicialmente a exégesis da passagem de Mateus 16:13-18 em relação a todo Novo Testamento.
O Senhor Jesus lhe perguntou aos seus sobre o que eles diziam a respeito de quem era ele. O contexto já nos indica qual a conversação girava induzida pelo Senhor a respeito de quem era Ele. Então Somar Bar Jonas respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivente”, ao qual o Senhor Jesus se disse: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas (nome e sobrenome descrevendo exclusivamente a pessoa de Simão), porque não te revelo carne nem sangue, senão meu pai que está nos céus, E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre esta rocha (não sobre ti) edificarei minha igreja; e as portas do Hades não prevaleceram contra ela. E a ti darei as chaves do reino dos céus; e tudo que ligares na terra será ligado nos céu” Mateus 16:17-19).
Simão Bar Jonas é declarado Bem-aventurado porque o Pai lhe revelou de maneira que pode confesar-le que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus vivente; por causa desta confissão, o Senhor lhe disse a Pedro: e eu também te digo que tu és Pedro (é dizer, pedra). A palavra também nesta frase liga a confissão de Pedro com a de Jesus. Posto que Simão Bar Jonas confessou a Jesus. Posto que Simão Bar - Jonas confessou a Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente, em, então também Jesus lhe confessou Pedro a Simão, pedra.
((Agora bem, o mesmo apóstolo declara que também nós, todo o povo do Senhor, somos pedras vivas para ser edificados como casa espiritual e sacerdócio santo) 1 Pedro 2:4-5) Que é o que nos faz pedras vivas? Que significa ser cidadãos dos santos e filhos de Deus, membros de sua família e de sua casa? O feito de crer com o coração e confessar com a boca que Jesus é o Senhor, o Cristo, o Filho de Deus ressuscitado dos mortos, o qual demonstramos nele batismo voluntário e vivendo na virtude de sua graça.
Simão Bar - Jonas foi convertido em pedra quando graças à revelação de Deus (e não meramente repetindo a carne e sangue) confessou a Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente. Ao igual que Pedro, nós também chegamos a ser pedras vivas para ser edificadas juntamente quando da mesma maneira confessamos a Jesus Cristo (por revelação direta do Pai pelo Espírito Santo), identificando-nos em público, voluntária e pessoalmente, com ele, para o qual nos submetemos conscientemente, cada um (Atos 2:38), a seu batismo (que significa imersão), e procuramos andar em seu Espírito.
“Então Jesus depois de haver declarado: E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre está rocha edificarei a minha igreja; e as portas do Hades não prevalecer, contra ele” (Jesus Le disse a Pedro: “a ti te digo que tu és Pedro”), disse-lhe também a ele pessoalmente: “a ti te darei a chave do reino dos céus”, porem não lhe disse: sobre ti edificarei minha igreja, mas lhe disse:” sobre está rocha edificarei minha igreja” De usar a segunda pessoa, passou a usar a terceira, referindo-se aquela revelação do Filho que Pedro havia confessado. A pedra sobre a qual Jesus edifica Sua Igreja não é Pedro mas aquela confissão revelada diretamente do Pai a respeito de Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente. Tal confissão de Jesus nos revela o Pai nos liga a este fundamento. Isto foi o que lhe fez Simão Bar_Jonas uma Pedra do edifício, edificado sobre o fundamento, Cristo Jesus, que lhe revelou o Pai e que ele confessou. Essa mesma confissão nos faz também n´so pedras vivas para ser edificadas sobre a mesma rocha sobre a que Pedro é edificado. Que porta do Hades pode prevalecer contra nós quando ao Pai lhe agrada revelar-nos o Filho? Jesus disse: “ todo aquele que vê o pai, e aprendeu dele, vive em mim” (João 6:45). Também disse Jesus: “ todo o que o Pai me dá, virá a mim; e ao que a mim vem, não lhe colocarei fora” (João 6:37). Isto foi o que sucedeu com Pedro e também com nós, graças a Deus viemos a Ele, e quem nos arrebatará de sua mão? Cremos com o coração e confessamos publicamente com a boca que Jesus é o Senhor, o Filho de Deus vivente, ressuscitado corporalmente e sentado a destra do Pai; lhe invocamos e fomos salvos, limpos por seu sangue no qual confiamos, havemos identificado-nos com Ele no Espírito, pela fé, e também nas águas batismais, afundando Nele e nelas, sepultados a semelhança de sua morte e nascidos Dele e nelas à semelhança de Sua ressurreição, da qual pela fé participamos realmente no Espírito, o qual nos batizou em seu corpo que é a igreja universal, uma só, manifesta em cada época e lugar com as igrejas das localidades, ou candeeiros, um em cada cidade, que é composto de todas as “pedras vivas”.
Reconhecemos que a Pedro, é dizer, Simão Bar - Jonas exclusivamente deu-lhe o Senhor as chaves do reino, cujo uso ficou estampado na vida do apostolo como fica suficientemente registrado no Novo testamento ele abriu as portas do reino a judeus e gentios, em pentecostes e na casa de Cornélio, respectivamente; já foram abertas e ficaram abertas também para nós, pelas quais entramos já crendo de coração em sua mensagem, cujo núcleo essencial nos ficou registrado nas Sagradas Escrituras, recebemos a Jesus sendo salvos da mesma maneira em que foram aqueles primeiros cristãos com os quais são um mesmo corpo, crendo na mesma mensagem e possuindo ao mesmo Cristo que nos liga em Espírito.
Agora bem, aquele privilégio dado a Pedro de atar e desatar na terra ficando também assim no céu, também temos nós igualmente, pois foi dado por Jesus da mesma maneira a toda Igreja, quer dizer a cada igreja local, como consta em Mateus 18:16-20.
O Senhor Jesus Cristo é, pois aquela pedra de canto na qual cremos e sobre a qual, igual a Pedro, estamos fundados, e por cuja virtude vivemos ligados a Ele diretamente, e em quem somos coordenados vital e espiritualmente com o resto do corpo.
Este símbolo que representa a rocha sobre a que é edificada a Igreja como o Filho revelado e confessado, é a central e mais abundante do testemunho da interpretação patrística. O Professor Lannoy de Sorbona, Paris, deu a conhecer o resultado da investigação: oito dos chamados “pai” da Igreja interpretam a rocha como todos os apóstolos; 16 comosimplesmente Cristo; 17 como Pedro; e 44 como a fé que confessou Pedro. Nele fundou pode permitir La soma 16+44=60. inclusive Agustinho de Hipona, em suas retratações, aos 74 anos de idade, se retrata de haver ensinado em sua juventude a Pedro como rocha, e apresenta mais bem aquele a quem confessou Pedro.
Passamos a examinar agora a passagem que nos recorda a ocasião em que Jesus disse a Pedro: apascenta as minhas ovelhas, devemos recordar que antes da tripla negação de Pedro Jesus lhe advertiu da seguinte maneira, Simão, Simão Satanás pediu para cirandar como o trigo, porem lhe roguei por ti para que tua fé não desfaleça; e tu uma vez voltas, confirma a teus irmãos (Lucas 22 31,32) Depois disso, Pedro lhe negou três vezes, porem arrependido, e chamando ao Senhor, quando este ressuscitou, foi perguntado também três vezes “Simão, filho de Jonas, me amas?” A pergunta era específica a Simão Bar - Jonas, a comissão também não fala aqui de sucessores. Foi Simão Bar - Jonas que lhe negou três vezes, porem volto, também três vezes lhe recomenda apascentar Suas ovelhas, o qual seria ele, “confirmar a seus irmãos” depois de voltar da caída. É algo pessoal e temporal a Simão Pedro Bar - Jonas, do qual não existe de estender a supostos sucessores em tão somente Roma, ademais, o alcance desta comissão é difícil entender-la como universal em vista das declarações do apóstolo Paulo em: Gálatas 2:7 e oito. Antes pelo contrario, como viram que me havia sido encomendados o evangelho da incircuncisão, como a Pedro o da circuncisão (pois o que atuou em Pedro para o apostolado da circuncisão, atuou também em mim para com os gentios)” Paulo fala de limites de jurisdição. O Senhor repartiu Sua vinha entre Seus servos e cada um deve render-se quantas vezes pelo que é responsável.
Não é tanto estranho para nós que o nome de Pedro apareça em primeiro lugar nas listas dos doze apóstolos, em vista de seu privilégio de ter as chaves do reino e de ser chamado a apascentar os cordeiros do Senhor, porem isto não deve entender-se mais ali de cada pessoa exclusiva de Simão Pedro Bar - Jonas. Também Paulo menciona em outra ordem as colunas da igreja em Jerusalém: Jacó, Cefas e João, o qual seria inaudito se na morte de Paulo estivera o que está nas mentes dos seguidores da corrente romano-papista do século XX, nas quais se amontoaram séculos de prejuízos.
Ao considerar os documentos escrituras e outros da antiguidade cristã, nos encontramos com um ambiente bastante diferente ao das pretensões atuais, e isso apesar das interpolações, recortes e falsificações de que foram objeto de obras patrísticas. O concilio de Trento pagou a inquisidores para expurgar as obras patrísticas de maneira que fossem suprimidas também aquelas frases e até parágrafos contrários ao papismo. Em 1564, Pio IV publicou o primeiro índice de obras a expurgar-se; em 1571 foi publicado outro em amberes; em 1584, outro em Madri, em 1588, outro em Veneza, e em 1607 se publicou em Roma a edição especial, ou seja, oficial do catálogo de livros a expurgar-se. O papa Clemente VIII aperfeiçoou o índice de Pio IV. Por exemplo, as obras de Cipriano de Cartago, quem abertamente se pronunciou contra as edições do bispo de Roma, foram por visto de alguma maneira manipulado, havendo recebido da antiguidade distintos textos divergentes no assunto de do Privado de Pedro. Também a famosa fita de Irineu induzida em favor da supremacia da igreja de Roma, é abertamente reconhecida como espurea por reconhecidos comentaristas romano-papistas. Se comparam as saudações das cartas autênticas de Inácio de Antioquia, se observará que sua saudação a igreja caritativa de Roma daquela época, em nada é superior a dos efésios, magnésios, filadelfos, esmirneos e tralios. Basta também ler a carta dos romanos aos coríntios por mãos de Clemente de Roma para captar o ambiente de duas igrejas irmãs e peregrinas. Assim que nem as Escrituras nem a tradução patrística cedo refere ao pontificado romano. O sumo pontificado atribuía-se herança da babilônia aos cezares como personalidades do estado pagão. Damaso I (366-384) tomou tal título para si quando o imperador Gracilhano reusou. O bispo de Roma Siricio reclamou jurisdição universal, porem em seus dias o império se dividiu. Foi recém com o concilio de Sádica no século iV, de tão somente ocidentais, quando se aceitou pela primeira vez a autoridade primada do bispo de Roma. Leão I (440-461) foi dos primeiros bispos de Roma que pelas circunstâncias da época obteve êxito político com o argumento de que a igreja está edifica sobre seus sucessores de Pedro, a saber, exclusivamente o bispo de Roma; enquanto ao estudar os documentos da controversa da época, fala-se que sua autoridade não era aceita pelas igrejas como infalível; pouco mais de um século depois dele, ainda o poderoso papa Gregório I, bispo de Roma (590-604) dizia que quem se fizesse ou pretendesse fazer bispo universal é precursor do anticristo, porem seu sucessor Bonifácio III (depois de Sibiniano) era declarado bispo universal pelo imperador Focas de Constantinopla em jogo político do século VIII, ao igual que leão havia obtido tal reconhecimento do imperador Valentianiano. Foi a autoridade do imperador e não um encargo de Pedro, nem das escrituras, nem da tradição, nem das igrejas, o que estabeleceu ao bispo de Roma sobre Ocidente com pretensão universal sempre resistida. A meados do século VIII, o Rey Pipino da França, deu a Estevão III o poder temporal. Nicolas I (858-867) foi o primeiro papa em usar a coroa apenas reusada por João Paulo I em nossos tempos.
Falsos documentos foram os que serviram para refrear a marcar do pontificado na Idade Média, de maneira que ganhou estabelecimento. Porem ainda assim, antes de Pio IX e o primeiro Concilio Vaticano (1890), os papas se consideravam infalíveis e assim declaravam abertamente, por exemplo, Gregório VI e XIII, Clemente VIU e VII, Inocêncio II, Paulo IV, Adriano VI, este último que disse que os papas podem errar e que vários foram hereges. De Feito, dos sínodos marcaram 16 heresias de João XX (1330), e o concilio de Constança, que queimou a João Huss, declarou também herege a João XXIII (1410); Leão X, abertamente suspeito de ateísmo; Libério (352-60) firmou um uma profissão de fé arriana negando a divindade de Cristo; Zózimo se pronunciou a favor do paganismo (417-8); o nonoteismo do papa Honório foi condenado em três concílios ecumênicos, Juliano deu o visto bom a Marcelo de Ancira e sua sabelianismo do qual Hipólito de Roma havia também sindicado a Calixto. O concilio de Trento anatemizou doutrinas dos papas Inocêncio I e Gelasio I; Nicolas I e Gelasio se contradizem enquanto ao batismo, e Estevão II contradisse a outros papas em quando ao divórcio; sobre isto também se contradisseram Celestino I Inocêncio III e Adriano IV; Alessandro VI ratificou com bulas suas conservando-se dele duas bulas contraditórias fechadas no mesmo dia. Os requisitos de Eugênio IV para a ordenação, fazem invalidas as ordenações dos primeiros 10 séculos cristãos. Pascoal II e Eugenio III se contradizem com Julio II e Pio IV enquanto ao duelo, em fim, suficiente para meditar e investigar melhor. Qualquer homem pode falar porem ao tratar de pretensões de infabilidade em assuntos de fé e moral, é preciso considera muito detalhadamente os atos.
Ademais disto. Por que precisamos um bispo de Roma seria o sucessor de Pedro? As escrituras e documentos mais antigos mostram que os apóstolos nomearam presbíteros que eram os bispos nas cidades com igreja. Tão somente a partir de Inácio de Antioquia (século II) se diferenciam presbíteros e bispos e não em todas as partes, é de esperar que Pedro e Paulo nomeassem bispos em muitos lugares (geralmente mais de um em cada cidade é o registro bíblico de Paulo). Entre todos estes bispos, por que precisamos o de Roma? A história mostra à política fazendo não ao apostolo. Ademais, as igrejas da Síria e Grécia são mais antigas de que as de Roma, que pretende ser a mais antiga; aquelas igrejas não concordam com esta. A forma atual do romano-papista é mais nova que a mesma reforma protestante, pois apenas se definiu na contra-reforma. Por acaso uma interrompida e confundida lista de papas nos assegura a verdade? Não pode dizer com esta certeza que tais papas foram na verdade sucessores de Pedro; a maioria não foi nomeada como Pedro havia nomeado aos bispos; tampouco se pode demonstrar que todos se ativeram a semelhança do apostolo Pedro; Por ele contrario, os documentos mostram que lhe contradisseram em várias ocasiões; vários papas herdaram a “sucessão” ao estilo “golpe de estado”, ou comprando o posto, porem o Espírito Santo não se compra. Outros foram feitos papas por famílias poderosas de Roma, ou reis e imperadores da França, Alemanha e ainda Constantinopla (focas). Nem a doutrina, nem a ordenação de Pedro ocorreu demostradamente por aqueles canais, por exemplo, o papa Grecencio derrotou e estrangulou a Benedito VI Benedito IX abdicou por seu tio Gregório VI em troca de rendas inglesas, porem voltou a reclamar o papado. Estará à infalibilidade sujeita a tais caprichos? São estes manipuladores da verdade que é a vida, ou ao menos da ordenação? Evidentemente não! Houve ainda grandes períodos com papas logo chamados antipapas por outros papas, rompendo a cadeia Que de quem confiaram em tal administração de sacramentos? As ordenações de papa Formoso foram anuladas por seu sucessor Estevão (896) no concilio cadavérico no qual foi julgado o cadáver desenterrado de Formoso, ao qual depôs de vestirem esplendidamente julgaram morto e sentenciaram a morte cortando-lhe a cabeça ao cadáver e os três dedos da bendição! Tal tipo de enredos nada tem que ver com nossa fé em Cristo!
A verdade divina não pode depender de tais supostos sucessores; ela nos chegou por outros meios mais seguros fundamentados principalmente na providência divina, e é uma provisão vital atual. Jesus Cristo está vivo no presente e temos comunicação direta com ele, quem é a Verdade e a única Cabeça do Corpo, presente em todas as partes, contamos com Seu Espírito, com as Sagradas Escrituras, com o Corpo de Cristo e ainda com o que a tradição demonstra legitimamente apostólico.
Amamos a igreja universal e somos parte dela; por meio do Espírito Santo e a substancia do evangelho a reconhecemos, e nos ajudamos uns aos outros como membros de Cristo a madurar Nele. É com dor pela Babilônia que saímos dela por mandado da palavra divina, para não participar de seus pecados nem de suas pragas, pois os reis da terra e suas nações se embriagaram com as fornicações da grande protituta vestida de púrpura e escarlata, embriaga no sangue dos santos. Não é algo disso a inquisição? O apostolo João identifica claramente a Babilônia com Roma e nada pode tirar sem gravíssimo perigo, esta porção da palavra de Deus.
IV Pela critica de Dom Antônio Colom, parece que ele não entende a diferença entre a Igreja universal, uma só, o Corpo de Cristo, e “ as igrejas locais” tais como Jerusalém, a de Antioquia, a de Efeso, a de Tesalonica e as da Galacia, as da Macedônia, as de Laodiceia, as da Ásia, as da Judéia, etc.
A Igreja universal, composta de todos os membros do Corpo de Cristo em toda época e lugar, começou a partir de Cristo com seus discípulos e no dia de Pentecostes teve o que poderíamos chamar sua “inauguração”, pois a partir dali foi derramado plenamente o Espírito Santo, que é o que nos batiza no Corpo (1coríntios 12:13).
A Igreja universal teve um só começo ao qual estamos ligados todos os cristãos. E começou em Jerusalém, não em Roma; as igrejas da Judéia, Sumária, Galileia, Galacia e as da Síria e Grécia, etc. São mais antigas que as igrejas de Roma.
Nossa fé, ao nascer do testemunho direto dos apóstolos através de seus escritos, é tão antiga como quando Paulo escrevia a os romanos antes de visitar-los. Nossa fé nasceu e se alimenta pelo testemunho direto dos apóstolos através de suas escrituras, não nos apartamos deste testemunho, ademais fomos batizados nas águas por membros de Cristo e de Sua parte; o Espírito Santo nos batizou também, transformando-nos e convertendo-nos do mundo, do pecado e da incredulidade, ao caminho que é Cristo mesmo reproduzindo-se vitalmente entre nós (João 14:6). Não se nos pode destruir esta fé, pois foi o mesmo Pai quem pelo Espírito Santo, nos revelou o filho. O sangue de Cristo nos limpou de todo pecado e sua virtude nos participa a santificação como experiência real, inclusive, o Espírito Santo nos abençoou com dons espirituais, e a vários chamou diretamente ao ministério do apostolado. Mas em nenhum momento nos consideramos “outra igreja” nem seque organização nada em forma “exclusiva” como supõe o jesuíta Dom Antônio Colom em sua critica. Não temos necessidade de fabricar uma organização exclusiva que pretenda ser “outra igreja” não! Ainda que pertencessem a Cristo e Ele a nós, e somos já parte de Seu Corpo e recebemos a todos os verdadeiros cristãos como família universal, respeitando a jurisdição cidadã de cada candeeiro. E como disse o apóstolo Paulo: “a nada conhecemos segundo a carne” (2 Coríntios 5:16).
Agora bem, enquanto a igreja local “a qual acudir” Mateus 18:17), é lógico que a igreja do lugar se funde apenas na data se deu começo particular, o qual é diferente em cada lugar. Existem lugares onde ainda não foi fundada a igreja ali; quando o for, ainda no futuro, isso não faz menos verdadeira, uma vez que sua fé seja a mesma que pregaram os apóstolos cujo núcleo essencial para a salvação está registrado, graças a Deus, nas Escrituras.
Assim que se tratando de igrejas locais, é dizer, de cidades e lugares, não nos afeta qual seja primeiro ou depois, o que sim nos importa é que seja mesmo Espírito e o mesmo evangelho de Cristo e os apóstolos, para conhecer o qual acudimos ao Senhor ressuscitado, cabeça do corpo, e a seus pronunciamentos mais seguros os quais estão registrados na Bíblia, junto da explicação dos apóstolos, temos também o Espírito Santo e apreciamos também o ministério do Corpo. Não temos tampouco problema em ajudar uns aos outros e receber ajuda, em Cristo, se qualquer membro seu conhecido por seus frutos. Si a tradição extrabiblica pode demonstrar sem lugar a dúvida algo proveniente de Cristo e dos apóstolos que não se fale nas escrituras, o examinamos gozosos; porem uma coisa dizemos: nada pode pretender-se de origem apostólico que contradiga suas mesmas Escrituras. Estamos ao tanto sempre convencer ao Cristianismo de maneira que parte do que está edificando a “Babilônia” em vez de a Jerusalém.
Nós empero nascemos neste século, e não temos culpa do que sucedeu na história. Éramos pecadores mundanos perdidos, incrédulos e inconversos, porem agora somos cristãos, e uma coisa se sabemos bem: somos o fruto do Espírito Santo através dos escritos apostólicos, e amamos a igreja universal, a todas “As igrejas dos santos” (Apocalipse 2:23; 1 Coríntios 14:33; Romanos 16:4) e buscamos em Cristo acrescentar e aprofundar nossa comunicação superando as divisões criadas pelo diabo. Temos por certo que tão somente a verdadeira comum participação com e em Cristo vivo efetuara, com é o Seu ministério, a perfeita reconciliação entre os verdadeiros Cristãos, nascidos da água e do Espírito, na genuína regeneração evidente por seus frutos. A tal reconciliação estamos dispostos, porem uma mera unificação externa, política e hegemônica, alheia ao Cristo vivo, é vã para Deus e aproveitável para o diabo e seu anticristo. Mostra-nos Cristo e o receberemos.
“Dom Antônio Colom, ao parecer justificando os maus frutos dos que foram aspergidos sem crer e Mem querer, dizia em sua critica assim:” se entra a formar parte da Igreja por meio do batismo. E na Igreja de Cristo bons e maus ( veja a parábola do joio, Mateus 13:24). A Igreja de Cristo me a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”.
Em primeiro lugar respondemos que na parábola do joio não é a Igreja o campo com trigo e joio, mas o mundo; o mundo é o campo onde o Senhor semeou o trigo (Sua Igreja) e o diabo a joio (Babilônia); pode ver a interpretação de Cristo mesmo em Mateus 13:37,38. Seria um absurdo considerar regenerado um impostor incrédulo, cujo fruto é o joio qual filho é mau. Se o filho do mau (joio) então não é regenerado e foi plantado pelo diabo no mundo entre a igreja, porem não é ela Paulo disse que o Espírito o que nos batiza no corpo no corpo (1 coríntios 12:13) e este se recebe havendo ouvido com fé (Gálatas 3:5, 14) mediante a qual invocamos ao Senhor no batismo (submersão) em Cristo y na água de parte de Deus Por isso Felipe respondeu ao eunuco “Se creres de todo coração, bem podes (ser batizado)”.
Uma cerimônia de aspergi mento sem fé (que não é batismo) não regenera a ninguém, pois está desprovida do contato espiritual. Nada é regenerado por sua fé alheia; é a vida recebida de Cristo, por fé pessoal, conscientemente, que regenera.
Dom Antônio Colom nos criticava por dizer que a Igreja é a suma dos regenerados em Cristo, pelo Espírito; e enfatiza a água, pois bem, entre nós recordamos sempre as águas batismais, e os que chegam crer são então batizados (submergidos) da parte de Deus nelas, obedecendo a Cristo; porem nossa ênfase, sem desconhecer a água, é na realidade espiritual, a fé pessoal e consciente, o ato voluntário, pois faltando isso, a água por si só não tem nenhum poder regenerador, como também da a entender o apóstolo Pedro em sua primeira carta (1 Pedro 3:31). Trata-se, pois, de levantamento da água pela palavra (Efésios 5:26) do levantamento da regeneração (Tito 3:5), a qual vem receber pela fé a Cristo (João 1:12; 1 João 5:1, 4,5, 1 Pedro 1:24, 3); tal fé a demonstramos e confessamos no batismo voluntário, sustentamos pois a sociedade de nascer não só da água mas também do Espírito (João 3:5,6).
Faltando a sustância da fé e da realidade espiritual, o aspergi mento se converte em um mero formalismo que ninguém regenera. Paulo disse em colossences 2:12, que no batismo somos ressuscitados com Cristo mediante a fé em poder de Deus que levantou Cristo de entre os mortos. É esta a razão pela qual ao falar de regeneração, novo nascimento, enfatizamos a fé e o Espírito, precisamente para evitar a irresponsabilidade dos que confiam na mera aparência ritual e externa, atribuindo-lhe a água cerimonial o poder regenerador alienados do Cristo vivo ao que é necessário ir pela fé, na realidade espiritual. Ainda assim, cremos e praticamos também o batismo na água procurando fazer com toda sociedade e responsabilidade, pois não são as estatísticas o que desejamos provar, mais o céu.
Agora, dom Antônio Colom contra este contexto nos disse, ao parecer ingenuinamente, que a Igreja de Cristo não são os regenerados mas “a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”, nos parece que se engana e nos quer também enganar. De que tipo de sucessor fala? E, sucessor em que sentido? Sabemos que se refere ao papa de Roma. Pois, bem todos os papas atuais, a quem apreciamos em quanto homens e inclusive amamos e pelos quais damos sinceros na manifestação da verdade, todos os papas atuais, dizia são sucessores de Martin V, feito papa pelo concilio de Constança convocado pelo imperador Segismundo de Alemania. Tal papa não recebeu a sucessão se nenhum dos três que lhe precederam a um mesmo tempo: Gregório XII da linha de Roma, Benedito Xiii da de Avignon e João XXIII da de Pisa. Estes três foram depostos pelo concilio de Constança. Por quê? Eram falsos? Ademais, com que autoridade? Se a linha de Roma desde Urbano VI a Gregório XII era falsa, está rompida a cadeia, e se era verdadeira, por que foi desconhecida e por que acatou a deposição?
Por acaso, quem é o que sucede? Um título proibido por Cristo com diversos conteúdos? Se a linha de Roma acatou a deposição, se considerou a si mesma falsa, e então a linha de Avignon se4ria a verdadeira, a qual a partir de Urbano VI passou a Clemente VII, a qual sucedeu Benedito XIII que não acatou a decisão do concilio. Se a linha de Roma não era verdadeira, então era a de Avignon e por isso o papa não acatou a deposição do concilio, porem foi igualmente deposta e repudiada até o dia de hoje. Os “sucessores” atuais não provem de Avignon, e se é porque também esta linha era falsa, então não era senão começar de novo com Pisa, o qual não é sucessão. Alinha de Pisa não é herdará de Roma nem de Avignon; não pode ser, pois foram repudiadas; Como então iam suceder Pedro. Ademais, a linha de pisa herdou de João XXIII a quem o concilio depôs por herege e outras coisas, pois inclusive negava a imortalidade da alma. Em nosso tempo, outro papa tomou o homônimo de João XXIII, o qual significava reconhecer a deposição da linha de Pisa. Assim que Martin V, nomeado pelo concilio de Constança não é sucessor nem da linha de Roma deposta com acatamento, nem da linha de Avgnon deposta sem acatamento porem abandonada, nem da linha de Pisa que vinha pelo primeiro João XXIII também deposto. Então Martim V, a quem sucedem os atuais papas, não herdou nenhuma autoridade apostólica proveniente de Pedro, senão que provem da autoridade política do concilio de Constança, que demonstrou maior autoridade que os papas depondo a todos e fazendo um novo. Assim que os que pretendiam ser sucessores foram depostos e os atuais não vinha de nenhum deles, pois, como suceder a depostos? Se foram depostos não eram verdadeiros, então se sucedem a falsos o não sucedem a ninguém. A pretendida cadeia esta rompida; e pensar que esta não é a única ocasião em que aconteceu tal tipo de coisas, senão que apenas um exemplo entre vários. Se, vários papas foram derrocados por seus supostos sucessores e inclusive condenados por estes mesmos; vários foram entronizados por reis poderosos que no tinham de Pedro nenhuma autoridade para construir. Para nós, pois, Dom Antônio Colom, uma lista de papas não significa nada, se se conhecesse a verdadeira história de cada um desses nomes! São “excátedra” as bulas pontifica? Nelas se permite matar contradizendo a Cristo, se manda a desobedecer as autoridades civis contradizendo Sua palavra, se legitimam mentiras, se anatematizam verdades e ate feitos históricos, etc.
A verdade, a vida o evangelho, o cristianismo, é muitíssimo mais que isso e até o dia de hoje existem herdeiros de heranças de verdade mais antigas que a mesma data da vista apostólica a Roma.
Que necessidade seria desprender-nos de Cristo y de suas palavras seguras pelos apóstolos nas Escrituras, e fazer depender nossa salvação de ocorrências inesperadas de uma galeria variada! Um só mediador teremos entre Deus e nós: Jesus Cristo homem, em cuja virtude. Que nada pretenda separar-nos deste Mediador interponiendose! Estamos asidos da cabeça e somos o corpo! Somos a Igreja Temos Seu Espírito! Temos voz e voto! Temos também responsabilidade pela qual respondemos diretamente ao juiz toda carne: o filho de Deus, Jesus Cristo o Senhor.
Ao estudar a história, lamentavelmente nos parece que a instituição romano-papista foi a causa de terríveis males, e ainda hoje, é também triste dizer, a multidão de seu povo que diz adepto a ela sem conhecer-la, são em sua maioria indiferentes, pegos ali sem vontade própria, e até usados para escarnecer, e o que é pior, não conhecem ainda o caminho de salvação, o Evangelho. Basta uma conversação para notar-lo. Perdoe-me por favor se fiz um desmedido entusiasmo nesta resposta, porem é assim como expressamos nosso sincero desejo pela genuína salvação das almas; confiemo-nos no Filho de Deus e Seu sacrifício definitivo, conhecemos pela graça de Deus a virtude de Seu Espírito que nos converte verdadeiramente a Deus.
V No artigo criticado por Dom Antonio Colom, dizemos que o Espírito Santo inspira as Escrituras e a Igreja; com base em um tempo presente literário, porem o jesuíta nos corrigiu dizendo que o Espírito inspirou (passado) as Escrituras e agora (presente) inspira a igreja. Muito obrigado, é verdade que e no passado que o Espírito inspirou as Escrituras, não obstante também dizemos que hoje o Espírito Santo segue operando através das Sagradas Escrituras.
E para terminar, o jesuíta Colom, pergunta que queria dizer ao dizer que “a Igreja no canoniza o Canon; este é canônico em si”.
Bem, êxito o que se quer dizer: Não é a Igreja a que le da o caráter sagrado aos livros da Bíblia, senão que estes são sagrados em si mesmo, e a Igreja meramente os reconhece; neste sentido, a Igreja não tem direito de modificar-los; alem do mais, tais Livros falam por si mesmos. A providência de Deus, não somente a Igreja nos conservou. Paraguai 1982.
“Dá a ela como ela os dá e paga - Le o dobro segundo suas obras, no cálice em que ela preparou bebida prepara-lhe a ela o dobro. Alegra-te sobre ela... e vós santos apóstolos e profetas porque Deus os fez justiça nela. -
A PLENITUDE DE CRISTO
A Plenitude de Cristo- Gino Iafrancesco V
Artigo enviado pelos irmãos da cidade de São Gabriel-RS
Junto ao conceito chave de Koinonia que significa comunhão, devemos considerar outro conceito chave que está estreitamente relacionado, que é o conceito de Plerona, que significa plenitude, tal como este é usado na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. Sem dúvida o conceito de plenitude está relacionado a Deus, a Cristo e a Igreja, e também na comunicação entre estes. O Novo testamento nos fala da Plenitude de Deus (Ef. 1:23; 3:19; Col. 1:19; 2:9), e da Plenitude de Cristo (Jo 1:16; Ef 4:13), geralmente relacionado à Igreja ao Corpo de Cristo.
"... Agradou ao Pai que em (Cristo) habitasse toda plenitude" (Col. 1:19).
"... nele (Cristo) habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Col. 2:9).
"... a Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que o enche em tudo" Ef 1:23)
"... que sejais cheios de toda plenitude de Deus" (Ef. 3:19
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“... de sua (de Cristo) plenitude tomamos todos, e graça sobre graça" (Jo 1:16).
Uma observação detalhada destes versos nos permite ver que Deus o Pai entregou toda plenitude a Cristo, e por sua vez, o filho entregou toda plenitude a Igreja que é seu corpo. Deus, o Pai é aquele que tudo enche e há de encher em tudo, a Ele agradou que no Filho habitasse toda plenitude. Porem entregou a seu filho uma esposa, a Igreja que é seu corpo. Portanto este último é o complemento da plenitude de Cristo. O Cristo da plenitude é, pois, um Cristo corporativo que se há incorporado com a plenitude de Deus dentro da Igreja, para encher de si e expressar-se por meio dela.
No texto grego, a palavra plenitude, quando se refere à palavra de Deus e a de todas as coisas, é Pleroma, porem quando se refere à plenitude de Cristo, como em Ef 4:13 e em Jo 1:16, é Plerómatos. Ambas provem do verbo Plero que significa cheio, cumprir, encher. O qual nos indica o desejo de Deus de encher consigo mesmo a Igreja mediante Cristo. Pelo qual disse Jesus Cristo: "Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade..." (Jo 17:23a). E antes havia dito: "A glória que me deste, eu dei, para que sejam um, assim como nós somos um" (Jo. 17: 22). De modo que a plenitude está relacionada com a unidade e a unidade com a comunhão.
Tudo o que é do Pai, é do filho igualmente, pois o Pai lhe entregou todas as coisas (Jo 16:15; MT. 11:27; 28:18). Agora bem, pois o que o filho recebeu do Pai, o filho há entregado a Igreja, por isso se vê a Igreja como o corpo de Cristo, o Cristo corporativo. Falamos do Cristo corporativo porque dEle nos fala a Bíblia. Na primeira epistola aos coríntios escrevia o apostolo Paulo: "Porque assim como o corpo é um e tem muitos membros, porem todos os membros do corpo, sendo muitos, são um só corpo, assim também Cristo." (1 Cor. 12:12). Claro esta que se refere a da Igreja, porém Paulo pelo Espírito Santo disse: "assim também Cristo". Quer dizer que Cristo é como um corpo que tem muitos membros. A este o qual chamamos de corporativo.
È necessário compreender o mistério de Cristo como o corpo de Cristo (Ef. 3:3-6), ou seja, o Cristo corporativo (1 Cor. 12:12), para entender melhor o que significa a Plenitude de Cristo e então ver também suas implicações. Em Efésios 1:10 nos disse que o propósito de Deus é reunir em Cristo todas as coisas nos céus e na terra, na economia do cumprimento dos tempos. Porem no verso seguinte se vê que este Cristo corporativo, pois disse: "nele assim mesmo tivemos herança..." (Ef 1:11). De modo que a plenitude de Deus e a plenitude de Cristo estejam intimamente relacionadas à Igreja, colocando sobre ele as responsabilidades próprias do que implicam seus privilégios.
Deus se dispensou a Igreja em Cristo pelo Espírito para que a Igreja lhe contenha e lhe expresse corporativamente; e falar, em suas relações; em sua unidade e em sua comunhão.
A plenitude de Cristo implica a plenitude de Deus, pois nEle habita corporalmente toda plenitude da divindade. Também implica a plenitude de Cristo a incorporação divina em todos os membros de seu corpo. Por isso, quando se define o que é a Igreja, neste sentido, se declara o corpo. Colossenses disse que o corpo de Cristo é a Igreja (Col. 1:24), e Efésios disse que a Igreja é o corpo (Ef 1.23). A Igreja se define como o corpo e o corpo se define como a Igreja. Não outra coisa é, pois, a Igreja, senão a plenitude daquele que tudo o enche em tudo. "(Deus) submeteu todas as coisas debaixo de seus pés (de Cristo) e lhe deu por cabeça da Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo o enche em tudo" (Ef 1:22, 23). Na expressão Paulina "seu corpo, a plenitude daquele..." podemos ver a Deus, a Cristo e a Igreja estreitamente unidos como um só organismo. Por isso a expressão corpo.
Assim que Deus se relaciona a Cristo, Cristo se relaciona a Igreja, a Igreja se relaciona ao corpo, e corpo se relaciona a plenitude. Temos então que também a plenitude de Cristo é a plenitude de Deus na Igreja. A Igreja, pois, deve tomar consciência de si mesma em Cristo e em Deus, e atuar em conseqüência. O qual trás muitas implicações para sua unidade, comunhão e ministério corporativo.
TRES IMPLICAÇÕES PRÁTICAS DEVEMOS VER AGORA
1ª A Igreja como corpo de Cristo, a plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica conter tudo o que é de Deus e Cristo enquanto a riquezas na natureza, ganhos, revelação e experiência.
2ª A Igreja como corpo de Cristo, ou como o Cristo corporativo, implica conter todos os membros do corpo de Cristo. É incluir a todos os filhos de Deus, a todos os comprados com o sangue de Cristo e regenerados por seu Espírito.
3ª A Igreja como corpo de Cristo implica que cada membro exerça sua função Cristo, pelo Espírito.
Somente então teremos à Igreja em plena propriedade, PLENITUDE, se bem que ela permanece aqui durante toda sua história.
Ser Igreja implica, pois, ser um vaso corporativo para a plenitude das riquezas de Cristo. Tudo o que é de Deus e Cristo, no Espírito, deve ser recebido, contido, vivido e expressado pela Igreja. Deus mesmo, Cristo mesmo, o Espírito mesmo, são contidos na Igreja. Também toda sua obra e toda sua doutrina, todos seus dons e mistérios, suas diversas operações. Não pode haver algo que seja verdadeiramente de Cristo que a igreja rejeite, pois esta é seu corpo. Portanto não devemos dividir a Igreja por assuntos misteriosos, nem de dons, nem de conteúdos bíblicos, nem de práticas bíblicas. A Igreja para ser verdadeiramente e não deslizar-se ao partidarismo, deve aceitar todas as doutrinas bíblicas, todos os dons bíblicas, todos os mistérios bíblicos, todas as praticas bíblicas. Tudo o que é bíblico e espiritual, tudo o que provem de Cristo, deve ser admitido na Igreja e deve viver nela e não só por alguns membros.
Porem é um grave erro rejeitar algo de Cristo. Quando algo de Cristo é rejeitado, quem rejeita se coloca em lugar da cabeça, Cristo e converte a seus seguidores em divisão. A Igreja como o corpo da plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica, receber, conter, viver e expressar tudo o que legitimamente é de Cristo. O partidarismo consiste também em rejeitar algo de Cristo, ou em reunir-se parcialmente só em redor de alguma parte de Cristo. A plenitude implica no todo de Cristo na Igreja em seus dois sentidos, o universal e o local. Qualquer grupo cristão que deseje algo de Cristo, não pode pretender não ser partidário e tampouco pode pretender estar expressando a realidade da Igreja. É uma divisão, um grupo, um partido.
Quando contém tudo o que é de Cristo, tudo o que é de seu Santo Espírito, tudo o que é bíblico apropriadamente trazido, é da Igreja. A Igreja deve caracterizar-se, pois, também, por seu conteúdo de Plenitude em Cristo, posto que é seu mesmo corpo. Se somente queremos certos aspectos da doutrina e desprezamos ou descuidamos outros, se só queremos ver uma cara, um ângulo e um só aspecto, como os querubins, então estaremos tendo uma atitude partidária e não a atitude própria da Igreja como corpo da plenitude daquele que tudo o enche em tudo. Sectarismo significa partidarismo, que é dividir a verdade.
A Igreja, para ser conseqüente com sua própria realidade quanto corpo da plenitude de Cristo, deve permitir que em seu seio todos os irmãos em Cristo possam manter, viver e expressar tudo aquilo que é de Cristo e que se encontra nas sagradas escrituras, uma vez que estas sejam trazidas adequadamente. Quando proíbe a certos irmãos praticarem algo que é bíblico, então se estará mutilando um aspecto de Cristo. Em respeito a esta implicação presente, as Sagradas Escrituras dizem claramente: "... a Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo enche em tudo" (Ef. 1:23).
Portanto, tudo o que é de Deus e Cristo, tudo o que é legítimo do Espírito Santo e todo o que é corretamente bíblico em seu traço apropriado, deve achar-se na Igreja, permitir-se na Igreja, ser testemunho da Igreja. De outra maneira, tal testemunho não será o próprio testemunho da Igreja, senão o próprio partido, de um grupo, de uma divisão, do que a bíblia chama, no idioma grego, uma heresia. Se todos os irmãos em Cristo entendessem isto e atuassem corretamente, então as divisões começariam a ser desfeitas. Já não dividiremos aos irmãos por distintos ângulos válidos de uma doutrina menor, nem tampouco envolta de diferentes ministros, nem por assuntos de prática ou de certos dons, etc...
Tampouco deve a Igreja acrescentar na plenitude de Cristo outras coisas estranhas a Ele, a seu Espírito e das Escrituras, porque então obrigariam aos santos fieis a manter distância de tais coisas por serem estranhas. Não podemos pretender, com a desculpa da plenitude de Cristo, introduzir coisas estranhas a Cristo mesmo, Sua plenitude não inclui coisas estranhas a Cristo mesmo. Sua plenitude não inclui os elementos estranhos a sua natureza e a sua palavra.
Porem não somente conteúdos espirituais e praticas bíblicas correspondem à plenitude de Cristo. Também pessoas. O corpo de Cristo, como a plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica também, em segundo lugar, a acolhida completa de todos os irmãos em Cristo Jesus enquanto estejam nele. O corpo de Cristo está formado por todas aquelas pessoas que tenham sido de fato redimidas por Cristo, que o tenham recebido efetivamente em sua vida e tenham sido regeneradas por seu Santo Espírito.
TODOS OS MEMBROS DE CRISTO PERTENCEM AO CORPO DE CRISTO.
Se alguém foi nascido efetivamente de novo em virtude de Cristo e em seu sangue foi redimido, então é um membro de Cristo e também parte de seu corpo. A receptividade da Igreja não deve ser maior nem menor que a de Deus em Cristo. É dizer, que se o Pai, graças a Cristo, tenha tomado como filho uma pessoa, nós, todo o corpo de Cristo, estamos obrigados a receber-lo como irmãos. Ou então não estamos nos sujeitando à cabeça, mas constituindo a nós mesmos como cabeça, com a qual desejamos atuar como seu corpo e nos convertemos em uma seita de nossa própria confecção. Também, por outra parte, somente o corpo de Cristo mesmo é o corpo de Cristo. Se a parte pode representar ao todo, no entanto não pode substituir a esse todo.
Se por uma parte, Deus não recebeu a uma pessoa como filho, a Igreja tampouco pode considerar como irmão neste sentido, pois deixaria de atuar como o corpo de Cristo e introduzira em sua comunidade pessoas somente do mundo. A quem Deus ainda não recebe neste sentido de filho por efetiva regeneração, tampouco a Igreja pode considerá-lo um de seus membros. Porem, por outro lado a todos, todos, os que o Senhor há recebido como filhos, nós, a Igreja, devemos receber como membros próprios do corpo de Cristo. E se vivem em nossa mesma localidade, população, município, aldeia ou cidade, pertence então com pleno direito a única igreja de tal população, a qual deve incluir a todos os membros do corpo de Cristo em sua respectiva localidade.
Uma igreja local bíblica normal é aquela que em sua população, aldeia ou município respectivo, recebe a todos os santos em Cristo Jesus que estão em sua jurisdição. Veja por exemplo, a filipenses 1:1: "... todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos,..." Nenhum irmão legítimo em Cristo Jesus deve ser rejeitado. De outra maneira, estamos atuando como seita. A seita não inclui a todos os que Deus inclui, senão somente a seus partidários, deixando de fora a legítimos filhos de Deus em Cristo. O corpo de Cristo Significa: todos os membros de Cristo. Nesse aspecto podemos ver, por exemplo, na seguinte expressão bíblica: "... que habite Cristo pela fé em vossos corações, a fim de que arraigados e firmados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento, para que sejais cheios de toda plenitude de Deus" (Ef. 3:17-19).
A largura de Cristo incorpora e compreende a todos os filhos de Deus nEle. Para compreendê-la, como também a todas as medidas de Cristo, é necessário fazer com todos os santos. A plenitude de Deus tem como vaso que contem a todos os santos na unidade orgânica de um só corpo. De modo que qualquer grupo cristão que pretenda excluir de sua comunhão a algum dos santos membros de Cristo, está atuando como seita e não está dando o testemunho do corpo de Cristo, pois ali a cabeça deixou de ser Cristo Jesus e passou a ser daquele que decide em lugar de Jesus Cristo a exclusão dos que Cristo inclui em seu corpo.
Claro está que isto não significa incorporar a Igreja todos os pecados, erros e sistemas bíblicos que tenham os filhos de Deus, pois a Igreja tem sua própria disciplina conforme a palavra escrita de Deus. Porem todas as pessoas regeneradas efetivamente em Cristo Jesus devem ser reconhecidas na Igreja como membros do corpo de Cristo e ter uma parte plena na Igreja de sua respectiva população, localidade, aldeia ou município. Uma coisa é a pessoa e outra o pecado, o erro, o sistema. As vezes devemos corrigir os pecados, os erros e os sistemas, porem sem descartar as pessoas, se esta é de Deus. A Disciplina busca liberar sua pessoa para plena comunhão normal do corpo de Cristo, na santidade, na verdade e nos princípios bíblicos de conduta cristã.
Se algum grupo cristão pretende andar sem contar com todos os filhos de Deus em sua respectiva população, sua atitude não é própria da igreja, nem seu testemunho do corpo de Cristo, se bem que todos os filhos de Deus pertencem a esse corpo. A Igreja em sua respectiva localidade ou município deve atuar como tal, mediante uma atitude inclusiva, com respeito a todos os filhos de Deus. Se alguns filhos de Deus não querem participar dessa comunhão ampla, senão que a restringem a algo menos que o corpo de Cristo, e se querem reter seus grupos partidários, em vez de incorporá-los a comunhão plena da Igreja Universal e em sua própria população ou localidade, então a Igreja segue sendo ela mesma, pois não é sua culpa, como igreja, senão que é de quem resiste à comunhão e integração plena de todos os filhos de Deus como uma só Igreja universal e em cada município ou localidade. As pessoas se excluem da comunhão plena da Igreja universal e local, porém a Igreja é inclusiva em sua atitude e princípios a todos os membros do corpo de Cristo. Não é culpa como representação da Igreja, se alguns dos mesmos filhos de Deus e membros do corpo de Cristo se mantenham partidários. A culpa dessas pessoas não tira a legitimidade da Igreja como tal, nem na questão universal nem na questão local, nem em sua representação, pois ela mesma e sua representação são inclusivas. Porem ainda assim, deve sempre assumir o encargo de guardar a unidade do Espírito e alcançar a unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus e buscar a unanimidade em torno de Cristo.
Porem, o corpo como plenitude de Cristo, tem uma terceira implicação que já marcamos. Não é suficiente receber e reconhecer a todos os filhos de Deus na comunhão da igreja; também é necessário, para que a plenitude seja tal, que cada um esteja em pleno funcionamento, exercitando e exercendo em seu espírito humano e no espírito de Jesus Cristo, sua própria função, atividade, dom, ministério, operação, em Cristo conforme a palavra de Deus. As vezes recebemos aos irmãos, porem não lhes permitimos funcionar plenamente como Deus quer que funcionem. O desprezo, a inveja, a rivalidade, a manobra política, a presunção a religiosidade e outros fatores não santos, e também a ignorância, a negligência, a omissão e outras coisas, estorvam a plena manifestação da plenitude de Cristo em seu corpo. Como pretender a plenitude se alguns membros são restringidos em sua função legítima e plena? Claro que isto não significa dar lugar a carne com a escusa de abertura e generosidade, abrindo-se imprudentemente a exercícios e atividades não nascidas no Espírito de Deus. Por uma parte todos os santos são sacerdotes e devem ser levados a seu pleno funcionamento, porem deve examinar-se tudo sem romanticismo nem ingenuidade, abstendo-se de coisas estranhas com a devida propriedade, moderação e radicalidade. Porem é vergonhoso que certos membros, para somente se sobressaírem não permitem aos outros funcionarem, menosprezam, rebaixam, desconhecem, impedindo-lhes de funcionarem a sua plena capacidade. A verdadeira liderança no ministério consiste em aperfeiçoar os santos para que eles façam a obra do ministério e edificação sem que monopolize o controle mediante manobras da carne. Muitas coisas devem ser corrigidas no nome do Senhor Jesus! O legítimo ministério esta constituído, pois, por Deus, para aperfeiçoar aos santos para a obra do ministério; é dizer, para levá-los a seu pleno funcionamento sacerdotal como membros do corpo de Cristo.
A plenitude de Cristo implica em tudo o que é de Cristo em todos os que são de Cristo, e cada um na plenitude de sua função. Essa é a Igreja. Algo menos é imperfeito e divisionário. Escrito está: "E Ele mesmo constituiu uns apóstolos, a outros profetas, a outros evangelistas, a outros pastores e mestres, a fim de aperfeiçoar aos santos para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo até que todos cheguem à unidade da fé e do conhecimento do filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura e da plenitude de Cristo." (EF. 4:11-13).
"Deus submeteu todas as coisas debaixo dos pés de Cristo, e lhe deu por cabeça sobre todas as coisas da igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo enche em todos." Ef 1.22,23 -
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO
DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS
(1)
Después de la caída del hombre, cuya realidad está muy bien documentada en nuestra propia condición humana, aparte de las declaraciones infalibles de la Palabra de Dios, Yahveh Elohim se dirigió a la serpiente antigua, Satanás, con palabras muy solemnes. El enemigo realmente hizo muchísimo daño sometiendo al poder del pecado y de la muerte a la naturaleza humana, dejándonos destituídos de la vida y gloria divinas. Pero ese grande y terrible desafío a Dios y a Su propósito, ya era de antemano conocido por el único Señor, el cual lo permitió para hacer notorias Sus grandezas y Poder. Entonces, cometida ya la profanación, dijo Yahveh Elohim a la serpiente: "Por cuanto esto hiciste, maldita serás entre todas las bestias del campo; sobre tu pecho andarás, y polvo comerás todos los días de tu vida. Y pondré enemistad entre ti y la mujer, y entre tu simiente y la simiente suya; ésta te herirá en la cabeza, y tú le herirás en el calcañar" (Sefer Toledot Adam, Gn.3:14, 15).
A partir de entonces la serpiente se arrastra alimentándose del polvo de la tierra de que fue hecho el hombre; necesita del poder latente del alma del hombre para cabalgar. Los demonios necesitan de los cuerpos hechos del polvo, así sean cerdos, para canalizarse y hallar reposo. Los demonios se alimentan de la mesa de los demonios aderezada por los hombres; por lo cual se reúnen como moscas alrededor de los sacrificios idolátricos. La serpiente engañó a la frágil mujer; pero ahora, la frágil mujer, según la promesa proto-evangélica de Yahveh Elohim, concibió una Simiente, La Simiente de la Mujer, el Hijo de la Vírgen, Emanuel, que aplastó la cabeza de la serpiente, aunque fue herido en el calcañar; es decir, mientras quebrantaba la cabeza de la serpiente en la cruz. Entonces, también, la enemistad que atravesaría la historia, entre la serpiente y la mujer, y sus respectivas simientes, comenzó. Caín, molesto por la insuficiencia de su justicia propia, se ensañó contra el heredero de la gracia, y lo mató. Caín también hubiera podido ser heredero de la gracia divina, si también se cubriese, como Abel, con la sangre del Cordero; pero prefirió escoger la senda errante de los que se alejan por sí mismos de la presencia de Yahveh Elohim, y pretenden vivir en base a sí mismos, sin alimentarse del fruto del árbol de la vida divina, disponible tras la reconciliación de la expiación, prefigurada en las ofrendas de Abel.
La enemistad, puesta por Yahveh Elohim entre las dos líneas y simientes, no ha dejado de circular por las páginas de la historia, sobre todo en lo que atañe al paradigma de la familia de los fieles a Dios, enfrentado al paradigma polifacético de los que, como hijos del diablo, sus deseos de desplazar y remplazar a Dios por sí mismos, quieren cumplir. En el meollo de la explicación de los distintos conflictos históricos, se encuentran estos dos paradigmas enfrentados: el divino y el de la serpiente. Escudriñados los motivos humanos tras sus mitologías, religiones, filosofías, teorías, políticas y culturas, etc., se descubre mimetizado en el fondo, uno u otro paradigma. Acerca, pues, de esa enemistad puesta por Dios, de esa guerra necesaria e ineludible, hay mucho que decir, y mucha tela que cortar. El trasfondo profundo de esa enemistad, se traslada a los distintos campos del saber y del vivir humano. Y no debemos ser ingenuos, pues la guerra ya nos rodea, y entre nosotros ya se encuentra milenios ha. Por eso La Simiente de la Mujer, Jesucristo, dijo claramente: "El que no es conmigo, contra mi es; y el que conmigo no recoge, desparrama" (Mt.12:30; Lc.11:23).
Hoy leemos u oímos de filosofías monistas, dualistas, panteístas, deistas, por un lado, o teistas, por otro; de evolucionismo, o de creacionismo; de alta crítica modernista liberal, o conservadora; de medicinas alternativas de trasfondo panteista y dualista, y hasta paranormal, o de procurar una ciencia objetiva e integral; por un lado, de antisobrenaturalismo y naturalismo a ultranza, o sobrenaturalismo, por el otro lado, etc. Todo este maremagnum de tendencias, incluso en las teorías económicas, esconde bajo sus espumas, el conflicto paradigmático de raíz proto-evangélica del que hacemos mención. Incluso también, con muchísima más razón, y por causa de una mayor cercanía al núcleo vital del asunto, las guerras de religión, incluso en su campo meramente cultural, se encuadran perfectamente dentro de este diagnóstico de orígen bíblico. El acatar o no a la Biblia como depositaria de la legítima y divinamente inspirada Palabra de Dios, está dentro del mismísimo meollo de la enemistad prevista. El terreno para todo tipo de hostilidad está perfectamente abonado, y es ingenuo pretender confiar en un contradictorio humanismo globalista meramente pragmático. ¿Pragmatismo en qué dirección?. Los humanistas globalistas pragmáticos, principalmente las élites usufructuarias, se levantan en su propio fundamentalismo draconiano, contra todos los demás fundamentalismos. Pues realmente la guerra es entre fundamentalismos, entre lealtades; y al final de todo, estas últimas lealtades se reducen a dos: para con Yahveh Elohim, o para con la serpiente. Valdría la pena continuar penetrando tras los velos de esta singular contienda.
Gino Iafrancesco V.
Colombia, Bogotá, 2008. -
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO
DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS
(2)
Regiones de campo.-
El amplio campo general, donde se pelean las grandes batallas de la fe, según una breve introducción al discernimiento del conflicto de paradigmas, podría subdividirse en varias regiones, de acuerdo al contenido, que podríamos llamar dogmático. Dogma se ha dado en llamar a cada una de las grandes verdades reveladas por Dios, y que se derivan directamente de las Sagradas Escrituras. Por ejemplo, podríamos reconocer algunas regiones de ese campo general, en el mismo hecho de la Revelación Divina acerca de Dios mismo como Uno y Trino; igualmente en lo relativo a la Encarnación del Verbo de Dios, a la Expiación, a la Resurrección, al Espíritu, a la Justificación por la Fe, a la vida santa, al cuerpo de Cristo, al propósito eterno de Dios y el futuro. También, por otra parte, se reconocerían regiones especiales del campo de batalla, en aquellos respectos que han sido característicos del Judaismo y Cristianismo Bíblicos, tales como los conceptos mismos de revelación, creación y redención, que caracterizan a estas dos grandes religiones complementarias. Pero todos estos ítems fundamentales de la fe revelacional bíblica, que constituyen las columnas del paradigma llamado "de la Simiente de la mujer", en contraposición al llamado "de la serpíente", tienen su mismo nido en el hecho histórico de la existencia de las Sagradas Escrituras: El Antiguo y Nuevo Testamentos. De manera que la Bibliología llega a resultar el campo de batalla medular, la punta de lanza, donde se juega el pulso contra la apostasía y la herejía. Sí, la apostasía ha escogido como uno de sus blancos favoritos, la sacralidad de las Escrituras Judeo-Cristianas. Así como la herejía brota en las regiones de la hermenéutica.
La batalla alrededor de la Revelación Divina.-
Los grandes líderes que ha conocido la humanidad, a quienes los hombres siguen, y que se alínean bajo una u otra bandera paradigmática, desde la más arcaica antigüedad, alinderaron sus posiciones en relación a la Revelación Divina. El hecho, pues, de ésta, hace que los hombres se identifiquen o con el paradigma "de la Simiente de la mujer", o con el paradigma "de la serpiente". El Sefer Toledot Adam nos presenta el significativo relato primigenio del asalto de la serpiente a la inocencia humana. Por eso la Apocalíptica Sacra Neotestamentaria le llama al dragón como el engañador de las naciones. Y el Toledot recién mencionado y otros Rollos Sagrados (como Isaías y Ezequiel) nos desnudan el núcleo de la intención draconiana. Se intenta sustituir a Dios por el sí mismo, para lo cual se le tergiversa a Dios con el propósito específico de hacerle malentendido y desfigurar Su verdadero carácter y el de Sus propósitos. Y esto se realiza con el fin de usurparle la debida adoración. Esa es la raíz de la paganización, la cual está detrás de las teogonías y teurgias mitológicas. Teogonías en cuanto al supuesto orígen de los llamados dioses; y teurgias en cuanto a sus supuestas obras. La llamada Nueva Era de hoy, es apenas la misma vieja era de nuevo. A las teogonías y teurgias siguen las cosmogonías hasta desembocar en los variados evolucionismos actualizados. Tales son las raíces religioso-filosóficas y pseudo-científicas del paradigma draconiano contemporáneo.
Grandes influencias sobre la humanidad.-
Investigadores actuales y anteriores, colocan a Jesús, Mahoma e Isaac Newton, como las mayores influencias sobre la humanidad, seguidos quizá por Marx, Nietzsche, Freud y Darwin. Otros quisieran ver en esa lista privilegiada quizás a Moisés, Pablo y Lutero, a Buda y Zoroastro, Kant y Hegel, Kierkegaard o Heidegger, Einstein y algún otro moderno o posmoderno. Dificilmente todos estarían de acuerdo, por causa precisamente de la escogencia de paradigma en las simpatías de carácter personal. Dios mismo nos ha concedido este breve (en relación con la eternidad) paso por la vida, para que tengamos la ocasión de tomar posición personal, aunque Él soberanamente se reservó, por gracia y por derecho, a los niños y a los abortados, además de "la descendencia de la mujer" del apocalíptico proto-evangelio.
En cuanto a Jesús, el Señor Jesucristo, Su bibliología y Su hermenéutica fueron fideístas; es decir, fieles al contenido de la Revelación Divina en las Sagradas Escrituras. Enseñó que las Escrituras no pueden ser ignoradas, ni abrogadas, ni quebrantadas, sino que los cielos mismos y la tierra pasarían antes que fallase una sola yod o daguesh lane de ellas en cumplirse. Ante toda tentación respondió con el Escrito está. Y aún en Su resurrección histórica se ocupó de enseñar lo que las Escrituras decían. Así que el paradigma genuinamente cristiano es fiel a la mente de Cristo, pues es formada por Él.
Mahoma mismo confesó en el Korán al Señor Jesucristo como Verbo y Mesías ascendido que regresará, pero sin entender lo que eso significa; por eso son hoy los musulmanes, y no la cristiandad, los que guardan, en el Monte de los Olivos, la mezquita que recuerda Su ascención. Mahmud Amanidejad, líder chiita iraní actual, presidente de Irán, confesó recientemente en las Naciones Unidas, el retorno de Jesucristo acompañado del esperado Mahdi chiita.
Newton realmente se preocupó más de profecía que de la gravitación universal. Su libro de Principios Matemáticos de Filosofía Natural, según él mismo confiesa, era apenas para él un hobbie; lo que realmente le trasnochaba era entender a Daniel y al Apocalipsis de la Biblia. Su obra al respecto es sobresaliente y recomnedable especialmente al respecto del desarrollo de los 10 cuernos de la cuarta bestia de Daniel 7.
Marx, en su juventud, escribió acerca de las palabras de Jesús registradas por el Evangelio según Juan 15. Luego apostató y se declaró abiertamente poseedor de la espada del príncipe de las tinieblas, y cuya pasión era destruir el mundo que le estorbaba en su camino al caos y a la destrucción. La poesía de Marx habla más alto que su Capital y sus manifiestos controlados por Engels, el agente de la plutocracia que lo utilizaba.
Nietzsche, en el manicomio, y al final de su vida, con la mayor de sus corduras confiesa a Jesucristo, sin negarle los laureles de la victoria sobre su peor enemigo, según él mismo se decía antes; ahora prefiere deshacer el mito del anticristo para tristeza de sus biografos idólatras.
Freud se desmaya en los brazos del Jung que capitanea el mundo del ocultismo y confesó ver de lejos, en sus experiencias paranormales, a la ciudad celestial, a la cual también confesó no tener acceso.
Darwin confiesa, preocupado en su ancianidad, a Lady Northfield, mientras estudia la Epístola a los Hebreos, que sus escritos evolucionistas eran pensamientos inmaduros de su juventud que habían sido convertidos en religión por los hombres.
Moisés confiesa que el Mesías vendría y era necesario oirle para no ser desarraigados. Pablo vive en Cristo y para Cristo. Lutero, procurando entender a Pablo, se declara también verdaderamente cristiano. Buda, en su antropología atea, busca escapar. Zoroastro aprende de Daniel, jefe suyo en Persia, y su escatología integra en el Yasna, Bundahish y Zend Avesta la esperanza mesiánica de Daniel, que los magos de la estrella de Belén siguen. Kant se doblega moralmente a la crítica de la razón práctica. Hegel se pretende la manifestación divina, cual la serpiente. Kierkegaard prefiere dar el salto de fe en su existencialismo teológico. Heidegger, agnóstico, se vuelve a la poesía, y confunde a Bultman. Einstein dice apenas entender los bordes de los pensamientos de Dios. Pero el Señor Jesucristo dice: "Quien me ha visto a Mi, ha visto al Padre...Nadie viene al Padre sino por Mi. Yo soy el Camino, la Verdad y la Vida".
Deberíamos, pues, dedicarle, Dios mediante, un tiempo, por lo menos, a la panorámica de la Biblilogía Histórica en este discernimiento del conflicto de paradigmas, no sin antes ver algo acerca de las consideraciones de teología meramente natural.
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Gino Iafrancesco V.
Cruzeiro do Oeste, Paraná, Brasil.
10 de octubre de 2008. -
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD
BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNMIENTO
DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS
(3)
Distinción entre revelación general y revelación especial.-
Como metodológicamente correspondería, antes de adentrarnos un poquito en las consideraciones de bibliología histórica, como campo especial donde se da el conflicto de paradigmas, convendría no pasar por alto la necesaria antesala de lo que ha sido llamado la revelación general y su conexión con la teología natural. Por una parte, desde los albores mismos de la humanidad, ha acompañado al hombre la revelación divina especial (Gn.2:16-18; 3:8-19, 21-24; 4:6-16; 6:13-22; 7:1-5; 8:15-17; 9:1-17).
Ésta última, como testimonio de la intervención actuada y hablada de Dios directa y personalmente para con el primer hombre, y los demás, desde el principio, se distingue del testimonio indirecto, esperando ser deducido y percibido por el hombre, acerca de Dios, a través de las huellas divinas en la naturaleza (Job 12:7-9; Salmo 19:1-4ª; Hchs.14:17; 17:26-29; Rom.1:18 a 2:16). Así, pues, que, por una parte, hay una diferencia cualitativa entre la revelación meramente general a todos los hombres, por medio de las cosas creadas, y la revelación especial como intervención histórica y redentiva, además de directa y canónicamene registrada, en la historia humana, que ahora podríamos llamar sagrada, dirigida también a todos los hombres sin excepción (Ezq.33:11; Mr.16:15, 16; Hchs. 17:30, 31; Col.1.28; 1Tim.2:4; 2ªPd.3:9; 1Jn.2:2).
Distinción entre revelación general y teología natural.-
Por otra parte, también existe, como bien lo señala G. C. Berkouwer juntamente con su bibliografía comentada, especialmente en sus Estudios de Dogmática, una distinción ontológica y epistemológica entre revelación general y teología natural. Revelación general se refiere al hecho divino de la intención cumplida de Dios de revelarse, aunque solo sea parcialmente, aunque también verdaderamente, por medio de sus obras creadas. En cambio, teología natural se refiere al percibir humano de esa revelación general. La falta, en el barthianismo, de esa distinción ontológica y epistemológica necesaria, hicieron que el moderno asalto de Karl Barth a la teología natural, resultase neutralizado. Ni siquiera Calvino, al que pretendía en parte regresar Barth, tuvo tal confusión epistemológica, de confundir los planos de la oscura percepción humana y el hecho divino y objetivo de la revelación. La ceguera del hombre caído no disminuye la realidad objetiva del actuar divino; y por lo contrario, conmueve a Dios para un actuar mayor. Por eso aparece la escala ascendente desde la revelación general hacia la especial, y a su vez, de éstas hacia la iluminación progresiva, no tan solo en el plano de la gracia soberana, sino también en el plano del carácter divino que soberanamente decidió tener en cuenta trascendentalmente la responsabilidad humana, capacitada ahora por la divina gracia común. El Dios soberano, como Novio que espera el sí de la Novia, escogió, por dignidad, la colaboración humana, y no desiste de ella, ni siquiera después de la caída del hombre. Por eso la gracia divina capacita de nuevo universalmente para la responsabilidad, pero no la sustituye (A Tito 2:1). Por eso mismo también, por causa de la responsabilidad capacitada por la gracia común, y que recibe (Jn.1:12) o afrenta la gracia divina (Hchs.7:51; Heb.10:29), existe igualmente el justo juicio divino. Fue, pues, la misma soberanía divina la que constituyó en trascendental a la responsabilidad humana (Mt.16:24; 19:211; 20:27; 21:28-32; 23:37; Mr.8:34 35; 9:35; 10:43, 44; 14:7; Lc.13:34; Jn.7:17; Dt.20:19; Ap.22:17), aunque ésta última, con toda su sola fuerza, no sea capaz de salvar al hombre (Jn.6:65; 15:5c; Rom.8:8, 7; 9:16) . La redención en Cristo, recibidos (Cristo y redención) por fe, y fe dada universalmente a todos con el testimonio y la resurrección históricos y objetivos de Jesucristo (Hchs. 17:31), es la única fuente de salvación, pues no hay lugar para la jactancia humana, como enseña el apóstol Pablo (Rom.3:27), en el don de la fe que viene por el oir el testimonio de Dios (Rom.10:17).
Legitimidad de la revelación general reconocida divinamente.-
Es la misma revelación divina especial, canónicamente registrada en las Sagradas Escrituras bíblicas, la que nos señala el lugar legítimo de la revelación divina general a través de la naturaleza. No podemos pasar por alto las declaraciones de Jesús, de Pablo, de los salmistas y escritores sapienciales, etc., divinamente inspirados, que nos hablan de la intención divina de dejar Sus huellas mimetizadas en todas Sus obras. La firma de Dios está allí para ser primeramente sospechada, entonces buscada, entonces encontrada y escudriñada, a manera de clave gravitatoria que nos atrae hacia Él mismo. Este campo es, pues, también, una antesala que deja al hombre sin excusa. Si bien, también debemos tener en cuenta el hecho de que el hombre caído no conoció suficientemente a Dios por su sabiduría meramente humana (1Cor.1:21). Ésto, por culpa del hombre mismo; no por carencia de revelación objetiva. Como dice el dicho popular: “No hay peor ciego que aquel que no quiere ver”. Así que los ataques de la llamada “ilustración” a los tradicionales argumentos teológicos, se descubren como meras falacias escapatorias y culpables, que apenas muestran la deslealtad humana a Dios.
Analogía del amor y la luz.-
Como dijo Jesucristo: “Sin causa me aborrecieron” (Jn.15:25
. Y también dijo: “Esta es la condenación: que la luz vino al mundo, y los hombres amaron más las tinieblas que la luz, porque sus obras eran malas. Porque todo aquel que hace lo malo, aborrece la luz, para que sus obras no sean reprendidas. Mas el que practica la verdad viene a la luz, para que sea manifiesto que sus obras son hechas en Dios” (Jn.3:19-21).
No es de extrañar, en este contexto, entonces, el por qué del conflicto de paradigmas. La hostilidad, sin causa, injusta y perversa, contra Dios, se convierte en hostilidad contra Jesús y los Suyos. “No puede el mundo aborreceros a vosotros; mas a mi me aborrece, porque yo testifico de él, que sus obras son malas.../...Si fuérais del mundo, el mundo amaría lo suyo; pero porque no sois del mundo, antes yo os elegí del mundo, por eso el mundo os aborrece. Acordaos de la palabra que yo os he dicho: El siervo no es mayor que su señor. Si a mi me han perseguido, también a vosotros os perseguirán; si han guardado mi palabra, también guardarán la vuestra. Mas todo esto os harán por causa de mi nombre, porque no conocen al que me ha enviado. Si yo no hubiera venido, ni les hubiera hablado, no tendrían pecado; pero ahora no tienen excusa por su pecado. El que me aborrece a mi, también a mi Padre aborrece. Si yo no hubiera hecho entre ellos obras que ningún otro ha hecho, no tendrían pecado; pero ahora han visto y han aborrecido a mi y a mi Padre...” (Jn.7:7; 15:19-24).
En el fondo, es una cuestión de amor. Cuando Judas Tadeo Lebeo, hermano de Jesús, le preguntó: “¿Cómo es que te manifestarás a nosotros, y no al mundo?” (Jn.14:22), Jesús le respondió haciendo diferencia entre aquellos bajo el paradigma de la “Simiente de la Mujer”, Sus discípulos, y aquellos del paradigma “de la serpiente”, los hijos del diablo, cuyos deseos quieren cumplir, de sustituir a Dios por sí mismos, haciéndose a sí mismos dioses. “El que me ama, mi palabra guardará; y mi Padre le amará, y vendremos a él, y haremos morada con él. El que no me ama, no guarda mis palabras; y la palabra que habéis oído no es mía, sino del que me envió” (Jn.14:23, 24).
Frente, tanto a la revelación general, como a la especial, ¿por qué hay alinderamientos diferentes? Principalmente por causa del amor o no a Dios. Tal amor o des-amor se encuentra detrás de la formulación de cada paradigma, sea el que sea, tanto en lo genérico, como en lo minucioso. Las justificaciones conceptuales tienen como base este amor, o esta carencia de amor. “Los limpios de corazón verán a Dios” reza la bienaventuranza cristiana. ¿Por qué no oís vosotros mis palabras?, dice el Señor, porque no sois de mis ovejas. Mis ovejas conocen mi voz y me siguen y al extraño no seguirán, porque no conocen la voz de los extraños. En este campo juega un papel importantísimo el conocimiento por el Espíritu; algo que los electores del árbol que mata no conocen. No ven, porque no quieren; para no ser estorbados en sus egolatrías. No importa cuanto disfracen eruditamente su miseria; su erudición no puede esconder las plumas de su des-amor. Un paladar espiritual aguzado puede discernir el espíritu motriz de toda clase de argumentación. Esta epistemología espiritual, fácil a los niños, ha sido desechada por aquellos que por ella son descubiertos y expuestos. Lo demás es cuento, o tragedia.
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Gino Iafrancesco V., 11 de diciembre de 2008, Bogotá D.C., Colombia. -
RETORNO DE ISRAEL (1)
Pendón, Silbido, Señal y Trompeta
Mesías, Espíritu, Redención, Evangelio.
por: Gino Iafrancesco V.
RETORNO DE ISRAEL
Los misterios de Dios están estrechamente relacionados entre sí, y cada uno de ellos es un capítulo necesario a la totalidad. No debemos olvidar ninguno de ellos, a la vez que no debemos considerar a ninguno de ellos aislado de los demás, ni sobredimensionarlo en detrimento de la armonía del cuadro completo. Claro está que no se puede tratar de todo al mismo tiempo, pero debemos prever que al considerar uno de los capítulos, al mismo tiempo se tengan también en cuenta los demás. La razón de este preámbulo es para que podamos considerar el misterio de Israel dentro del amplio contexto de los misterios de Dios. Éstos comienzan y terminan con Dios mismo: el misterio de Dios a consumarse, el misterio de Dios: Cristo, el misterio de la voluntad divina, el misterio de la economía divina, el misterio de la piedad, el misterio del evangelio, el misterio de la fe, el misterio de Cristo: la Iglesia, el misterio del matrimonio, el misterio de las siete estrellas en la diestra del Hijo del Hombre y de los siete candeleros, el misterio de la sabiduría divina oculta predestinada para la Iglesia, el misterio del reino de Dios, el misterio de Israel, el misterio de las naciones, el misterio de la mujer y de la bestia que la trae, el misterio de Babilonia, el misterio de la iniquidad, el misterio de la final trompeta.
En trabajos anteriores hemos dedicado tiempo a todos estos respectos, especialmente en los libros: “La Administración Apostólica de los Misterios de Dios” y “Los Misterios del Reino de los Cielos en las Parábolas del Señor Jesucristo”, además de consideraciones, exhaustivas o no, de varios de los aspectos fundamentales de la economía divina, y del lugar central de Cristo y la Iglesia en ella, que se pueden ver en los escritos exegéticos, teológicos, antropológicos, cristológicos, pneumatológicos, soteriológicos, eclesiológicos, escatológicos, filosóficos y poéticos de este autor. Por eso, al tratar ahora un poco más acerca del necesariamente contemporáneo misterio de Israel, remito a los lectores a la ambientación complementaria de todo lo que ya antes de esto se ha tratado. No consideraremos este misterio in vacuo ni aisladamente, sino como algo que tiene necesariamente un apropiado lugar en la revelación divina y que no debe ser ignorado. El apóstol Pablo, en su sobresaliente epístola a los romanos, después de tratar de asuntos de primera magnitud acerca del evangelio, y un poco antes de considerar aspectos prácticos de la vida del cuerpo de Cristo, se ocupó del misterio de Israel escribiendo: “Porque no quiero, hermanos, que ignoréis este misterio, para que no seáis arrogantes en cuanto a vosotros mismos:…” (Rom.11:25a). Si, pues, alguno piensa y siente que puede seguir ignorando esto, permítame decirle que yo personalmente, en conciencia y comisión , no puedo hacerlo. No quiero dejar de anunciar todo el consejo de Dios que me ha sido encomendado.
Así que pasaré inmediatamente, para esta hora coyuntural presente, a considerar el divino tema revelado de la elección de Israel, de su lugar en la estrategia divina, de su endurecimiento parcial en relación a la primera venida del Mesías en aras de la inclusión de los gentiles en el misterio de Cristo, y entonces, principalmente, por causa de la coyuntura presente, pasaremos a considerar de su restauración tras la trasgresión y defección, de su admisión tras la exclusión, y de su reinserción tras el desgajamiento. Ante el contexto complejo y completo del misterio de Israel en todas las Sagradas Escrituras del Antiguo y Nuevo Testamentos, no podemos, basados en una interpretación in vacuo de la parábola mesiánica de los labradores malvados, pretender cerrar definitivamente el caso con una teología del reemplazo absoluto de Israel. Ciertamente el Mesías dijo: “Por tanto os digo, que el reino de Dios será quitado de vosotros, y será dado a gente que produzca los frutos de él” (Mt.21:43); pero, por el contexto íntegro de las Escrituras, y por la sujeción del Mesías a ellas, debemos comprender también el status transitorio de tal declaración, y su objetivo aleccionador para Israel: para despertarlos a celos. Tal despertamiento es el objetivo de la declaración mesiánica, y no su exclusión definitiva de las irrevocables promesas divinas. Tales promesas es necesario considerar atentamente. Todas ellas eran las que el apóstol Pablo tenía presentes al escribir acerca del misterio de Israel a los gentiles en su carta a los romanos.
Escribía allí (Rom.11) Pablo: “Digo, pues…”, (ya que en el capítulo 10 había hablado de la contradicción parcial y temporal de Israel frente al evangelio); “¿Ha desechado Dios a Su pueblo? En ninguna manera. Porque también yo soy israelita, de la descendencia de Abraham, de la tribu de Benjamín”. (Es decir, las iglesias de Judea, Samaria y Galilea, y los convertidos cristianos regenerados de entre los judíos por toda la tierra y la historia, demuestran que el endurecimiento de Israel es apenas parcial y temporal). “No ha desechado Dios a Su pueblo, al cual desde antes conoció”. (Y aquí emplea Pablo la misma expresión que usa en relación a la presciencia divina, a Su conocimiento anticipado, para la elección y predestinación de la Iglesia). “¿O no sabéis qué dice de Elías la Escritura, cómo invoca a Dios contra Israel, diciendo: Señor, a tus profetas han dado muerte, y tus altares han derribado; y sólo yo he quedado, y procuran matarme? Pero ¿qué le dice la divina respuesta? Me he reservado 7000 hombres, que no han doblado la rodilla delante de Baal. Así también aun en este tiempo ha quedado un remanente escogido por gracia. Y si por gracia, ya no es por obras; de otra manera la gracia ya no es gracia. Y si por obras, ya no es gracia; de otra manera la obra ya no es obra. ¿Qué pues? Lo que buscaba Israel, no lo ha alcanzado; pero los escogidos sí lo han alcanzado, y los demás fueron endurecidos; como está escrito: Dios les dio espíritu de estupor, ojos con que no vean y oídos con que no oigan, hasta el día de hoy. Y David dice: Sea vuelto su convite en trampa y en red, en tropezadero y en retribución; sean oscurecidos sus ojos para que no vean, y agóbiales la espalda para siempre”. (Tal pasaje proviene de un Salmo mesiánico, donde se profetiza que pondrían hiel por Su comida y que en Su sed le darían a beber vinagre, como aconteció con Jesucristo, Hijo de David. El Salmo 69:23b decía: “Y haz temblar continuamente sus lomos”; lo que Reina y Valera (1960) en Rom.11:10b traducen inconsecuentemente: “…para siempre”; pero debiera ser, como allá, apenas “continuamente”. Aunque claro está que los rechazadores del Mesías, en cuanto personas, perecen para siempre; mas Israel, como nación, tiene por gracia un remanente constante que desembocará, por fin, en la conversión de la nación). Sigue Pablo: “Digo, pues: ¿Han tropezado los de Israel para que cayesen? En ninguna manera; pero por su trasgresión vino la salvación a los gentiles, para provocarles a celos”. (El tropiezo de la nación de Israel no es para caída definitiva de la nación, pues un remanente suyo ha recibido al Mesías; pero la trasgresión de rechazar al Mesías en Su primera venida, dio lugar a que Dios también los provocara a celos, abriendo la puerta de la salvación a los gentiles, tal como lo había prometido por medio del Cántico de Moisés en Deuteronomio 32:21: “Ellos me movieron a celos con lo que no es Dios; me provocaron a ira con sus ídolos; Yo también los moveré a celos con un pueblo que no es pueblo, los provocaré a ira con una nación insensata”; y muchas más cosas dice el Cántico de Moisés al respecto, añadiendo también allí que se retendría de raerlos por completo, para que sus enemigos no se vanagloriaran, y entonces se arrepentiría y haría expiación por ellos y los vengaría de sus enemigos, mandando a las naciones alabar a Israel). Por eso continúa Pablo enseñando que la trasgresión de Israel resultó en la riqueza del mundo, y su defección en la riqueza de las naciones. Y evangelizaba también para provocar a Israel a celos para salvación. Y entonces exclama: “¿Cuánto más su plena restauración?” Si la trasgresión y la defección de Israel resultaron en riqueza para las naciones insensatas en su idolatría, ¡qué mejor será la plena restauración de Israel! Pablo, pues, espera la plena restauración de Israel, conforme al cuadro profético completo. Y añade: “Porque si su exclusión es la reconciliación del mundo, ¿qué será su admisión, sino vida de entre los muertos?” Y asocia Pablo aquí la admisión de vuelta de Israel con el lenguaje profético de Ezequiel cuando Dios proclamó: “Así ha dicho Yahveh Adonai: He aquí Yo abro vuestros sepulcros, pueblo mío, y os haré subir de vuestras sepulturas, y os traeré a la tierra de Israel. Y sabréis que Yo soy Yahveh, cuando abra vuestros sepulcros, y os saque de vuestras sepulturas, pueblo mío. Y pondré mi Espíritu en vosotros, y viviréis, y os haré reposar sobre vuestra tierra; y sabréis que Yo Yahveh hablé, y lo hice, dice Yahveh” (Ezq.37:12-14), en el contexto de la Visión del valle de los huesos secos.
Vemos, pues, que Pablo hasta aquí ya ha hablado inspiradamente, y sobre la base de los profetas, de la admisión de Israel y su plena restauración. Por lo tanto, la teoría del reemplazo absoluto de Israel, no es consecuente con el tenor general de las Escrituras inspiradas. Continúa entonces Pablo hablando de la santidad de la masa restante de donde se tomaron las primicias, y de la santidad de las ramas, gracias a la raíz. No todas las ramas fueron desgajadas, pues debemos recordar el remanente constante; por lo tanto, mediante la fe, y por eso hablamos abiertamente delante de Israel, habrá una reinserción nacional, conforme a las promesas y al pacto de Dios para con Israel. El misterio de Israel tiene, pues, en su final, tres partes principales: (1) Por sus pecados, el pueblo escogido, Israel, sería endurecido en parte, y entonces corregido y esparcido; (2) Serían entonces provocados a celos cuando Dios tomase un pueblo para sí de entre los gentiles; (3) Israel sería entonces plenamente restaurado como nación, volviendo de la dispersión, admitido al recibir la vida que viene del Mesías por Su Espíritu, y reinsertado en el reino de Dios. Todo esto debido al llamamiento y don irrevocables de Dios, por causa de la promesa a los patriarcas, y del celo de Dios por Su propio Nombre.
En cuanto al actual retorno de Israel, que es la coyuntura presente, y lo que a esto sigue, debemos recordar varias profecías que atañen a la tercera parte del misterio referido. Por Isaías dice Dios claramente: “En aquel tiempo el renuevo de Yahveh será para hermosura y gloria, y el fruto de la tierra para grandeza y honra, a los sobrevivientes de Israel. Y acontecerá que el que quedare en Sion, y el que fuere dejado en Jerusalén, será llamado santo; todos los que en Jerusalén estén registrados entre los vivientes, cuando el Señor lave las inmundicias de las hijas de Sion, y limpie la sangre de Jerusalén en medio de ella, con espíritu de juicio y con espíritu de devastación…/… Acontecerá en aquel tiempo que la Raíz de Isaí, estará puesta por pendón a los pueblos, será buscada por las gentes; y Su habitación será gloriosa. Asimismo acontecerá en aquel tiempo, que Yahveh alzará otra vez Su mano para recobrar el remanente de Su pueblo que aún quede en Asiria, Egipto, Patros, Etiopía, Elam, Sinar y Hamat, y en las costas del mar. Y levantará pendón a las naciones, y juntará los desterrados de Israel, y reunirá los esparcidos de Judá de los cuatro confines de la tierra. Y se disipará la envidia de Efraín, y los enemigos de Judá serán destruidos. Efraín no tendrá envidia de Judá, ni Judá afligirá a Efraín; sino que volarán sobre los hombros de los palestinos al occidente, saquearán también a los de oriente; Edom y Moab le servirán, y los hijos de Amón los obedecerán. Y secará Yahveh la lengua del mar de Egipto; y levantará Su mano con el poder de Su Espíritu sobre el río, y lo herirá en sus 7 brazos, y hará que pasen por él con sandalias. Y habrá camino para el remanente de Su pueblo, el que quedó de Asiria, de la manera que lo hubo para Israel el día que subió de la tierra de Egipto…/… Días vendrán cuando Jacob echará raíces, florecerá y echará renuevos Israel, y la faz del mundo llenará de fruto. ¿Acaso ha sido herido como el que lo hirió, o ha sido muerto como los que lo mataron? Con medida lo castigarás en sus vástagos. Él los remueve con Su recio viento en el día del aire solano. De esta manera, pues, será perdonada la iniquidad de Jacob, y este será todo el fruto, la remoción de su pecado; cuando haga todas las piedras del altar como piedras de cal desmenuzadas, y no se levanten los símbolos de Asera ni las imágenes del sol. Porque la ciudad fortificada será desolada, la ciudad habitada será abandonada y dejada como un desierto; allí pastará el becerro, allí tendrá su majada, y acabará sus ramas. Cuando sus ramas se sequen, serán quebradas; mujeres vendrán a encenderlas; porque aquel no es pueblo de entendimiento; por tanto, su Hacedor no tendrá de él misericordia, ni se compadecerá de él el que lo formó. Acontecerá en aquel día que trillará Yahveh desde el río Eufrates hasta el torrente de Egipto, y vosotros, hijos de Israel, seréis reunidos uno a uno. Acontecerá también en aquel día, que se tocará con gran trompeta, y vendrán los esparcidos en la tierra de Asiria, y los que habían sido desterrados a Egipto, y adorarán a Yahveh en el monte santo, en Jerusalén…/…Y los redimidos de Yahveh volverán, y vendrán a Sion con alegría; y gozo perpetuo será sobre sus cabezas; y tendrán gozo y alegría, y huirán la tristeza y el gemido…/…Del oriente traeré tu generación, y del occidente te recogeré. Diré al norte: Da acá; y al sur: no detengas; trae de lejos mis hijos, y mis hijas de los confines de la tierra, todos los llamados de mi nombre; para gloria mía los he creado, los formé y los hice…/…He aquí éstos vendrán de lejos; y he aquí éstos del norte y del occidente, y éstos de la tierra de Sinim…tus edificadores vendrán aprisa…Alza tus ojos alrededor, y mira: todos éstos se han reunido, han venido a ti. Vivo Yo, dice Yahveh, que de todos, como de vestidura de honra, serás vestida; y de ellos serás ceñida como novia. Porque tu tierra devastada, arruinada y desierta, ahora será estrecha por la multitud de los moradores, y tus destruidores serán apartados lejos. Y dirás en tu corazón: ¿Quién me engendró éstos? Porque yo había sido privada de hijos y estaba sola, peregrina y desterrada; ¿quién, pues, crió éstos? He aquí que yo había sido dejada sola; ¿dónde estaban éstos? Así dijo Yahveh Adonai: He aquí, Yo tenderé mis manos a las naciones, y a los pueblos levantaré mi bandera; y traerán en brazos a tus hijos, y tus hijas serán traídas en hombros. Reyes serán tus ayos, y sus reinas sus nodrizas; con el rostro inclinado a tierra te adorarán, y lamerán el polvo de tus pies; y conocerás que Yo soy Yahveh, que no se avergonzarán los que esperan en Mi…/…Ciertamente volverán los redimidos de Yahveh; volverán a Sion cantando, y gozo perpetuo habrá sobre sus cabezas; tendrán gozo y alegría, y el dolor y el gemido huirán…/…De balde fuisteis vendidos; por tanto, sin dinero seréis rescatados…/…Dice Yahveh Adonai, el que reúne a los dispersos de Israel: Aún juntaré sobre él sus congregados…/…Alza tus ojos alrededor y mira, todos éstos se han juntado, vinieron a ti; tus hijos vendrán de lejos, y tus hijas serán llevadas en brazos…¿Quiénes son éstos que vuelan como nubes, y como palomas a sus ventanas? Ciertamente a Mi esperarán los de la costa, y las naves de Tarsis desde el principio, para traer tus hijos de lejos, su plata y su oro con ellos, al nombre de Yahveh tu Dios, y al Santo de Israel, que te ha glorificado. Y extranjeros edificarán tus muros, y sus reyes te servirán; porque en mi ira te castigué, mas en mi buena voluntad tendré de ti misericordia…/…Reedificarán las ruinas antiguas, y levantarán los asolamientos primeros, y restaurarán las ciudades arruinadas, los escombros de muchas generaciones…/…Sacaré descendencia de Jacob, y de Judá heredero de mis montes; y mis escogidos poseerán por heredad la tierra, y mis siervos habitarán allí…/…¿Concebirá la tierra en un día? ¿Nacerá una nación de una vez? Pues en cuanto Sion estuvo de parto, dio a luz sus hijos. Yo que hago dar a luz, ¿no haré nacer? Dijo Yahveh. Yo que hago engendrar, ¿impediré el nacimiento? Dice tu Dios…Y pondré entre ellos señal, y enviaré a los escapados de ellos a las naciones, a Tarsis, a Fut y Lud que disparan arco, a Tubal y a Javán, a las costas lejanas que no oyeron de Mí, ni vieron mi gloria; y publicarán mi gloria entre las naciones. Y traerán a todos vuestros hermanos de entre todas las naciones, por ofrenda a Yahveh…” (Is.4:2-4; 11:10-16; 27:6-13; 35:10; 43:5b-7; 49:12,17a,18-23; 51:11; 52:3b; 56:8; 60:4,8-10; 61:4; 65:9; 66:8b,9,19-20a).
La Raíz de Isaí, Jesucristo, el León de la tribu de Judá, Heredero de todas las cosas, ya ha sido puesta por Dios como pendón a todos los gentiles, y por eso Su Iglesia se encuentra en todas las naciones. Una vez castigado Israel por sus pecados e incredulidad, el Mesías, cual pendón a las naciones, envía apóstoles a Occidente, al Norte de África, al Asia Menor, a Siberia, a Grecia, y a las costas lejanas, a publicar la gloria divina, y a portar la señal divina que indique que es la hora para que se recoja a los dispersos de Israel de nuevo a su tierra. Incluso los gobiernos de las naciones, amigos de Israel, han de colaborar en este asunto, para que los israelitas regresen a Israel desde Irak, Egipto, Eritrea, Etiopía, Asia Central, Kuwait, Siria, Líbano y ultramar, etc.. Los entendidos del plan divino deben cooperar para que las legislaciones contemplen el ayudar y apoyar al retorno de los israelitas a su tierra. Y no solo desde los ámbitos gubernamentales, sino también desde la filantropía civil. Entonces vuelven los dispersos de Israel a su tierra desde el Oriente, el Occidente, el Norte y el Sur, desde Sefarad y los principados de Tarsis, y desde la China y sus países vecinos, desde el Aquilón y desde el Austro. Las ciudades de Israel ya han sido reedificadas, y lo seguirán siendo. Palestina estará bajo la sombra de Israel, Jordania cederá, los gentiles ayudarán. La nación ya ha nacido, y no está más dividida en dos reinos, sino que es una sola, y acoge a sus hijos que vuelven desde todas las procedencias, circunstancias y mezclas. Dios corrige entonces a sus enemigos y opresores. Todo esto lo podemos comprobar de Isaías.
Ahora bien, en pleno tiempo de cautiverio y dispersión babilónica, también por Jeremías profetizó Yahveh: "…Yo mismo recogeré el remanente de mis ovejas de todas las tierras adonde las eché, y las haré volver a sus moradas; y crecerán y se multiplicarán. Y pondré sobre ellas pastores que las apacienten; y no temerán más, ni serán menoscabadas, dice Yahveh. He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que levantaré a David renuevo justo, y reinará como Rey, el cual será dichoso, y hará juicio y justicia en la tierra. En Sus días será salvo Judá, e Israel habitará confiado; y éste será Su nombre con el cual le llamarán: Yahveh, justicia nuestra. Por tanto, he aquí que vienen días, dice Yahveh, en que no dirán más: Vive Yahveh que hizo subir a los hijos de Israel de la tierra de Egipto, sino: Vive Yahveh que hizo subir y trajo la descendencia de Israel de la tierra del norte, y de todas las tierras adonde Yo los había echado; y habitarán en su tierra…/…Porque he aquí que vienen días, dice Yahveh, en que haré volver a los cautivos de mi pueblo Israel y Judá, ha dicho Yahveh, y los traeré a la tierra que di a sus padres, y la disfrutarán. Estas, pues, son las palabras que habló Yahveh acerca de Israel y de Judá. Porque así ha dicho Yahveh: Hemos oído voz de temblor; de espanto, y no de paz. Inquirid ahora, y mirad si el varón da a luz; porque he visto que todo hombre tenía las manos sobre sus lomos, como mujer que está de parto, y se han vuelto pálidos todos los rostros. ¡Ah, cuán grande es aquel día! Tanto, que no hay otro semejante a él; tiempo de angustia para Jacob; pero de ella será librado. En aquel día, dice Yahveh sabaot, Yo quebraré su yugo de tu cuello, y romperé tus coyundas, y extranjeros no lo volverán más a poner en servidumbre, sino que servirán a Yahveh su Dios y a David su Rey, a quien yo les levantaré. Tú, pues, siervo mío Jacob, no temas, dice Yahveh, ni te atemorices, Israel; porque he aquí Yo soy el que te salvo de lejos a ti y a tu descendencia de la tierra de cautividad; y Jacob volverá, descansará y vivirá tranquilo, y no habrá quien le espante. Porque Yo estoy contigo para salvarte, dice Yahveh, y destruiré a todas las naciones entre las cuales te esparcí; pero a ti no te destruiré, sino que te castigaré con justicia; de ninguna manera te dejaré sin castigo. Porque así ha dicho Yahveh: incurable es tu quebrantamiento, y dolorosa tu llaga. No hay quien juzgue tu causa para sanarte; no hay para ti medicamentos eficaces. Todos tus enamorados te olvidaron; no te buscan; porque como hiere un enemigo te herí, con azote de adversario cruel, a causa de la magnitud de tu maldad y de la multitud de tus pecados. ¿Por qué gritas a causa de tu quebrantamiento? Incurable es tu dolor, porque por la grandeza de tu iniquidad y por tus muchos pecados te he hecho esto. Pero serán confundidos todos los que te consumen; y todos tus adversarios, todos irán en cautiverio; hollados serán los que te hoyaron, y a todos los que hicieron presa de ti daré en presa. Mas Yo haré venir sanidad para ti, y sanaré tus heridas, dice Yahveh; porque desechada te llamaron, diciendo; Esta es Sion, de la que nadie se acuerda. Así ha dicho Yahveh: he aquí Yo hago volver los cautivos de las tiendas de Jacob, y de sus tiendas tendré misericordia, y la ciudad será edificada sobre su colina, y el templo será asentado según su forma. Y saldrá de ellos acción de gracias, y voz de nación que está en regocijo, y los multiplicaré, y no serán disminuidos; los multiplicaré, y no serán menoscabados. Y serán sus hijos como antes, y su congregación delante de Mí será confirmada; y castigaré a todos sus opresores. De allí saldrá su príncipe, y de en medio de ella su señoreador; y le haré llegar delante cerca, y él se acercará a Mi; porque ¿quién es aquel que se atreve a acercarse a Mi? Dice Yahveh. Y me seréis por pueblo, y Yo seré vuestro Dios. He aquí que la tempestad de Yahveh sale con furor; la tempestad que se prepara, sobre la cabeza de los impíos reposará. No se calmará el ardor de la ira de Yahveh, hasta que haya hecho y cumplido los pensamientos de Su corazón; en el fin de los días entenderéis esto. En aquel tiempo, dice Yahveh, Yo seré por Dios a todas las familias de Israel, y ellas me serán a Mí por pueblo. Así ha dicho Yahveh: el pueblo que escapó de la espada halló gracia en el desierto, cuando Israel iba en busca de reposo. Yahveh se manifestó a mi hace ya mucho tiempo, diciendo: Con amor eterno te he amado; por tanto, te prolongué mi misericordia. Aún te edificaré, y serás edificada, oh virgen de Israel; todavía serás adornada con tus panderos, y saldrás en alegres danzas. Aún plantarás viñas en los montes de Samaria; plantarán los que plantan, y disfrutarán de ellas. Porque habrá día en que clamarán los guardas en el Monte de Efraín: Levantaos y subamos a Sion, a Yahveh nuestro Dios. Porque así ha dicho Yahveh: regocijaos en Jacob con alegría, y dad voces de júbilo a la cabeza de naciones; haced oir, alabad, y decid: oh Yahveh, salva a Tu pueblo, el remanente de Israel. He aquí Yo los hago volver de la tierra del norte, y los reuniré de los fines de la tierra, y entre ellos ciegos y cojos, la mujer que está encinta y la que dio a luz juntamente; en gran compañía volverán acá. Irán con lloro, mas con misericordia los haré volver, y los haré andar junto a arroyos de aguas, por camino derecho en el cual no tropezarán; porque soy a Israel por Padre, y Efraín es mi primogénito. Oíd palabra de Yahveh, oh naciones, y hacedlo saber en las costas que están lejos, y decid: El que esparció a Israel lo reunirá y lo guardará, como el pastor a su rebaño. Porque Yahveh redimió a Jacob, lo redimió de mano del más fuerte que él. Y vendrán con gritos de gozo en lo alto de Sion, y correrán al bien de Yahveh, al pan, al vino, al aceite, y al ganado de las ovejas y de las vacas; y su alma será como huerto de riego, y nunca más tendrán dolor. Entonces la virgen se alegrará en la danza, los jóvenes y los viejos juntamente; y cambiaré su lloro en gozo, y los consolaré, y los alegraré de su dolor. Y el alma del sacerdote satisfaré con abundancia, y Mi pueblo será saciado de Mi bien, dice Yahveh. Así ha dicho Yahveh: Voz fue oída en Ramá, llanto y lloro amargo; Raquel que lamenta por sus hijos, y no quiso ser consolada acerca de sus hijos, porque perecieron. Así ha dicho Yahveh: reprime del llanto tu voz, y de las lágrimas tus ojos; porque salario hay para tu trabajo, dice Yahveh, y volverán de la tierra del enemigo. Esperanza hay también para tu porvenir, dice Yahveh, y los hijos volverán a su propia tierra. Escuchando, he oído a Efraín que se lamentaba: - me azotaste, y fui castigado como novillo indómito; conviérteme, y seré convertido, porque Tú eres Yahveh mi Dios. Porque después que me aparté tuve arrepentimiento, y después que reconocí mi falta, herí mi muslo; me avergoncé y me confundí, porque llevé la afrenta de mi juventud.- ¿No es Efraín hijo precioso para Mí? ¿No es niño en quien me deleito? Pues desde que hablé de él, me he acordado de él constantemente. Por eso Mis entrañas se conmovieron por él; ciertamente tendré de él misericordia, dice Yahveh. Establécete señales, ponte majanos altos, nota atentamente la calzada; vuélvete por el camino por donde fuiste, virgen de Israel, vuelve a estas tus ciudades. ¿Hasta cuándo andarás errante, oh hija contumaz? Porque Yahveh creará una cosa nueva sobre la tierra: la mujer rodeará al varón. Así ha dicho Yahveh sabaot, Dios de Israel: Aún dirán esta palabra en tierra de Judá y en sus ciudades, cuando Yo haga volver sus cautivos: Yahveh te bendiga, oh morada de justicia, oh monte santo. Y habitará allí Judá, y también en todas sus ciudades labradores, y los que van con rebaño. Porque satisfaré el alma cansada, y saciaré a toda alma entristecida. En esto me desperté, y vi, y mi sueño me fue agradable. He aquí vienen días, dice Yahveh, en que sembraré la casa de Israel y la casa de Judá de simiente de hombre y de simiente de animal. Y así como tuve cuidado de ellos para arrancar y derribar, y trastornar y perder y afligir, tendré cuidado de ellos para edificar y plantar, dice Yahveh. En aquellos días no dirán más: los padres comieron las uvas agrias y los dientes de los hijos tienen la dentera, sino que cada cual morirá por su propia maldad; los dientes de todo hombre que comiere las uvas agrias, tendrán la dentera. He aquí que viene días, dice Yahveh, en los cuales haré nuevo pacto con la casa de Israel y con la casa de Judá. No como el pacto que hice con sus padres el día que tomé su mano para sacarlos de la tierra de Egipto; porque ellos invalidaron Mi pacto, aunque Yo fui como un marido para ellos, dice Yahveh. Pero éste es el pacto que haré con la casa de Israel después de aquellos días, dice Yahveh: Daré Mi ley en su mente, y la escribiré en su corazón; y Yo seré a ellos por Dios, y ellos Me serán por pueblo. Y no enseñará más ninguno a su prójimo, ni ninguno a su hermano, diciendo: conoce a Yahveh; porque todos Me conocerán, desde el más pequeño de ellos hasta el más grande, dice Yahveh; porque perdonaré la maldad de ellos, y no me acordaré más de su pecado. Así ha dicho Yahveh, que da el sol para luz del día, las leyes de la luna y de las estrellas para luz de la noche, que parte el mar, y braman sus ondas; Yahveh sabaot es Su nombre: Si faltaren estas leyes delante de Mi, dice Yahveh, también la descendencia de Israel faltará para no ser nación delante de Mi eternamente. Así ha dicho Yahveh: Si los cielos arriba se pueden medir, y explorarse abajo los fundamentos de la tierra, también Yo desecharé toda la descendencia de Israel por todo lo que hicieron, dice Yahveh. He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que la ciudad será edificada a Yahveh, desde la torre de Hananeel hasta la puerta del Ángulo. Y saldrá más allá el cordel de la medida delante de él sobre el collado de Gareb, y rodeará a Goa. Y todo el valle de los cuerpos muertos y de la ceniza, y todas las llanuras hasta el arroyo de Cedrón, hasta la esquina de la puerta de los caballos al oriente, será santo a Yahveh; no será arrancada ni destruida más para siempre…He aquí que Yo los reuniré de todas las tierras a las cuales los eché con Mi furor, y con Mi enojo e indignación grande; y los haré volver a este lugar, y los haré habitar seguramente; y Me serán por pueblo, y Yo seré a ellos por Dios. Y les daré un corazón, y un camino, para que Me teman perpetuamente, para que tengan bien ellos, y sus hijos después de ellos. Y haré con ellos pacto eterno, que no me volveré atrás de hacerles bien, y pondré mi temor en el corazón de ellos, para que no se aparten de Mí. Y me alegraré con ellos haciéndoles bien, y los plantaré en esta tierra en verdad, de todo Mi corazón y de toda Mi alma. Porque así ha dicho Yahveh: Como traje sobre este pueblo todo este gran mal, así traeré sobre ellos todo el bien que acerca de ellos hablo. Y poseerán heredad en esta tierra de la cual vosotros decís: está desierta, sin hombres y sin animales, es entregada en manos de los caldeos. Heredades comprarán por dinero, y harán escritura y la sellarán y pondrán testigos, en tierra de Benjamín y en los contornos de Jerusalén, y en las ciudades de Judá; y en las ciudades de las montañas, y en las ciudades de la Sefela, y en las ciudades del Neguev; porque Yo haré regresar sus cautivos, dice Yahveh. -
VEM COM AS NUVENS
VEM COM AS NUVENS
" Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!". Ap1:7O Pantocrator ( Pan creator= criador de todas as coisas) ou " O Todo Poderoso"
Vamos nesta noite, irmãos, continuar com a ajuda do Senhor, o estudo que temos começando do livro do Apocalipse; estamos no primeiro capítulo. Apocalipse capítulo 1; desta vez chegamos ao versículo 7. Da vez passada vimos a apresentação de Deus por Cristo, por Seu anjo a João, às igrejas; e então vimos como João louvava ao que nos amou e nos fez reino e sacerdotes para Deus seu Pai; e por isso é que diz ali no final do verso 6: "a ele a glória e o domínio"; aqui vemos claramente, poderíamos dizer, com todo descaramento dando glória ao Filho naquele tempo, onde Israel somente conhecia a Deus no Pai, mas não havia conhecido a Deus no Filho; e aqui João é um dos que mais claramente confessa a divindade do Filho. Assim começa seu evangelho: "No princípio era o Verbo, e o Verbo era com Deus, e o Verbo era Deus" (João 1:1). Em sua primeira carta diz: "Mas sabemos que o Filho de Deus têm vindo, e nos têm dado entendimento para conhecer ao que é verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5:20); ou seja, o Deus verdadeiro, o único Deus verdadeiro, o Pai, é conhecido por meio do Filho; no Filho conhecemos ao Pai; não se pode conhecer o Pai sem o Filho; e aqui também em Apocalipse, assim como no evangelho e na epístola, agora diz: "A Ele seja a glória, (vem falando do Filho) e domínio pelos séculos dos séculos. Amém".E então, tendo nossa atenção nele, confessa o seguinte; antes de explicar o que lhe passava na ilha de Patmos, que vai a começar a dizer desde o verso 9, ele esta tão embebido Naquele a quem viu e em cujo nome está falando e a quem está glorificando, que diz: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!". Então Deus o Pai fala por João e diz: "Eu sou o Alfa e o Omega, diz o Senhor Deus, o que é e que era e que há de vir, (Pantocrator) o Todo poderoso".Aqui, como vimos na vez passada no exame textual dos distintos manuscritos, a versão mais fiel, mais pura e mais antiga é a que lhes acabo de mencionar, que algumas Bíblias o dizem assim: "Eu sou o Alfa e o Omega, diz o Senhor Deus, o que é e que era e que há de vir, o Todo poderoso"; isso já o vimos com detalhe uma vez passada, portanto, agora vamos nos concentrar, mais que no comentário textual, na exegese.
Sobre o tempo do arrebatamento
Me perdoem o que vou a falar esta noite; e digo assim pelo seguinte: Eu sei, e vocês também sabem, que na história da Igreja, a respeito da segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, têm havido muitas considerações, muitos pontos de vista; e ainda na história da Igreja não pudemos por em acordo todos os irmãos a respeito da segunda vinda do Senhor; de maneira que sabendo que isso é assim, de nenhuma maneira pretendo dar o ponto final; mas não posso deixar de ser responsável, posto que o Senhor me ordenou a ensinar o Apocalipse, ensinar o melhor que o entenda; assim que rogo que vocês não me sigam, senão que siga a Bíblia mesmo; o que eu lhe digo, você não coma inteiro, senão julgue por meio do Espírito Santo a ver se é assim ou não é assim; porque neste ponto em que estou por entrar, eu sei que na história da Igreja têm havido o ponto de vista que fala que a segunda vinda do Senhor está dividida em duas partes: uma secreta e outra pública e que haverá um arrebatamento secreto antes da vinda gloriosa e manifesta do Senhor Jesus.
Pré-tribulacionismo. Esse é um ponto de vista que é popular em um setor do povo de Deus; esse ponto de vista foi pela primeira vez observado na era patrística por Efraim o Sírio, como no ano 374, a maneira como ele via os assuntos; mas em seus escritos ele não dá uma prova muito profunda; ele simplesmente da conclusão sem fazer a demonstração, pelo menos no que têm chegado a nós de seus escritos; é ele que na história da Igreja no século IV, que pela primeira vez mencionou este assunto de um arrebatamento antes da grande tribulação. Depois, já pelo ano 1754, um pastor batista chamado John Gill foi o segundo que expressou esse ponto de vista de um arrebatamento antes da tribulação, em um comentário extenso que ele fez sobre todo o Novo Testamento; era raro porque entre os batistas esse não era o ponto de vista tradicional; mas este irmão, John Gill, o viu assim, o ensinou assim. Depois, em 1810, um jesuíta no Chile de apelido Lacunsa, também ensinou esse ponto de vista de um arrebatamento antes da grande tribulação; alguns têm acusado a Lacunsa de que para tratar de evitar a interpretação protestante que dizia que o Papa era o anticristo, ele tratou de mudar a escatologia e entrou por esse caminho. Eu não o acuso dessa maneira porque eu diretamente não tenho lido a documentos de Lacunsa, mas acerca dele; então somente lhes conto o que alguns dizem, mas sem referendá-lo. Uns poucos anos depois dele, outro irmão chamado Edward Irving, como em 1812 mais ou menos, também ensinou o ponto de vista pré-tribulacional, ou seja, uma vinda do Senhor em duas partes: uma parte secreta tomando um arrebatamento, o arrebatamento de seus escolhidos. Há distintos pontos de vista. Depois uma mulher chamada Margaret McDonald, em 1816, ensinou a mesma coisa e parece que ela teve umas experiências místicas onde ela o interpretou assim. Por fim, em 1820, chegou um irmão muito sério, um precioso irmão, o irmão John Nelson Darby, da linha dos Brethren ou dos irmãos de Plymouth; ele havia sido anglicano, cria que até um arcebispo anglicano; renunciou o ponto de vista anglicano e à organização anglicana porque começou a ver um pouco melhor o corpo de Cristo, e ele ensinou já pela primeira vez de maneira sistemática, de maneira documentada, porque as anteriores menções eram pontos de vista rápidos sem muita sustentação; quem primeiro elaborou uma sustentação profunda, digamos que foi o esquematizador do dispensacionalismo, foi o irmão John Nelson Darby; ele foi um dos anciãos dos Brethren em Plymouth, uma cidade ao sul da Inglaterra; entretanto, durante a mesma época do irmão Darby, que foi o primeiro que sistematizou o dispensacionalismo e o pré-tribulacionismo, outro dos anciãos que pertencia á mesma igreja em Plymouth com Darby, o irmão Benjamin Newton, não concordou com o irmão Darby em seu ponto de vista de um arrebatamento antes da tribulação, senão que ele demonstrou também com uma argumentação bastante séria, que o arrebatamento seria depois da grande tribulação; isso não o fez pela primeira vez o irmão Benjamin Newton porque esse foi realmente o ponto de vista que existiu entre os chamados Pais da Igreja na era patrística, antes de Efraim o Sírio r depois de Efraim o Sírio; foi o ponto de vista que prevaleceu na era medieval e escolástica, foi o ponto de vista que continuou com os reformadores, inclusive quando já se introduziu este ponto de vista do pré-tribulacionismo com o irmão Darby; o irmão Benjamin Newton o teve que encarar e dizer-lhe que estava equivocado. George Muller também era pós-tribulacionista, e a igreja em Bristol.
Os dois arrebatamentos.
Hoje em dia, a teologia do pacto, ou seja, a linha que seguem os reformados, é pós-tribulacionista; e a linha dispensacionalista é pré-tribulacionista. Sucedeu que ante os argumentos sérios que apresentavam o irmão Darby, pré-tribulacionista, e o irmão Benjamin Newton, pós-tribulacionista, outros homens de Deus, mestres também constituídos pelo Senhor, começaram a estudar seriamente estes argumentos a ver qual dos dois tinha razão e surgiu uma equipo de mestres pela época do irmão Carlos Spurgeon, mas não Spurgeon, senão um irmão chamado Robert Govett, de quem Spurgeon disse que havia nascido cem anos adiantado à história da Igreja, um irmão muito profundo, um irmão ao que apenas agora se lhe está entendendo e se lhe está dando muita razão em muitas coisas. O irmão Robert Govett, junto com o irmão G. H. Pember, junto com eles o irmão D. M. Panton e o último dos teólogos dessa escola, o irmão Lang, eles, ante os argumentos de uns e outros, concluíram que havia dois arrebatamentos: um antes da tribulação e outro depois da tribulação; um para as primícias ou vencedores e outro para o resto dos cristãos salvos, que não alcançaram a ser vencedores, como os primeiros; esse ponto de vista surgiu ao redor do século XIX a XX. Os irmãos Govett, Pember, Panton e Lang, este último já entrado o século XX, apresentaram um terceiro ponto de vista.O primeiro, que é o pós-tribulacionista, que é o que aparece nos documentos da igreja primitiva desde a Didachê no primeiro século, como interpretação do Novo Testamento, e também a patrística, os escolásticos, os reformadores e várias denominações, especialmente a linha reformada, e alguns presbiterianos, têm tomado o ponto de vista pós-tribulacionista; logo, o ponto de vista pré-tribulacionista desde Darby para cá, mas com as raízes não muito profundas que havia mencionado de Efrain o Sírio, John Gill, Lacunsa, Edward Irwing, Margaret McDonald e John Nelson Darby. O ponto de vista de Darby passou a Scofield; então Scofield escreveu umas anotações à Bíblia que foram muito populares e dessa maneira o ponto de vista pré-tribulacionista passou a muitas denominações. Logo, quando morreu Scofield, lhe sucedeu o irmão Lewis Sperry Chafer, quem fundou o seminário fundamentalista de Dallas e escreveu uma teologia sistemática e outros vários livros com o ponto de vista dispensacionalista que havia estabelecido Darby e depois Scotfield; e assim nesse Seminário de Dallas se formaram muitos pastores de denominações, e então o ponto de vista dispensacionalista no século XX começou a estender-se.A Lewis Sperry Chafer sucedeu John F. Walwoord que seguiu com o mesmo ponto de vista pré-tribulacionista e ai as Assembléias de Deus tomaram esse ponto de vista. Depois, outros professores famosos ultimamente como o irmão Charles Ryrie e o irmão J. Dwight Pentecost, são os mais caracterizados expositores do ponto de vista pré-tribulacionista; alguns destes autores os tenho lido com cuidado; a outros somente os conheço de maneira mais leviana. Creio que a obra de onde melhor se expressa o ponto de vista pré-tribulacionista é "Eventos do Por vir" de J. Dwight Pentecost; o estudei minuciosamente, com sinceridade; claro que tenho que ser sincero; em alguns pontos não tenho paz do Espírito Santo em meu espírito para concordar em tudo com eles, e por isso tenho que contar-lhes esta história, estas distintas escolas, para que vocês saibam que isso existe entre os filhos de Deus. Somos irmãos; todos temos o direito de examinar a Palavra, expor o que vemos, e fazê-lo em amor, fazê-lo sem má discussão, fazê-lo com sinceridade, ouvirmos mutuamente, examinar os argumentos de uns e de outros.O ponto de vista de Darby passou para a China, ao sul da China de onde estava o irmão Watchman Nee, no século XX; ele em sua juventude adotou o ponto de vista pré-tribulacionista de Darby; ele tinha em grande estima ao irmão Darby. Nee escreveu em sua juventude um estudo sobre o Apocalipse chamado "Vem, Senhor Jesus", que a editorial CLIE o têm publicado; e nele apresenta um ponto de vista pré-tribulacionista; depois, com o tempo, ele modificou seu ponto de vista e em um livro posterior que se chama "A Igreja Gloriosa", ele passou do ponto de vista de Darby ao ponto de vista dos dois arrebatamentos; ou seja, ao ponto de vista de Govett, Pember, Panton e Lang; este ponto de vista o adotaram os irmãos que tem comunhão com o irmão Watchman Nee. Ao Norte da China havia outro irmão chamado Lee Chan Choo, que no ocidente é conhecido como Witness Lee; ele foi discipulado por Burnet, que foi um discípulo do irmão Benjamin Newton. Benjamin Newton era pós-tribulacionista; então o irmão Burnet foi pós-tribulacionista; mas logo a escola dos dois arrebatamentos de Panton, Pember, Govett e Lang foi a que os ajudou a se porem de acordo; de maneira que Watchman Nee e Witness Lee ensinaram o ponto de vista dos dois raptos, e esse ponto de vista têm entrado no Ocidente, e está também, na mesa das discussões escatológicas.Tive que dizer tudo isto porque acabamos de entrar em um versículo que nos fala da segunda vinda do Senhor; e posto que existe esse fundo histórico na história da Igreja, eu prefiro respeitar a convicção de cada irmão; não vou impor a nenhum ponto de vista; vou simplesmente cumprir minha responsabilidade, mas deixo a vocês que examinem as coisas; no que possam concordar concordem, e no que não podem concordar, tranquilamente não concordem; seguimos sendo irmãos; o corpo de Cristo é um só e todos os que nascemos de novo, aos que nos comprou com Seu sangue e nos regenerou Seu Espírito, somos irmãos, e nenhum têm chegado ao final, e todos temos o direito de investigar.
Todo olho o verá
Com este preâmbulo é que me vou arriscar a ler este verso. Amém, irmãos? Como havíamos visto antes, o Apocalipse contém as terminais de toda a Bíblia; ou seja que todo o que se tratou na Bíblia se culmina no Apocalipse; por isso há frases no Apocalipse que são a síntese de muitos assuntos na Bíblia; e este verso que acabamos de ler é também uma síntese de muitas coisas que são tratadas na Bíblia; voltemos, pois, a ler essa síntese: "Eis que vem com as nuvens"; isso o diz em várias partes; "y todo olho o verá"; isso aparece também em outros lugares; "e os que lhe traspassaram, e todos as tribos da terra farão lamentação por ele." Aqui temos algo de Daniel, algo de Zacarias, algo de Mateus, de Marcos, de Lucas, sintetizado nesta expressão. Permita-me, por minha parte, de maneira particular, não falo em nome da igreja, senão como um membro do corpo de Cristo, que me chama muito a atenção que quando os apóstolos, como neste primeiro caso aqui e nos demais que vou mostrar, mencionam a vinda do Senhor de uma maneira simples, eles não entram em tantas separações nem divisões como os teólogos modernos; eles simplesmente têm essa expectativa. Aqui João está falando às sete igrejas que estão na Ásia, e por meio delas está falando a todas as igrejas, porque o Espírito disse: "O que tem ouvido, ouça o que o Espírito diz às igrejas"; assim que esta mensagem a estas sete igrejas que estavam na Ásia, é uma mensagem do Espírito Santo a todas as igrejas, também a nós; e aqui a expectativa que apresenta o apóstolo João da vinda do Senhor, entrando de golpe é esta: ele não entra em uma coisa secreta e em uma coisa pública posterior, não; ele simplesmente entra assim; essa é a expectativa que ele tinha, que ele compartilhou com as igrejas para que as igrejas tenham essa expectativa; e é esta: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!". Essa é a vinda como a vê João nestes versículos; a vê assim; ele não faz divisões, senão que apresenta no globo e apresenta essa expectativa às igrejas; cremos que isto é da parte do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Outro detalhe mais. Vamos fazer a associação dos versículos cujas terminais estão neste verso. Comecemos pelo da vinda nas nuvens do Senhor. Comecemos primeiro por Atos dos Apóstolos capítulo 1; ali o Senhor apareceu depois de ressuscitado aos apóstolos, esteve quarenta dias ensinando-lhes, logo os tirou a Betânia e ascendeu. Diz o versículo 9: "Ditas estas palavras (as instruções finais que lhes deu antes da ascensão) à vista deles, (e me chama a atenção o "à vista deles"
foi Jesus elevado às alturas, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. 10 E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles11 e lhes disseram: Varões Galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.". Desde este ensinamento angélico acerca de como seria avinda do Senhor, aqui diz: Assim como haveis visto ir, assim virá; então Ele, ascendeu, vendo eles e foi encoberto pelas nuvens, e daí em diante continua subindo até o Pai; o que diz Daniel.Vamos ao Livro de Daniel para ver até onde foi, porque diz que ele ascendeu até as nuvens e a nuvem o cobriu; mas Ele ia à destra do Pai. Vejamos a continuação de esse evento na profecia de Daniel capítulo 7:13: "Meditava eu na visão da noite", quando haviam passado as bestas e o chifre, e os dez chifres, tudo e a culminação de toda essa história, porque no verso 12 é onde se diz que já se lhe havia quitado o poder a essas bestas, etc.; e nele 7:13 diz: "13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.". Finge-se em que aqui aparece o Filho do Homem nas nuvens mas não vindo até nós, senão apresentando-se ao Pai; ou seja, Quando o Senhor ascendeu o ocultou uma nuvens porque Ele ia; mas onde ia? à destra do Pai; aqui vemos que o Filho do Homem veio nas nuvens e chegou até o Ancião de dias, ou seja o Pai, e ali foi onde foi dado domínio; depois consideraremos mais detalhes, quando ele chega ao trono e nada podia abrir o livro e Ele abre o livro e no livro está a maneira como se vai ter todos os reinos da terra, porque assim culmina esse livro dos selos, onde está o programa Dele quando se senta à destra do Pai para que todos Seus Inimigos lhe sejam postos por estrado de Seus pés; todo esse programa, esse plano, estava em um livro selado que nada podia abrir-lo, mas Ele ascendeu à destra do Pai, o único digno de abrir o livro, e no livro estava escrito o programa de Deus para que culminasse com o reino de Deus e de Seu Cristo. Depois consideraremos isto em mais detalhe, mas isto era somente para o aspecto das nuvens; já aparecerá Ele vindo com as nuvens pra tomar o reino com o Pai. Quando Ele ascendeu, ascendeu e foi a receber o reino, a sentar-se à destra até que tudo lhe seja posto por estrado de seus pés; e já Ele está reinando à direita do Pai, e toda potestade lhe é dada nos céus e na terra, e Ele tem controle de tudo o que sucede no mundo, e Ele está levando adiante Seu programa; não importa o que tu vejas, deves crer que Ele tem o senhorio e Ele está fazendo o apropriado; nada se escapa de seu controle.
Nos encontraremos com Ele nas nuvens
Voltamos a outras passagens onde aparece a vinda do Senhor nas nuvens; e a primeira passagem está em Mateus 24, porque estamos vendo os versos que se relacionam com aquele de Apocalipse 1:7. Inicialmente vou ler o verso 30, mas depois vamos ter que ver algumas coisas; o verso 30 é para ver a concordância com Apocalipses 1:7; mas esse verso há de se tê-lo em todo seu contexto: "Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão., (Se dão conta de como se assemelha ao que diz Apocalipse 1:7
e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória". Ele disse que assim viria. Voltaremos um pouquinho a Mateus 24. Pelo pronto, sigamos em Mateus e vamos ver a confissão de Jesus ante o Concílio Quando o estavam julgando; isso está em Mateus capítulo 26; leiamos desde o verso 62, quando Caifás, Anás e os outros estavam julgado a Jesus: "62 E, levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti?63 Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus.64 Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.". A respeito disso, da lamentação das tribos, vamos a Zacarias capítulo 12; está falando já do tempo do fim e diz o versículo 10: "10 E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito.11 Naquele dia, será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom, no vale de Megido.12 A terra pranteará, cada família à parte; a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte;13 a família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família dos simeítas à parte, e suas mulheres à parte.14 Todas as mais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte.". O que diz aqui em muitos detalhes está resumido ali em Apocalipses 1:7 onde diz: "E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele.".Também Marcos e Lucas nos apresentam a vinda do Senhor nas nuvens; no capítulo 13 de Marcos diz o versículo 26: "Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória". Podemos passar a Lucas capítulo 21 onde também no verso 27 diz: "Então, se verá o Filho do Homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória.". Tanto Mateus, Marcos, como Lucas registram diferentes aspectos das palavras do Senhor Jesus. Se tu vês em Marcos, também aparece a mesma confissão de Jesus ante o concílio, como lemos em Mateus, e também se vê em Lucas; assim que por agora não vamos ler o de Marcos nem o de Lucas, mas vocês podem depois revisar. Isto é o que se nos diz aqui da vinda do Senhor nas nuvens.Outra passagem onde se fala da vinda do Senhor nas nuvens, já nos apóstolos, está em 1 Tessalonicenses 4:14 em diante: "14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.15 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.". Então vemos que o Senhor vem nas nuvens e que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e logo os demais que estiverem vivos na vinda do Senhor, juntamente com eles seremos arrebatados para receber o Senhor nas nuvens. Vocês não vêem a palavra "nuvens" ali? Olhem outra vez: "Seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens para receber o Senhor nos ares"; porque o Senhor vem nas nuvens e no arrebatamento receberemos o Senhor nas nuvens.
Vinda ou hora secreta do Senhor?
Agora vou ter que entrar um pouco mais profundo; aqui vimos o relativo à vinda do Senhor nas nuvens; as vezes se diz que a vinda secreta é como ladrão, e a segunda parte da segunda vinda é a vinda pública e gloriosa, visível nas nuvens; mas que antes dessa houve ema vinda secreta; claro que em outras as passagens que lemos, que falam da vinda nas nuvens, em nenhum se nos fala de uma vinda anterior secreta. Há cinco ou seis versículos na Bíblia que falam da vinda do Senhor como ladrão na noite; essa expressão de "vinda como ladrão na noite", que nada sabe o dia e a hora, tem sido tomada como para dizer que há uma vinda secreta antes da vinda pública, e se diz que a vinda secreta é como ladrão na noite. Se tu examinares com cuidado aos versos, verás que Eles não falam da vinda secreta, senão de hora secreta; si tu voltar a ler os versos, são cinco ou seis somente, e os vamos a ler esta noite, si tu vês os versos que falam da vinda como ladrão, todos esses cinco ou seis versos falam no contexto da vinda pública e visível; esses versos estão em Mateus 24, em Lucas 12, no 1 Tessalonicenses 5, 2 Pedro 3 e em Apocalipse 3 e 16; esses são os versos que veremos que falam da vinda do Senhor como ladrão na noite, que alguns irmãos, os respeito, têm dito que essa é a vinda secreta; mas eu vou mostrar pela Bíblia, vocês examinem a ver se parece ou não, não vou impor, que todos os cinco ou seis versos que falam da vinda como ladrão na noite, todos os cinco ou seis, se lês o contexto, se referem à vinda pública e gloriosa, incluído este de Apocalipse 1:7: "Eis que vem com as nuvens". Essa vinda com as nuvens é como ladrão na noite, ou a vinda como ladrão na noite é outra? Vamos ver se a vinda como ladrão na noite é outra ou é esta mesma em que vem nas nuvens visíveis.Comecemos com a primeira, em Mateus 24. As cinco passagens são: Mateus 24, anotem por favor para que voltem a ler em todo o seu contexto, Lucas 12, 1 Tessalonicenses 5, 2 Pedro 3 e Apocalipse 3 e 16. Veremos os versículos um por um. Comecemos por Mateus 24; aqui tenho o texto grego para que os irmãos possam revisar depois em o grego; Mateus 24, comecemos desde o versículo 3, porque temos que ler o que diz o Senhor em seu contexto: "3 No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.". Ele acaba de dizer sobre Jerusalém, aquele muro que eles lhe diziam: Olhe que pedras! e Ele contestou: não ficará aqui pedra sobre pedra; isso era uma das coisas que sucederiam, mas não só isso, e lhe dizem: "Quando serão estas coisas, (ou seja a destruição de Jerusalém e do templo) e que sinal haverá de tua vinda?". Podem revisar no grego a ver se a palavra é parousia ou epifanía porque alguns tem dito que a palavra parousia se refere à vinda secreta e a palavra epifanía se refere à vinda pública, mas se tu leres o grego vais ver que parousia é usada na vinda pública; nesta vinda se fala da vinda do Senhor nas nuvens, gloriosa, diz parousia; então o argumento de que parousia se refere à vinda secreta não se pode sustentar à luz do grego. No contexto grego todas as vezes que fala de parousia se refere à vinda do Senhor, inclusive pública e visível. "e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.4 E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane.5 Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos.6 E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.7 Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares;
8 porém tudo isto é o princípio das dores.9 Então...". A quem esta falando o Senhor aqui? Aos cristãos, á Igreja; quando um está em Cristo já não é judeu nem gentio; antes era judeu ou gentil, mas quando Cristo morreu já não há judeu, nem gentio, nem bárbaro, nem cita, nem varão, nem mulher, senão que Cristo é tudo em todos. Por favor sigam suas Bíblias, não me sigam, para que não seja que eu me equivoque e vocês comigo; assim que vigiem-me.
A Igreja e a tribulação
"9Então (está falando o Senhor Jesus aos cristãos, aos seus) os entregarão a tribulação, (ah! muitos dizem: tranqüilo, irmão, vocês não vão passar por isso, vocês não vão sofrer nada; mas quantos têm sofrido tribulação já nestes 21 séculos
Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome.
10 Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros;11 levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.12 E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.15 Quando...". Ah! por tanto quer dizer que isto que vai dizer a continuação está relacionado com o que vinha dizendo até aqui, e está falando aos cristãos; alguns dizem: ele está falando aos judeus; não, ele está falando aos cristãos que crêem em Cristo; já não há judeu nem gentio. "15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação...". Ah! assim é que o Senhor está dizendo a Seus discípulos que no fim viria a abominação desoladora; alguns pensariam que não a iam a ver, mas aqui o Senhor não diz que alguns não; aqui diz "quando vires"; está falando a instrução normal, Ele não está querendo enganar nem ensinar distorcidamente, nem dar uma imagem equivocada; porque é que o Senhor não ensina segundo Darby, nem segundo Newton; não, o Senhor ensina como é; então temos que seguir a Ele. "15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), (por isso eu disse aos irmãos que leram esse trabalho sobre Daniel) 16 então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes;17 quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa;18 e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.19 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!20 Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado;".No ano 70 quando chegou Tito e tomou a cidade, começou o cumprimento destas coisas; não se cumpriu tudo, mas começou o cumprimento, porque Daniel dizia no capítulo 9, depois da profecia das 70 semanas, dizia que quando tirassem a vida do Messias, o príncipe de um povo que viria destruiria a cidade e o santuário, e isso foi Roma, esse é esse príncipe; quando Vespasiano era imperador, Tito veio e tomou Jerusalém e começou a se cumprir esta profecia, mas não se cumpriu tudo; o Senhor falou de várias coisas que teriam que acontecer, mas não falou do momento exato, da hora e dia; isso nada pode falar porque Jesus disse: nem os anjos sabem, só o Pai. Então diz: "21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.". Quando diz: "nem haverá", já se está dando conta um de que não se está referindo somente ao ano 70, senão à grande tribulação final, à última grande tribulação; claro, no ano 70 algo se cumpriu, mas Ele não estava falando só para o ano 70, porque ele estava falando não só de quando seriam aquelas coisas, senão quando será Sua vinda e o fim do século; como eles não sabiam, lhe perguntaram tudo junto e Ele contestou tudo junto, mas uma parte corresponde à queda de Jerusalém e a outra parte corresponde ao anticristo, à abominação desoladora, e por isso fala aqui da "grande tribulação" que no haverá outra; ou seja, que aquela do ano 70 não é essa, ainda que aquele é um início, um princípio, mas a definitiva é a última que já não haverá outra.Segue dizendo: "22 Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados.
23 Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis;24 porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.25 Vede que vo-lo tenho predito.26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis.27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem.28 Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.29 Logo em seguida (fixem-se por favor nesta frase aqui) depois da tribulação daqueles dias, (não antes da tribulação, por favor) o sol escurecerá, e a lua não dará sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.
30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.".Vejam como o Senhor responde o assunto de Sua vinda; assim é que a responde e não têm terminado de responder; segue falando o Senhor neste contexto; não tome o versículo isolado do contexto. "31 E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.". Não só na terra, senão do céu, porque os santos que haviam morrido com Cristo, estavam esperando a ressurreição e virem com Ele, por isso diz: "de uma a outra extremidade dos céus." E nesse contexto diz: "32 Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
33 Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, (incluída a abominação desoladora, a perseguição dos santos, a tribulação daqueles dias) sabei que está próximo, às portas.". Todavia não têm vindo, e diz: depois da tribulação segue dizendo mais: "34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.". A primeira geração viu a queda de Jerusalém e a geração que verá o final será uma só também. "35 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.36 Mas a respeito daquele dia e hora (este pero quer dizer que está todavia falando dessa vinda gloriosa e visível, mas é a respeito daquela, ou se não, não diria: mas) ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem.38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem."Notem que está falando de juízo, da vinda pública, depois da tribulação daqueles dias: "40 Então (vejam o verso, não antes) dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro...". Esse é o arrebatamento; fixem-se em que contexto aparece o arrebatamento; não leiam este versículo isolado, leia no contexto do ensinamento integral. "40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro;41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra.
42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.". De que vinda está falando aqui? Da que tem vindo falando durante todo o capítulo, e nesse contexto diz: "43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa."; ou seja que o contexto da vinda como ladrão é no contexto todo do capítulo 24 da vinda gloriosa; eu estou lendo assim; não sei você como o lê; o deixo ler como queira, mas lhes agradeço que me permitam lê-lo. "44 Por isso, ficai também vós apercebidos". Ah! vós, a igreja, os cristãos, os seus, seus discípulos, seus apóstolos. "Por isso", está relacionando tudo com tudo. "44 Por isso, ficai também vós (não só os de fora, também vós, os próximos) porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens.48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se,49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios,50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.". Este é o contexto da primeira menção da vinda como ladrão. Se tomamos o verso isolado podemos por em qualquer parte, mas se tomas no contexto geral tens que deixá-lo nesse contexto.
A vinda como ladrão em Lucas e Tessalonicenses
A segunda menção aparece em outro contexto em Lucas 12:35-40; ali há outra citação em que o Senhor fala da vinda como ladrão; estamos lendo todos os versículos bíblicos que falam da vinda como ladrão para que vejam o contexto e para que o interpretemos em seu contexto; Lucas 12:35: "35 Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias.36 Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram.". Quem são estes vós? Os apóstolos; Ele está falando aos seus e diz: "37 Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá.38 Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.39 Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa.40 Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.". A hora é secreta, mas a vinda se notará. Esse é o segundo versículo em seu contexto onde aparece a vinda como ladrão, e vocês vêem que é parecido ao que lemos em Mateus ainda que neste contexto.Vamos à terceira menção da vinda como ladrão agora em 1 Tessalonicenses capítulo 5. Notemos que no 4 que já lemos a respeito de Sua vinda nas nuvens e do arrebatamento, mas que não precederíamos à ressurreição dos mortos, vinha falando daquela vinda e que o receberíamos nos ares para estar sempre com Ele. Então Paulo nesta carta tem uma expectativa conforme o ensinamento de Jesus; e vejam uma coisa: a expectativa de Paulo deve ser também a expectativa nossa. Ele disse: Os digo isto em palavra do Senhor. Paulo está falando à igreja dos Tessalonicenses; ele não está falando aos derrotados, ele não está se pondo entre os derrotados, não fala de outros especiais que se vão antes, mas nós os derrotados, não, ele está falando à igreja; ele não tinha esses problemas, porque essas discussões não se haviam dado ainda no tempo de Paulo; ele tinha a tradição fresca de Jesus. Então em 1 Tessalonicenses 3:12-13, vejam o que Paulo diz á igreja, aos mesmos que fala no capítulo 4 do arrebatamento, no 5 da vinda do Senhor como ladrão, aos mesmos lhes diz no capítulo 3, o que diz nos versos 12 e 13; notem que Paulo às mesmas pessoas fala tudo; ele não está falando a uns uma coisa e a outros outra coisa, senão aos santos diz a mesma coisa. vejam o que Paulo diz em 1 Tessalonicenses 3:12-13: "12 e o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco,13 a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.". Paulo não está criando uma expectativa diferente à vinda com todos os santos.Dessa vinda é que Paulo está falando aqui, dessa vinda com todos os santos; e para explicar como será essa vinda com todos os santos então diz agora no capítulo 4:13: "13 Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus (essa é a vinda do Senhor Jesus com todos os santos) trará, em sua companhia, os que dormem.
15 Ora, ainda vos declaramos (referindo-se a isso) por palavra do Senhor (ou seja, não são minhas palavras, disse Paulo, isso se vos digo porque assim disse o Senhor) isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda (e essa palavra é parousia) do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;". Por favor, vejam estes ensinamentos de Paulo pelo Espírito Santo. "Ressuscitarão primeiro"; primeiro é a ressurreição dos santos que morreram em Cristo e então a transformação e reunião com eles. E diz: "17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares (porque Ele vem entre as nuvens) e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. (fixem-se em que vem falando do mesmo; o que diz no capítulo 3 está presente no 4, e o que diz no 4 está presente no 5) 18 Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.. 5: Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva;
2 pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor...". De quê vinha falando Paulo? Da vinda do Senhor Jesus Cristo com todos os santos, e que Deus trará com Jesus aos que dormiram Nele e virá nas nuvens e com voz de trombeta, e com voz de comando, e com voz de arcanjo, e os mortos ressuscitarão primeiro; nesse contexto diz: "vem como ladrão de noite"; e fixem-se em que não é algo secreto; a hora sim, mas da vinda diz: "3 Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.
4 Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;5 porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.6 Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.7 Ora, os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se embriagam.8 Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação;9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo,". E então esse "não nos há posto Deus para ira" é no contexto de Sua vinda. Agora fixem-se em que o versículo 3 se relaciona com o 2; no 2 fala da vinda como ladrão e no 3 diz que quando disserem: paz e segurança, virá sobre eles destruição repentina. Então, a vinda do Senhor como ladrão trará destruição repentina aos que não sejam Dele; ou seja, que não podemos por a destruição repentina por um lado e a vinda como ladrão por outro, porque aqui Paulo as junta; Paulo junta o capítulo 3, a vinda do Senhor com seus santos, o capítulo 4, Deus trará com Jesus aos que dormiram nele, o Senhor com voz de arcanjo, com trombeta de Deus, etc. e haverá a ressurreição, e a transformação, e o arrebatamento, e nos encontraremos nas nuvens; mas como será isso? É como ladrão, inesperado, a hora é secreta, mas quando suceder a destruição repentina. Agora, isto não o diz só Paulo, o diz também Pedro.
A vinda do Senhor relatada por Pedro e Apocalipse 16
Vamos a 2 Pedro capítulo 3; estamos lendo todos os versículos que falam da vinda como ladrão para que não o digamos em outro contexto, senão no contexto em que o falou o Senhor e seus apóstolos. 2 Pedro 3:9-10 fala da vinda como ladrão, e vejam como é a vinda como ladrão; não é uma vinda secreta; o que é secreto é a hora, isso é a surpresa, isso é o que quer dizer como ladrão, o inesperado, mas a vinda mesma vejam como será: versos 9 e 10: "9 Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor (o dia, diz o Senhor) como ladrão na noite; no qual (notem, no dia quando o Senhor vier como ladrão na noite) os céus passarão com estrepitoso estrondo, (isso não será secreto, a hora sim) e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.". Irmãos, esse é o contexto da vinda como ladrão, "no qual, (no dia quando o Senhor vier como ladrão) os céus passarão com estrepitoso estrondo"; por isso dizia: as potencias dos céus serão comovidas.O último versículo de hoje que menciona a vinda como ladrão está em Apocalipse 16. Eu não sei se vocês depois desta leitura têm visto um arrebatamento diferente; eu não sei, eu respeito, eu não quero burlar, guarde-me o Senhor, mas é que estes versículos me fazem pensar muito sério; não sei como pensa você; há muitos outros versículos. Notem de que trata o capítulo 16; trata das taças da ira. A primeira taça de que trata? De úlceras. A segunda copa de que trata? Do mar como sangue. A terceira taça de que trata? Das fontes das águas como sangue; e a quarta taça? Um grande calor; e a quinta taça? Fixem-se, fala do anticristo, da besta; ou seja, que estamos em plena grande tribulação na quinta taça, verdade? Vejam a quinta taça, verso 10: "10 Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta (está falando do trono da besta) cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam11 e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras.". Ou seja que já na quinta taça se está na grande tribulação; agora vem a sexta taça; se é a sexta, não vai ser antes da quinta; diz a sexta: "12 Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.". Recordem-se o que dizia Daniel? Que quando vier esse anticristo, noticias do oriente e do norte o atemorizariam? Pois, fixem-se, em pleno governo do anticristo quando vem aqueles reis do oriente.Estamos na sexta taça: "13 Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;14 porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso.15 (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.)". Está falando em pleno contexto da besta, em pleno contexto do Armagedom, la sexta taça, a taça da ira; as primeiras taças são pura tribulação; isso é pura tribulação, e ainda o Senhor diz: "Eis que venho como vem o ladrão"; ou seja que não veio ainda durante a sexta taça como ladrão; esses são cinco versículos que falam da vinda como ladrão na noite; e entretanto, vejam em que contexto fala da vinda como ladrão; se deram conta do contexto?
O trigo e a joio e a vinda do Senhor
Vamos a Mateus capítulo 13 onde ao Senhor perguntam acerca de uma parábola que Ele disse. Mateus 13:24; a parábola do trigo e o joio. "24 Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; (esse campo é o mundo, o explicou depois) 25 mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se.26 E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.27 Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: (Ele interpretou logo que eram os anjos) Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? (os filhos do reino) Donde vem, pois, o joio? (os filhos do mal) 28 Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio?29 Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo". Não importa quanto joio haja, o trigo pode crescer a seu lado, deixe-lo crescer junto, mas por favor, fixem-se no que diz a continuação: "30 Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio" (ah! não era que o trigo se ia primeiro? Primeiro o joio; e não disse: recolhei o joio, senão: "ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes (esse é o globalismo, a abertura econômica, a integração econômica) para queimá-la". Essa é a grande tribulação. Primeiro se deve recolher o joio, atá-lo em feixes para queimá-lo: "mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.".Irmãos, eu as vezes escuto que primeiro recolhiam o trigo e deixavam o joio, mas aqui se recolhe primeiro o joio; "atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.". E Ele logo explicou isso, nos versículos 36 até o 43; vou a saltar os outros versos porque ele explicou que esse era o Filho do Homem. Diz o verso 39: "39 o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa (vamos ver também esta sega em Apocalipse) é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos.40 Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século.". Se arranca o joio e se queima no fogo. "41 Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino (eu pensei que aos santos, mas diz
todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade
42 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.43 Então, os justos resplandecerão como o sol". Isso é quando são transformados e glorificados, e vão se reunir com o Senhor nos ares para vir a reinar com ele no reino de seu Pai. "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça". Então, irmãos, aqui o Senhor fala primeiro de recolher o joio em feixes. Quando fala em Apocalipse 1:7: "Eis que vem entre as nuvens", se refere a todos esses versículos que lemos. "E todo olho o verá"; aquilo era o que dizia no contexto de Mateus 24, que é depois da tribulação daqueles dias, Ele começou a falar da vinda como ladrão; e quase todos os versos que falam da vinda como ladrão já os temos lido. Logo veremos Apocalipse 3.O arrebatamento da última trombetaAgora este versículo de 1 Tessalonicenses que fala da ressurreição e o arrebatamento, se refere ao que diz 1 Coríntios 15; vamos a este capítulo, leiamos desde o versículo 50; notem que esta passagem se corresponde com o de 1 Tessalonicenses capítulo 4, onde explica o do capítulo 3, a vinda do Senhor com os santos e o arrebatamento dos santos a receber ao Senhor nas nuvens, mas que primeiro ressuscitarão os mortos e logo nós seremos transformados. Isso mesmo é em 1 Coríntios 15:50, que diz assim: "50 Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.51 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, (não o dizia também Tessalonicenses? "os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." Não creio que Paulo ia ensinar uma coisa aos Tessalonicenses e outra distinta aos Coríntios; ele está ensinando o mesmo; mas Paulo aqui nos dá uma chave: quando será isso? na última trombeta; por que diz na última? Porque há outras trombetas, mas há uma última. Agora onde aparecem na Bíblia as outras trombetas? Aparecem em Apocalipse. Em Apocalipse aparecem as sete trombetas; vejamos que é na sétima trombeta, no final, o momento de dar o galardão que é quando o Senhor vier.Vamos a Apocalipse 11; notem que é a sétima trombeta, porque quantas são as trombetas? São sete e a última é a sétima. Todas as trombetas são de tribulações e a sétima diz o seguinte no verso 15: "15 O sétimo anjo (que era o último) tocou a trombeta, (que era a última) e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos; (esse é o momento, quando o Senhor toma os reinos) 16 E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus,17 dizendo: (vejam o que dizem os vinte e quatro anciãos) Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar.
18 Na verdade, as nações se enfureceram;". Ah! aí está resumido toda essa guerra do final: dos reis do norte, do oriente, do anticristo, etc. "18 Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, (ah! menciona a fúria das nações primeiro, então a ira do Senhor, que são as taças, além disso disse
e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.19 Abriu-se, então, o santuário de Deus (agora sim, depois da sétima) que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.". Então fixem-se, irmãos, em que o tempo de dar o galardão é a sétima trombeta, e o galardão é a vinda do Senhor. Vamos ver isso em Apocalipse 22:12; o Senhor vem falando de Sua vinda: "12 E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras."; então quando é o tempo da vinda para dar o galardão? A sétima ou última trombeta; por isso diz ali em Apocalipse 11:18: "Tua ira têm vindo, e o tempo de julgar aos mortos, e dar o galardão".A hora de dar o galardão é a vinda do Senhor, e na vinda do Senhor haverá ressurreição de mortos, haverá transformação de vivos fiéis em Cristo, haverá arrebatamento para receber a Ele que vem nas nuvens com voz de trombeta, com voz de comando; e sabem o que mais diz da vinda do Senhor em 2 Tessalonicenses? Não diz que vem em secreto; diz que vem em chama de fogo e com anjos de Seu poder.A Igreja e o sofrimento2 Tessalonicenses. Não se pode ver tudo, mas vemos o que podemos. Aos mesmos que escreveu a primeira escreveu a segunda e não se vai contradizer no que disse na primeira vez, senão que os vai esclarecer, porque alguns podiam ter entendido mal. 2 Tes. 1:3. Por favor irmãos, não me sigam, sigam suas Bíblias: "3 Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros (eram os mesmos de antes, os tessalonicenses) como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando,4 a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais,". Ouça, desde o princípio, o normal para a igreja são os sofrimentos, as perseguições e as tribulações; isso é o normal. Sabem o que ensina Pedro? Que nos armemos do pensamento de sofrer; diz Pedro: "Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento;" (1 Pe. 4:1).O que passa aos que ensina que não vai sofrer? O está desarmando, porque o que Pedro diz é que nos armemos do mesmo pensamento, a disposição a sofrer. O normal em toda a história da Igreja, é o sofrimento da Igreja, a perseguição contra a Igreja, a Igreja em tribulação; e diz o verso 5: "sinal (ou seja as tribulações e perseguições que suporta a Igreja) evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito, estais sofrendo;
6 se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam, (por que o mundo vai ser atribulado? Porque o mundo atribula à Igreja; a Igreja é atribulada pelo mundo; por isso o mundo é atribulado por Deus) 7 e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco (quando? Quando nos vai a dar o Senhor repouso da tribulação, quando
quando do céu se manifestar (não é secreto o Senhor Jesus com os anjos do seu poder,8 em chama de fogo, tomando vingança (ao mesmo tempo que nos faz descansar da tribulação, a eles lhes retribui ao mesmo tempo; quando? quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu, em chama de fogo) contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus.9 Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, ( quando? Note esse quando outra vez; é o mesmo tempo; vem falando do juízo, da retribuição contra os ímpios, e nesse mesmo quando) 10 quando vier (para retribuir a maldade a uns e recompensar a outros) para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia. (essa é a transformação do corpo) (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho). 11 Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé,12 a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.".Isso vinha dizendo Paulo; mas ele não pôs capítulos em seus escritos; ele seguiu dizendo: "2:1Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (a palavra aqui é parousia), e à nossa reunião com ele, (Quando seremos reunidos com Ele? Quando formos arrebatados para recebê-lo nos ares; então de que vem falando? Ouçam, irmãos, com respeito à vinda do Senhor, a parousia, e nossa reunião com Ele [a palavra é episinagogia, ou seja, reunião no alto] esse é o arrebatamento; nossa reunião com ele no alto é o arrebatamento, quando o receberemos nos ares) nós vos exortamos
2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, (o que tinha a igreja primitiva, que tinha ele) nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. (Que já chegou, segundo o grego) 3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá (vem falando da vinda do Senhor e de nossa reunião com ele no alto) sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.".O que detém a aparição do anticristoIsto era o que dizia Daniel; em Daniel capítulo 11, se fala desde o versículo 35 até p final desse período desse governo ditatorial, desse anticristo que se assenta no templo de Deus como Deus; ou seja que Paulo quando está escrevendo esta carta, tem em mente a Daniel, os capítulos de Daniel 7, 8, 9, 10, 11 que falam deste anticristo; e nesse contexto com o fundo de Daniel em sua mente, Paulo segue dizendo: "5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?" Isso nos diz que o ensinamento oral de Paulo se baseava em Daniel também, e é com o contexto de Daniel e com o contexto cuidadoso de Paulo em meio do sistema romano que Paulo fala as seguintes palavras misteriosas que alguns têm entendido mal. "6 E, agora, sabeis o que o detém". Note que não é o "quem", e sim o "que"; não é o Espírito Santo, pois o Espírito Santo não é um "o", alem do mais é o Deus onipresente, e mesmo quando estiverem alguns sendo atormentados 5 meses, os que tem o selo do Deus vivo não vão ser atormentados; o selo do Deus vivo é o Espírito Santo; ou seja que o Espírito Santo estará ali quando forem atormentados os homens; não é o Espírito Santo o que será tirado; Ele não pode ser tirado, Ele é onipresente; diz o Salmo 139 que nem sequer no Seol pode ser tirado o Espírito Santo. "7 Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?8 Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também;". O Espírito Santo não é retirado; Ele não vai falar de maneira irreverente, "o que o detém," não vai falar assim do Espírito Santo. Mas fixem-se de quem está falando; veja que ele tem em conta o transfundo de Daniel. "6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.7 Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda" isto é, depois de que se manifeste o iníquo.A respeito da vinda do Senhor, e nossa reunião com Ele, não vos deixeis demover facilmente, porque não virá sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho de perdição, se sente no templo de Deus. Paulo aprendeu isso de Daniel também. Agora, irmãos, o que era o que detinha a presença do anticristo? Fixem-se em uma coisa: ele fala de quando "a seu devido tempo se manifeste"; ou seja que o anticristo, este homem iníquo, este filho da perdição, tem um tempo devido; ou seja, não pode vir antes de seu tempo, porque o Senhor em Daniel mostrou a ordem dos tempos: Ele lhe deu um tempo a Babilônia. Enquanto isso Babilônia estava em pé não podia vir Medo-Pérsia; Quando foi tirada Babilônia veio Medo-Pérsia. Quando estava Medo-Pérsia, não podia vir Grécia, mas quando foi tirada Medo-Pérsia, então o anjo lhe disse: Agora vou a pelejar com o príncipe da Pérsia, mas logo vai vir o da Grécia; não podia vir o de Grécia porque estava o da Pérsia. Quando foi tirado o império persa, então se manifestou o império grego. Enquanto estava o império Grego em seu devido tempo, não podia vir o império Romano porque estava o tempo da Grécia. Quando se acabou o tempo da Grécia veio Roma, e agora Paulo está escrevendo em Atenas, no império Romano; mas ele não pode dizer às claras que o império Romano vai a cair, porque depois vem os dez chifres que vão dar o poder ao anticristo. Ele tem que ficar calado; em forma oral ele podia dizer: Não vos recordeis do que vos ensinei a respeito de Daniel? Mas agora diz: mas vós sabeis o que agora o detém, porque agora está o império romano; enquanto está Roma não pode vir o anticristo, mas quando a seu devido tempo se manifeste, quando isto que o detém seja tirado do meio, porque a esta besta que é como de ferro, lhe vão a sair dez chifres e vai sair um chifre pequeno que se vai fazer grande, mas ele não pode sair antes que se termine o tempo da besta de ferro, que é Roma. Quando este for tirado do meio, quando cair o império Romano, então se manifestará aquele iníquo; não é o Espírito Santo o que detém o anticristo; é o mesmo Espírito Santo o que dá permissão ao anticristo. Diz: se lhe deu autoridade para atuar 42 meses e fazer guerra contra os santos; ou seja que os santos estarão sendo perseguidos pelo anticristo. Quando Roma for tirada do governo, então se manifestará aquele iníquo.Termino com um verso, Apocalipse 20:4 em diante; aqui vai começar o reino milenar. "4 Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar; (quem se sentarão a reinar com Cristo mil anos
Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, (e quem mais
tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; (ressuscitaram) e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. 5 Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição.". Então, irmãos, a primeira ressurreição são aqueles mártires que foram decapitados, inclusive os que no tempo da besta, resistiram à besta, não adoraram -
ANTICIPACIÓN PROFÉTICA MESIÁNICA
ANTICIPACION PROFETICA MESIANICA
Yahveh Elohim es el Dios Eterno, [1]Uno y Trino[2], cuyo Verbo Divino, igual a Sí, el Hijo eterno de Dios, Su propia Imagen y resplandor de Su gloria, por Quien Dios se revela[3], es el arquetipo conforme al cual fue creado el hombre. Cuando Elohim dijo: “Hagamos al hombre a nuestra imagen, conforme a nuestra semejanza[ii][4], tal imagen y semejanza es el Hijo de Dios[5]. El hombre sería, pues, corporativo[6], destinado a la relación estrecha con el Hijo de Dios[7], conteniéndolo como vida para vivir por Èl[8], y configurándose a Su imagen y semejanza para expresar Su gloria[9]. Adam, el primer hombre[10], fue, pues, figura del que habrìa de venir[11]. Eva[12], entonces, figura de su mìstica esposa[13], tomada de su costado mientras él pasaba por el sueño profundo, para ser su asistente compañera y coheredera, su ayuda idónea, carne de su carne y hueso de sus huesos[14]. La vida del hombre sería la del Árbol de la Vida[15], corporificación de la vida divina que está con el Padre y es Su Hijo[16]. Al venderse el hombre al pecado y quedar bajo su poder y el de Satanás y el de la muerte[17], Yahveh Elohim prometió una Simiente de la Mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente aunque fuese herida en el calcañar[18]. Vencería, pues, al pecado y a la muerte, al mundo y al diablo con su séquito. También Yahveh Elohim cubrió la desnudez del hombre con las túnicas de pieles de un sacrificio que prefiguraba el del Cordero de Dios[19]. Por eso Abel[20] se acogió por la fe a este sacrificio para poder ser acepto ante Dios, y lo fue en lugar de Caín[21] que apenas se confió en el fruto de su propia labor, lo cual es siempre insuficiente para reparar la ofensa de lesa majestad cometida contra Dios, Su santidad, justicia y gloria[22].
Desde Adam en el Edén y desde Abel, los hombres comenzaron a entender y usar el valor protector del sacrificio propiciatorio[23]. A esta fe se acogió Set [24] y su hijo Enós[25], comenzando éste último, como frágil mortal, a invocar el hombre de Yahveh. Enós fue el gran sacerdote antediluviano que enseñó a la humanidad primigenia la invocación a Yahveh; es, pues, figura del Sumo Sacerdote[26]. Caín, no obstante, salió y huyó de la presencia de Yahveh Elohim, tornándose Nod el errante y edificando con sus descendientes su propia civilización cainita, enajenada ahora del Único Dios Verdadero[27]. Aunque Caín mató a Abel, no pudo evitar que éste fuese sustituido por Set[28]. De Enós setita vino luego el séptimo desde Adam, el profeta que anduvo con Dios, Enok setita, arrebatado por Elohim[29]. Éste Enok setita profetizó diciendo: “He aquí, vino el Señor con sus santas decenas de millares, para hacer juicio contra todos, y dejar convictos a todos los impíos de todas sus obras impías que han hecho impíamente, y de todas las cosas duras que los impíos han hablado contra Él”[30]. Y por este profeta vino luego, por Matusalem[31] y Lamek setita[32], Noé[33], que construyó inmediatamente antes del Diluvio el arca salvadora que prefiguraba al Salvador[34]. Este Noé hizo pacto con Dios, el cual fue bendecido como Dios de Sem, hijo de Noé, que acoge en sus tiendas al engrandecido Jafet[35].
Por los semitas vino Abraham[36] a quien Dios prometió que por su simiente bendeciría a las familias de la tierra[37]. Isaak, hijo de Abraham, prefiguró a aquella Simiente de Abraham por quien serían bendecidas las familias de la Tierra[38]. La Simiente de Abraham sería, pues, la antigua Simiente de la Mujer, prometida para vencer el imperio de la serpiente. Isaak y su hijo Jacob I Israel recibieron la confirmación de las promesas hechas por Dios a Abraham[39]. Sara prefiguró el Nuevo Pacto, e Isaak al nacido por el Espíritu. Agar prefiguró al viejo pacto en la carne, e Ismael al nacido de ésta[40]. De Israel nació, pues, el pueblo de Israel según la carne, formado por las Doce Tribus; pero en medio de este Israel, se fue formando el Israel Espiritual, el verdadero Israel, circuncidado de corazón, con aquellos verdaderos creyentes en el Dios de Abraham y en su simiente prometida que bendeciría a las naciones, formado por los fieles y los profetas[41].
Jacob I Israel, antes de morir, inspirado por el Espíritu de Dios, profetizó a sus doce hijos. Entre ellos profetizó a Judá que no sería quebrado el cetro de Judá hasta que viniera Silo[42], es decir, el Enviado, Aquella Simiente de la Mujer y Simiente de Abraham prometida, prefigurado en Adam, Cabeza de la Humanidad. Que no sería quitado el Legislador de entre sus piernas. Silo, pues, el Enviado, el Ungido, el Mesías, el Cristo, sería el verdadero Legislador, y vendría del linaje de Judá.
Yhaveh Elohim llamó y envió entonces a Moisés por medio del cual realizó con Israel y sus prosélitos, los términos de la Antigua Alianza que entregaba al hombre mandamientos a la carne, para demostrarle a éste la necesidad de una mayor liberación. Mas junto a los mandamientos colocó Dios las fiestas, y los sacrificios que cubrían sus pecados, prefigurando éstos, sacrificios y fiestas, incluido el sábado, la Gesta del futuro Mesías, el Ungido, el Cristo, aquella Simiente de la Mujer, y Simiente de Abraham, aquel Silo del Linaje de Judá[43]. Lo transitorio y pasajero de la Antigua Alianza lo enseñó Moisés al profetizar que Dios enviaría después de él a Un Profeta como él, que le salvaría la palabra de Dios, y que quien no oyese a ese Profeta, las palabras que El nos hablaría de parte de Dios, sería desarraigado del pueblo[44]. En tiempos de Moisés también profetizó Balaam que saldría Estrella de Jacob y se levantaría Cetro de Israel[45]. La simiente de la mujer que aplastaría al dragón, la Simiente de Abraham por quien serían bendecidas las familias de la tierra, las naciones, la Estrella de Jacob, el Enviado, o Silo, del Linaje de Judá, Legislador de entre sus piernas, sería, pues, el Profeta anunciado por Moisés que hablaría las palabras de Dios que nadie podría desatender sin gravísimo peligro, y quien sería el verdadero Cetro de Israel.
Antes de que ese Cetro comenzase a ser más proyectado proféticamente, el Verbo de Dios, en una de sus salidas desde la eternidad como el Ángel de Yhaveh que apareció a Moisés en la zarza como el Dios de Abraham, de Isaak y de Jacob[46], y que había aparecido a Agar como el Viviente que Ve[47], y que luchó como Dios con Jacob en forma de varón[48], Éste, en otra de sus salidas desde la eternidad[49], así como acompañó a Israel en el desierto cual Angel de Yhaveh y Roca herida dadora de aguas[50], Éste apareció a Josué como Príncipe de los Ejército de Yhaveh introduciéndoles en la Tierra Prometida[51], figura de la plenitud de Cristo[52]. Josué, como Conquistador, prefiguraba al Mesías; y por eso la semejanza de su nombre con el de Jesús. Y el Ángel de Yahveh también apareció al pueblo de Israel Boquim, en el tiempo de los Jueces, confirmándoles el Pacto[53]. Era el mismo que había hablado a Job desde un torbellino[54], como hablaba a los patriarcas antes de èl[55]. Fue Aquel que apareció a la madre de Sansón y a su padre Manoa[56].
Habiendo Samuel establecido la monarquía hebrea[57], y habiendo sido escogido David[58] como rey según el corazón de Dios, prometió Dios a David que de su descendencia levantaría al Cristo. Que David mismo, por haber derramado mucha sangre, no le levantaría casa a Dios pero que el Hijo de David, Éste sí le levantaría Casa a Dios, y Dios le sería a Él por Padre, y Él le sería a Dios por Hijo, y Su trono seria eternamente[59]. Salomón, pues, en figura tipológica, como hijo de David, edificó el templo en Jerusalén[60]; pero el verdadero Hijo de David que le edificaría el verdadero templo no hecho con manos humanas, sería el Mesías, el Cristo, el Ungido, el Enviado, Silo del Linaje de Judá, Cetro de Israel, Estrella de Jacob, el Profeta, Simiente de Abraham y Simiente de la Mujer, ahora descendiente del rey David y edificador de la Iglesia, el Cuerpo de Cristo, verdadera Casa de Dios, formada por israelitas y gentiles[61], así como el templo de Salomón fue edificado con madera de Israel y de los gentiles allegada a Israel por Jope[62], hoy Tel-Aviv, entrada internacional a Israel de los gentiles, lugar donde el apóstol Pedro recibió en visión orden de Dios de abrir las puertas de la Iglesia Cristiana a los gentiles, tal como Jesús de Belem y Nazareth había ordenado a sus discípulos ir, después de a Jerusalem, a Judea y a Samaria, también hasta lo último de la Tierra para hacerle discípulos, de modo que la bendición de Abraham alcanzase a los gentiles según la promesa de Dios[63]. También otros profetas profetizaron acerca de la Bendición a los gentiles por medio del Mesías de Israel. Y así como cuando Salomón terminó de edificar el templo e introdujo el Arca del Pacto mientras 120 sacerdotes tocaban sus trompetas[64], así también 120 discípulos del Mesías testificaron del descenso del Espíritu Santo a la Iglesia Cristiana, Casa de Dios, a partir de Jerusalem[65].
Por eso profetizó David por el Espíritu Santo con las siguientes palabras postreras: “Habrá un Justo que gobierne entre los hombres, que gobierne en el temor de Dios. Será como la luz de la mañana, como el resplandor del sol en una mañana sin nubes, como la lluvia que hace brotar la hierba de la tierra”[66]. David, siendo profeta, y a quien Dios le había prometido que de su descendencia levantaría al Cristo[67], hablando inspiradamente por Su Espìritu[68], profetizó que sería traicionado[69], horadados sus manos y sus pies, escupido, golpeado, mofado, abandonado a la sed con vinagre, clamando a Dios ante el abandono[70], pero que en la muerte su cuerpo descansaría sin ver la corrupción pues su alma no sería dejada en el Seol = Hades[71]; entonces, pues, resucitaría y se sentaría a la diestra del Padre, hasta que todos sus enemigos le fuesen puestos por estrado de sus pies[72]. También profetizó Job al decir que aún deshecha su piel en la muerte, aún en su carne vería a su Redentor[73]. Salomón también lo prefiguró en el Amado de la Amada en el Cantar de los Cantares.
De Éste Simiente de la Mujer, Simiente de Abraham para bendición de las familias de la Tierra, Estrella de Jacob, Silo del Linaje de Judá, Legislador de entre sus piernas, Profeta anunciado por Moisés, Hijo de David prefigurado y también por él profetizado, de Éste profetizaron también los profetas de Israel y de Judá. Isaías profetizó que la virgen daría a luz un niño, cuyo nombre Emanuel significa Dios con nosotros[74]; que tal niño nacería como Hijo que nos era dado y cuyo nombre sería Admirable, Consejero, Dios Fuerte, Padre Eterno, Príncipe de Paz que reinaría eternamente sin lìmites[75]. Que saldría una vara del tronco de Isaí, y un vástago retoñaría de sus raíces. Y reposaría sobre Él el séptuple Espíritu de Yahveh quien le haría entender diligente en Su temor. No juzgaría según la vista de sus ojos, ni argüiría por lo que oyeran sus oídos, sino que juzgaría con justicia a los pobres, y argüiría con equidad por los mansos de la tierra, hiriéndola con la espada de Su boca. La justicia y fidelidad serían cinto de Sus lomos; y en Su reino hasta los animales estarían en paz entre sí y con los hombres. La Raiz de Isaí sería Pendón a los pueblos, y los gentiles lo buscarían[76]. También profetizó Isaías con estas palabras: “He aquí que para justicia reinará un rey y príncipes presidirán en juicio. Y será aquel varón como escondedero contra el viento, y como refugio contra el turbión; como arroyos de aguas en tierras de sequedad, como sombra de gran peñasco en tierra calurosa”[77]. Profetizó también que Dios mismo vendría y la lengua del mudo sería abierta, el ciego vería y el cojo andaría y saltaría de gozo y el sordo oiría, y que habría Calzada y Camino de Santidad desde Su venida[78]. Mas sería precursado por una voz del desierto, Juan el Bautista[79], que le prepararía el camino y le enderezaría las sendas[80]. También profetizó Isaìas: “He aquí mi siervo; yo le sostendré; mi escogido, en quien mi alma tiene contentamiento; he puesto sobre èl mi Espìritu; él traerá justicia a las naciones. No gritará, ni alzará su voz, ni la hará oír en las calles. No quebrará la caña cascada, ni apagará el pabilo que humeare; por medio de la verdad traerá justicia. No se cansará ni desmayará, hasta que establezca en la tierra justicia; y las costas esperarán su ley…. Yo Yahveh te he llamado en justicia, y te sostendré por la mano; te guardaré y te pondré por pacto al pueblo, por Luz de las naciones, para que abras los ojos de los ciegos, para que saques de la cárcel a los presos, y de casas de prisión a los que moran en tinieblas”[81]. Y más profetizó Isaías diciendo: “He aquí que mi siervo será prosperad, será engrandecido y exaltado, y será puesto muy en alto. Como se asombraron de ti muchos, de tal manera fue desfigurado de los hombres su parecer, y su hermosura que la de los hijos de los hombres, así asombrará él a muchas naciones; los reyes cerrarán ante él la boca, porque verán lo que nunca les fue contado, y entenderán lo que jamás habían oído. ¿Quién ha creído a nuestro anuncio? ¿ Y sobre quièn se ha manifestado el brazo de Yahveh? Subirá cual renuevo delante de él, y como raíz de tierra seca; no hay parecer en èl, ni hermosura; le veremos, mas sin atractivo para que le deseemos. Despreciado y desechado entre los hombres, varón de dolores, experimentado en quebrantos; y como que escondimos de Él el rostro, fue menospreciado y no lo estimamos. Ciertamente llevó El nuestras enfermedades, y sufrió nuestros dolores; y nosotros le tuvimos por azotado, por herido de Dios y abatido. Mas Él herido fue por nuestras rebeliones, molido por nuestros pecados; el castigo de nuestra paz fue sobre Él, y por su llaga fuimos nosotros curados. Todos nosotros nos descarriamos como ovejas, cada cual se apartó por su camino, mas Yahveh cargó en Él el pecado de todos nosotros. Angustiado Él y afligido, no abrió su boca; como cordero fue llevado al matadero; y como oveja delante de sus trasquiladores, enmudeció, y no abrió su boca. Por cárcel y por juicio fue quitado; y su generación, ¿quién la contará? Porque fue cortado de la tierra de los vivientes, y por la rebelión de mi pueblo fue herido. Y se dispuso con los impíos su sepultura, mas con los ricos fue en su muerte; aunque nunca hizo maldad, ni hubo engaño en su boca. Con todo eso, Yahveh quiso quebrantarlo, sujetándole a padecimiento. Cuando haya puesto su vida en expiación por el pecado, verá linaje, vivirá por largos días, y la voluntad de Yahveh será en su mano prosperada. Verá el fruto de la aflicción de su alma, y quedará satisfecho; por su conocimiento justificará mi siervo justo a muchos, y llevará las iniquidades de ellos. Por tanto, Yo le daré parte con los grandes, y con los fuertes repartirá despojos; por cuanto derramó su vida hasta la muerte, y fue contado entre los pecadores, habiendo El llevado el pecado de muchos, y orado por los transgresores”[82]. También Isaías, prefigurando al Mesías, profetizó con las siguientes palabras: “El Espíritu de Yahveh está sobre Mi, porque me ungió Yahveh; me ha enviado a predicar buenas nuevas a los abatidos, a vendar a los quebrantados de corazón, a publicar libertad a los cautivos, y a los presos apertura de la cárcel; a proclamar el año de la buena voluntad de Yahveh, y el día de venganza del Dios nuestro; a consolar a todos los enlutados; a ordenar que a los afligidos de Sión se les dé gloria en lugar de ceniza, óleo de gozo en lugar de luto, manto de alegría en lugar del espíritu angustiado; y serán llamados árboles de justicia, plantío de Yahveh, para gloria suya”[83]. Y también Isaías, en el capítulo 63 de su libro, habla inspiradamente acerca de la venida del Señor para pisar el lagar[84].
El profeta Jeremías profetizó diciendo: “He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que levantaré a David Renuevo Justo, y reinará como Rey, el cual será dichoso, y hará juicio y justicia en la tierra. En sus días será salvo Judá, e Israel habitará confiado; y éste será su nombre con el cual le llamarán: Yahveh Justicia Nuestra”[85]. Igualmente Jeremías anunció de parte de Dios que El haría un Nuevo Pacto, que daría Su ley en la mente y la escribirìa en el corazón, y que sería conocido hasta del más pequeño de los hermanos, y que perdonaría la maldad de su pueblo sin acordarse ya más de su pecado[86]. Como también el profeta Ezequiel anunció de parte de Dios que El quitaría el corazón de piedra y daría corazón de carne, y espíritu nuevo, haciendo andar en Sus estatutos, y colocando Su Espìritu dentro de Su pueblo[87]. Ezequiel vio al Hijo del Hombre en la gloria divina en medio de los querubines[88]. Oseas profetizó que Dios nos daría vida después de dos días y que al tercer día nos resucitaría y viviríamos delante de Él[89]. Joel profetizó que quien invocare el nombre del Señor sería salvo, y que El derramaría de Su Espíritu[90]. Jonás sirvió de señal al volver prácticamente de la muerte al tercer día[91]. Miqueas profetizó como Isaías acerca del reino de Yahveh y anunció la venida y sufrimientos del Mesías diciendo: “Con vara herirán en la mejilla al rey de Israel. Pero tú, Belèn Efrata, pequeña para estar entre las familias de Judá, de ti me saldrá el que será Señor en Israel; y sus salidas son desde el principio, desde los días de la eternidad. Pero los dejará hasta el tiempo que dé a luz la que ha de dar a luz; y el remanente de sus hermanos se volverá con los hijos de Israel. Y Él estará, y apacentará con poder de Yahveh, con grandeza del nombre de Yahveh su Dios; y morarán seguros, porque ahora será engrandecido hasta los fines de la tierra. Y éste será nuestra paz”[92]. Habacuc vio su venida gloriosa con rayos brillante de luz[93]. Prácticamente casi todos los profetas hablaron de ese día glorioso final. Hageo profetizó diciendo: “Porque así dice Yahveh Sabaot: De aquí a poco yo haré temblar los cielos y la tierra, el mar y la tierra seca; y haré temblar a todas las naciones y vendrá el Deseado de todas las naciones”[94].
El profeta Daniel en Babilonia, Media y Persia profetizó acerca del Mesías y su reino[95]. Interpretando el sueño de Nabucodonosor[96] vio que una Piedra no cortada con mano de hombre destruía la estatua que representaba la historia de los imperios mundiales, y crecía cual el Monte del Reino de los Santos del Altìsimo. También vio Daniel al Hijo del Hombre en una nube recibiendo del Anciano de Días el reino tras los imperios mundiales. Vio su sufrimiento a manos de un Vil, y la muerte del Mesìas, no por sí, tras los 69 septenarios contados a partir de la orden de Artajerjes[97] de restaurar y edificar Jerusalem. Vio el reino y la resurrección[98].
Zacarías también profetizó de su primera venida humilde y para sufrir, y también de su segunda venida gloriosa para juzgar y reinar. Anunció Zacarías así: “Alègrate mucho, hija de Sión; da voces de júbilo, hija de Jerusalem; he aquí que tu rey vendrá a ti, justo y salvador, humilde, cabalgando sobre un asno, sobre un pollino hijo de asna. Y de Efraim destruiré los carros, y los caballos de Jerusalem, y los arcos de guerra serán quebrados; y hablará paz a las naciones, y su señorío será de mar a mar, y desde el río hasta los fines de la Tierra. Y tú también por la sangre de tu pacto serás salva; Yo he sacado tus presos de la cisterna en que no hay agua”[99]. Y también anunció Yahveh por Zacarías diciendo: “Si os parece bien, dadme mi salario; y si no, dejadlo. Y pesaron por mi salario treinta piezas de plata… ¡Hermoso precio con que me han apreciado!....”[100]. Y dijo también: “Mirarán a mi, a quien traspasaron, y llorarán como se llora por hijo unigénito, afligiéndose por él como quien se aflige por el primogénito”[101], Y también: “Se afirmarán sus pies en aquel día sobre el monte de los olivos, que está enfrente de Jerusalem al oriente… Y vendrá Yahveh mi Dios, y con él todos los santos… Y Yahveh será rey sobre toda la tierra”[102]. Malaquìas también lo anuncia y a su mensajero, así: “He aquí yo envío mi mensajero, el cual preparará el camino delante de Mi; y vendrá súbitamente a Su templo el Señor a quien vosotros buscáis, y el Angel del Pacto, a quien deseáis vosotros. He aquí viene, ha dicho Yahveh Sabaot”[103].
[1] Ex.3:14; Dt.33:27; Salm.135:13; Is.40:28.
[2] Dt.6:4; Jn.10:30; Gal.3:20; 1Tim.2:5; Stgo.2:19; Mt.3:16,17; Is.63:9,10; [1Jn.5:7].
[3] Jn.1:1-3,14; Heb.1:3; Jn.1:18; Cool.1:15; 2Cor.4:4; Flp.2:6.
[4] Gn.1:26.
[5] Jn.1:18; 2Cor.4:4; Flp.2:6; Col.1:15; Heb.1:3; 1Jn.5:20.
[6] Ef.2:15,16; 1Cor.12:12.
[7] Jn.17:24; 1Cor.1:9.
[8] Jn.14:19; 1Jn.4:9.
[9] Rom.8:29; Ap.21:10,11.
[10] Adam de Edén, también conocido entre los antiguos como Atumu, Atum, Tum, Alulim, Aloros, Mula, Tanna-Kumpok, Tiki-ahua, Kuksu, Ask, Tuglay, Sihai, Unkulunkulu, Pelasgo, Foroneo.
[11] Rom.5:14.
[12] Ishsha Eva Adam de Edén, también conocida entre los antiguos como Ivi, Embla, Tuglibung, Mulai, Sinyaxau, Gea, Tellus, pandora.
[13] 2Cor.11:2,4; Ef.5:31-33.
[14] Gn.2:21-24; Ef.5:[30]-33.
[15] Gn.2:9,16; Ap.2:7.
[16] Jn.1:4; 5:26; 11:25; 14:6; Hchs.3:15; Rom.6:23; 2Cor.4:10-12; Col.3:4; 1Jn.1:1,2; 5:11,12.
[17] Gn.3:1-24; Rom.5:12-21; 7:14-24; Ef.2:3.
[18] Gn.3:15; Heb.2:14,15; Ap.12:1-5.
[19] Gn.3:21.
[20] Abel de Quedem, hijo de Adam, conocido en el Catálogo de Beroso como Alaparos, hijo de Aloros. En los priemas Weld-Blundell 62 y 444, de los sumerios, es llamado Alalgar, o Alagar. En otros lugares se le llama Amilabés.
[21] Caín Nod, conocido entre los sumerios como Kidunnusakinkin, según el prima Weld-Blundell 62. Quizá también conocido por los antiguos nórdicos como Imer, y su esposa Belsta. En Jubileos 4:9 la esposa de Caín es llamada Awan; y según el Liber Antiquitatum 2:2 es llamada Temec. Otros la llaman Saye, o Asaoúl, o Eswt.
[22] Gn.4:2-7.
[23] Gn.4:4; Heb.12:24; 1Jn.3:12.
[24] Set, también llamado Enmenluanna o Emeluanna, Amelon, Varuna y Urano. Según Jubileos 4:11 se esposa se llamaba Azura.
[25] Enós, también llamado Enmengalana, Emenluana, Amelon, Ammenon, Uanna, Daonos, Oannes.
[26] Gn.4:25,26.
[27] Gn.4:16-24.
[28] Gn.4:25.
[29] Gn.5:18-24; 1Cr.1:3; Lc.3:37; Heb.11:5; Judas Tadeo Lebeo 1:14,15; La tradición arcaica acerca del profeta Enok setita aparece también en los Catálogos de Grandes Personajes Antediluvianos del año 2400 antes de Cristo, es decir, el año humano 1920 desde Adam, en la época de Taré, encontrados por Weld-Blundell. El Catálogo W.B.444 hace mención de Enok setita llamámdolo Enmenduranna de Sipar, ocupando también el séptimo puesto del Catálogo, al igual que en Génesis y Judas Tadeo Lebeo que presenta a Enok setita como séptimo desde Adam. El Catálogo W.B.62 coloca a Enmenduranna de Sipar en el octavo lugar, pues incrusta otros personajes y cambia de lugar a algunos. Enmenduranna también es llamado Emenduranki, y el Catálogo de Beroso lo llama Evedoranjos de Pautibibla. En el Catálogo de Beroso, Evedoranjos de Pautibibla ocupa también el séptimo lugar como en Génesis, Judas Tadeo Lebeo y W.B.444. Batibira y Pautibibla son equivalentes; lo cual puede verse al comparar entre sí los Catálogos W.B.444, W.B.62 y Beroso. La tradición arcaica presenta a este personaje del que nos ocupamos, como hombre recto amado del Cielo, profeta que recibe revelaciones y a quien son comunicados los secretos, además de gran astrónomo y matemático, trasladado a los Cielos, líder sacerdotal antediluviano y escriba. Dícese que sus escritos fueron preservados por Matusalem y que sobrevivieron al Diluvio [4Enok92:1]. El Eclesiástico 44:16 lo llama “ejemplo de ciencia para todas las generaciones”. El sacerdote caldeo Beroso escribió de él en tiempos de Alejandro Magno, en el año 275 a.C.; es decir, en el año humano 4045 desde Adam. En el período intertestamentario las tradiciones enoquianas pasaron legendarias al llamado Libro 1 de Enok. También existen los Libros 2, 3, 4, 5 y 6 llamados de Enok. El Libro 1 de Enok se ha conservado en etiópico y griego; el Libro 2 de Enok en eslavo; el Libro 3 de Enok, sin embargo, no trata del Enok terrenal, sino de las visiones de la Merkabah contempladas por el rabino Ismael, el cual dice que en su visita al Cielo se encontró con Enok el hijo de Jared en la forma de Metatrón. El Libro 4 de Enok son fragmentos arameos. El Libro 5 de Enok son fragmentos coptos. Estos dos últimos se relacionan con el primero. El Libro 6 de Enok consiste de fragmentos en copto sahídico hallados en Asuán en 1909 y publicados por Munier. También hay noticias de la tradición enoquiana en los Textos del Qumram, principalmente de la Cueva 4. La Pistis Sofía también se refiere a Enok como escritor. Mahoma, en el Corán, se refiere a Enok como el sabio. Ver también [Jubileos 4:16-29]. El Liber Antiquitatum (1:15) llama a los hermanos de Enok: Lead, Anac, Soboa y Yetar; y a sus hermanas: Tetseco y Lesse.
[30] Judas Tadeo Lebeo 1:14-16; [1Enok1:9; 5:4; 27:2; 60:8; 93:2], [Jubileos 7:38,39].
[31] Matusalem, también conocido como Ubartutu, y Otiartes. Su esposa: Edna.
[32] Lamek setita, también conocido como Sukurlam, Shurupak, Imir y Hamsa.
[33] Noé, también llamado Utnapishtim, Ziudsuddu, Ziusudra, Siugigu, Xixitros, Atrakasis, Manu, Du Mu, Paupan Nan-Chaung, Deucalión, Belgermer, Coxcox, Teocipactli, Tepsi, Merewana, Sigu, Uassu, Tamandaré, Tamanduare, Tamendonare, trow, Tiu, Lohero, Qat, Noh, Nu-u. Su esposa: Emsara, Mysr, Msrh, Hmdrh Mswrh, Pirra.
[34] 1Pd.3:18-22.
[35] Gn.5:22 a 9:29.
[36] El nombre Abraham, en Tablilla de Dilbat: Aba(m)rama; en Textos de execración egipcios: Aburahana.
[37] Gn.11:10 a 12:1-3; Gal.3:8.
[38] Gn.15:1 a 35:29; Rom.4:16-22; Gal.4:21-31; Heb.11:19.
[39] Gn.26:2-5; 28:10-15.
[40] Gal.4:21-31.
[41] Rom.9:6-8,25-33; Gal.6:16.
[42] Gn.49:8-12.
[43] Col.2:16,17; Heb.10:1.
[44] Dt.18:15-19; Jn.1:21-23; Hechos 3:22-26.
[45] Num.24:15-17.
[46] Ex.3:1-22.
[47] Gn.16:1-15.
[48] Gn.32:22-32.
[49] Miqueas 5:2.
[50] Ex.23:20-23; 1Cor.10:4.
[51] Jos.5:13-15.
[52] Heb.3:17 a 4:11; Mt.11:25-30; Col.2:16,17.
[53] Jue.2:1-5.
[54] Job 38:1 a 41:34.
[55] Gn.2:16,17; 3:17-19; 4:6,7,9-12,15; 6:13-21; 7:1-4; 8:15-17; 9:1-17; 12:1-3; 13:14-17; 14:17-20; 17:1-21; 18:1-33; 21:12,13; 22:1,2,11,12,15-18; 26:2-5,24; 28:10-26; 31:3,24; 32:22-28; 35:1,9-12; 37:5-7; 40:5-13; 41:12-40; 48:3,4,13-20; 49:1-27.
[56] Jue.13:2-23.
[57] 1Sam.8:1 a 16:13.
[58] David, en la Estela de Tell-Dan de Hasael, descubierta por Abraham Biram.
[59] 2Sam.7:1-17; Salm.89:1-37; 1Cr.17:1-5; Jer.23:5; 33:15; Ezq.34:23; Os.3:5; Hchs.2:25-36; 13:21-23,34; Mt.1:1; 21:9; Lc.1:26,32; Rom.1:1-5; 2Tim.2:8; Ap.5:5; 22:16.
[60] 1R.6:1-38; 2Cr.3:1 a 7:22; Hchs.7:47-50; Jn.2:19-22; 1Cor.6:19; 2Cor.6:16; Ef.2:20-22; Heb.3:6; 1Pd.2:5; Ap.3:12; 21:3,10,11,14.
[61] Gn.18:18; 22:18; 26:4; 1Cr.16:31; Salm.2:8; 18:49; 22:27,28; 46:10; 47:8; 57:9; 67:2,4; 72:11,17; 82:8; 86:9; 96:3,10; 102:15; 108:3; 113:4; 117:1; 126:2; Is.2:2,4; 5:26; 11:12; 42:1,6; 49:6; 52:15; 55:4,5; 60:3; 61:11; 65:1; 66:12,18,19; Jer.1:5; 3:17; 4:2; 16:19; 18:8,9; Ezq.36:23; 38:16,23; 39:7,21,23,27; Miq.4;2,3; Sof.2:11; Hag.2:7; Zac.2:11; 8:22; 9:10; Malq.1:11,14; Mt.28:19,20; Mr.16:15,16; Lc.24:47; Jn.10:16; Hchs.11:17,18; 13:46-48; 15:13-32; 16:4; 22:17-21; 26:15-20; 27:23,24; Rom.1:5; 9:24-26; 10:11-13,18-20; 11:25; 15:8-12,15-21; 1Cor.12:13; Gal.3:25-29; Ef.2:11-22; 3:6; Flp.3:3; Col.3:10,11; 1Tes.2:14-16; Ap.5:9,10; 7:9-17; 14:6; 21:24-26.
[62] 1R.5:5-18; 2Cr.2:3-16; Hchs.9:36 a 10:48.
[63] Gal.3:14.
[64] 2Cr.5:2-12.
[65] Hchs.1:15; 2:1-12.
[66] 2Sm.23:3,4.
[67] Hchs.2:30.
[68] 1Pd.1:11.
[69] Salm.41:9; Mt.26:24; Mr.14:21; Lc.22:22; Jn.13:18; 17:12.
[70] Salm.22:1,6-8,12-18,22.
[71] Salm.16:8-11; Hchs.2:25-33.
[72] Salm.16:10; Is.53:10-12; Os.6:2; Salm.110:1; Mt.22:44; Mr.12:36; Lc.20:42,43, Hchs.2:34,35; 1Cor.15:25; Ef.1:20-22; Col.3:1; Heb.1:13; 8:1; 10:12,13.
[73] Job 19:25,26.
[74] Is.7:14; Mt.1:23.
[75] Is.9:6,7.
[76] Is.11:1-10.
[77] Is.32:1,2.
[78] Is.35:4-10; Mt.11:4.6; Lc.7:21-23; Jn.14:4-6; Hchs.9:2; 18:26; 19:9,23; 22:4.
[79] Juan el Bautista, Mt.3:1-17; 4:12; 9:14-17; 11:1-19; 14:1-12; 16:14; 17:13, 21:25-32; Mr.1:1-14; 2:18; 6:14-27; 8:28; 11:30-32; Lc.1:13-63; 3:2-20; 5:33; 7:18-33; 9:7-19; 11:1; 16;16; 20:4-6; Jn.1:6-40; 3:23-27; 4:1; 5:33-36; 10:40,41; Hchs.1:5,22; 10:37; 11:16; 13:24,25; 18:25; 19:3,4; ver en Antigûedades de los Judíos, Libro XVIII:5:2, de Josefo.
[80] Is.40:3; Malq.3:1; Jn.1:23.
[81] Is.42:1-7; Mt.12:18-21.
[82] Is.52:13 a 53:12; Hchs.8:30-35.
[83] Is.61:1-3; Mt.5:4; 11:5; Lc.4:18,19; 7:22.
[84] Is.63:1-6; Ap.19:13.
[85] Jer.23:5,6.
[86] Jer.31:33; Heb.10:15-17.
[87] Ezq.11:19; 18:31; 36:26,27.
[88] Ezq.1:26-28; 10:1.
[89] Os.6:2.
[90] Joel 2:28-32; Hchs.2:16-21.
[91] Jonás 1:17; Mt.12:40.
[92]Miq.5:1-5º.
[93] Hab.3:3-18.
[94] Hag.2:6,7.
[95] Dn.2:1,25,29-45; 7:1,9,10,13,14,18,22,26-28; 8:1,11,25; 9:1,26; 10:1; 11:22
[96] Nabucodonosor, en 2R.24:1-11; 25:8-22; 1Cr.6:15; 2Cr.36:6-13; Esd.1:7; 2:1; 5:12-14; 6:5; Neh.7:6; Est.2:6; Jer.21:2-7; 22:25; 24:1; 25:1-9; 27:6-20; 28:3-14; 29:1-3; 32:1-28; 34:1; 35:11; 37:1; 39:5-11; 43:10; 44:30; 46:2-26; 49:28-30; 50:17; 51:34; 52:4,30; Ezq.26:7; 29:18,19; 30:10; Dn.1_1.18; 2:1-46; 3:1-28; 4:1-37; 5:2-18; ver Ant.Jud.X:6:1-2, Josefo; Crónicas de los Reyes Caldeos, publicadas por Wiseman y Parrot.
[97] Artajerjes I Longímano, Esd.4:7-23; 6:14; 7:1-21; 8:1; Neh.2:1; 5:14; 13:6.
[98] Acerca de un análisis detallado de la profecía y genuinidad del Libro de Daniel, remito al lector al libro de este mismo autor, titulado: “Roma en la profecía de Daniel”; Ciudad del Este 1983.
[99] Zac.9:9-11.
[100] Zac.11:12,13.
[101] Zac.12:10b.
[102] Zac.14:3,4,5c,9.
[103] Malq.3:1
Gino Iafrancesco V., Bogotá 2003. -
LINAJE MESIANICO
LINAJE MESIÁNICO
De manera que siendo el Mesías la Simiente de la Mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente, según prometió Yahveh Elohim delante de Adam y Eva,[1] Adam engendró a Set en el año 130 de la humanidad,[2] y éste a Enós en el año 235,[3] y éste a Cainán I en el 325,[4] y éste a Mahalaleel en el 395,[5] y éste a Jared en el 460,[6] en cuyo tiempo descendieron los vigilantes a la Tierra y tomaron para sí mujeres engendrando gigantes y enseñándoles diversas perversiones;[7] Jared engendró en el año 622 desde Adam al profeta Enok setita que caminó con Dios, profetizó y fue tomado por Elohim.[8] Enok setita engendró a Matusalem en el año 687,[9] el hombre que mayor edad ha alcanzado en la Tierra,[10] pues Dios era longánime, pues cuando Matusalem muriera, el Diluvio se desataría sobre toda la Tierra. Matusalem engendró a Lamek setita en el 874,[11] y Lamek setita a Noé en el año humano 1056.[12] Noé, con sus tres hijos: Sem, Cam y Jafet, y sus respectivas esposas: Emzara, Sedacatlebab, Nahlatmehoc y Adatnese,[13] sobrevivieron al Diluvio el 27 de Zif (Iyyar) del año 1657 desde Adam, cuando salieron del arca.[14]
El Bendito Dios de Sem se revelaría a esta descendencia. Sem, pues, engendró a Arfaxad en el año humano 1658,[15] y éste a Cainán II Sala en el 1693,[16] y éste a Sala II en el 1723,[17] y éste a Heber en el 1753,[18] de donde vinieron los hebreos. Heber engendró a Peleg cuando se partió la Tierra Adama o Pangéa y comenzó la deriva de los continentes en el año 1787 desde Adam.[19] Peleg engendró a Reu (Ragau) en el año humano 1817,[20] y éste a Serug[21] en el año 1849,[22] y éste a Nacor I en el 1879,[23] y éste, en el año 1908, a Taré, padre de los tarekitas hebreos[24] mencionados en la ugarítica Epopeya de Keret Refaíta,[25]y padre de Abraham,[26] de cuya Simiente prometida llegaría la Bendición a las familias y naciones de la Tierra,[27] y el cual nació en Ur de los Caldeos cerca al año 1978 desde Adam.[28]
La Simiente de la Mujer sería entonces también la Simiente de Abraham; por lo cual Abraham engendró a Isaak en el año humano 2078,[29] y éste a Jacob I Israel en el año 2138,[30] y éste a Judá I cerca al año 2192,[31] cuyo cetro no sería quebrado hasta que viniera Silo, el Enviado, el Legislador de entre las piernas de Judá.[32] Por lo cual Judá engendró a Fares en el 2256,[33] y éste a Esrom, y éste a Aram cerca al año 2451,[34] y éste a Aminadab, y éste a Naasón, y éste a Salmón,[35] esposo de Rahab la ramera salvada por fe en los dias de Josué, a la caída de Jericó;[36] y Salmón y Rahab engendran en el tiempo de los Jueces a Booz, esposo de Ruth la moabita,[37] pasadas ya las diez generaciones moabitas que no podrían entrar en relación con la congregación de Yahveh, según Deuteronomio 23:3.
Las diez generaciones prohibidas a Moab fueron: (1) la de Abraham, en cuyos tiempos, de Lot y su hija mayor nació Moab; (2) la de Isaak; (3) la de Jacob I Israel; (4) la de Judá I; (5) la de Fares; (6) la de Esrom; (7) la de Aram; (8) la de Aminadab; (9) la de Naasón; (10) la de Salmón y Rahab. La generación (11) fue la de Booz, que sí pudo recibir a Ruth la moabita, nuera de Noemí, según las Cronicas de Samuel, Natán y Gad.[38] Booz y Ruth engendraron a Obed, y éste a Isaí, mencionado en las profecías de Isaías acerca del Mesías. Isaí engendró al rey David, guarda del Cetro de Israel en el año 3200 desde Adam,[39] y éste al rey Salomón y a Natán,[40] según el nombre de su amigo el profeta.
Salomón engendró al rey Roboam en el año humano 3269,[41] y Natán a Matata, y éste a Mainán.[42] Roboam engendró al rey Abiam (Abías), y Mainán a Melea, y éste a Eliaquim.[43] Abías engendró al rey Asa, y Eliaquim meleíta a Jonán, y éste a José I.[44] Asa engendró al rey Josafat, y José jonanita a Judá josita, y éste a Simeón.[45] Josafat engendró al rey Joram de Judá, y Simeón judaíta a Leví I simeonita, y éste a Matat.[46] Joram engendró al rey Ococías de Judá que anduvo en los caminos de Acab y Jezabel, y quien fue muerto por orden de Jehú,[47] y a quien el apóstol Leví Mateo no juzga digno de mencionar en la ascendencia del Mesías.[48] Matat levita de la tribu de Judá engendró a Jorim, y éste a Eliezer.[49] Ococías de Judá engendró al rey Joás de Judá en tiempos del sacerdote Joiada, y Eliezer jorimita a Josué elezierita, y éste a Elmodam.[50] Joás engendró al rey Amasías de Judá. Tampoco Mateo juzgó digno mencionar a éstos, Joás y Amasías de Judá, en la genealogía del Mesías.[51] Elmodam engendró a Cosam, y éste a Adi.[52] Amasías engendró al rey Azarías (Uzías) de Judá,[53] y Adi a Melqui I, y éste a Neri.[54] Uzías engendró al rey Jotam de Judá,[55] y éste al rey Acaz de Judá,[56] y éste al rey Ezequías de Judá, gran restaurador,[57] y éste al rey Manasés de Judá, malo, pero luego arrepentido, engendrado en el tiempo extra de gracia que le concedió Dios a Ezequías por el profeta Isaías haciendo retroceder la sombra diez grados. En ese tiempo de gracia nació el rey Manasés de Judá, antepasado del Mesías.[58] Manasés engendró al rey Amón de Judá,[59] y éste al rey Josías de Judá, también gran restaurador del imperio de la Ley;[60] éste engendró al rey Joacaz de Judá, sustituído como rey por su hermano menor el rey Eliaquim (Joacim) de Judá,[61] según maniobra política del Faraón Necao, pero al cual llevó cautivo Nabucodonosor a Babilonia.[62] Joacim engendró al rey Joaquín.[63]
Éste Joaquín rechazó La Ley. Éste es también Jeconías, y es también Conías; diferentes nombres del mismo personaje. A éste Joaquín Jeconías Conías de Judá llevó cautivo a Babilonia Nabucodonosor, y lo sustituyó como rey de Judá por su tio Matanías Sedequías rey de Judá.[64] Entonces comenzó a profetizar el profeta Ezequiel, el cual, a pesar de la cautividad, profetizó también la futura Presencia en el Israel restaurado de Yahveh Presente.[65] Jeremías profetizó que ninguno de los descendientes de Jeconías se sentaría en el trono de Judá, y que sería un hombre privado de su descendencia.[66] No obstante, las Sagradas Escrituras declaran que Jeconías tuvo hermanos.[67] Jeconías murió sin hijos, como lo profetizó Jeremías; por lo tanto, según la ley del levirato,[68] uno de sus hermanos debía tomar a su esposa por mujer y levantarle descendencia. Neri, entonces, su hermano uterino, engendró a Salatiel, hijo de Neri,[69] como si fuese hijo de Jeconías.[70]
Salatiel engendró a Pedaías, y éste a Zorobabel,[71] gobernador de Judá, por quien fue restaurada la Casa de Dios en Jerusalem al regresar del cautiverio babilónico.[72] Zorobabel engendró a Abiud y a Resa;[73] Abiud a Eliaquim , y Resa a Joana.[74] Eliaquim a Azor, y Resa a Judá II joanaíta.[75] Azor a Sadoc, y Judá II joanaíta a José I Judaíta, y éste a Simei.[76] Sadoc a Aquim, y Simei a Matatías I, y éste a Maat.[77] Aquim a Eliud, y Maat a Nagai, y éste a Esli.[78] Eliud a Eleazar, y Esli a Nahum, y éste a Amós.[79] Eleazar a Matán, y Amós a Matatías II, y éste a José II matatita, y éste a Jana joseíta, y éste a Melqui II, y éste a Leví I melquita, y éste a Matat Melqui III, y éste a Elí.[80] Por su parte, Matán eliazarita engendró a Jacob II matanita.[81]
El Talmud, Guemará, Orden 2_ Mo'ed, en Haghigha 77:4, dice que Elí matatita del linaje de David fue el padre de María la madre del Señor Jesús Cristo. La tradición dice de María ser hija de Joaquín y Ana. Por su parte, el historiador Julio Africano (200-245), escribió su Carta a Aristídes, donde se recoge la explicación misma dada por José III, padre putativo de Jesús, y María su esposa, acerca de sus genealogías, a la iglesia primitiva contemporánea de ellos. José y María explicaron personalmente a los primeros cristianos que ellos poseían tablas genealógicas privadas, los Despósinoi en el Libro de los Dias, tomadas de visitas a las aldeas de Nazareth, Locoba y demás.
La razón por la cual muchos linajes, especialmente los provenientes de David, tenían tablas genealógicas privadas, era porque el idumeo Herodes II llamado el grande, hijo de Antipas Antipatro, mandó quemar los registros oficiales para ocultar que él no tenía raíces israelitas; pues a la verdad, su padre Antipas Antipatro fue herido y raptado del templo de Apolo en Ascalón, Palestina, por unos bandidos idumeos, que al no poder cobrar el rescate a su padre Antipas Herodes I, sacerdote de Apolo, lo dejaron entre ellos donde fue criado en sus costumbres; después Antipatro entabló amistad con Hircano, sacerdote de Judea, y fue su embajador ante Pompeyo. Su hijo, también Herodes como su abuelo, quiso, pues, ocultar este trasfondo quemando los registros oficiales cuando fue nombrado rey de los judíos por Augusto y Antonio. El historiador Nicolás de Damasco, contemporáneo suyo, arregló la cola de paja de Herodes II, llamado el grande, pretendiendo que provenía de "una de las principales familias judías que habían venido de Babilonia".
La Carta a Aristides de Julio Africano pasó a los registros históricos de Eusebio de Cesarea; también Basilio Magno, Jorge Syncellus y Gallandi conservaron escritos históricos de Julio Africano, al que también se refieren Orígenes, Dionisio Bar-Salibi, Suídas, Jerónimo y Focio. José y Maria explicaron a los primeros cristianos que Matán elezierita padre de Jacob II matanita, murió dejando viuda a su esposa de nombre Estha; entonces Estha fue desposada por Matat Melqui III engendrando a Elí. Por lo tanto Elí y Jacob II matanita son hermanos uterinos, siendo Estha madre de los dos: de Jacob II matanita del linaje de David por Salomón, y de Elí del linaje de David por Natán. Elí murió sin dejar hijos varones; entonces Jacob II matanita, que ya tenía dos hijos con su propia esposa, según la ley del levirato tomó, en nombre de su hermano uterino Elí, a la esposa de éste y engendró a José III , esposo de María, y padre putativo de Jesús de Belén y Nazareth. Por lo tanto José III, esposo de María, es hijo legal, según la ley del levirato, de Elí, como aparece en la genealogía registrada por Lucas en su Primer Tratado; pero también José III, esposo de María, es hijo, según la carne, de Jacob II matanita, como aparece en la genealogía registrada por el apóstol Leví Mateo en su Evangelio.
Siempre, desde el rey David, estuvo el reino en manos de sus descendientes, incluso durante la cautividad babilónica, pues Nabucodonosor entregó el trono de Joaquín a su tío Sedequías.[82] Ciro el Persa[83] apoyó el gobierno de Zorobabel.[84] Lo mismo hizo Darío el Persa.[85] Pero llegado el tiempo de la primera venida del Mesías para sufrir, según la profecía de Daniel acerca de los 70 septenarios,[86] el trono del rey de los judíos fue usurpado por el idumeo Herodes II, llamado el grande, hijo de Antipas Antipatro, cumpliéndose la profecía de Jacob I Israel, de que no sería quebrado el cetro de Judá hasta que viniera Silo.
Para esta sección genealógica mesiánica, hemos usado, pues, La Torá, los Nebiim, Los Ketubim, el Evangelio del apóstol Leví Mateo, el Primer Tratado (el Evangelio) de Lucas, las Antigüedades de los Judios, de Josefo, El Talmud: Guemará: Orden 2° Moed: Haghigha 77:4, escrito por el rabino Asi, la Carta a Aristides de Julio Africano, y la Historia Eclesiástica de Eusebio de Cesarea.
[1]Génesis 3.15.
[2]Génesis 5:3.
[3]Génesis 5:6.
[4]Génesis 5:9.
[5]Génesis 5:12.
[6]Génesis 5:15.
[7]Génesis 6:1-6; 2 Pedro 2:4,5; Judas Tadeo Lebeo 1:6,7; [1 Enok 6:1 a 9:11]; [4 Enok 6:4 a 8:4]; [1Q20:III:3; 4Q201:III:1-23].
[8]Génesis 5:18,22-24; Hebreos 11:5.
[9]Génesis 5:21.
[10]Génesis 5:27.
[11]Génesis 5:25.
[12]Génesis 5:28,29.
[13][Jubileos 4:33; 7:14-16]; [Al-Tabarí 173, 202, 203].
[14]Génesis 8:14-16. Para una cronología, puede verse la obra de este mismo autor titulada: Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.
[15]Génesis 11:10.
[16]Génesis 11:12 LXX; Lucas 3:36; He restado 100 años de la LXX para adaptarlo al Texto Masorético.
[17]Génesis 11:13 LXX; Lucas 3:35. Ibid. Ver Cronología en Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.
[18]Génesis 11:14. Heber; ver el nombre Ibrium, visir de Irkab-Khalam en los Archivos de Ebla. Ver también los Textos de Mari, y la Epopeya ugarítica de Keret refaíta.
[19]Génesis 10:25; 11:16.
[20]Génesis 11:19.
[21]Serug, el mismo nombre Sharugi en los Textos de Harán.
[22]Génesis 11:20.
[23]Génesis 11:22. Nakhur en los Textos de Mari.
[24]Génesis 11:24.
[25]Al respecto puede leerse en el libro de este mismo autor, titulado: Sefer Gitaim; Bogotá, 1998.
[26]Génesis 11:26.
[27]Génesis 12:1-3; Gálatas 3:14-18,29.
[28]Génesis 25:7.
[29]Génesis 21:5.
[30]Génesis 25:26.
[31]Génesis 29:27-35. Ver Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.
[32]Génesis 49:8-12.
[33]Génesis 30:22-24; 37:2; 38:1,18,27-30.
[34]Éxodo 6:20.
[35]Rut 4:18-20; 1 Crónicas 2:5-11; Mateo 1:3,4; Lucas 3:32,33.
[36]Mateo 1:5; Josué 2:1,8-21; 6:22-24.
[37]Rut 4:21; Mateo 1:5.
[38]1 Crónicas 29:29. Según este verso, las Crónicas de Samuel, Natán y Gad abarcan los libros titulados: Josué, Jueces, Ruth y Samuel.
[39]Rut 4:21,12; 2 Samuel 5:4. Ver Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.
[40]1 Crónicas 3:5; Mateo 1:6; Lucas 3:31,32.
[41]1 Reyes 14:21.
[42]Lucas 3:31.
[43]1 Reyes 14:31; 15:1; 2 Crónicas 13:1,2; Lucas 3:30,31.
[44]1 Reyes 15:8-10; 2 Crónicas 14:1; Lucas 3: 30.
[45]1 Reyes 22:41; 2 Crónicas 17:1; Lucas 3:30.
[46]2 Reyes 8:16; 2 Crónicas 21:1, Lucas 3:29,30.
[47]Jehú, 1 Reyes 19:16,17, 2 Reyes 9:2-31; 10:1-36; 12:1; 13:1; 14:8; 15:12; 2 Crónicas 22:7-9; 25:17; Oseas 1:4; ver Obelisco negro de Salmanasar III en el Museo Británico.
[48]2 Reyes 8:25 ,27; 9:27; 2 Crónicas 22:1,3,9;
[49]Lucas 30:29.
[50]2 Reyes 11:2;12:1; 2 Crónicas 22:11; 24:1; Lucas 3:28,29.
[51]2 Reyes 14:1; 2 Crónicas 24:27; Mateo 1:8.
[52]Lucas 3.28.
[53]Azarías Uzías en los Anales de Teglat-Falasar III.
[54]2 Reyes 15:1; 2 Crónicas 26:1; Lucas 3:27,28.
[55]2 Reyes 15:32; 2 Crónicas 26:23; Mateo 1:9.
[56]2 Reyes 16:1; 2 Crónicas 27:9; Mateo 1:9. Ya-u-ja-si Ya-u-da-a en los Textos asirios de Teglat-Falasar III.
[57]2 Reyes 18:1, 2 Crónicas 28:27; 29:1 a 31:23; Mateo 1:9. Ver la Inscripción del túnel de Siloé, el Prisma Taylor de Senaquerib y el Texto de Nebi-Yunus.
[58]Isaías 38:1-22; 2 Reyes 20:21; 21:1-18; 2 Crónicas 32:24, 33; 33:1-20; Mateo 1:10; ver: Oración de Manasés. Ver Prisma B,54-VI con la campaña de Asaradón; también la Lsta de los reyes de Jatti tributando a Asurbanipal.
[59]2 Reyes 21:18; 2 Crónicas 33:20; Mateo 1:10.
[60]2 Reyes 21:26; 22:1 a 23:23; 2 Crónicas 33:25 a 35:19; Mateo 1:10. Los incidentes contemporáneos a los tiempos de Josías pueden verse en Herodoto.
[61]De Joacim leer en Josefo.
[62]2 Reyes 23:30 a 24:18; 2 Crónicas 36:1-11; Mateo 1:11. Ver Papiro de Adón pidiendo ayuda a Nabucodonosor.
[63]De Joaquín ver las Tabletas de la expedición de Koldewey, y el Ostracón de Laquis III; también el sello de Bet - Mirsim.
[64]2 Reyes 24:6-20; Jeremías 52:1-3; 2 Crónicas 36:8-11; Mateo 1:11. Ver Sello de Laquis con el nombre de su gobernador Godolías, y la tumba del ayudante de este Jazanías.
[65]Ezequiel 1:1; 3:16; 8:1; 20:1; 24:1,2; 29:1,17; 26:1; 31:1; 33:21; 40:1; 32:1; 48:35. Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.
[66]Jeremías 22:24-30.
[67]Mateo 1:11.
[68]Deuteronomio 25:5,6.
[69]Lucas 3:27.
[70]1 Crónicas 3:17.
[71]Mateo 1:12; 1 Crónicas 3:19. Zorobabel desciende de Salatiel por Pedaías contado como pariente de Jeconías que murió sin hijos, pero que tomaba su parentela como hermanos e hijos (1 Crónicas 3:16-18).
[72]Esdras 2:2; 3:2,8; Hageo 1:14; 2:2-9; Zacarías 4:9.
[73]Mateo 1:13; Lucas 3:27; 1 Crónicas 3:19,29 (Abiud = Hasuba; y Resa = Jusab-Hesed ó Berequías).
[74]Mateo 1:13; Lucas 3:27.
[75]Mateo 1:13; Lucas 3:26,27.
[76]Mateo 1:14; Lucas 3:26.
[77]Ibid.
[78]Mateo 1:14; Lucas 3:25.
[79]Mateo 1.15; Lucas 3:25.
[80]Mateo 1:15; Lucas 3:23-25. Matat Melqui III, uniendo los datos de Lucas y la Carta a Arístides de Julio Africano.
[81]Mateo 1:15.
[82]2 Reyes 24:17; 2 Crónica 36:10 (hermano en el sentido de pariente).
[83]Ciro, Ver la Crónica de Nabonides, el Cilindro de Ciro y los historiafores Beroso, Herodoto, Jenofonte y Josefo. De su hijo Cambises hablan también los Textos de Elefantina.
[84]Esdras 1:1 a 2:2; 3:2,8.
[85]Esdras 4:24; 5:2.
[86]Daniel 9:20-27.
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Gino Iafrancesco V., Bogotá D.C., Colombia, 2003. (Cap.2 de "Historia Cristiana"
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EL CUMPLIMIENTO DEL TIEMPO
EL CUMPLIMIENTO DEL TIEMPO
Dice el apóstol Pablo en su epístola a las iglesias de Galacia (Gálatas 4:4): "Pero cuando vino el cumplimiento del tiempo, Dios envió a Su Hijo, nacido de mujer y nacido bajo la Ley." Detengámosnos un poco en lo relativo al cumplimiento del tiempo.
También Pablo escribió a la iglesia en Efeso (Efesios 1:10): "(Dios) se había propuesto en sí mismo reunir todas las cosas en Cristo, en la dispensación del cumplimiento de los tiempos, así las que están en los cielos, como las que están en la tierra." Aquí Pablo, a diferencia de Gálatas, que habla en singular de "tiempo", dice "tiempos" en Efesios.
En Gálatas es "cronos"; en Efesios es "kairós". En Gálatas se refiere, pues, al tiempo en su estructura lineal de sucesión cronológica, los años previstos para la llegada del Mesías en su primera venida, tal como profetizó Daniel. En Efesios se refiere a las diversas maduraciones, a las ocasiones oportunas de los eones o edades o períodos, o como se ha dado en llamar en los últimos siglos: dispensaciones.
De hecho, la humanidad, según Dios, ha pasado por diferentes etapas. Vivió cerca de cien años en estado de inocencia en el jardín del Edén, según se desprende de la fecha del nacimento de Set. Este fue un primer "kairós", una ocasión especial de prueba para el hombre frente al Árbol de la Vida, y frente al árbol de la ciencia del bien y del mal.
Pero el hombre quebrantó el pacto, como dice el profeta Oseas ( Oseas 6:7), y entró en un segundo período a partir de su pecado y la subsiguiente expulsión del Edén. Nuevas cosas designó Dios para ellos a partir de allí, tales como la maldición de la tierra y sujeción de la creación en manos de Adam a la vanidad, el comer el pan con el sudor de la frente, los dolores en las preñeces y partos de la mujer, el volver al polvo tras la muerte, un nuevo régimen vegetariano más amplio, la cobertura provisional del sacrificio en espera de la Simiente prometida de la mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente, el nuevo alimento de ésta, el polvo, que es el material con que está hecho el hombre, la autoridad delegada del hombre sobre la mujer, la condición caída de la naturaleza humana ahora vendida al poder del pecado en la carne, el conocimiento del bien y del mal; es decir, el gobierno de la conciencia, la conciencia de desnudez, la culpabilidad que se esconde de Dios, etc.. El gobierno de la conciencia; en este nuevo estado fue ahora un segundo "kairós", una nueva ocasión en circunstancias diferentes para estar delante de Dios, pero bajo la misma provisión de gracia de Dios concedida en la promesa acerca de la Simiente de la Mujer, y ejemplificada en la cobertura de túnicas de pieles de un sacrificio. La Vida Divina ofrecida al hombre en el Edén por medio del Árbol de la Vida, es ofrecida en este nuevo "kairós" al hombre en la Fe de la Simiente de la Mujer, pues ésta aplastaría la cabeza de la serpiente destruyendo su imperio, que es el del pecado y la muerte.
Pero así como el "kairós" de la inocencia terminó con el pecado, el "kairós" de la conciencia terminó con el Diluvio, pues el hombre llegó a ser carne estando su corazón de continuo solamente en el mal (Génesis 6:5). Dios, pues, en su infinita misericordia, no queriendo destruir del todo al hombre que le hace doler el corazón, reservó a Noé y a su familia para repoblar la tierra, y con ellos estableció el régimen del gobierno humano, del hombre sobre el hombre. Este tercer "kairós" está representado en la vigencia dentro de la humanidad de las siguientes palabras de Dios a Noé y su familia: "Bendijo Dios a Noé y a sus hijos, y les dijo: Fructificad y multiplicaos, y llenad la tierra. El temor y el miedo de vosotros estarán sobre todo animal de la tierra, y sobre toda ave de los cielos, en todo lo qe se mueva sobre la tierra, y en todos los peces del mar. Todo lo que se mueve y vive, os será para mantenimiento; así como las legumbres y plantas verdes, os lo he dado todo. Pero carne con su vida, que es su sangre, no comeréis. Porque ciertamente demandaré la sangre de vuestras vidas; de todo animal la demandaré, y de mano del hombre; de mano del varón su hermano demandaré la vida del hombre. El que derramare sangre de hombre, por el hombre su sangre será derramada; porque a imagen de Dios es hecho el hombre. Mas vosotros fructificad y multiplicaos; procread abundantemente en la tierra, y multiplicaos en ella.../...He aquí que yo establezco mi pacto con vosotros, y con vuestros descendientes después de vosotros; y con todo ser viviente que está con vosotros; aves, animales y toda bestia de la tierra que está con vosotros, desde todos los que salieron del arca hasta todo animal de la tierra. Estableceré mi pacto con vosotros, y no exterminaré ya más toda carne con aguas de Diluvio, ni habrá más Diluvio para destruir la tierra.../...Esta es la señal del pacto que Yo establezco entre mi y vosotros y todo ser viviente que está con vosotros, por siglos perpetuos: Mi arco he puesto en las nubes, el cual será por señal del pacto entre mi y la tierra. Y sucederá que cuando haga venir nubes sobre la tierra, se dejará ver entonces mi arco en las nubes. Y me acordaré del pacto mio, que hay entre mi y vosotros y todo ser viviente de toda carne. Estará el arco en las nubes, y lo veré, y me acordaré del pacto perpetuo entre Dios y todo ser viviente, con toda carne que hay sobre la tierra.../...Esta es la señal del pacto que he establecido entre mi y toda carne que está sobre la tierra." (Génesis 9:1-17).
Vemos, pues, que ahora en este tercer "kairós" la dieta vegetariana se amplía a una que incluye a toda carne excepto su sangre. La pena de muerte se establece sobre el hombre y los anima, para que sea aplicada por el hombre sobre quien derrame la vida humana. Esto tiene vigencia universal. Dios hace un pacto, lo señala con el arco iris, y las promesas anteriores acerca de la Simiente de la mujer se mantienen incolumnes. Entonces comienzan las primeras civilizaciones inmediatamente postdiluvianas. Se levanta Nimrod y las ciudades estados sumerias. También surgen los acadios, asirios, elamitas, antiguos caldeos y otros. Se levanta la torre de Babel en oposición a Dios, y el gobierno humano se envilece dando lugar a la tiranía. Satanás engaña las etnias de la tierra.
Entonces Dios llama a Abraham y le anuncia acerca de la Bendición que vendrá a las familias y naciones de la tierra, por medio de su Simiente; y un nuevo "kairós" se abre para estos elegidos, en función de la humanidad entera. Las demás naciones, ajenas por lo pronto a la fe y al conocimiento de la promesa, continúan bajo el régimen noético, si bien la promesa de la Simiente de la Mujer todavía les cobija; solo que aún desconocen que vendría por Abraham y su descendencia. La promesa abrahámica es confirmada a Isaak y a Jacob, y entonces surge la nación de Israel, entre cuyas tribus, la de Judá recibe una nueva promesa; de él provendrá Silo y el Cetro de Israel.
Con Moisés establece Dios el pacto de la Ley con Israel, para que esta nación sea ejemplo a las demás naciones y sea Su testigo en el mundo. Dios añadió la Ley, sin anular la promesa, sino para que al estar bajo el régimen de la Ley, se pudiese conocer la necesidad del Salvador, el Mesías, profetizado ahora también por Moisés, y tipificado por las instituciones, fiestas, sacrificios, ritos y jornadas de Israel. Este "kairós" añadido, no invalida aquel anterior de la promersa a Abraham y su simiente, pero prepara el "kairos" de la primera venida del Mesías en el "cronos" respectivo revelado a Daniel.
Despúes viene el "kairós" de la gracia defintivamente cumplida y manifiesta, el cual es el de la Iglesia, con la plenitud de los gentiles.
Entonces Dios se volverá a Israel para la segunda venida del Mesías, y el Reino de los Cielos Milenial tendrá lugar. Tras el habrá la resurrección de los demás muertos (pues los justos resucitarán antes y para el Milenio) y la liberación de Satanás del abismo en el cual será sellado por el Milenio; y tras la última rebelión de todos los réprobos, establecerá Dios Su Juicio Final.
Entonces habrá por la eternidad, con Dios y Su Mesías, Cielo Nuevo, Tierra Nueva, Nueva Jerusalem y las naciones que hubieren sido salvas. Dios sujetará a Cristo todas las cosas, y a su vez el Hijo le someterá todo al Padre, porque lo que es del Padre es del Hijo, y lo que es del Hijo es del Padre. Todo esto ha sido, es y será el cumplimiento de los tiempos de que habla Pablo en Efesios. Lo que ha sido y es: los tiempos, se dirigen a su cumplimiento: lo que será.
Dentro de esos tiempos está el cumplimento del cronos de la primera venida del Mesías, a la que se refirió Pablo en su epístola a los Gálatas. También Jesús se refirió al cumplimiento del kairós específico de Su primera venida. Kairós específico dentro del cronograma de los demás tiempos que corren hacia su pleno cumplimiento.
El profeta Daniel recibió de Dios, por el ángel Gabriel, una profecía acerca de los setenta septenarios (Daniel 9:20-27). Sesenta y nueve de ellos se pasarían desde la orden de Artajerjes en el año 20 de su reinado para restaurar y edificar Jerusalem hasta la visitación del Mesías. En el dia exacto en que se cumplían esos años, entró Jesús en un burrito a Jerusalem llorando porque no entendieron el dia de su visitación. Jesús llamaba la atención de sus contemporáneos a las señales de los tiempos.
También había otras profecías acerca del orden de los imperios mundiales. Babilonia tuvo su tiempo durante el cual Israel fue corregido de su idolatría. Entonces Persia tuvo su tiempo durante el cual fue restaurada la Casa y la Ciudad de Dios y el aprecio de la Ley y los Profetas. Entonces Grecia y sus reinos sucesores tuvieron su tiempo durante el cual se consolidó el Canon de las Sagradas Escrituras y se preparó la cultura para la difusión universal del Evangelio del Mesías. También Roma tuvo su tiempo durante el cual lo anteriormente preparado encontró realización y se abrió camino hacia toda la humanidad. En los tiempos de Roma llegó el Mesías, precisamente en el cumplimiento del tiempo, cuando la profecía, la filosofía, la cultura, la política, la religión, marcaban la hora del importantísimo "kairós" respectivo en su "cronos" previa y divinamente señalado.
Por eso podía decir el apóstol Pablo a los atenienses, en el mismo areópago, plataforma mayor de la cultura universal: " Pero Dios, habiendo pasado por alto los tiempos de esta ignorancia ( y le llama ignorancia a la cúpula de la cultura humana en su capital universal), ahora manda a todos los hombres en todo lugar, que se arrepientan; por cuanto ha establecido un dia en el cual juzgará al mundo con justicia, por Aquel Varón a quien designó, dando fe a todos con haberle levantado de los muertos." (Hechos 17:30, 31).
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Gino Iafrancesco V., Bogotá, Colombia, 2003. (Cap. 3 de "Historia Cristiana"
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