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        <title>blog de Gino Iafrancesco V.</title>
        <description>El blog de Gino Iafrancesco V.</description>
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            <title>TESTEMUNHO CONJUNTO</title>
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            <description>Acerca do Testemunho Conjunto do Espírito, a Escritura, a Igreja e a Tradição- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por: Gino Iafrancesco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Artigo enviado pelos irmãos da cidade de São Gabriel-RS-Brasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentamos o filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, resplendor da glória de Deus e caráter de sua imagem, que se fez carne em nossa história, fundamento da igreja, ressuscitado, subiu e esperando em glória e corporalmente. Dele dão testemunho: O espírito Santo, as Sagradas Escrituras e o Corpo de Cristo, que é sua Igreja. Estes três testemunhos concordam: O espírito respalda as Escrituras e a Igreja; inspiro a primeira e ilumina a segunda. A Igreja conserva e obedece as escrituras, teme e obedece ao espírito. As escrituras manifestam o que é do espírito e ensinam a igreja. O espírito não contradiz as escrituras que ele mesmo inspirou. A igreja é guiada pelo espírito e obedece a ele, está de acordo com as Sagradas Escrituras. A Igreja não deve torcer as Escrituras. O Espírito que faz com que reconheça as Escrituras. As Escrituras confirmam a direção do espírito e manifestão a falsidade de outros espíritos e desvios da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja não canoniza o Canon; este é cononico em si. O Espírito que inspirou as escrituras é o que faz a igreja reconhecer e conservalo. A Igreja não tem autoridade sobre as escrituras para trocar-las ou fazer dizer diferente do que por si mesmas dizem; o Espírito Santo é o que tem autoridade sobre a igreja e impõe a ela as Sagradas Escrituras, ensinando a ela, para que ela ensine ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja é a companhia de todos os regenerados em Cristo, Filhos de Deus, que havendo antes reconhecido pecadores no mundo, se arrependeram e receberam por fé a Cristo como Filho de Deus, Salvador e Senhor, identificando-se com ele em sua morte, Vida e ressurreição, para perdão dos pecados e regeneração para vida eterna e em sua glória, mediante o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os redimidos nascem da palavra de Deus por o testemunho do Espírito Santo, o das Escrituras ou da Igreja. O testemunho indispensável é o do Espírito Santo, que convence ao mundo do pecado, de justiça e de juízo e que pode trabalhar somente (onipotente soberano), junto com as escrituras, o junto com a igreja, o junto com os dois, como quer condescender a fazer habitualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quem participa da vida de Cristo por seu Espírito, é membro de Cristo e de seu corpo. É o Espírito que batiza ou afunda no corpo; e é Cristo quem nos faz UM e a Igreja. Não pertence à Igreja o corpo de Cristo ninguém não regenerado, nem ainda que apareça nominalmente como um religioso. É identificação com Cristo e não com uma organização que o regenera. E somente os regenerados mediante o novo nascimento, do Espírito, por fé consciente, são membros da Igreja. Toda a companhia dos renascidos em Cristo são a Igreja. Esta é A Igreja de Cristo que conta com a direção do Espírito, o qual inspirou as escrituras e o qual as impõe à Igreja. Esta é uma, é o corpo de Cristo, que reúne todos os redimidos por seu sangue, de todo tempo e lugar, a esposa do cordeiro, regenerados por meio do Espírito Santo, os quais como corpo de Cristo, Forman “as igrejas”, uma em cada localidade formada por todos os recebidos por Cristo nesse lugar, uma Igreja por cidade, que acolhe a todos os renascidos em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sistemas de Organização sejam católicos, ortodoxos ou protestantes, não determinam os limites da Igreja, a regeneração por Vida de Cristo sim determina tais limites. Tampouco o cristão o que em vez de entrar pela PORTA, que é Cristo, pretende fazer supostamente cristãos acrescentando tão somente o exterior, como por aparência, sem regeneração interior, a tal sistema organizado. Fé em Cristo em na palavra de Deus é requisito para a regeneração (“os que le receberão a os que crêem em seu nome, lês deu poder de serem feitos filhos de Deus)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo é a cabeça que diretamente dirige por seu espírito à Igreja, a cada membro em particular e a TODOS EM CONJUNTO COMO O COODENADOR. Se a Igreja le obedece ao Espírito que ensina com a escritura, é dirigida a toda verdade, e até onde ela for fiel a Cristo, pode testificar dele ao mundo. O Espírito testifica de Cristo; as Escrituras testificam de Cristo; a Igreja, com o Espírito e as Escrituras, testifica de Cristo o mesmo testemunho até à medida que ela mesma haja aprendido. A autoridade da Igreja descansa, pois, na medida em que ela mesma esta debaixo da autoridade do espírito que le ensina com as escrituras e as estabelece; asi mesmo a autoridade da tradição descansa na medida em que tal tradição seja fiel ao Espírito que ensina com as escrituras e as estabelece. Quando a Igreja perverte sua tradição agregando, tirando ou deformando, sendo fiel ao Espírito e as Escrituras, cercam a autoridade se seu testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja no tem nenhuma autoridade inerente em si mesma que seja independente do Espírito e das Escrituras. Cristo no nos deixou órfãos, enviou a seu espírito para dirigir a sua Igreja. O qual inspirou as Escrituras e as impôs a Igreja para dirigir o curso correto de sua tradição e para corrigir suas perversões. As Escrituras foram dadas pelo Espírito à Igreja para estabelecer suas tradições legítimas e para corrigir seus desvios. A Igreja reconhece as Escrituras e as conserva, dirigida a isto pelo testemunho direto do Espírito. As tradições que havendo pervertido seu curso, ou incorporando elementos estranhos, ensinam contra com a autoridade do Espírito e das Escrituras inspiradas para estabelecer e corrigir com elas tais perversões na tradição cai abaixo o anátema do Espírito, que fala também desde as Escrituras vivificando-las hoje na Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito Santo não pode mudar, é o Mesmo e Imutável; o evangelho também não pode mudar, é eterno e sua verdade é imutável, as escrituras devem dizer o mesmo desde que foram inspiradas pelo espírito para estabelecer e corrigir a Doutrina; porem a mudança da Igreja, cada membro em particular, pode ser fiel ou infiel, perseverar ou não, mudar ou não, e um candeeiro local pode ser ou não removido. A história registra erros de cristãos, de bispos, de papas, de reformadores, erros morais e doutrinais, contradições interpapais, entre outros. Enquanto a Igreja, não tal o qual organização ou hierarquia, senão os regenerados, nunca ficou órfã do Espírito; ademais, as Escrituras conservaram até hoje, porem ela mesmo foi infiel muitas vezes, descuidada e desobediente, alguns mancharam suas vestes, porem sempre, em toda época, houve também alguns vencedores que não amaram suas vidas e voz eclesiásticas, é dizer, de redimidos, ao testemunho imutável do espírito e das escrituras. Houve também muitos nominais não regenerados que inclusive ocuparam cargos de relevância nas hierarquias que levaram a formar-se progressivamente e com injustiças, não podemos dizer de eles que são a Igreja, pois não foram renascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é a Igreja corpo de Cristo, companhia de todos os redimidos pelo sangue de Cristo e regenerados pelo Espírito Santo, e outra coisa é uma instituição hierárquica e meramente terrenal, muitas vezes alheia ao movimento do Espírito Santo e desobediente as Sagradas Escrituras; hierarquia em muitos casos não era ministério espiritual senão política hegemonia e indigna espiritualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os limites do corpo os estabelece a participação com a vida de Cristo, não a conformidade das pretensões de uma organização anti-biblica, nem muito menos a das de um usurpador. A respeito desta Igreja de redimidos fundada sobre a rocha da revelação e confissão de Cristo, filho de Deus Vivente, Jesus, se diz que será edificada e que as portas do inferno (hades). Não prevaleceram contra ela.&lt;br /&gt;Destes mostra a história evangélica uma sucessão ininterrupta até nossos dias. Uma sucessão que é comunicação de Vida e de Verdade, no meramente de cargos e títulos ilegítimos, algumas vezes conseguidos por dinheiro ou por força do engano, etc. Descansa acaso a autoridade da Igreja em uma lista cortada, enredada e manchada com escândalos, de papas às vezes em desacordo entre si? É autoridade sentar-se em um trono fabricado com falsificações, hegemonias fraudulentas e ênfase desentonados? Não por certo! Não é autoridade espiritual nem moral. A essência espiritual manifesta na evidência de vida reproduzida de Cristo e no Espírito e verdade, na comissão direta e pessoal de Deus e na revelação; isto nunca contradiz as escrituras nem sobrepõe o espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo, como cabeça da igreja, está conosco totós os dias, e Ele mesmo continue por seu espírito, apóstolos, profetas evangelistas, pastores e mestres (Ef. 4:11-16). Ele mesmo os chama, os comissiona e envia diretamente. Ele mesmo confirma a os que unge, no coração dos discípulos que formam “as igrejas dos santos” (2 Cor. 1:21) e obriga a reconhecer a graça concedida diretamente (Ef 3:7; Gal.2:9). É recém então quando os ministros que normalmente se chamam dentro do presbitério da igreja da localidade apartam a os que Ele já chamou (Atos 13:1-3); a evidência da verdade faz que se estendam destras de companheirismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo mesmo coordena, e essa coordenação nascida do espírito de Cristo, dirige a Igreja a uma administração santa cujos princípios foram revelados nas escrituras, o Espírito Santo escolhe aos bispos ou anciãos da Igreja da cidade, homens de madures espiritual, os quais serão constituídos os designados oficialmente com imposição de mãos de parte dos obreiros apóstolos regionais comissionados diretamente também por Cristo, mediante o espírito, de entre o ministério que costuma estar entre os presbíteros, e reconhecida sua autoridade espiritual e moral na consciência das Igrejas, as quais recebem testemunho do espírito, expresso principalmente entre suas companhias apostólicas epresbíteros, mais maduros para discernir. A Igreja prova a si mesmo a os que se dizem serem apóstolos e não são, os prova pelo Espírito, a Palavra e a vida; não somente por cartas de recomendação ou certificados vazios de conteúdo espiritual, que sem o respaldo da evidência vital, não dizem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos avasalhar à Igreja, não podemos presidir da contribuição de nenhum regenerado em Cristo, pois ao ser recebido pelo Senhor é membro de seu corpo, que é UM e que se expressa no tempo e na terra na igreja de cada população, é dizer, somente uma por cada cidade, à comunicação dentro da qual, no espírito e administração somos guiados separadamente pelo Espírito para que o mundo crea. Contra o qual certamente existe pecado também o protestantismo, discriminado entre os filhos com critérios carnais, pois ao fazer girar suas divisões ao redor de centros artificiais e denominacionais de companheirismo, não discernindo o Corpo, estorvando sua administração local escrituraria, pois já que o Corpo é UM, assim, conforme as escrituras somente podem se uma a Igreja da cidade e sua administração; a igreja, que reúne nas muitas casas, é única na cidade. Em Jerusalém eram várias as reuniões em diversas casas porem era uma a igreja de Jerusalém; a igreja em casa de Ninfas era a igreja dos laodicenses; em Laodicea era o candeeiro; o mesmo em Efeso, cuja igreja podia reunir-se em casa de Áquila e Priscila, Etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jurisdição dos bispos ou anciãos é a cidade e em companheirismo coordenado de presbíteros. Fazia tal integração corporativa aponta o Espírito Santo, sem deixar de denunciar as heresias e sem deixar de corrigir as irregularidades, separando do mundo e liberando da Babilônia.&lt;br /&gt;A jurisdição das companhias de obreiros apostólicos é a região de sua obra, assinalada a eles diretamente pelo Espírito. Entre companhias de obreiros deve haver companheirismo, se bem atende cada uma seu local marcado, segundo sua atividade e operação própria não por isso levanta muralhas ilegítimas que implicam a edificação mútua. A destra de companheirismo entre companhias de obreiros significa plena comunhão; trabalham para Cristo conjuntamente e não para si mesmas, separadamente, seus convertidos são para o corpo, a igreja da cidade, não para ser encerrados em locais competitivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo é quem diretamente por seu Espírito coordena em SUS corpo a os membros entre si, na Igreja da cidade ou localidade; Ele mesmo também diretamente coordena a os bispos ou anciãos no presbitério da Igreja da cidade e igualmente. Ele mesmo diretamente coordena os obreiros apóstolos da região de suas respectivas obras; também ele coordena a comunicação das Igrejas entre si. Seu vicário coordenador que congrega em unidade universal, real e espiritual, é por suposto unicamente o Espírito Santo; nada mais que Ele leva entre si a responsabilidade do trabalho total.&lt;br /&gt;Cada membro e responsável a Cristo pelo Espírito; cada igreja local o candeeiro também, igualmente cada companhia de obreiros apóstolos em sua obra regional. A comunicação universal segue conduzida exclusiva do espírito segundo a vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida de Cristo pelo ESPÍRITO se contem a plenitude neste odre, e é comunicada espiritualmente pelo testemunho integro e harmônico do Corpo todo, conforme as Sagradas Escrituras. El diálogo da reconciliação se acrescenta no vínculo da paz que é Cristo, o qual se faz conhecido ao corpo más e mais na comunicação e edificação espiritual mutua ate que o mundo possa ver e crer, então as nações havendo recebido o testemunho de Deus em Cristo por sua palavra e seu corpo na demonstração do Espírito, se preparam para comparecer em juízo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus veio, pois, ao mundo e se deu a conhecer em carne de unanimidade em seu filho Jesus Cristo, vencedor sobre o pecado, a carne, o mundo, satanás e a morte; levou sobre si mesmo em sua morte o castigo por nossos pecados, derramando seu sangue para dar nos perdão e vida. Ressuscitou corporalmente ao terceiro dia havendo subido ao céu ante testemunhos, no tempo e a história, na carne e desde a terra foi glorificado e feito senhor sobre o universo todo, visível e invisível e intercede por nos para salvar-nos por graça mediante a fé quem vem do ouvir sua palavra. Prometeu voltar em breve e já esta perto. Derramou seu Espírito Santo, o qual promete a todo aquele que crer nele. Dele, disto damos testemunho. Seu Espírito nos guia por sua palavra a toda verdade, nos induz ao Reino. O Espírito as Escrituras, a Igreja a tradição os damos testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta aberta ao jesuíta&lt;br /&gt;Dom DOM ANÔNIO COLOM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade Presidente Stroessner, agosto 12 de 1982&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havemos examinado a resposta que o jesuíta Dom Antônio Colom deu por escrito ao artigo de autoria pessoal “A RESPEITO DO TESTEMUNHO CONJUNTO DO ESPÍRITO, A ESCRITURA, A IGREJA E A TRADIÇÃO”. Esta é, pois nossa primeira resposta em diálogo a primeira resposta sua, da qual temos a mão uma cópia a máquina em cinco páginas, com insertos manuscritos; também uma nota dirigida a nosso comum amigo Pedro, a o qual se dá uma resposta reelaborada em duas páginas, Pelo dito a Pedro na nota: “havendo assinalado alguns (erros) nas folhas que te entreguei escritas rapidamente ao ler o escrito”, entende-se que a resposta grande em cinco páginas (que lamentavelmente recebemos incompletas) é a resposta inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Começa o jesuíta Colom citando com seu pequeno erro o parágrafo inicial. Cita-o: “revelação da gloria de Deus”, mais dizia “revelador da gloria de Deus” como o qual se reconhece por Si AL Filho de Deus como participante da substancia&lt;br /&gt;(no sentido de essência) Divina, que é o que cremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de citar o parágrafo inicial do artigo criticado, responde ele; “O Verbo, que se fez carne, não é Imagem da substancia de Deus...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N nota disse Dom Antonio Colom:&lt;br /&gt;“Dizem que o Filho de Deus é Imagem da Substancia de Deus... isto não diz na Bíblia....”&lt;br /&gt;Mais adiante argumenta ele:&lt;br /&gt;“Se o Filho de Deus é imagem da substancia de Deus, tem outra substancia, e esta substancia é Deus o não é Deus. Se é Deus temos dois deuses...”&lt;br /&gt;Em resposta elaborada, argumenta: “1º A Bíblia, Onde diz que o Filho de Deus seja a imagem da substância de Deus?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é, pois nossa resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia (versão Reina-Valera, 1960) diz assim em Hebreus 1: 1-3:&lt;br /&gt;“Deus, havendo falado varias vezes e de muitas maneiras em outro tempo aos pais pelos profetas, em nossos dias tem falado pelo Filho, que constituiu herdeiro de tudo e por quem assim mesmo fez o universo; o qual, sendo o resplendor de sua gloria, e imagem de sua substancia, e quem sustenta todas as com a palavra de SUS poder... se sento a destra da majestade nas alturas...” (ênfase do autor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Assim, pois, que o filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, é representado pela Bíblia como o resplendor da gloria de Deus e a imagem mesma de sua substancia (no sentido de hipostasis), em grego disse: caráter da hipostasi sua).&lt;br /&gt;Caráter significa imagem;&lt;br /&gt;Hipóstasis se traduz como substancia também no sentido de substancia no sentido de substancia; traduz algumas vezes “ser” e em ocasiões “pessoa”.&lt;br /&gt;Era esta paisagem bíblica, e segundo Reina-Valera 1960, acima citado, o que tínhamos em mente ao iniciarmos nosso artigo, com o entendimento que aqui consta. Claro está que nos com Dom Antônio Comum, entendemos que as citadas passagens bíblicas de 2 coríntios 4:4 e colossenses 1:15. quando dizem Deus, se referem ao pai; também com ele felizmente concordamos em afirmar que a substancia ( no sentido de essência) do Pai, é a mesma do Filho e é uma só o mesmo Deus./Porem se a dom Antonio Colom le aparece que ao dizer imagem mesma da substancia( no sentido de hipostasis) como dissemos embasado em Hebreos 1:3 faz ao Filho uma substancia diferente ( no sentido de Essência) o outro deus, isto não nos parece satisfatório. &amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; e nosso entendimento desta passagem. Entendemos que a essência única divina, o Pai contem em seu sono ao Filho, que é sua mesma imagem, de maneira que a imagem mesma participa da mesma essência, sendo ela o resplendor. Este resplendor é da Glória de Deus, obviamente do Pai que se revela pelo Filho. Assim que quando examinamos Hebreus 1:3 dizemos do Filho de Deus ser a mesma imagem da substância e revelação da gloria de Deus, entendemos ser o Pai Deus, e o Filho imagem seu, ainda diferente em pessoa, enquanto o mesmo Deus, que é a essência divina é a imagem pela qual Deus se revela a si mesmo. Tal imagem de Deus ( 2 Coríntios 4:4 Colossenses 1:15) é o Filho, parte da mesma essência com o Pai. ISTO É O QUE REALMETE CREMOS, e, portanto nos resulta difícil relutar ler na bíblia, e repetir-lo que Deus falo pelo Filho.... o qual é o resplendor de sua gloria e imagem mesma se Sua substancia. Substancia, nesta parte da tradução de hipóstasis no sentido de substancia. A intenção do artigo criticado não era explanar-se em definições teológicas desse tipo, posto que o tema era outro. Claramente dizia-se na página 6 que Deus veio ao mundo e se deu a conhecer em carne de humanidade por meio de seu filho Jesus Cristo. Entendemos por Seu Filho ao Verbo de Deus que estava com Deus e era Deus, feito carne, semelhante aos homens, assim que é muito caro que nos inculpe falsamente de negar a divindade do Filho. Para uma melhor compreensão de nosso verdadeiro sentir e pensamento a respeito do importante tema têm outros escritos a respeito do Verbo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o problema do jesuíta Dom Antonio Colom a respeito de nosso uso da palavra substancia como tradução legítima do grego hipóstasis no sentido de subsistência se deve a seu enfoque no direto sobre as sensíveis escrituras, senão através das especulações não necessariamente errôneas, dos séculos anteriores. No tempo quando escreveu a carta a os Hebreus, a palavra hipótese significava substancia, e esse era o significado normalmente usado por filósofos como também testemunha Jerônimo em sua carta a Damaso. Vê-se também o volume a os antioquenhos de Atanásio. A epístola a os Hebreus se escreveu antes do primeiro concilio de Constantinopla no ano 381, no qual se adaptando a expressão três hipóteses no sentido de pessoas subsistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que Deus subsiste nas características de sua imagem que é o Filho, caráter de Sua hipóstase. Tal subjacência é na essência, pois na subsistência distingue-se tão somente o Filho como a imagem que é a exata representação (do Pai) no sentido de expressão o verbo Unigênito. Assim que a essência do Pai subsiste no Filho a quem o Pai reconhece ser sua própria imagem pela qual se da a conhecer, de maneira que o filho é verdadeiramente, como está escrito, o caráter de sua hipóstase, é dizer, a imagem mesma de sua substância, conforme a tradução bíblica acima citada, a qual tem em mente ao iniciar aquele artigo criticado. Dom Antônio Colom disse: “O verbo que se fez carne não é a imagem da subsistência de Deus...”&lt;br /&gt;A Bíblia (versão Reina-valera 1960) disse em Hebreus 1:3 que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... o Filho... é o resplendor de sua gloria e a imagem mesma de sua substancia”.&lt;br /&gt;O Jesuíta Colom disse também que: “Si o Filho de Deus é a imagem da substancia de Deus tem outra substancia...” Porem ao lermos a citada passagem bíblica permanecemos no entendimento de que a mesma essência de Deus que subsiste no Pai também subsiste também em sua imagem que é o Filho, por meio do qual se revela, sendo o Pai e o Filho, com o Espírito Santo, o único Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Antônio Colom em sua critica de nossa declaração de Jesus Cristo como único fundamento da Igreja, afirma: “Jesus Cristo não é o único fundamento da Igreja. É a pedra angular, porem apoiando-se em Cristo existe outros fundamentos”.&lt;br /&gt;Reconhece, pois, também implicitamente com nos, o jesuíta Colom, que os outros fundamentos se apoiaram também Nele (Cristo) e estes “outros fundamentos” , dizemos, são ainda a igreja. Entendemos-nos também sem nenhum problema que estamos edificados sobre os fundamentos dos apóstolos e profetas sendo a principal pedra, a do ângulo, Jesus Cristo (Efésios 2:20); igualmente cremos que o muro da Nova Jerusalém descansa sobre doze cimentos com os nomes dos doze apóstolos do cordeiro (Apocalipse 21:14), porem ao declarar a Jesus Cristo como o único fundamento da Igreja, o fazemos no sentido de que inclusive aqueles apóstolos e profetas são também a Igreja, os mesmos doze apóstolos são a Igreja, parte dela, e Pedro mesmo é parte da Igreja e ele descansa, os apóstolos descansam, e nos descansamos, ajudando-nos sustentado uns aos outros, sobre esse único fundamento que é Jesus Cristo. Não separamos aos apóstolos da Igreja, nem mesmo separamos a Pedro da Igreja. Todos os santos em Cristo Jesus, incluindo os apóstolos e entre esse Pedro, somos a Igreja que descansa unicamente em Jesus Cristo. Isso não significa que na estrutura da Igreja não nos ajudemos uns aos outro e servindo-nos mutuamente uns aos outros segundo o ministério de cada qual incluindo o de Simão Pedro Bar Jonas. Mas toda a Igreja, com Pedro nela, descansa sobre Jesus Cristo e nesse sentido Jesus Cristo e o único fundamento da Igreja (com Pedro e os demais apóstolos formado por parte dela), somente Jesus Cristo é o Filho de Deus que morreu por nossos pecados e somente através de seu sacrifício somos salvos, somente em virtude de Sua ressurreição somos regenerados e somente participando do Pai no Filho e do Filho pelo Espírito Santo, e do Espírito Santo mesmo, somos participantes da natureza divina. É Cristo mesmo nossa justificação, santificação redenção e sabedoria (1 Coríntios 1:30)y aparte dele, disse o apostolo Pedro não existe outro nome em que podemos ser salvos (Hebreus 4:12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não participamos dele não somos salvos, por mais amigos que pretendemos ser dos apóstolos. E tão somente se participamos dele, vivendo por ele, somos membros de seu corpo que é a Igreja Universal. Jesus se apresentou como o amigo dos pecadores. E existem muitos pecadores que fingem serem amigos de Jesus e seus apóstolos, que, portanto não receberam ainda ele, pessoalmente, como senhor e salvador de suas vidas, e que não estão vivendo na virtude regeneradora de sua ressurreição que opera em nós, convertendo-nos pelo e Espírito Santo Se minha salvação não descansa diretamente na pessoa do Salvador e no Perdão de Deus por méritos do sangue precioso de Jesus Cristo, o Filho de Deus, então de não me serve forçar contra minha consciência uma aceitação, como infalíveis, de montões de documentos papeis abertamente contraditórios uns com outros em várias ocasiões. Que horrenda heresia fazer descansar a salvação de nossa alma em outra coisa que na obra consumada de Cristo Jesus!&lt;br /&gt;Que diferente é ler nas escrituras ao apostolo Paulo explicando o evangelho à Igreja, e crer - le que ler as tarefas papais para o perdão dos pecados, de um Leão X, papa aparentemente ateu, segundo consta em seu escrito ao cardeal Bembo, chamado fábula ao evangelho e congratulando se do “negócio”, como testemunhava também o cardeal Pico da Mirando La.&lt;br /&gt;Que sensível é entender - le ao apostolo Pedro quando explica em sua primeira carta: “ sabendo que fostes resgatados de vossa vã maneira de viver, a qual recebestes de vossos pais, não com coisas corruptíveis, como oro ou prata, senão com o sangue precioso de Cristo, como de um cordeiro sem manchas nem contaminação... e mediante o qual crereis em Deus que le ressuscitou dos mortos e le deu Gloria, para que vossa esperança e fé sejam em Deus. ( 1 Pedro 1:18, 19,21), porem que estranho ao respeito de coisa tão fundamental a “interpretação papal, na pratica quanto por exemplo, Julho II, em suas ordens concede indulgências a quem falando a um Frances, o mate e a um veneziano; o cuidado conforme ao aviso colocado nos tempos em Madri em 1830, os papas desde 1721 até 1827, por 43.000.000 de pesetas haviam “libertado” a pouco mais de um milhão de almas espanholas do purgatório o quando Inocêncio VIII (1490) edito em seus princípios a taxas papales para o perdão dos pecados, as que anos mais tarde Leão X (1520) em tempo de Lutero, fez vender por toda Europa os auspícios do papa Gregório XIII se publicaram em Veneza, Paris e Colômbia, 25 edições do livro Taxa Camerae Seu Cancelare Apostolicae”, e a Pio VI lhe foi dedicado por Audofredo uma obra onde enumera as edições deste livro publicadas em Roma. Tal livro estipula o preço para pagar ao papa pelo perdão de cada pecado; inclusive, o soldado católico que não acertasse para matar um herege”, devia pagar 36 livras para sua absolvição. A causa da Reforma protestante o concilio de Trento teve que acontecer a desaprovar (exteriormente) tal livro, contradizendo assim a papas anteriores.&lt;br /&gt;Assim que não temos culpa de que nos resulte mais fácil entender as duas sensíveis cartas de Pedro, que as suspeitosas interpretações papais, especialmente dos séculos médio.&lt;br /&gt;Pelo demais, no relacionamento a os doze apóstolos do Cordeiro, estes são fundamentos não no mesmo sentido em que é Cristo, sino que são testemunhas oculares de sua Vida, paixão e ressurreição, fundamento que não pode aplicar-se, como pretende Dom Antônio Colom, a quem lhes sucederam depois, e muito menos quando vários dos que pretendiam suceder se apartaram do testemunho deles, contradizendo inclusive suas mesmas escrituras, apesar de haver sido ordenados na linha deles. Jesus envia a Judas Iscariotes; Paulo, falando aos bispos de Éfeso em Mileto lhes disse que entre eles mesmos se levantariam homens que falariam coisas perversas para levar para levar depois de sai aos discípulos; vários dos hereges condenados aos concílios ecumênicos, foram ordenados “legalmente”, a ordenação humana não garantia a exata transmissão da verdade; isto só pode fazer a providência divina que está com nós diretamente todos os dias até o fim do mundo. Basta comparar entre as obras patrísticas, as de seus mestres com as de seus discípulos, para constatar que em muitas ocasiões sua teologia difere; isto por causa do livre exame com que eles atuaram. Cada um responderá por si mesmo ao Juiz celestial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Antônio Colom disse:&lt;br /&gt;“Jesus Cristo fundou sua Igreja sobre Pedro ( e Pedro descansa em Cristo)..., Nós por nossa parte damos graças a Deus porque ao igual a Pedro, também descansamos em Cristo&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse ademais o Jesuíta; A Igreja de Cristo é a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”. Também ele mesmo começa a esquematizar a si. “A Igreja de Cristo: Primeiro Pedro...)”&lt;br /&gt;Na segunda página de resposta reelaborada disse “e sobre Pedro (pedra) que tinha que fundar Cristo Sua Igreja para que pudesse resistir todas as tempestades conforme Mateus 7:24 e 25. Sobre os apóstolos, tendo Pedro a total autoridade, se foi fundado a Igreja...”&lt;br /&gt;Mais adiante disse: “E está sociedade hierárquica, fundada sobre Pedro e os demais apóstolos, e agora seus sucessores (temos a lista dos papas desde Pedro a João Paulo II), tem que durar até o fim dos séculos...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa nossa resposta expressando em primeiro lugar o ponto até o qual podemos reconhecer pelas Escrituras, e inclusive, a tradição patrística dos primeiros seis séculos da era Cristã, o privilégio concedido exclusivamente a Simão Pedro filho de Jonas; porem mais ali deste ponto não nos permite a consciência, pela escritura e a evidência da tradição dos primeiros séculos cristãos, não nos permite, dizemos, admitir uma ênfase desproporcional e pretensiosa como o que caracteriza à instituição romana papal.&lt;br /&gt;Assim que em caráter de membro de Cristo, parte de Sua Igreja universal, e com o acordo da maior porcentagem das opiniões patrísticas (daremos damos mais adiante), e com o contexto geral das Sagradas Escrituras, enfocamos inicialmente a exégesis da passagem de Mateus 16:13-18 em relação a todo Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor Jesus lhe perguntou aos seus sobre o que eles diziam a respeito de quem era ele. O contexto já nos indica qual a conversação girava induzida pelo Senhor a respeito de quem era Ele. Então Somar Bar Jonas respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivente”, ao qual o Senhor Jesus se disse: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas (nome e sobrenome descrevendo exclusivamente a pessoa de Simão), porque não te revelo carne nem sangue, senão meu pai que está nos céus, E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre esta rocha (não sobre ti) edificarei minha igreja; e as portas do Hades não prevaleceram contra ela. E a ti darei as chaves do reino dos céus; e tudo que ligares na terra será ligado nos céu” Mateus 16:17-19).&lt;br /&gt;Simão Bar Jonas é declarado Bem-aventurado porque o Pai lhe revelou de maneira que pode confesar-le que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus vivente; por causa desta confissão, o Senhor lhe disse a Pedro: e eu também te digo que tu és Pedro (é dizer, pedra). A palavra também nesta frase liga a confissão de Pedro com a de Jesus. Posto que Simão Bar Jonas confessou a Jesus. Posto que Simão Bar - Jonas confessou a Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente, em, então também Jesus lhe confessou Pedro a Simão, pedra.&lt;br /&gt;((Agora bem, o mesmo apóstolo declara que também nós, todo o povo do Senhor, somos pedras vivas para ser edificados como casa espiritual e sacerdócio santo) 1 Pedro 2:4-5) Que é o que nos faz pedras vivas? Que significa ser cidadãos dos santos e filhos de Deus, membros de sua família e de sua casa? O feito de crer com o coração e confessar com a boca que Jesus é o Senhor, o Cristo, o Filho de Deus ressuscitado dos mortos, o qual demonstramos nele batismo voluntário e vivendo na virtude de sua graça.&lt;br /&gt;Simão Bar - Jonas foi convertido em pedra quando graças à revelação de Deus (e não meramente repetindo a carne e sangue) confessou a Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente. Ao igual que Pedro, nós também chegamos a ser pedras vivas para ser edificadas juntamente quando da mesma maneira confessamos a Jesus Cristo (por revelação direta do Pai pelo Espírito Santo), identificando-nos em público, voluntária e pessoalmente, com ele, para o qual nos submetemos conscientemente, cada um (Atos 2:38), a seu batismo (que significa imersão), e procuramos andar em seu Espírito.&lt;br /&gt;“Então Jesus depois de haver declarado: E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre está rocha edificarei a minha igreja; e as portas do Hades não prevalecer, contra ele” (Jesus Le disse a Pedro: “a ti te digo que tu és Pedro”), disse-lhe também a ele pessoalmente: “a ti te darei a chave do reino dos céus”, porem não lhe disse: sobre ti edificarei minha igreja, mas lhe disse:” sobre está rocha edificarei minha igreja” De usar a segunda pessoa, passou a usar a terceira, referindo-se aquela revelação do Filho que Pedro havia confessado. A pedra sobre a qual Jesus edifica Sua Igreja não é Pedro mas aquela confissão revelada diretamente do Pai a respeito de Jesus como o Cristo, o Filho de Deus vivente. Tal confissão de Jesus nos revela o Pai nos liga a este fundamento. Isto foi o que lhe fez Simão Bar_Jonas uma Pedra do edifício, edificado sobre o fundamento, Cristo Jesus, que lhe revelou o Pai e que ele confessou. Essa mesma confissão nos faz também n´so pedras vivas para ser edificadas sobre a mesma rocha sobre a que Pedro é edificado. Que porta do Hades pode prevalecer contra nós quando ao Pai lhe agrada revelar-nos o Filho? Jesus disse: “ todo aquele que vê o pai, e aprendeu dele, vive em mim” (João 6:45). Também disse Jesus: “ todo o que o Pai me dá, virá a mim; e ao que a mim vem, não lhe colocarei fora” (João 6:37). Isto foi o que sucedeu com Pedro e também com nós, graças a Deus viemos a Ele, e quem nos arrebatará de sua mão? Cremos com o coração e confessamos publicamente com a boca que Jesus é o Senhor, o Filho de Deus vivente, ressuscitado corporalmente e sentado a destra do Pai; lhe invocamos e fomos salvos, limpos por seu sangue no qual confiamos, havemos identificado-nos com Ele no Espírito, pela fé, e também nas águas batismais, afundando Nele e nelas, sepultados a semelhança de sua morte e nascidos Dele e nelas à semelhança de Sua ressurreição, da qual pela fé participamos realmente no Espírito, o qual nos batizou em seu corpo que é a igreja universal, uma só, manifesta em cada época e lugar com as igrejas das localidades, ou candeeiros, um em cada cidade, que é composto de todas as “pedras vivas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecemos que a Pedro, é dizer, Simão Bar - Jonas exclusivamente deu-lhe o Senhor as chaves do reino, cujo uso ficou estampado na vida do apostolo como fica suficientemente registrado no Novo testamento ele abriu as portas do reino a judeus e gentios, em pentecostes e na casa de Cornélio, respectivamente; já foram abertas e ficaram abertas também para nós, pelas quais entramos já crendo de coração em sua mensagem, cujo núcleo essencial nos ficou registrado nas Sagradas Escrituras, recebemos a Jesus sendo salvos da mesma maneira em que foram aqueles primeiros cristãos com os quais são um mesmo corpo, crendo na mesma mensagem e possuindo ao mesmo Cristo que nos liga em Espírito.&lt;br /&gt;Agora bem, aquele privilégio dado a Pedro de atar e desatar na terra ficando também assim no céu, também temos nós igualmente, pois foi dado por Jesus da mesma maneira a toda Igreja, quer dizer a cada igreja local, como consta em Mateus 18:16-20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor Jesus Cristo é, pois aquela pedra de canto na qual cremos e sobre a qual, igual a Pedro, estamos fundados, e por cuja virtude vivemos ligados a Ele diretamente, e em quem somos coordenados vital e espiritualmente com o resto do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este símbolo que representa a rocha sobre a que é edificada a Igreja como o Filho revelado e confessado, é a central e mais abundante do testemunho da interpretação patrística. O Professor Lannoy de Sorbona, Paris, deu a conhecer o resultado da investigação: oito dos chamados “pai” da Igreja interpretam a rocha como todos os apóstolos; 16 comosimplesmente Cristo; 17 como Pedro; e 44 como a fé que confessou Pedro. Nele fundou pode permitir La soma 16+44=60. inclusive Agustinho de Hipona, em suas retratações, aos 74 anos de idade, se retrata de haver ensinado em sua juventude a Pedro como rocha, e apresenta mais bem aquele a quem confessou Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos a examinar agora a passagem que nos recorda a ocasião em que Jesus disse a Pedro: apascenta as minhas ovelhas, devemos recordar que antes da tripla negação de Pedro Jesus lhe advertiu da seguinte maneira, Simão, Simão Satanás pediu para cirandar como o trigo, porem lhe roguei por ti para que tua fé não desfaleça; e tu uma vez voltas, confirma a teus irmãos (Lucas 22 31,32) Depois disso, Pedro lhe negou três vezes, porem arrependido, e chamando ao Senhor, quando este ressuscitou, foi perguntado também três vezes “Simão, filho de Jonas, me amas?” A pergunta era específica a Simão Bar - Jonas, a comissão também não fala aqui de sucessores. Foi Simão Bar - Jonas que lhe negou três vezes, porem volto, também três vezes lhe recomenda apascentar Suas ovelhas, o qual seria ele, “confirmar a seus irmãos” depois de voltar da caída. É algo pessoal e temporal a Simão Pedro Bar - Jonas, do qual não existe de estender a supostos sucessores em tão somente Roma, ademais, o alcance desta comissão é difícil entender-la como universal em vista das declarações do apóstolo Paulo em: Gálatas 2:7 e oito. Antes pelo contrario, como viram que me havia sido encomendados o evangelho da incircuncisão, como a Pedro o da circuncisão (pois o que atuou em Pedro para o apostolado da circuncisão, atuou também em mim para com os gentios)” Paulo fala de limites de jurisdição. O Senhor repartiu Sua vinha entre Seus servos e cada um deve render-se quantas vezes pelo que é responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é tanto estranho para nós que o nome de Pedro apareça em primeiro lugar nas listas dos doze apóstolos, em vista de seu privilégio de ter as chaves do reino e de ser chamado a apascentar os cordeiros do Senhor, porem isto não deve entender-se mais ali de cada pessoa exclusiva de Simão Pedro Bar - Jonas. Também Paulo menciona em outra ordem as colunas da igreja em Jerusalém: Jacó, Cefas e João, o qual seria inaudito se na morte de Paulo estivera o que está nas mentes dos seguidores da corrente romano-papista do século XX, nas quais se amontoaram séculos de prejuízos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao considerar os documentos escrituras e outros da antiguidade cristã, nos encontramos com um ambiente bastante diferente ao das pretensões atuais, e isso apesar das interpolações, recortes e falsificações de que foram objeto de obras patrísticas. O concilio de Trento pagou a inquisidores para expurgar as obras patrísticas de maneira que fossem suprimidas também aquelas frases e até parágrafos contrários ao papismo. Em 1564, Pio IV publicou o primeiro índice de obras a expurgar-se; em 1571 foi publicado outro em amberes; em 1584, outro em Madri, em 1588, outro em Veneza, e em 1607 se publicou em Roma a edição especial, ou seja, oficial do catálogo de livros a expurgar-se. O papa Clemente VIII aperfeiçoou o índice de Pio IV. Por exemplo, as obras de Cipriano de Cartago, quem abertamente se pronunciou contra as edições do bispo de Roma, foram por visto de alguma maneira manipulado, havendo recebido da antiguidade distintos textos divergentes no assunto de do Privado de Pedro. Também a famosa fita de Irineu induzida em favor da supremacia da igreja de Roma, é abertamente reconhecida como espurea por reconhecidos comentaristas romano-papistas. Se comparam as saudações das cartas autênticas de Inácio de Antioquia, se observará que sua saudação a igreja caritativa de Roma daquela época, em nada é superior a dos efésios, magnésios, filadelfos, esmirneos e tralios. Basta também ler a carta dos romanos aos coríntios por mãos de Clemente de Roma para captar o ambiente de duas igrejas irmãs e peregrinas. Assim que nem as Escrituras nem a tradução patrística cedo refere ao pontificado romano. O sumo pontificado atribuía-se herança da babilônia aos cezares como personalidades do estado pagão. Damaso I (366-384) tomou tal título para si quando o imperador Gracilhano reusou. O bispo de Roma Siricio reclamou jurisdição universal, porem em seus dias o império se dividiu. Foi recém com o concilio de Sádica no século iV, de tão somente ocidentais, quando se aceitou pela primeira vez a autoridade primada do bispo de Roma. Leão I (440-461) foi dos primeiros bispos de Roma que pelas circunstâncias da época obteve êxito político com o argumento de que a igreja está edifica sobre seus sucessores de Pedro, a saber, exclusivamente o bispo de Roma; enquanto ao estudar os documentos da controversa da época, fala-se que sua autoridade não era aceita pelas igrejas como infalível; pouco mais de um século depois dele, ainda o poderoso papa Gregório I, bispo de Roma (590-604) dizia que quem se fizesse ou pretendesse fazer bispo universal é precursor do anticristo, porem seu sucessor Bonifácio III (depois de Sibiniano) era declarado bispo universal pelo imperador Focas de Constantinopla em jogo político do século VIII, ao igual que leão havia obtido tal reconhecimento do imperador Valentianiano. Foi a autoridade do imperador e não um encargo de Pedro, nem das escrituras, nem da tradição, nem das igrejas, o que estabeleceu ao bispo de Roma sobre Ocidente com pretensão universal sempre resistida. A meados do século VIII, o Rey Pipino da França, deu a Estevão III o poder temporal. Nicolas I (858-867) foi o primeiro papa em usar a coroa apenas reusada por João Paulo I em nossos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falsos documentos foram os que serviram para refrear a marcar do pontificado na Idade Média, de maneira que ganhou estabelecimento. Porem ainda assim, antes de Pio IX e o primeiro Concilio Vaticano (1890), os papas se consideravam infalíveis e assim declaravam abertamente, por exemplo, Gregório VI e XIII, Clemente VIU e VII, Inocêncio II, Paulo IV, Adriano VI, este último que disse que os papas podem errar e que vários foram hereges. De Feito, dos sínodos marcaram 16 heresias de João XX (1330), e o concilio de Constança, que queimou a João Huss, declarou também herege a João XXIII (1410); Leão X, abertamente suspeito de ateísmo; Libério (352-60) firmou um uma profissão de fé arriana negando a divindade de Cristo; Zózimo se pronunciou a favor do paganismo (417-8); o nonoteismo do papa Honório foi condenado em três concílios ecumênicos, Juliano deu o visto bom a Marcelo de Ancira e sua sabelianismo do qual Hipólito de Roma havia também sindicado a Calixto. O concilio de Trento anatemizou doutrinas dos papas Inocêncio I e Gelasio I; Nicolas I e Gelasio se contradizem enquanto ao batismo, e Estevão II contradisse a outros papas em quando ao divórcio; sobre isto também se contradisseram Celestino I Inocêncio III e Adriano IV; Alessandro VI ratificou com bulas suas conservando-se dele duas bulas contraditórias fechadas no mesmo dia. Os requisitos de Eugênio IV para a ordenação, fazem invalidas as ordenações dos primeiros 10 séculos cristãos. Pascoal II e Eugenio III se contradizem com Julio II e Pio IV enquanto ao duelo, em fim, suficiente para meditar e investigar melhor. Qualquer homem pode falar porem ao tratar de pretensões de infabilidade em assuntos de fé e moral, é preciso considera muito detalhadamente os atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais disto. Por que precisamos um bispo de Roma seria o sucessor de Pedro? As escrituras e documentos mais antigos mostram que os apóstolos nomearam presbíteros que eram os bispos nas cidades com igreja. Tão somente a partir de Inácio de Antioquia (século II) se diferenciam presbíteros e bispos e não em todas as partes, é de esperar que Pedro e Paulo nomeassem bispos em muitos lugares (geralmente mais de um em cada cidade é o registro bíblico de Paulo). Entre todos estes bispos, por que precisamos o de Roma? A história mostra à política fazendo não ao apostolo. Ademais, as igrejas da Síria e Grécia são mais antigas de que as de Roma, que pretende ser a mais antiga; aquelas igrejas não concordam com esta. A forma atual do romano-papista é mais nova que a mesma reforma protestante, pois apenas se definiu na contra-reforma. Por acaso uma interrompida e confundida lista de papas nos assegura a verdade? Não pode dizer com esta certeza que tais papas foram na verdade sucessores de Pedro; a maioria não foi nomeada como Pedro havia nomeado aos bispos; tampouco se pode demonstrar que todos se ativeram a semelhança do apostolo Pedro; Por ele contrario, os documentos mostram que lhe contradisseram em várias ocasiões; vários papas herdaram a “sucessão” ao estilo “golpe de estado”, ou comprando o posto, porem o Espírito Santo não se compra. Outros foram feitos papas por famílias poderosas de Roma, ou reis e imperadores da França, Alemanha e ainda Constantinopla (focas). Nem a doutrina, nem a ordenação de Pedro ocorreu demostradamente por aqueles canais, por exemplo, o papa Grecencio derrotou e estrangulou a Benedito VI Benedito IX abdicou por seu tio Gregório VI em troca de rendas inglesas, porem voltou a reclamar o papado. Estará à infalibilidade sujeita a tais caprichos? São estes manipuladores da verdade que é a vida, ou ao menos da ordenação? Evidentemente não! Houve ainda grandes períodos com papas logo chamados antipapas por outros papas, rompendo a cadeia Que de quem confiaram em tal administração de sacramentos? As ordenações de papa Formoso foram anuladas por seu sucessor Estevão (896) no concilio cadavérico no qual foi julgado o cadáver desenterrado de Formoso, ao qual depôs de vestirem esplendidamente julgaram morto e sentenciaram a morte cortando-lhe a cabeça ao cadáver e os três dedos da bendição! Tal tipo de enredos nada tem que ver com nossa fé em Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade divina não pode depender de tais supostos sucessores; ela nos chegou por outros meios mais seguros fundamentados principalmente na providência divina, e é uma provisão vital atual. Jesus Cristo está vivo no presente e temos comunicação direta com ele, quem é a Verdade e a única Cabeça do Corpo, presente em todas as partes, contamos com Seu Espírito, com as Sagradas Escrituras, com o Corpo de Cristo e ainda com o que a tradição demonstra legitimamente apostólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amamos a igreja universal e somos parte dela; por meio do Espírito Santo e a substancia do evangelho a reconhecemos, e nos ajudamos uns aos outros como membros de Cristo a madurar Nele. É com dor pela Babilônia que saímos dela por mandado da palavra divina, para não participar de seus pecados nem de suas pragas, pois os reis da terra e suas nações se embriagaram com as fornicações da grande protituta vestida de púrpura e escarlata, embriaga no sangue dos santos. Não é algo disso a inquisição? O apostolo João identifica claramente a Babilônia com Roma e nada pode tirar sem gravíssimo perigo, esta porção da palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV Pela critica de Dom Antônio Colom, parece que ele não entende a diferença entre a Igreja universal, uma só, o Corpo de Cristo, e “ as igrejas locais” tais como Jerusalém, a de Antioquia, a de Efeso, a de Tesalonica e as da Galacia, as da Macedônia, as de Laodiceia, as da Ásia, as da Judéia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja universal, composta de todos os membros do Corpo de Cristo em toda época e lugar, começou a partir de Cristo com seus discípulos e no dia de Pentecostes teve o que poderíamos chamar sua “inauguração”, pois a partir dali foi derramado plenamente o Espírito Santo, que é o que nos batiza no Corpo (1coríntios 12:13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja universal teve um só começo ao qual estamos ligados todos os cristãos. E começou em Jerusalém, não em Roma; as igrejas da Judéia, Sumária, Galileia, Galacia e as da Síria e Grécia, etc. São mais antigas que as igrejas de Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa fé, ao nascer do testemunho direto dos apóstolos através de seus escritos, é tão antiga como quando Paulo escrevia a os romanos antes de visitar-los. Nossa fé nasceu e se alimenta pelo testemunho direto dos apóstolos através de suas escrituras, não nos apartamos deste testemunho, ademais fomos batizados nas águas por membros de Cristo e de Sua parte; o Espírito Santo nos batizou também, transformando-nos e convertendo-nos do mundo, do pecado e da incredulidade, ao caminho que é Cristo mesmo reproduzindo-se vitalmente entre nós (João 14:6). Não se nos pode destruir esta fé, pois foi o mesmo Pai quem pelo Espírito Santo, nos revelou o filho. O sangue de Cristo nos limpou de todo pecado e sua virtude nos participa a santificação como experiência real, inclusive, o Espírito Santo nos abençoou com dons espirituais, e a vários chamou diretamente ao ministério do apostolado. Mas em nenhum momento nos consideramos “outra igreja” nem seque organização nada em forma “exclusiva” como supõe o jesuíta Dom Antônio Colom em sua critica. Não temos necessidade de fabricar uma organização exclusiva que pretenda ser “outra igreja” não! Ainda que pertencessem a Cristo e Ele a nós, e somos já parte de Seu Corpo e recebemos a todos os verdadeiros cristãos como família universal, respeitando a jurisdição cidadã de cada candeeiro. E como disse o apóstolo Paulo: “a nada conhecemos segundo a carne” (2 Coríntios 5:16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, enquanto a igreja local “a qual acudir” Mateus 18:17), é lógico que a igreja do lugar se funde apenas na data se deu começo particular, o qual é diferente em cada lugar. Existem lugares onde ainda não foi fundada a igreja ali; quando o for, ainda no futuro, isso não faz menos verdadeira, uma vez que sua fé seja a mesma que pregaram os apóstolos cujo núcleo essencial para a salvação está registrado, graças a Deus, nas Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que se tratando de igrejas locais, é dizer, de cidades e lugares, não nos afeta qual seja primeiro ou depois, o que sim nos importa é que seja mesmo Espírito e o mesmo evangelho de Cristo e os apóstolos, para conhecer o qual acudimos ao Senhor ressuscitado, cabeça do corpo, e a seus pronunciamentos mais seguros os quais estão registrados na Bíblia, junto da explicação dos apóstolos, temos também o Espírito Santo e apreciamos também o ministério do Corpo. Não temos tampouco problema em ajudar uns aos outros e receber ajuda, em Cristo, se qualquer membro seu conhecido por seus frutos. Si a tradição extrabiblica pode demonstrar sem lugar a dúvida algo proveniente de Cristo e dos apóstolos que não se fale nas escrituras, o examinamos gozosos; porem uma coisa dizemos: nada pode pretender-se de origem apostólico que contradiga suas mesmas Escrituras. Estamos ao tanto sempre convencer ao Cristianismo de maneira que parte do que está edificando a “Babilônia” em vez de a Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós empero nascemos neste século, e não temos culpa do que sucedeu na história. Éramos pecadores mundanos perdidos, incrédulos e inconversos, porem agora somos cristãos, e uma coisa se sabemos bem: somos o fruto do Espírito Santo através dos escritos apostólicos, e amamos a igreja universal, a todas “As igrejas dos santos” (Apocalipse 2:23; 1 Coríntios 14:33; Romanos 16:4) e buscamos em Cristo acrescentar e aprofundar nossa comunicação superando as divisões criadas pelo diabo. Temos por certo que tão somente a verdadeira comum participação com e em Cristo vivo efetuara, com é o Seu ministério, a perfeita reconciliação entre os verdadeiros Cristãos, nascidos da água e do Espírito, na genuína regeneração evidente por seus frutos. A tal reconciliação estamos dispostos, porem uma mera unificação externa, política e hegemônica, alheia ao Cristo vivo, é vã para Deus e aproveitável para o diabo e seu anticristo. Mostra-nos Cristo e o receberemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dom Antônio Colom, ao parecer justificando os maus frutos dos que foram aspergidos sem crer e Mem querer, dizia em sua critica assim:” se entra a formar parte da Igreja por meio do batismo. E na Igreja de Cristo bons e maus ( veja a parábola do joio, Mateus 13:24). A Igreja de Cristo me a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar respondemos que na parábola do joio não é a Igreja o campo com trigo e joio, mas o mundo; o mundo é o campo onde o Senhor semeou o trigo (Sua Igreja) e o diabo a joio (Babilônia); pode ver a interpretação de Cristo mesmo em Mateus 13:37,38. Seria um absurdo considerar regenerado um impostor incrédulo, cujo fruto é o joio qual filho é mau. Se o filho do mau (joio) então não é regenerado e foi plantado pelo diabo no mundo entre a igreja, porem não é ela Paulo disse que o Espírito o que nos batiza no corpo no corpo (1 coríntios 12:13) e este se recebe havendo ouvido com fé (Gálatas 3:5, 14) mediante a qual invocamos ao Senhor no batismo (submersão) em Cristo y na água de parte de Deus Por isso Felipe respondeu ao eunuco “Se creres de todo coração, bem podes (ser batizado)”.&lt;br /&gt;Uma cerimônia de aspergi mento sem fé (que não é batismo) não regenera a ninguém, pois está desprovida do contato espiritual. Nada é regenerado por sua fé alheia; é a vida recebida de Cristo, por fé pessoal, conscientemente, que regenera.&lt;br /&gt;Dom Antônio Colom nos criticava por dizer que a Igreja é a suma dos regenerados em Cristo, pelo Espírito; e enfatiza a água, pois bem, entre nós recordamos sempre as águas batismais, e os que chegam crer são então batizados (submergidos) da parte de Deus nelas, obedecendo a Cristo; porem nossa ênfase, sem desconhecer a água, é na realidade espiritual, a fé pessoal e consciente, o ato voluntário, pois faltando isso, a água por si só não tem nenhum poder regenerador, como também da a entender o apóstolo Pedro em sua primeira carta (1 Pedro 3:31). Trata-se, pois, de levantamento da água pela palavra (Efésios 5:26) do levantamento da regeneração (Tito 3:5), a qual vem receber pela fé a Cristo (João 1:12; 1 João 5:1, 4,5, 1 Pedro 1:24, 3); tal fé a demonstramos e confessamos no batismo voluntário, sustentamos pois a sociedade de nascer não só da água mas também do Espírito (João 3:5,6).&lt;br /&gt;Faltando a sustância da fé e da realidade espiritual, o aspergi mento se converte em um mero formalismo que ninguém regenera. Paulo disse em colossences 2:12, que no batismo somos ressuscitados com Cristo mediante a fé em poder de Deus que levantou Cristo de entre os mortos. É esta a razão pela qual ao falar de regeneração, novo nascimento, enfatizamos a fé e o Espírito, precisamente para evitar a irresponsabilidade dos que confiam na mera aparência ritual e externa, atribuindo-lhe a água cerimonial o poder regenerador alienados do Cristo vivo ao que é necessário ir pela fé, na realidade espiritual. Ainda assim, cremos e praticamos também o batismo na água procurando fazer com toda sociedade e responsabilidade, pois não são as estatísticas o que desejamos provar, mais o céu.&lt;br /&gt;Agora, dom Antônio Colom contra este contexto nos disse, ao parecer ingenuinamente, que a Igreja de Cristo não são os regenerados mas “a sociedade cujo chefe é o sucessor de Pedro”, nos parece que se engana e nos quer também enganar. De que tipo de sucessor fala? E, sucessor em que sentido? Sabemos que se refere ao papa de Roma. Pois, bem todos os papas atuais, a quem apreciamos em quanto homens e inclusive amamos e pelos quais damos sinceros na manifestação da verdade, todos os papas atuais, dizia são sucessores de Martin V, feito papa pelo concilio de Constança convocado pelo imperador Segismundo de Alemania. Tal papa não recebeu a sucessão se nenhum dos três que lhe precederam a um mesmo tempo: Gregório XII da linha de Roma, Benedito Xiii da de Avignon e João XXIII da de Pisa. Estes três foram depostos pelo concilio de Constança. Por quê? Eram falsos? Ademais, com que autoridade? Se a linha de Roma desde Urbano VI a Gregório XII era falsa, está rompida a cadeia, e se era verdadeira, por que foi desconhecida e por que acatou a deposição?&lt;br /&gt;Por acaso, quem é o que sucede? Um título proibido por Cristo com diversos conteúdos? Se a linha de Roma acatou a deposição, se considerou a si mesma falsa, e então a linha de Avignon se4ria a verdadeira, a qual a partir de Urbano VI passou a Clemente VII, a qual sucedeu Benedito XIII que não acatou a decisão do concilio. Se a linha de Roma não era verdadeira, então era a de Avignon e por isso o papa não acatou a deposição do concilio, porem foi igualmente deposta e repudiada até o dia de hoje. Os “sucessores” atuais não provem de Avignon, e se é porque também esta linha era falsa, então não era senão começar de novo com Pisa, o qual não é sucessão. Alinha de Pisa não é herdará de Roma nem de Avignon; não pode ser, pois foram repudiadas; Como então iam suceder Pedro. Ademais, a linha de pisa herdou de João XXIII a quem o concilio depôs por herege e outras coisas, pois inclusive negava a imortalidade da alma. Em nosso tempo, outro papa tomou o homônimo de João XXIII, o qual significava reconhecer a deposição da linha de Pisa. Assim que Martin V, nomeado pelo concilio de Constança não é sucessor nem da linha de Roma deposta com acatamento, nem da linha de Avgnon deposta sem acatamento porem abandonada, nem da linha de Pisa que vinha pelo primeiro João XXIII também deposto. Então Martim V, a quem sucedem os atuais papas, não herdou nenhuma autoridade apostólica proveniente de Pedro, senão que provem da autoridade política do concilio de Constança, que demonstrou maior autoridade que os papas depondo a todos e fazendo um novo. Assim que os que pretendiam ser sucessores foram depostos e os atuais não vinha de nenhum deles, pois, como suceder a depostos? Se foram depostos não eram verdadeiros, então se sucedem a falsos o não sucedem a ninguém. A pretendida cadeia esta rompida; e pensar que esta não é a única ocasião em que aconteceu tal tipo de coisas, senão que apenas um exemplo entre vários. Se, vários papas foram derrocados por seus supostos sucessores e inclusive condenados por estes mesmos; vários foram entronizados por reis poderosos que no tinham de Pedro nenhuma autoridade para construir. Para nós, pois, Dom Antônio Colom, uma lista de papas não significa nada, se se conhecesse a verdadeira história de cada um desses nomes! São “excátedra” as bulas pontifica? Nelas se permite matar contradizendo a Cristo, se manda a desobedecer as autoridades civis contradizendo Sua palavra, se legitimam mentiras, se anatematizam verdades e ate feitos históricos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade, a vida o evangelho, o cristianismo, é muitíssimo mais que isso e até o dia de hoje existem herdeiros de heranças de verdade mais antigas que a mesma data da vista apostólica a Roma.&lt;br /&gt;Que necessidade seria desprender-nos de Cristo y de suas palavras seguras pelos apóstolos nas Escrituras, e fazer depender nossa salvação de ocorrências inesperadas de uma galeria variada! Um só mediador teremos entre Deus e nós: Jesus Cristo homem, em cuja virtude. Que nada pretenda separar-nos deste Mediador interponiendose! Estamos asidos da cabeça e somos o corpo! Somos a Igreja Temos Seu Espírito! Temos voz e voto! Temos também responsabilidade pela qual respondemos diretamente ao juiz toda carne: o filho de Deus, Jesus Cristo o Senhor.&lt;br /&gt;Ao estudar a história, lamentavelmente nos parece que a instituição romano-papista foi a causa de terríveis males, e ainda hoje, é também triste dizer, a multidão de seu povo que diz adepto a ela sem conhecer-la, são em sua maioria indiferentes, pegos ali sem vontade própria, e até usados para escarnecer, e o que é pior, não conhecem ainda o caminho de salvação, o Evangelho. Basta uma conversação para notar-lo. Perdoe-me por favor se fiz um desmedido entusiasmo nesta resposta, porem é assim como expressamos nosso sincero desejo pela genuína salvação das almas; confiemo-nos no Filho de Deus e Seu sacrifício definitivo, conhecemos pela graça de Deus a virtude de Seu Espírito que nos converte verdadeiramente a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V No artigo criticado por Dom Antonio Colom, dizemos que o Espírito Santo inspira as Escrituras e a Igreja; com base em um tempo presente literário, porem o jesuíta nos corrigiu dizendo que o Espírito inspirou (passado) as Escrituras e agora (presente) inspira a igreja. Muito obrigado, é verdade que e no passado que o Espírito inspirou as Escrituras, não obstante também dizemos que hoje o Espírito Santo segue operando através das Sagradas Escrituras.&lt;br /&gt;E para terminar, o jesuíta Colom, pergunta que queria dizer ao dizer que “a Igreja no canoniza o Canon; este é canônico em si”.&lt;br /&gt;Bem, êxito o que se quer dizer: Não é a Igreja a que le da o caráter sagrado aos livros da Bíblia, senão que estes são sagrados em si mesmo, e a Igreja meramente os reconhece; neste sentido, a Igreja não tem direito de modificar-los; alem do mais, tais Livros falam por si mesmos. A providência de Deus, não somente a Igreja nos conservou. Paraguai 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dá a ela como ela os dá e paga - Le o dobro segundo suas obras, no cálice em que ela preparou bebida prepara-lhe a ela o dobro. Alegra-te sobre ela... e vós santos apóstolos e profetas porque Deus os fez justiça nela.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sun, 04 Jan 2009 04:28:46 UT</pubDate>
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            <title>A PLENITUDE DE CRISTO</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=2221250</link>
            <description>A Plenitude de Cristo- Gino Iafrancesco V&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo enviado pelos irmãos da cidade de São Gabriel-RS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto ao conceito chave de Koinonia que significa comunhão, devemos considerar outro conceito chave que está estreitamente relacionado, que é o conceito de Plerona, que significa plenitude, tal como este é usado na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. Sem dúvida o conceito de plenitude está relacionado a Deus, a Cristo e a Igreja, e também na comunicação entre estes. O Novo testamento nos fala da Plenitude de Deus (Ef. 1:23; 3:19; Col. 1:19; 2:9), e da Plenitude de Cristo (Jo 1:16; Ef 4:13), geralmente relacionado à Igreja ao Corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;... Agradou ao Pai que em (Cristo) habitasse toda plenitude&amp;quot; (Col. 1:19).&lt;br /&gt;&amp;quot;... nele (Cristo) habita corporalmente toda a plenitude da divindade&amp;quot; (Col. 2:9).&lt;br /&gt;&amp;quot;... a Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que o enche em tudo&amp;quot; Ef 1:23)&lt;br /&gt;&amp;quot;... que sejais cheios de toda plenitude de Deus&amp;quot; (Ef. 3:19&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;.&lt;br /&gt;“... de sua (de Cristo) plenitude tomamos todos, e graça sobre graça&amp;quot; (Jo 1:16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma observação detalhada destes versos nos permite ver que Deus o Pai entregou toda plenitude a Cristo, e por sua vez, o filho entregou toda plenitude a Igreja que é seu corpo. Deus, o Pai é aquele que tudo enche e há de encher em tudo, a Ele agradou que no Filho habitasse toda plenitude. Porem entregou a seu filho uma esposa, a Igreja que é seu corpo. Portanto este último é o complemento da plenitude de Cristo. O Cristo da plenitude é, pois, um Cristo corporativo que se há incorporado com a plenitude de Deus dentro da Igreja, para encher de si e expressar-se por meio dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto grego, a palavra plenitude, quando se refere à palavra de Deus e a de todas as coisas, é Pleroma, porem quando se refere à plenitude de Cristo, como em Ef 4:13 e em Jo 1:16, é Plerómatos. Ambas provem do verbo Plero que significa cheio, cumprir, encher. O qual nos indica o desejo de Deus de encher consigo mesmo a Igreja mediante Cristo. Pelo qual disse Jesus Cristo: &amp;quot;Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade...&amp;quot; (Jo 17:23a). E antes havia dito: &amp;quot;A glória que me deste, eu dei, para que sejam um, assim como nós somos um&amp;quot; (Jo. 17: 22). De modo que a plenitude está relacionada com a unidade e a unidade com a comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que é do Pai, é do filho igualmente, pois o Pai lhe entregou todas as coisas (Jo 16:15; MT. 11:27; 28:18). Agora bem, pois o que o filho recebeu do Pai, o filho há entregado a Igreja, por isso se vê a Igreja como o corpo de Cristo, o Cristo corporativo. Falamos do Cristo corporativo porque dEle nos fala a Bíblia. Na primeira epistola aos coríntios escrevia o apostolo Paulo: &amp;quot;Porque assim como o corpo é um e tem muitos membros, porem todos os membros do corpo, sendo muitos, são um só corpo, assim também Cristo.&amp;quot; (1 Cor. 12:12). Claro esta que se refere a da Igreja, porém Paulo pelo Espírito Santo disse: &amp;quot;assim também Cristo&amp;quot;. Quer dizer que Cristo é como um corpo que tem muitos membros. A este o qual chamamos de corporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È necessário compreender o mistério de Cristo como o corpo de Cristo (Ef. 3:3-6), ou seja, o Cristo corporativo (1 Cor. 12:12), para entender melhor o que significa a Plenitude de Cristo e então ver também suas implicações. Em Efésios 1:10 nos disse que o propósito de Deus é reunir em Cristo todas as coisas nos céus e na terra, na economia do cumprimento dos tempos. Porem no verso seguinte se vê que este Cristo corporativo, pois disse: &amp;quot;nele assim mesmo tivemos herança...&amp;quot; (Ef 1:11). De modo que a plenitude de Deus e a plenitude de Cristo estejam intimamente relacionadas à Igreja, colocando sobre ele as responsabilidades próprias do que implicam seus privilégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus se dispensou a Igreja em Cristo pelo Espírito para que a Igreja lhe contenha e lhe expresse corporativamente; e falar, em suas relações; em sua unidade e em sua comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plenitude de Cristo implica a plenitude de Deus, pois nEle habita corporalmente toda plenitude da divindade. Também implica a plenitude de Cristo a incorporação divina em todos os membros de seu corpo. Por isso, quando se define o que é a Igreja, neste sentido, se declara o corpo. Colossenses disse que o corpo de Cristo é a Igreja (Col. 1:24), e Efésios disse que a Igreja é o corpo (Ef 1.23). A Igreja se define como o corpo e o corpo se define como a Igreja. Não outra coisa é, pois, a Igreja, senão a plenitude daquele que tudo o enche em tudo. &amp;quot;(Deus) submeteu todas as coisas debaixo de seus pés (de Cristo) e lhe deu por cabeça da Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo o enche em tudo&amp;quot; (Ef 1:22, 23). Na expressão Paulina &amp;quot;seu corpo, a plenitude daquele...&amp;quot; podemos ver a Deus, a Cristo e a Igreja estreitamente unidos como um só organismo. Por isso a expressão corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que Deus se relaciona a Cristo, Cristo se relaciona a Igreja, a Igreja se relaciona ao corpo, e corpo se relaciona a plenitude. Temos então que também a plenitude de Cristo é a plenitude de Deus na Igreja. A Igreja, pois, deve tomar consciência de si mesma em Cristo e em Deus, e atuar em conseqüência. O qual trás muitas implicações para sua unidade, comunhão e ministério corporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRES IMPLICAÇÕES PRÁTICAS DEVEMOS VER AGORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª A Igreja como corpo de Cristo, a plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica conter tudo o que é de Deus e Cristo enquanto a riquezas na natureza, ganhos, revelação e experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª A Igreja como corpo de Cristo, ou como o Cristo corporativo, implica conter todos os membros do corpo de Cristo. É incluir a todos os filhos de Deus, a todos os comprados com o sangue de Cristo e regenerados por seu Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3ª A Igreja como corpo de Cristo implica que cada membro exerça sua função Cristo, pelo Espírito.&lt;br /&gt;Somente então teremos à Igreja em plena propriedade, PLENITUDE, se bem que ela permanece aqui durante toda sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Igreja implica, pois, ser um vaso corporativo para a plenitude das riquezas de Cristo. Tudo o que é de Deus e Cristo, no Espírito, deve ser recebido, contido, vivido e expressado pela Igreja. Deus mesmo, Cristo mesmo, o Espírito mesmo, são contidos na Igreja. Também toda sua obra e toda sua doutrina, todos seus dons e mistérios, suas diversas operações. Não pode haver algo que seja verdadeiramente de Cristo que a igreja rejeite, pois esta é seu corpo. Portanto não devemos dividir a Igreja por assuntos misteriosos, nem de dons, nem de conteúdos bíblicos, nem de práticas bíblicas. A Igreja para ser verdadeiramente e não deslizar-se ao partidarismo, deve aceitar todas as doutrinas bíblicas, todos os dons bíblicas, todos os mistérios bíblicos, todas as praticas bíblicas. Tudo o que é bíblico e espiritual, tudo o que provem de Cristo, deve ser admitido na Igreja e deve viver nela e não só por alguns membros.&lt;br /&gt;Porem é um grave erro rejeitar algo de Cristo. Quando algo de Cristo é rejeitado, quem rejeita se coloca em lugar da cabeça, Cristo e converte a seus seguidores em divisão. A Igreja como o corpo da plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica, receber, conter, viver e expressar tudo o que legitimamente é de Cristo. O partidarismo consiste também em rejeitar algo de Cristo, ou em reunir-se parcialmente só em redor de alguma parte de Cristo. A plenitude implica no todo de Cristo na Igreja em seus dois sentidos, o universal e o local. Qualquer grupo cristão que deseje algo de Cristo, não pode pretender não ser partidário e tampouco pode pretender estar expressando a realidade da Igreja. É uma divisão, um grupo, um partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando contém tudo o que é de Cristo, tudo o que é de seu Santo Espírito, tudo o que é bíblico apropriadamente trazido, é da Igreja. A Igreja deve caracterizar-se, pois, também, por seu conteúdo de Plenitude em Cristo, posto que é seu mesmo corpo. Se somente queremos certos aspectos da doutrina e desprezamos ou descuidamos outros, se só queremos ver uma cara, um ângulo e um só aspecto, como os querubins, então estaremos tendo uma atitude partidária e não a atitude própria da Igreja como corpo da plenitude daquele que tudo o enche em tudo. Sectarismo significa partidarismo, que é dividir a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja, para ser conseqüente com sua própria realidade quanto corpo da plenitude de Cristo, deve permitir que em seu seio todos os irmãos em Cristo possam manter, viver e expressar tudo aquilo que é de Cristo e que se encontra nas sagradas escrituras, uma vez que estas sejam trazidas adequadamente. Quando proíbe a certos irmãos praticarem algo que é bíblico, então se estará mutilando um aspecto de Cristo. Em respeito a esta implicação presente, as Sagradas Escrituras dizem claramente: &amp;quot;... a Igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo enche em tudo&amp;quot; (Ef. 1:23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, tudo o que é de Deus e Cristo, tudo o que é legítimo do Espírito Santo e todo o que é corretamente bíblico em seu traço apropriado, deve achar-se na Igreja, permitir-se na Igreja, ser testemunho da Igreja. De outra maneira, tal testemunho não será o próprio testemunho da Igreja, senão o próprio partido, de um grupo, de uma divisão, do que a bíblia chama, no idioma grego, uma heresia. Se todos os irmãos em Cristo entendessem isto e atuassem corretamente, então as divisões começariam a ser desfeitas. Já não dividiremos aos irmãos por distintos ângulos válidos de uma doutrina menor, nem tampouco envolta de diferentes ministros, nem por assuntos de prática ou de certos dons, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampouco deve a Igreja acrescentar na plenitude de Cristo outras coisas estranhas a Ele, a seu Espírito e das Escrituras, porque então obrigariam aos santos fieis a manter distância de tais coisas porserem estranhas. Não podemos pretender, com a desculpa da plenitude de Cristo, introduzir coisas estranhas a Cristo mesmo, Sua plenitude não inclui coisas estranhas a Cristo mesmo. Sua plenitude não inclui os elementos estranhos a sua natureza e a sua palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porem não somente conteúdos espirituais e praticas bíblicas correspondem à plenitude de Cristo. Também pessoas. O corpo de Cristo, como a plenitude daquele que tudo enche em tudo, implica também, em segundo lugar, a acolhida completa de todos os irmãos em Cristo Jesus enquanto estejam nele. O corpo de Cristo está formado por todas aquelas pessoas que tenham sido de fato redimidas por Cristo, que o tenham recebido efetivamente em sua vida e tenham sido regeneradas por seu Santo Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODOS OS MEMBROS DE CRISTO PERTENCEM AO CORPO DE CRISTO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém foi nascido efetivamente de novo em virtude de Cristo e em seu sangue foi redimido, então é um membro de Cristo e também parte de seu corpo. A receptividade da Igreja não deve ser maior nem menor que a de Deus em Cristo. É dizer, que se o Pai, graças a Cristo, tenha tomado como filho uma pessoa, nós, todo o corpo de Cristo, estamos obrigados a receber-lo como irmãos. Ou então não estamos nos sujeitando à cabeça, mas constituindo a nós mesmos como cabeça, com a qual desejamos atuar como seu corpo e nos convertemos em uma seita de nossa própria confecção. Também, por outra parte, somente o corpo de Cristo mesmo é o corpo de Cristo. Se a parte pode representar ao todo, no entanto não pode substituir a esse todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por uma parte, Deus não recebeu a uma pessoa como filho, a Igreja tampouco pode considerar como irmão neste sentido, pois deixaria de atuar como o corpo de Cristo e introduzira em sua comunidade pessoas somente do mundo. A quem Deus ainda não recebe neste sentido de filho por efetiva regeneração, tampouco a Igreja pode considerá-lo um de seus membros. Porem, por outro lado a todos, todos, os que o Senhor há recebido como filhos, nós, a Igreja, devemos receber como membros próprios do corpo de Cristo. E se vivem em nossa mesma localidade, população, município, aldeia ou cidade, pertence então com pleno direito a única igreja de tal população, a qual deve incluir a todos os membros do corpo de Cristo em sua respectiva localidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma igreja local bíblica normal é aquela que em sua população, aldeia ou município respectivo, recebe a todos os santos em Cristo Jesus que estão em sua jurisdição. Veja por exemplo, a filipenses 1:1: &amp;quot;... todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos,...&amp;quot; Nenhum irmão legítimo em Cristo Jesus deve ser rejeitado. De outra maneira, estamos atuando como seita. A seita não inclui a todos os que Deus inclui, senão somente a seus partidários, deixando de fora a legítimos filhos de Deus em Cristo. O corpo de Cristo Significa: todos os membros de Cristo. Nesse aspecto podemos ver, por exemplo, na seguinte expressão bíblica: &amp;quot;... que habite Cristo pela fé em vossos corações, a fim de que arraigados e firmados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento, para que sejais cheios de toda plenitude de Deus&amp;quot; (Ef. 3:17-19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A largura de Cristo incorpora e compreende a todos os filhos de Deus nEle. Para compreendê-la, como também a todas as medidas de Cristo, é necessário fazer com todos os santos. A plenitude de Deus tem como vaso que contem a todos os santos na unidade orgânica de um só corpo. De modo que qualquer grupo cristão que pretenda excluir de sua comunhão a algum dos santos membros de Cristo, está atuando como seita e não está dando o testemunho do corpo de Cristo, pois ali a cabeça deixou de ser Cristo Jesus e passou a ser daquele que decide em lugar de Jesus Cristo a exclusão dos que Cristo inclui em seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro está que isto não significa incorporar a Igreja todos os pecados, erros e sistemas bíblicos que tenham os filhos de Deus, pois a Igreja tem sua própria disciplina conforme a palavra escrita de Deus. Porem todas as pessoas regeneradas efetivamente em Cristo Jesus devem ser reconhecidas na Igreja como membros do corpo de Cristo e ter uma parte plena na Igreja de sua respectiva população, localidade, aldeia ou município. Uma coisa é a pessoa e outra o pecado, o erro, o sistema. As vezes devemos corrigir os pecados, os erros e os sistemas, porem sem descartar as pessoas, se esta é de Deus. A Disciplina busca liberar sua pessoa para plena comunhão normal do corpo de Cristo, na santidade, na verdade e nos princípios bíblicos de conduta cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algum grupo cristão pretende andar sem contar com todos os filhos de Deus em sua respectiva população, sua atitude não é própria da igreja, nem seu testemunho do corpo de Cristo, se bem que todos os filhos de Deus pertencem a esse corpo. A Igreja em sua respectiva localidade ou município deve atuar como tal, mediante uma atitude inclusiva, com respeito a todos os filhos de Deus. Se alguns filhos de Deus não querem participar dessa comunhão ampla, senão que a restringem a algo menos que o corpo de Cristo, e se querem reter seus grupos partidários, em vez de incorporá-los a comunhão plena da Igreja Universal e em sua própria população ou localidade, então a Igreja segue sendo ela mesma, pois não é sua culpa, como igreja, senão que é de quem resiste à comunhão e integração plena de todos os filhos de Deus como uma só Igreja universal e em cada município ou localidade. As pessoas se excluem da comunhão plena da Igreja universal e local, porém a Igreja é inclusiva em sua atitude e princípios a todos os membros do corpo de Cristo. Não é culpa como representação da Igreja, se alguns dos mesmos filhos de Deus e membros do corpo de Cristo se mantenham partidários. A culpa dessas pessoas não tira a legitimidade da Igreja como tal, nem na questão universal nem na questão local, nem em sua representação, pois ela mesma e sua representação são inclusivas. Porem ainda assim, deve sempre assumir o encargo de guardar a unidade do Espírito e alcançar a unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus e buscar a unanimidade em torno de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porem, o corpo como plenitude de Cristo, tem uma terceira implicação que já marcamos. Não é suficiente receber e reconhecer a todos os filhos de Deus na comunhão da igreja; também é necessário, para que a plenitude seja tal, que cada um esteja em pleno funcionamento, exercitando e exercendo em seu espírito humano e no espírito de Jesus Cristo, sua própria função, atividade, dom, ministério, operação, em Cristo conforme a palavra de Deus. As vezes recebemos aos irmãos, porem não lhes permitimos funcionar plenamente como Deus quer que funcionem. O desprezo, a inveja, a rivalidade, a manobra política, a presunção a religiosidade e outros fatores não santos, e também a ignorância, a negligência, a omissão e outras coisas, estorvam a plena manifestação da plenitude de Cristo em seu corpo. Como pretender a plenitude se alguns membros são restringidos em sua função legítima e plena? Claro que isto não significa dar lugar a carne com a escusa de abertura e generosidade, abrindo-se imprudentemente a exercícios e atividades não nascidas no Espírito de Deus. Por uma parte todos os santos são sacerdotes e devem ser levados a seu pleno funcionamento, porem deve examinar-se tudo sem romanticismo nem ingenuidade, abstendo-se de coisas estranhas com a devida propriedade, moderação e radicalidade. Porem é vergonhoso que certos membros, para somente se sobressaírem não permitem aos outros funcionarem, menosprezam, rebaixam, desconhecem, impedindo-lhes de funcionarem a sua plena capacidade. A verdadeira liderança no ministério consiste em aperfeiçoar os santos para que eles façam a obra do ministério e edificação sem que monopolize o controle mediante manobras da carne. Muitas coisas devem ser corrigidas no nome do Senhor Jesus! O legítimo ministério esta constituído, pois, por Deus, para aperfeiçoar aos santos para a obra do ministério; é dizer, para levá-los a seu pleno funcionamento sacerdotal como membros do corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plenitude de Cristo implica em tudo o que é de Cristo em todos os que são de Cristo, e cada um na plenitude de sua função. Essa é a Igreja. Algo menos é imperfeito e divisionário. Escrito está: &amp;quot;E Ele mesmo constituiu uns apóstolos, a outros profetas, a outros evangelistas, a outros pastores e mestres, a fim de aperfeiçoar aos santos para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo até que todos cheguem à unidade da fé e do conhecimento do filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura e da plenitude de Cristo.&amp;quot; (EF. 4:11-13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Deus submeteu todas as coisas debaixo dos pés de Cristo, e lhe deu por cabeça sobre todas as coisas da igreja, a qual é seu corpo, a plenitude daquele que tudo enche em todos.&amp;quot; Ef 1.22,23</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sun, 04 Jan 2009 04:18:20 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=2183777</link>
            <description>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                    (1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después de la caída del hombre, cuya realidad está muy bien documentada en nuestra propia condición humana, aparte de las declaraciones infalibles de la Palabra de Dios,  Yahveh Elohim se dirigió a la serpiente antigua, Satanás, con palabras muy solemnes. El enemigo realmente hizo muchísimo daño sometiendo al poder del pecado y de la muerte a la naturaleza humana, dejándonos destituídos de la vida y gloria divinas. Pero ese grande y terrible desafío a Dios y a Su propósito, ya era de antemano conocido por el único Señor, el cual lo permitió para hacer notorias Sus grandezas y Poder. Entonces, cometida ya la profanación, dijo Yahveh Elohim a la serpiente: &amp;quot;Por cuanto esto hiciste, maldita serás entre todas las bestias del campo; sobre tu pecho andarás, y polvo comerás todos los días de tu vida. Y pondré enemistad entre ti y la mujer, y entre tu simiente y la simiente suya; ésta te herirá en la cabeza, y tú le herirás en el calcañar&amp;quot; (Sefer Toledot Adam, Gn.3:14, 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de entonces la serpiente se arrastra alimentándose del polvo de la tierra de que fue hecho el hombre; necesita del poder latente del alma del hombre para cabalgar. Los demonios necesitan de los cuerpos hechos del polvo, así sean cerdos, para canalizarse y hallar reposo. Los demonios se alimentan de la mesa de los demonios aderezada por los hombres; por lo cual se reúnen como moscas alrededor de los sacrificios idolátricos. La serpiente engañó a la frágil mujer; pero ahora, la frágil mujer, según la promesa proto-evangélica de Yahveh Elohim, concibió una Simiente, La Simiente de la Mujer, el Hijo de la Vírgen, Emanuel, que aplastó la cabeza de la serpiente, aunque fue herido en el calcañar; es decir, mientras quebrantaba la cabeza de la serpiente en la cruz. Entonces, también,  la enemistad que atravesaría la historia, entre la serpiente y la mujer, y sus respectivas simientes, comenzó. Caín, molesto por la insuficiencia de su justicia propia, se ensañó contra el heredero de la gracia, y lo mató. Caín también hubiera podido ser heredero de la gracia divina, si también se cubriese, como Abel, con la sangre del Cordero; pero prefirió escoger la senda errante de los que se alejan por sí mismos de la presencia de Yahveh Elohim, y pretenden vivir en base a sí mismos, sin alimentarse del fruto del árbol de la vida divina, disponible tras la reconciliación de la expiación, prefigurada en las ofrendas de Abel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La enemistad, puesta por Yahveh Elohim entre las dos líneas y simientes, no ha dejado de circular por las páginas de la historia, sobre todo en lo que atañe al paradigma de la familia de los fieles a Dios, enfrentado al paradigma polifacético de los que, como hijos del diablo, sus deseos de desplazar y remplazar a Dios por sí mismos, quieren cumplir. En el meollo de la explicación de los distintos conflictos históricos, se encuentran estos dos paradigmas enfrentados: el divino y el de la serpiente. Escudriñados los motivos humanos tras sus mitologías, religiones, filosofías, teorías, políticas y culturas, etc., se descubre mimetizado en el fondo, uno u otro paradigma. Acerca, pues, de esa enemistad puesta por Dios, de esa guerra necesaria e ineludible, hay mucho que decir, y mucha tela que cortar. El trasfondo profundo de esa enemistad, se traslada a los distintos campos del saber y del vivir humano. Y no debemos ser ingenuos, pues la guerra ya nos rodea, y entre nosotros ya se encuentra milenios ha. Por eso La Simiente de la Mujer, Jesucristo, dijo claramente: &amp;quot;El que no es conmigo, contra mi es; y el que conmigo no recoge, desparrama&amp;quot; (Mt.12:30; Lc.11:23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoy leemos u oímos de filosofías monistas, dualistas, panteístas, deistas, por un lado, o teistas, por otro; de evolucionismo, o de creacionismo; de alta crítica modernista liberal, o conservadora; de medicinas alternativas de trasfondo panteista y dualista, y hasta paranormal, o de procurar una ciencia objetiva e integral; por un lado, de antisobrenaturalismo y naturalismo a ultranza, o sobrenaturalismo, por el otro lado, etc. Todo este maremagnum de tendencias, incluso en las teorías económicas, esconde bajo sus espumas, el conflicto paradigmático de raíz proto-evangélica del que hacemos mención. Incluso también, con muchísima más razón, y por causa de una mayor cercanía al núcleo vital del asunto, las guerras de religión, incluso en su campo meramente cultural, se encuadran perfectamente dentro de este diagnóstico de orígen bíblico. El acatar o no a la Biblia como depositaria de la legítima y divinamente inspirada Palabra de Dios, está dentro del mismísimo meollo de la enemistad prevista. El terreno para todo tipo de hostilidad está perfectamente abonado, y es ingenuo pretender confiar en un contradictorio humanismo globalista meramente pragmático. ¿Pragmatismo en qué dirección?. Los humanistas globalistas pragmáticos, principalmente las élites usufructuarias, se levantan en su propio fundamentalismo draconiano, contra todos los demás fundamentalismos. Pues realmente la guerra es entre fundamentalismos, entre lealtades; y al final de todo, estas últimas lealtades se reducen a dos: para con Yahveh Elohim, o para con la serpiente. Valdría la pena continuar penetrando tras los velos de esta singular contienda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colombia, Bogotá, 2008.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 12 Dec 2008 00:51:37 UT</pubDate>
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            <title>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=2183773</link>
            <description>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regiones de campo.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El amplio campo general, donde se pelean las grandes batallas de la fe, según una breve introducción al discernimiento del conflicto de paradigmas, podría subdividirse en varias regiones, de acuerdo al contenido, que podríamos llamar dogmático. Dogma se ha dado en llamar a cada una de las grandes verdades reveladas por Dios, y que se derivan directamente de las Sagradas Escrituras. Por ejemplo, podríamos reconocer algunas regiones de ese campo general, en el mismo hecho de la Revelación Divina acerca de Dios mismo como Uno y Trino; igualmente en lo relativo a la Encarnación del Verbo de Dios, a la Expiación, a la Resurrección, al Espíritu, a la Justificación por la Fe, a la vida santa, al cuerpo de Cristo, al propósito eterno de Dios y el futuro. También, por otra parte, se reconocerían regiones especiales del campo de batalla, en aquellos respectos que han sido característicos del Judaismo y Cristianismo Bíblicos, tales como los conceptos mismos de revelación, creación y redención, que caracterizan a estas dos grandes religiones complementarias. Pero todos estos ítems fundamentales de la fe revelacional bíblica, que constituyen las columnas del paradigma llamado &amp;quot;de la Simiente de la mujer&amp;quot;, en contraposición al llamado &amp;quot;de la serpíente&amp;quot;, tienen su mismo nido en el hecho histórico de la existencia de las Sagradas Escrituras: El Antiguo y Nuevo Testamentos. De manera que la Bibliología llega a resultar el campo de batalla medular, la punta de lanza, donde se juega el pulso contra la apostasía y la herejía. Sí, la apostasía ha escogido como uno de sus blancos favoritos, la sacralidad de las Escrituras Judeo-Cristianas. Así como la herejía brota en las regiones de la hermenéutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La batalla alrededor de la Revelación Divina.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los grandes líderes que ha conocido la humanidad, a quienes los hombres siguen, y que se alínean bajo una u otra bandera paradigmática, desde la más arcaica antigüedad, alinderaron sus posiciones en relación a la Revelación Divina. El hecho, pues, de ésta, hace que los hombres se identifiquen o con el paradigma &amp;quot;de la Simiente de la mujer&amp;quot;, o con el paradigma &amp;quot;de la serpiente&amp;quot;. El Sefer Toledot Adam nos presenta el significativo relato primigenio del asalto de la serpiente a la inocencia humana. Por eso la Apocalíptica Sacra Neotestamentaria le llama al dragón como el engañador de las naciones. Y el Toledot recién mencionado y otros Rollos Sagrados (como Isaías y Ezequiel) nos desnudan el núcleo de la intención draconiana. Se intenta sustituir a Dios por el sí mismo, para lo cual se le tergiversa a Dios con el propósito específico de hacerle malentendido y desfigurar Su verdadero carácter y el de Sus propósitos. Y esto se realiza con el fin de usurparle la debida adoración. Esa es la raíz de la paganización, la cual está detrás de las teogonías y teurgias mitológicas. Teogonías en cuanto al supuesto orígen de los llamados dioses; y teurgias en cuanto a sus supuestas obras. La llamada Nueva Era de hoy, es apenas la misma vieja era de nuevo. A las teogonías y teurgias siguen las cosmogonías hasta desembocar en los variados evolucionismos actualizados. Tales son las raíces religioso-filosóficas y pseudo-científicas del paradigma draconiano contemporáneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes influencias sobre la humanidad.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigadores actuales y anteriores, colocan a Jesús, Mahoma e Isaac Newton, como las mayores influencias sobre la humanidad, seguidos quizá por Marx, Nietzsche, Freud y Darwin. Otros quisieran ver en esa lista privilegiada quizás a Moisés, Pablo y Lutero, a Buda y Zoroastro, Kant y Hegel, Kierkegaard o Heidegger, Einstein y algún otro moderno o posmoderno. Dificilmente todos estarían de acuerdo, por causa precisamente de la escogencia de paradigma en las simpatías de carácter personal. Dios mismo nos ha concedido este breve (en relación con la eternidad) paso por la vida, para que tengamos la ocasión de tomar posición personal, aunque Él soberanamente se reservó, por gracia y por derecho, a los niños y a los abortados, además de &amp;quot;la descendencia de la mujer&amp;quot; del apocalíptico proto-evangelio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a Jesús, el Señor Jesucristo, Su bibliología y Su hermenéutica fueron fideístas; es decir, fieles al contenido de la Revelación Divina en las Sagradas Escrituras. Enseñó que las Escrituras no pueden ser ignoradas, ni abrogadas, ni quebrantadas, sino que los cielos mismos y la tierra pasarían antes que fallase una sola yod o daguesh lane de ellas en cumplirse. Ante toda tentación respondió con el Escrito está. Y aún en Su resurrección histórica se ocupó de enseñar lo que las Escrituras decían. Así que el paradigma genuinamente cristiano es fiel a la mente de Cristo, pues es formada por Él.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mahoma mismo confesó en el Korán al Señor Jesucristo como Verbo y Mesías ascendido que regresará, pero sin entender lo que eso significa; por eso son hoy los musulmanes, y no la cristiandad, los que guardan, en el Monte de los Olivos, la mezquita que recuerda Su ascención. Mahmud Amanidejad, líder chiita iraní actual, presidente de Irán, confesó recientemente en las Naciones Unidas, el retorno de Jesucristo acompañado del esperado Mahdi chiita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Newton realmente se preocupó más de profecía que de la gravitación universal. Su libro de Principios Matemáticos de Filosofía Natural, según él mismo confiesa, era apenas para él un hobbie; lo que realmente le trasnochaba era entender a Daniel y al Apocalipsis de la Biblia. Su obra al respecto es sobresaliente y recomnedable especialmente al respecto del desarrollo de los 10 cuernos de la cuarta bestia de Daniel 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marx, en su juventud, escribió acerca de las palabras de Jesús registradas por el Evangelio según Juan 15. Luego apostató y se declaró abiertamente poseedor de la espada del príncipe de las tinieblas, y cuya pasión era destruir el mundo que le estorbaba en su camino al caos y a la destrucción. La poesía de Marx habla más alto que su Capital y sus manifiestos controlados por Engels, el agente de la plutocracia que lo utilizaba.&lt;br /&gt;Nietzsche, en el manicomio, y al final de su vida, con la mayor de sus corduras confiesa a Jesucristo, sin negarle los laureles de la victoria sobre su peor enemigo, según él mismo se decía antes; ahora prefiere deshacer el mito del anticristo para tristeza de sus biografos idólatras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freud se desmaya en los brazos del Jung que capitanea el mundo del ocultismo y confesó ver de lejos, en sus experiencias paranormales, a la ciudad celestial, a la cual también confesó no tener acceso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darwin confiesa, preocupado en su ancianidad, a Lady Northfield, mientras estudia la Epístola a los Hebreos, que sus escritos evolucionistas eran pensamientos inmaduros de su juventud que habían sido convertidos en religión por los hombres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés confiesa que el Mesías vendría y era necesario oirle para no ser desarraigados. Pablo vive en Cristo y para Cristo. Lutero, procurando entender a Pablo, se declara también verdaderamente cristiano. Buda, en su antropología atea, busca escapar. Zoroastro aprende de Daniel, jefe suyo en Persia, y su escatología integra en el Yasna, Bundahish y Zend Avesta la esperanza mesiánica de Daniel, que los magos de la estrella de Belén siguen. Kant se doblega moralmente a la crítica de la razón práctica. Hegel se pretende la manifestación divina, cual la serpiente. Kierkegaard prefiere dar el salto de fe en su existencialismo teológico. Heidegger, agnóstico, se vuelve a la poesía, y confunde a Bultman. Einstein dice apenas entender los bordes de los pensamientos de Dios. Pero el Señor Jesucristo dice: &amp;quot;Quien me ha visto a Mi, ha visto al Padre...Nadie viene al Padre sino por Mi. Yo soy el Camino, la Verdad y la Vida&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deberíamos, pues, dedicarle, Dios mediante, un tiempo, por lo menos, a la panorámica de la Biblilogía Histórica en este discernimiento del conflicto de paradigmas, no sin antes ver algo acerca de las consideraciones de teología meramente natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruzeiro do Oeste, Paraná, Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 de octubre de 2008.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 12 Dec 2008 00:49:05 UT</pubDate>
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            <title>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNIMIENTO DEL CONFLICTO DE PARAD</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=2183765</link>
            <description>BREVE INTRODUCCIÓN AL DISCERNMIENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEL CONFLICTO DE PARADIGMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distinción entre revelación general y revelación especial.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como metodológicamente correspondería, antes de adentrarnos un poquito en las consideraciones de bibliología histórica, como campo especial donde se da el conflicto de paradigmas, convendría no pasar por alto la necesaria antesala de lo que ha sido llamado la revelación general y su conexión con la teología natural. Por una parte, desde los albores mismos de la humanidad, ha acompañado al hombre la revelación divina especial (Gn.2:16-18; 3:8-19, 21-24; 4:6-16; 6:13-22; 7:1-5; 8:15-17; 9:1-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ésta última, como testimonio de la intervención actuada y hablada de Dios directa y personalmente para con el primer hombre, y los demás, desde el principio, se distingue del testimonio indirecto, esperando ser deducido y percibido por el hombre, acerca de Dios, a través de las huellas divinas en la naturaleza (Job 12:7-9; Salmo 19:1-4ª; Hchs.14:17; 17:26-29; Rom.1:18 a 2:16). Así, pues, que, por una parte, hay una diferencia cualitativa entre la revelación meramente general a todos los hombres, por medio de las cosas creadas, y la revelación especial como intervención histórica y redentiva, además de directa y canónicamene registrada, en la historia humana, que ahora podríamos llamar sagrada, dirigida también a todos los hombres sin excepción (Ezq.33:11; Mr.16:15, 16; Hchs. 17:30, 31; Col.1.28; 1Tim.2:4; 2ªPd.3:9; 1Jn.2:2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distinción entre revelación general y teología natural.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por otra parte, también existe, como bien lo señala G. C. Berkouwer juntamente con su bibliografía comentada, especialmente en sus Estudios de Dogmática, una distinción ontológica y epistemológica entre revelación general y teología natural. Revelación general se refiere al hecho divino de la intención cumplida de Dios de revelarse, aunque solo sea parcialmente, aunque también verdaderamente, por medio de sus obras creadas. En cambio, teología natural se refiere al percibir humano de esa revelación general. La falta, en el barthianismo, de esa distinción ontológica y epistemológica necesaria, hicieron que el moderno asalto de Karl Barth a la teología natural, resultase neutralizado. Ni siquiera Calvino, al que pretendía en parte regresar Barth, tuvo tal confusión epistemológica, de confundir los planos de la oscura percepción humana y el hecho divino y objetivo de la revelación. La ceguera del hombre caído no disminuye la realidad objetiva del actuar divino; y por lo contrario, conmueve a Dios para un actuar mayor. Por eso aparece la escala ascendente desde la revelación general hacia la especial, y a su vez, de éstas hacia la iluminación progresiva, no tan solo en el plano de la gracia soberana, sino también en el plano del carácter divino que soberanamente decidió tener en cuenta trascendentalmente la responsabilidad humana, capacitada ahora por la divina gracia común. El Dios soberano, como Novio que espera el sí de la Novia, escogió, por dignidad, la colaboración humana, y no desiste de ella, ni siquiera después de la caída del hombre. Por eso la gracia divina capacita de nuevo universalmente para la responsabilidad, pero no la sustituye (A Tito 2:1). Por eso mismo también, por causa de la responsabilidad capacitada por la gracia común, y que recibe (Jn.1:12) o afrenta la gracia divina (Hchs.7:51; Heb.10:29), existe igualmente el justo juicio divino. Fue, pues, la misma soberanía divina la que constituyó en trascendental a la responsabilidad humana (Mt.16:24; 19:211; 20:27; 21:28-32; 23:37; Mr.8:34 35; 9:35; 10:43, 44; 14:7; Lc.13:34; Jn.7:17; Dt.20:19; Ap.22:17), aunque ésta última, con toda su sola fuerza, no sea capaz de salvar al hombre (Jn.6:65; 15:5c; Rom.8:8, 7; 9:16) . La redención en Cristo, recibidos (Cristo y redención) por fe, y fe dada universalmente a todos con el testimonio y la resurrección históricos y objetivos de Jesucristo (Hchs. 17:31), es la única fuente de salvación, pues no hay lugar para la jactancia humana, como enseña el apóstol Pablo (Rom.3:27), en el don de la fe que viene por el oir el testimonio de Dios (Rom.10:17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Legitimidad de la revelación general reconocida divinamente.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es la misma revelación divina especial, canónicamente registrada en las Sagradas Escrituras bíblicas, la que nos señala el lugar legítimo de la revelación divina general a través de la naturaleza. No podemos pasar por alto las declaraciones de Jesús, de Pablo, de los salmistas y escritores sapienciales, etc., divinamente inspirados, que nos hablan de la intención divina de dejar Sus huellas mimetizadas en todas Sus obras. La firma de Dios está allí para ser primeramente sospechada, entonces buscada, entonces encontrada y escudriñada, a manera de clave gravitatoria que nos atrae hacia Él mismo. Este campo es, pues, también, una antesala que deja al hombre sin excusa. Si bien, también debemos tener en cuenta el hecho de que el hombre caído no conoció suficientemente a Dios por su sabiduría meramente humana (1Cor.1:21). Ésto, por culpa del hombre mismo; no por carencia de revelación objetiva. Como dice el dicho popular: “No hay peor ciego que aquel que no quiere ver”. Así que los ataques de la llamada “ilustración” a los tradicionales argumentos teológicos, se descubren como meras falacias escapatorias y culpables, que apenas muestran la deslealtad humana a Dios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analogía del amor y la luz.-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dijo Jesucristo: “Sin causa me aborrecieron” (Jn.15:25&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;. Y también dijo: “Esta es la condenación: que la luz vino al mundo, y los hombres amaron más las tinieblas que la luz, porque sus obras eran malas. Porque todo aquel que hace lo malo, aborrece la luz, para que sus obras no sean reprendidas. Mas el que practica la verdad viene a la luz, para que sea manifiesto que sus obras son hechas en Dios” (Jn.3:19-21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No es de extrañar, en este contexto, entonces, el por qué del conflicto de paradigmas. La hostilidad, sin causa, injusta y perversa, contra Dios, se convierte en hostilidad contra Jesús y los Suyos. “No puede el mundo aborreceros a vosotros; mas a mi me aborrece, porque yo testifico de él, que sus obras son malas.../...Si fuérais del mundo, el mundo amaría lo suyo; pero porque no sois del mundo, antes yo os elegí del mundo, por eso el mundo os aborrece. Acordaos de la palabra que yo os he dicho: El siervo no es mayor que su señor. Si a mi me han perseguido, también a vosotros os perseguirán; si han guardado mi palabra, también guardarán la vuestra. Mas todo esto os harán por causa de mi nombre, porque no conocen al que me ha enviado. Si yo no hubiera venido, ni les hubiera hablado, no tendrían pecado; pero ahora no tienen excusa por su pecado. El que me aborrece a mi, también a mi Padre aborrece. Si yo no hubiera hecho entre ellos obras que ningún otro ha hecho, no tendrían pecado; pero ahora han visto y han aborrecido a mi y a mi Padre...” (Jn.7:7; 15:19-24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el fondo, es una cuestión de amor. Cuando Judas Tadeo Lebeo, hermano de Jesús, le preguntó: “¿Cómo es que te manifestarás a nosotros, y no al mundo?” (Jn.14:22), Jesús le respondió haciendo diferencia entre aquellos bajo el paradigma de  la “Simiente de la Mujer”, Sus discípulos, y aquellos del paradigma “de la serpiente”, los hijos del diablo, cuyos deseos quieren cumplir, de sustituir a Dios por sí mismos, haciéndose a sí mismos dioses. “El que me ama, mi palabra guardará; y mi Padre le amará, y vendremos a él, y haremos morada con él. El que no me ama, no guarda mis palabras; y la palabra que habéis oído no es mía, sino del que me envió” (Jn.14:23, 24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente, tanto a la revelación general, como a la especial, ¿por qué hay alinderamientos diferentes? Principalmente por causa del amor o no a Dios. Tal amor o des-amor se encuentra detrás de la formulación de cada paradigma, sea el que sea, tanto en lo genérico, como en lo minucioso. Las justificaciones conceptuales tienen como base este amor, o esta carencia de amor. “Los limpios de corazón verán a Dios” reza la bienaventuranza cristiana.  ¿Por qué no oís vosotros mis palabras?, dice el Señor, porque no sois de mis ovejas. Mis ovejas conocen mi voz y me siguen y al extraño no seguirán, porque no conocen la voz de los extraños. En este campo juega un papel importantísimo el conocimiento por el Espíritu; algo que los electores del árbol que mata no conocen. No ven, porque no quieren; para no ser estorbados en sus egolatrías. No importa cuanto disfracen eruditamente su miseria; su erudición no puede esconder las plumas de su des-amor. Un paladar espiritual aguzado puede discernir el espíritu motriz de toda clase de argumentación. Esta epistemología espiritual, fácil a los niños, ha sido desechada por aquellos que por ella son descubiertos y expuestos. Lo demás es cuento, o tragedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., 11 de diciembre de 2008, Bogotá D.C., Colombia.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 12 Dec 2008 00:45:24 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>RETORNO DE ISRAEL (1)</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=2118114</link>
            <description>Pendón, Silbido, Señal y Trompeta&lt;br /&gt;Mesías, Espíritu, Redención, Evangelio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por: Gino Iafrancesco V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RETORNO DE ISRAEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los misterios de Dios están estrechamente relacionados entre sí, y cada uno de ellos es un capítulo necesario a la totalidad. No debemos olvidar ninguno de ellos, a la vez que no debemos considerar a ninguno de ellos aislado de los demás, ni sobredimensionarlo en detrimento de la armonía del cuadro completo. Claro está que no se puede tratar de todo al mismo tiempo, pero debemos prever que al considerar uno de los capítulos, al mismo tiempo se tengan también en cuenta los demás. La razón de este preámbulo es para que podamos considerar el misterio de Israel dentro del amplio contexto de los misterios de Dios. Éstos comienzan y terminan con Dios mismo: el misterio de Dios a consumarse, el misterio de Dios: Cristo, el misterio de la voluntad divina, el misterio de la economía divina, el misterio de la piedad, el misterio del evangelio, el misterio de la fe, el misterio de Cristo: la Iglesia, el misterio del matrimonio, el misterio de las siete estrellas en la diestra del Hijo del Hombre y de los siete candeleros, el misterio de la sabiduría divina oculta predestinada para la Iglesia, el misterio del reino de Dios, el misterio de Israel, el misterio de las naciones, el misterio de la mujer y de la bestia que la trae, el misterio de Babilonia, el misterio de la iniquidad, el misterio de la final trompeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En trabajos anteriores hemos dedicado tiempo a todos estos respectos, especialmente en los libros: “La Administración Apostólica de los Misterios de Dios” y “Los Misterios del Reino de los Cielos en las Parábolas del Señor Jesucristo”, además de consideraciones, exhaustivas o no, de varios de los aspectos fundamentales de la economía divina, y del lugar central de Cristo y la Iglesia en ella, que se pueden ver en los escritos exegéticos, teológicos, antropológicos, cristológicos, pneumatológicos, soteriológicos, eclesiológicos, escatológicos, filosóficos y poéticos de este autor. Por eso, al tratar ahora un poco más acerca del necesariamente contemporáneo misterio de Israel, remito a los lectores a la ambientación complementaria de todo lo que ya antes de esto se ha tratado. No consideraremos este misterio in vacuo ni aisladamente, sino como algo que tiene necesariamente un apropiado lugar en la revelación divina y que no debe ser ignorado. El apóstol Pablo, en su sobresaliente epístola a los romanos, después de tratar de asuntos de primera magnitud acerca del evangelio, y un poco antes de considerar aspectos prácticos de la vida del cuerpo de Cristo, se ocupó del misterio de Israel escribiendo: “Porque no quiero, hermanos, que ignoréis este misterio, para que no seáis arrogantes en cuanto a vosotros mismos:…” (Rom.11:25a). Si, pues, alguno piensa y siente que puede seguir ignorando esto, permítame decirle que yo personalmente, en conciencia y comisión ,  no puedo hacerlo. No quiero dejar de anunciar todo el consejo de Dios que me ha sido encomendado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así que pasaré inmediatamente, para esta hora coyuntural presente, a considerar el divino tema revelado de la elección de Israel, de su lugar en la estrategia divina, de su endurecimiento parcial en relación a la primera venida del Mesías en aras de la inclusión de los gentiles en el misterio de Cristo, y entonces, principalmente, por causa de la coyuntura presente, pasaremos a considerar de su restauración tras la trasgresión y defección, de su admisión tras la exclusión, y de su reinserción tras el desgajamiento. Ante el contexto complejo y completo del misterio de Israel en todas las Sagradas Escrituras del Antiguo y Nuevo Testamentos, no podemos, basados en una interpretación in vacuo de la parábola mesiánica de los labradores malvados, pretender cerrar definitivamente el caso con una teología del reemplazo absoluto de Israel. Ciertamente el Mesías dijo: “Por tanto os digo, que el reino de Dios será quitado de vosotros, y será dado a gente que produzca los frutos de él” (Mt.21:43); pero, por el contexto íntegro de las Escrituras, y por la sujeción del Mesías a ellas, debemos comprender también el status transitorio de tal declaración, y su objetivo aleccionador para Israel: para despertarlos a celos. Tal despertamiento es el objetivo de la declaración mesiánica, y no su exclusión definitiva de las irrevocables promesas divinas. Tales promesas es necesario considerar atentamente. Todas ellas eran las que el apóstol Pablo tenía presentes al escribir acerca del misterio de Israel a los gentiles en su carta a los romanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escribía allí (Rom.11) Pablo: “Digo, pues…”, (ya que en el capítulo 10 había hablado de la contradicción parcial y temporal de Israel frente al evangelio); “¿Ha desechado Dios a Su pueblo? En ninguna manera. Porque también yo soy israelita, de la descendencia de Abraham, de la tribu de Benjamín”. (Es decir, las iglesias de Judea, Samaria y Galilea, y los convertidos cristianos regenerados de entre los judíos por toda la tierra y la historia, demuestran que el endurecimiento de Israel es apenas parcial y temporal). “No ha desechado Dios a Su pueblo, al cual desde antes conoció”. (Y aquí emplea Pablo la misma expresión que usa en relación a la presciencia divina, a Su conocimiento anticipado, para la elección y predestinación de la Iglesia). “¿O no sabéis qué dice de Elías la Escritura, cómo invoca a Dios contra Israel, diciendo: Señor, a tus profetas han dado muerte, y tus altares han derribado; y sólo yo he quedado, y procuran matarme? Pero ¿qué le dice la divina respuesta? Me he reservado 7000 hombres, que no han doblado la rodilla delante de Baal. Así también aun en este tiempo ha quedado un remanente escogido por gracia. Y si por gracia, ya no es por obras; de otra manera la gracia ya no es gracia. Y si por obras, ya no es gracia; de otra manera la obra ya no es obra. ¿Qué pues? Lo que buscaba Israel, no lo ha alcanzado; pero los escogidos sí lo han alcanzado, y los demás fueron endurecidos; como está escrito: Dios les dio espíritu de estupor, ojos con que no vean y oídos con que no oigan, hasta el día de hoy. Y David dice: Sea vuelto su convite en trampa y en red, en tropezadero y en retribución; sean oscurecidos sus ojos para que no vean, y agóbiales la espalda para siempre”. (Tal pasaje proviene de un Salmo mesiánico, donde se profetiza que pondrían hiel por Su comida y que en Su sed le darían a beber vinagre, como aconteció con Jesucristo, Hijo de David. El Salmo 69:23b decía: “Y haz temblar continuamente sus lomos”; lo que Reina y Valera (1960) en Rom.11:10b traducen inconsecuentemente: “…para siempre”; pero debiera ser, como allá, apenas “continuamente”. Aunque claro está que los rechazadores del Mesías, en cuanto personas, perecen para siempre; mas Israel, como nación, tiene por gracia un remanente constante que desembocará, por fin, en la conversión de la nación). Sigue Pablo: “Digo, pues: ¿Han tropezado los de Israel para que cayesen? En ninguna manera; pero por su trasgresión vino la salvación a los gentiles, para provocarles a celos”. (El tropiezo de la nación de Israel no es para caída definitiva de la nación, pues un remanente suyo ha recibido al Mesías; pero la trasgresión de rechazar al Mesías en Su primera venida, dio lugar a que Dios también los provocara a celos, abriendo la puerta de la salvación a los gentiles, tal como lo había prometido por medio del Cántico de Moisés en Deuteronomio 32:21: “Ellos me movieron a celos con lo que no es Dios; me provocaron a ira con sus ídolos; Yo también los moveré a celos con un pueblo que no es pueblo, los provocaré a ira con una nación insensata”; y muchas más cosas dice el Cántico de Moisés al respecto, añadiendo también allí que se retendría de raerlos por completo, para que sus enemigos no se vanagloriaran, y entonces se arrepentiría y haría expiación por ellos y los vengaría de sus enemigos, mandando a las naciones alabar a  Israel). Por eso continúa Pablo enseñando que la trasgresión de Israel resultó en la riqueza del mundo, y su defección en la riqueza de las naciones. Y evangelizaba también para provocar a Israel a celos para salvación. Y entonces exclama: “¿Cuánto más su plena restauración?” Si la trasgresión y la defección de Israel resultaron en riqueza para las naciones insensatas en su idolatría, ¡qué mejor será la plena restauración de Israel! Pablo, pues, espera la plena restauración de Israel, conforme al cuadro profético completo. Y añade: “Porque si su exclusión es la reconciliación del mundo, ¿qué será su admisión, sino vida de entre los muertos?” Y asocia Pablo aquí la admisión de vuelta de Israel con el lenguaje profético de Ezequiel cuando Dios proclamó: “Así ha dicho Yahveh Adonai: He aquí Yo abro vuestros sepulcros, pueblo mío, y os haré subir de vuestras sepulturas, y os traeré a la tierra de Israel. Y sabréis que Yo soy Yahveh, cuando abra vuestros sepulcros, y os saque de vuestras sepulturas, pueblo mío. Y pondré mi Espíritu en vosotros, y viviréis, y os haré reposar sobre vuestra tierra; y sabréis que Yo Yahveh hablé, y lo hice, dice Yahveh” (Ezq.37:12-14), en el contexto de la Visión del valle de los huesos secos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos, pues, que Pablo hasta aquí ya ha hablado inspiradamente, y sobre la base de los profetas, de la admisión de Israel y su plena restauración. Por lo tanto, la teoría del reemplazo absoluto de Israel, no es consecuente con el tenor general de las Escrituras inspiradas. Continúa entonces Pablo hablando de la santidad de la masa restante de donde se tomaron las primicias, y de la santidad de las ramas, gracias a la raíz. No todas las ramas fueron desgajadas, pues debemos recordar el remanente constante; por lo tanto, mediante la fe, ypor eso hablamos abiertamente delante de Israel, habrá una reinserción nacional, conforme a las promesas y al pacto de Dios para con Israel. El misterio de Israel tiene, pues, en su final, tres partes principales: (1) Por sus pecados, el pueblo escogido, Israel, sería endurecido en parte, y entonces corregido y esparcido; (2) Serían entonces provocados a celos cuando Dios tomase un pueblo para sí de entre los gentiles; (3) Israel sería entonces plenamente restaurado como nación, volviendo de la dispersión, admitido al recibir la vida que viene del Mesías por Su Espíritu, y reinsertado en el reino de Dios. Todo esto debido al llamamiento y don irrevocables de Dios, por causa de la promesa a los patriarcas, y del celo de Dios por Su propio Nombre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto al actual retorno de Israel, que es la coyuntura presente, y lo que a esto sigue, debemos recordar varias profecías que atañen a la tercera parte del misterio referido. Por Isaías dice Dios claramente: “En aquel tiempo el renuevo de Yahveh será para hermosura y gloria, y el fruto de la tierra para grandeza y honra, a los sobrevivientes de Israel. Y acontecerá que el que quedare en Sion, y el que fuere dejado en Jerusalén, será llamado santo; todos los que en Jerusalén estén registrados entre los vivientes, cuando el Señor lave las inmundicias de las hijas de Sion, y limpie la sangre de Jerusalén en medio de ella, con espíritu de juicio y con espíritu de devastación…/… Acontecerá en aquel tiempo que la Raíz de Isaí, estará puesta por pendón a los pueblos, será buscada por las gentes; y Su habitación será gloriosa. Asimismo acontecerá en aquel tiempo, que Yahveh alzará otra vez Su mano para recobrar el remanente de Su pueblo que aún quede en Asiria, Egipto, Patros, Etiopía, Elam, Sinar y Hamat, y en las costas del mar. Y levantará pendón a las naciones, y juntará los desterrados de Israel, y reunirá los esparcidos de Judá de los cuatro confines de la tierra. Y se disipará la envidia de Efraín, y los enemigos de Judá serán destruidos. Efraín no tendrá envidia de Judá, ni Judá afligirá a Efraín; sino que volarán sobre los hombros de los palestinos al occidente, saquearán también a los de oriente; Edom y Moab le servirán, y los hijos de Amón los obedecerán. Y secará Yahveh la lengua del mar de Egipto; y levantará Su mano con el poder de Su Espíritu sobre el río, y lo herirá en sus 7 brazos, y hará que pasen por él con sandalias. Y habrá camino para el remanente de Su pueblo, el que quedó de Asiria, de la manera que lo hubo para Israel el día que subió de la tierra de Egipto…/… Días vendrán cuando Jacob echará raíces, florecerá y echará renuevos Israel, y la faz del mundo llenará de fruto. ¿Acaso ha sido herido como el que lo hirió, o ha sido muerto como los que lo mataron? Con medida lo castigarás en sus vástagos. Él los remueve con Su recio viento en el día del aire solano. De esta manera, pues, será perdonada la iniquidad de Jacob, y este será todo el fruto, la remoción de su pecado; cuando haga todas las piedras del altar como piedras de cal desmenuzadas, y no se levanten los símbolos de Asera ni las imágenes del sol. Porque la ciudad fortificada será desolada, la ciudad habitada será abandonada y dejada como un desierto; allí pastará el becerro, allí tendrá su majada, y acabará sus ramas. Cuando sus ramas se sequen, serán quebradas; mujeres vendrán a encenderlas; porque aquel no es pueblo de entendimiento; por tanto, su Hacedor no tendrá de él misericordia, ni se compadecerá de él el que lo formó. Acontecerá en aquel día que trillará Yahveh desde el río Eufrates hasta el torrente de Egipto, y vosotros, hijos de Israel, seréis reunidos uno a uno. Acontecerá también en aquel día, que se tocará con gran trompeta, y vendrán los esparcidos en la tierra de Asiria, y los que habían sido desterrados a Egipto, y adorarán a Yahveh en el monte santo, en Jerusalén…/…Y los redimidos de Yahveh volverán, y vendrán a Sion con alegría; y gozo perpetuo será sobre sus cabezas; y tendrán gozo y alegría, y huirán la tristeza y el gemido…/…Del oriente traeré tu generación, y del occidente te recogeré. Diré al norte: Da acá; y al sur: no detengas; trae de lejos mis hijos, y mis hijas de los confines de la tierra, todos los llamados de mi nombre; para gloria mía los he creado, los formé y los hice…/…He aquí éstos vendrán de lejos; y he aquí éstos del norte y del occidente, y éstos de la tierra de Sinim…tus edificadores vendrán aprisa…Alza tus ojos alrededor, y mira: todos éstos se han reunido, han venido a ti. Vivo Yo, dice Yahveh, que de todos, como de vestidura de honra, serás vestida; y de ellos serás ceñida como novia. Porque tu tierra devastada, arruinada y desierta, ahora será estrecha por la multitud de los moradores, y tus destruidores serán apartados lejos. Y dirás en tu corazón: ¿Quién me engendró éstos? Porque yo había sido privada de hijos y estaba sola, peregrina y desterrada; ¿quién, pues, crió éstos? He aquí que yo había sido dejada sola; ¿dónde estaban éstos? Así dijo Yahveh Adonai: He aquí, Yo tenderé mis manos a las naciones, y a los pueblos levantaré mi bandera; y traerán en brazos a tus hijos, y tus hijas serán traídas en hombros. Reyes serán tus ayos, y sus reinas sus nodrizas; con el rostro inclinado a tierra te adorarán, y lamerán el polvo de tus pies; y conocerás que Yo soy Yahveh, que no se avergonzarán los que esperan en Mi…/…Ciertamente volverán los redimidos de Yahveh; volverán a Sion cantando, y gozo perpetuo habrá sobre sus cabezas; tendrán gozo y alegría, y el dolor y el gemido huirán…/…De balde fuisteis vendidos; por tanto, sin dinero seréis rescatados…/…Dice Yahveh Adonai, el que reúne a los dispersos de Israel: Aún juntaré sobre él sus congregados…/…Alza tus ojos alrededor y mira, todos éstos se han juntado, vinieron a ti; tus hijos vendrán de lejos, y tus hijas serán llevadas en brazos…¿Quiénes son éstos que vuelan como nubes, y como palomas a sus ventanas? Ciertamente a Mi esperarán los de la costa, y las naves de Tarsis desde el principio, para traer tus hijos de lejos, su plata y su oro con ellos, al nombre de Yahveh tu Dios, y al Santo de Israel, que te ha glorificado. Y extranjeros edificarán tus muros, y sus reyes te servirán; porque en mi ira te castigué, mas en mi buena voluntad tendré de ti misericordia…/…Reedificarán las ruinas antiguas, y levantarán los asolamientos primeros, y restaurarán las ciudades arruinadas, los escombros de muchas generaciones…/…Sacaré descendencia de Jacob, y de Judá heredero de mis montes; y mis escogidos poseerán por heredad la tierra, y mis siervos habitarán allí…/…¿Concebirá  la tierra en un día? ¿Nacerá una nación de una vez? Pues en cuanto Sion estuvo de parto, dio a luz sus hijos. Yo que hago dar a luz, ¿no haré nacer? Dijo Yahveh. Yo que hago engendrar, ¿impediré el nacimiento? Dice tu Dios…Y pondré entre ellos señal, y enviaré a los escapados de ellos a las naciones, a Tarsis, a Fut y Lud que disparan arco, a Tubal y a Javán, a las costas lejanas que no oyeron de Mí, ni vieron mi gloria; y publicarán mi gloria entre las naciones. Y traerán a todos vuestros hermanos de entre todas las naciones, por ofrenda a Yahveh…” (Is.4:2-4; 11:10-16; 27:6-13; 35:10; 43:5b-7; 49:12,17a,18-23; 51:11; 52:3b; 56:8; 60:4,8-10; 61:4; 65:9; 66:8b,9,19-20a).             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Raíz de Isaí, Jesucristo, el León de la tribu de Judá, Heredero de todas las cosas, ya ha sido puesta por Dios como pendón a todos los gentiles, y por eso Su Iglesia se encuentra en todas las naciones. Una vez castigado Israel por sus pecados e incredulidad, el Mesías, cual pendón a las naciones, envía apóstoles a Occidente, al Norte de África, al Asia Menor, a Siberia, a Grecia, y a las costas lejanas, a publicar la gloria divina, y a portar la señal divina que indique que es la hora para que se recoja a los dispersos de Israel de nuevo a su tierra. Incluso los gobiernos de las naciones, amigos de Israel, han de colaborar en este asunto, para que los israelitas regresen a Israel desde Irak, Egipto, Eritrea, Etiopía, Asia Central, Kuwait, Siria, Líbano y ultramar, etc.. Los entendidos del plan divino deben cooperar para que las legislaciones contemplen el ayudar y apoyar al retorno de los israelitas a su tierra. Y no solo desde los ámbitos gubernamentales, sino también desde la filantropía civil. Entonces vuelven los dispersos de Israel a su tierra desde el Oriente, el Occidente, el Norte y el Sur, desde Sefarad y los principados de Tarsis, y desde la China y sus países vecinos, desde el Aquilón y desde el Austro. Las ciudades de Israel ya han sido reedificadas, y lo seguirán siendo. Palestina estará bajo la sombra de Israel, Jordania cederá, los gentiles ayudarán. La nación ya ha nacido, y no está más dividida en dos reinos, sino que es una sola, y acoge a sus hijos que vuelven desde todas las procedencias, circunstancias y mezclas. Dios corrige entonces a sus enemigos y opresores. Todo esto lo podemos comprobar de Isaías.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahora bien, en pleno tiempo de cautiverio y dispersión babilónica, también por Jeremías profetizó Yahveh: &amp;quot;…Yo mismo recogeré el remanente de mis ovejas de todas las tierras adonde las eché, y las haré volver a sus moradas; y crecerán y se multiplicarán. Y pondré sobre ellas pastores que las apacienten; y no temerán más, ni serán menoscabadas, dice Yahveh. He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que levantaré a David renuevo justo, y reinará como Rey, el cual será dichoso, y hará juicio y justicia en la tierra. En Sus días será salvo Judá, e Israel habitará confiado; y éste será Su nombre con el cual le llamarán: Yahveh, justicia nuestra. Por tanto, he aquí que vienen días, dice Yahveh, en que no dirán más: Vive Yahveh que hizo subir a los hijos de Israel de la tierra de Egipto, sino: Vive Yahveh que hizo subir y trajo la descendencia de Israel de la tierra del norte, y de todas las tierras adonde Yo los había echado; y habitarán en su tierra…/…Porque he aquí que vienen días, dice Yahveh, en que haré volver a los cautivos de mi pueblo Israel y Judá, ha dicho Yahveh, y los traeré a la tierra que di a sus padres, y la disfrutarán. Estas, pues, son las palabras que habló Yahveh acerca de Israel y de Judá. Porque así ha dicho Yahveh: Hemos oído voz de temblor; de espanto, y no de paz. Inquirid ahora, y mirad si el varón da a luz; porque he visto que todo hombre tenía las manos sobre sus lomos, como mujer que está de parto, y se han vuelto pálidos todos los rostros. ¡Ah, cuán grande es aquel día! Tanto, que no hay otro semejante a él; tiempo de angustia para Jacob; pero de ella será librado. En aquel día, dice Yahveh sabaot, Yo quebraré su yugo de tu cuello, y romperé tus coyundas, y extranjeros no lo volverán más a poner en servidumbre, sino que servirán a Yahveh su Dios y a David su Rey, a quien yo les levantaré. Tú, pues, siervo mío Jacob, no temas, dice Yahveh, ni te atemorices, Israel; porque he aquí Yo soy el que te salvo de lejos a ti y a tu descendencia de la tierra de cautividad; y Jacob volverá, descansará y vivirá tranquilo, y no habrá quien le espante. Porque Yo estoy contigo para salvarte, dice Yahveh, y destruiré a todas las naciones entre las cuales te esparcí; pero a ti no te destruiré, sino que te castigaré con justicia; de ninguna manera te dejaré sin castigo. Porque así ha dicho Yahveh: incurable es tu quebrantamiento, y dolorosa tu llaga. No hay quien juzgue tu causa para sanarte; no hay para ti medicamentos eficaces. Todos tus enamorados te olvidaron; no te buscan; porque como hiere un enemigo te herí, con azote de adversario cruel, a causa de la magnitud de tu maldad y de la multitud de tus pecados. ¿Por qué gritas a causa de tu quebrantamiento? Incurable es tu dolor, porque por la grandeza de tu iniquidad y por tus muchos pecados te he hecho esto. Pero serán confundidos todos los que te consumen; y todos tus adversarios, todos irán en cautiverio; hollados serán los que te hoyaron, y a todos los que hicieron presa de ti daré en presa. Mas Yo haré venir sanidad para ti, y sanaré tus heridas, dice Yahveh; porque desechada te llamaron, diciendo; Esta es Sion, de la que nadie se acuerda. Así ha dicho Yahveh: he aquí Yo hago volver los cautivos de las tiendas de Jacob, y de sus tiendas tendré misericordia, y la ciudad será edificada sobre su colina, y el templo será asentado según su forma. Y saldrá de ellos acción de gracias, y voz de nación que está en regocijo, y los multiplicaré, y no serán disminuidos; los multiplicaré, y no serán menoscabados. Y serán sus hijos como antes, y su congregación delante de Mí será confirmada; y castigaré a todos sus opresores. De allí saldrá su príncipe, y de en medio de ella su señoreador; y le haré llegar delante cerca, y él se acercará a Mi; porque ¿quién es aquel que se atreve a acercarse a Mi? Dice Yahveh. Y me seréis por pueblo, y Yo seré vuestro Dios. He aquí que la tempestad de Yahveh sale con furor; la tempestad que se prepara, sobre la cabeza de los impíos reposará. No se calmará el ardor de la ira de Yahveh, hasta que haya hecho y cumplido los pensamientos de Su corazón; en el fin de los días entenderéis esto. En aquel tiempo, dice Yahveh, Yo seré por Dios a todas las familias de Israel, y ellas me serán a Mí por pueblo. Así ha dicho Yahveh: el pueblo que escapó de la espada halló gracia en el desierto, cuando Israel iba en busca de reposo. Yahveh se manifestó a mi hace ya mucho tiempo, diciendo: Con amor eterno te he amado; por tanto, te prolongué mi misericordia. Aún te edificaré, y serás edificada, oh virgen de Israel; todavía serás adornada con tus panderos, y saldrás en alegres danzas. Aún plantarás viñas en los montes de Samaria; plantarán los que plantan, y disfrutarán de ellas. Porque habrá día en que clamarán los guardas en el Monte de Efraín: Levantaos y subamos a Sion, a Yahveh nuestro Dios. Porque así ha dicho Yahveh: regocijaos en Jacob con alegría, y dad voces de júbilo a la cabeza de naciones; haced oir, alabad, y decid: oh Yahveh, salva a Tu pueblo, el remanente de Israel. He aquí Yo los hago volver de la tierra del norte, y los reuniré de los fines de la tierra, y entre ellos ciegos y cojos, la mujer que está encinta y la que dio a luz juntamente; en gran compañía volverán acá. Irán con lloro, mas con misericordia los haré volver, y los haré andar junto a arroyos de aguas, por camino derecho en el cual no tropezarán; porque soy a Israel por Padre, y Efraín es mi primogénito. Oíd palabra de Yahveh, oh naciones, y hacedlo saber en las costas que están lejos, y decid: El que esparció a Israel lo reunirá y lo guardará, como el pastor a su rebaño. Porque Yahveh redimió a Jacob, lo redimió de mano del más fuerte que él. Y vendrán con gritos de gozo en lo alto de Sion, y correrán al bien de Yahveh, al pan, al vino, al aceite, y al ganado de las ovejas y de las vacas; y su alma será como huerto de riego, y nunca más tendrán dolor. Entonces la virgen se alegrará en la danza, los jóvenes y los viejos juntamente; y cambiaré su lloro en gozo, y los consolaré, y los alegraré de su dolor. Y el alma del sacerdote satisfaré con abundancia, y Mi pueblo será saciado de Mi bien, dice Yahveh. Así ha dicho Yahveh: Voz fue oída en Ramá, llanto y lloro amargo; Raquel que lamenta por sus hijos, y no quiso ser consolada acerca de sus hijos, porque perecieron. Así ha dicho Yahveh: reprime del llanto tu voz, y de las lágrimas tus ojos; porque salario hay para tu trabajo, dice Yahveh, y volverán de la tierra del enemigo.  Esperanza hay también para tu porvenir, dice Yahveh, y los hijos volverán a su propia tierra. Escuchando, he oído a Efraín que se lamentaba: - me azotaste, y fui castigado como novillo indómito; conviérteme, y seré convertido, porque Tú eres Yahveh mi Dios. Porque después que me aparté tuve arrepentimiento, y después que reconocí mi falta, herí mi muslo; me avergoncé y me confundí, porque llevé la afrenta de mi juventud.- ¿No es Efraín hijo precioso para Mí? ¿No es niño en quien me deleito? Pues desde que hablé de él, me he acordado de él constantemente. Por eso Mis entrañas se conmovieron por él; ciertamente tendré de él misericordia, dice Yahveh. Establécete señales, ponte majanos altos, nota atentamente la calzada; vuélvete por el camino por donde fuiste, virgen de Israel, vuelve a estas tus ciudades. ¿Hasta cuándo andarás errante, oh hija contumaz? Porque Yahveh creará una cosa nueva sobre la tierra: la mujer rodeará al varón. Así ha dicho Yahveh sabaot, Dios de Israel: Aún dirán esta palabra en tierra de Judá y en sus ciudades, cuando Yo haga volver sus cautivos: Yahveh te bendiga, oh morada de justicia, oh monte santo. Y habitará allí Judá, y también en todas sus ciudades labradores, y los que van con rebaño. Porque satisfaré el alma cansada, y saciaré a toda alma entristecida. En esto me desperté, y vi, y mi sueño me fue agradable. He aquí vienen días, dice Yahveh, en que sembraré la casa de Israel y la casa de Judá de simiente de hombre y de simiente de animal. Y así como tuve cuidado de ellos para arrancar y derribar, y trastornar y perder y afligir, tendré cuidado de ellos para edificar y plantar, dice Yahveh. En aquellos días no dirán más: los padres comieron las uvas agrias y los dientes de los hijos tienen la dentera, sino que cada cual morirá por su propia maldad; los dientes de todo hombre que comiere las uvas agrias, tendrán la dentera. He aquí que viene días, dice Yahveh, en los cuales haré nuevo pacto con la casa de Israel y con la casa de Judá. No como el pacto que hice con sus padres el día que tomé su mano para sacarlos de la tierra de Egipto; porque ellos invalidaron Mi pacto, aunque Yo fui como un marido para ellos, dice Yahveh. Pero éste es el pacto que haré con la casa de Israel después de aquellos días, dice Yahveh: Daré Mi ley en su mente, y la escribiré en su corazón; y Yo seré a ellos por Dios, y ellos Me serán por pueblo. Y no enseñará más ninguno a su prójimo, ni ninguno a su hermano, diciendo: conoce a Yahveh; porque todos Me conocerán, desde el más pequeño de ellos hasta el más grande, dice Yahveh; porque perdonaré la maldad de ellos, y no me acordaré más de su pecado. Así ha dicho Yahveh, que da el sol para luz del día, las leyes de la luna y de las estrellas para luz de la noche, que parte el mar, y braman sus ondas; Yahveh sabaot es Su nombre: Si faltaren estas leyes delante de Mi, dice Yahveh, también la descendencia de Israel faltará para no ser nación delante de Mi eternamente. Así ha dicho Yahveh: Si los cielos arriba se pueden medir, y explorarse abajo los fundamentos de la tierra, también Yo desecharé toda la descendencia de Israel por todo lo que hicieron, dice Yahveh. He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que la ciudad será edificada a Yahveh, desde la torre de Hananeel hasta la puerta del Ángulo. Y saldrá más allá el cordel de la medida delante de él sobre el collado de Gareb, y rodeará a Goa. Y todo el valle de los cuerpos muertos y de la ceniza, y todas las llanuras hasta el arroyo de Cedrón, hasta la esquina de la puerta de los caballos al oriente, será santo a Yahveh; no será arrancada ni destruida más para siempre…He aquí que Yo los reuniré de todas las tierras a las cuales los eché con Mi furor, y con Mi enojo e indignación grande; y los haré volver a este lugar, y los haré habitar seguramente; y Me serán por pueblo, y Yo seré a ellos por Dios. Y les daré un corazón, y un camino, para que Me teman perpetuamente, para que tengan bien ellos, y sus hijos después de ellos. Y haré con ellos pacto eterno, que no me volveré atrás de hacerles bien, y pondré mi temor en el corazón de ellos, para que no se aparten de Mí. Y me alegraré con ellos haciéndoles bien, y los plantaré en esta tierra en verdad, de todo Mi corazón y de toda Mi alma. Porque así ha dicho Yahveh: Como traje sobre este pueblo todo este gran mal, así traeré sobre ellos todo el bien que acerca de ellos hablo. Y poseerán heredad en esta tierra de la cual vosotros decís: está desierta, sin hombres y sin animales, es entregada en manos de los caldeos. Heredades comprarán por dinero, y harán escritura y la sellarán y pondrán testigos, en tierra de Benjamín y en los contornos de Jerusalén, y en las ciudades de Judá; y en las ciudades de las montañas, y en las ciudades de la Sefela, y en las ciudades del Neguev; porque Yo haré regresar sus cautivos, dice Yahveh.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 08 Nov 2008 06:33:05 UT</pubDate>
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            <title>VEM COM AS NUVENS</title>
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            <description>VEM COM AS NUVENS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot; Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!&amp;quot;. Ap1:7O Pantocrator ( Pan creator= criador de todas as coisas) ou &amp;quot; O Todo Poderoso&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos nesta noite, irmãos, continuar com a ajuda do Senhor, o estudo que temos começando do livro do Apocalipse; estamos no primeiro capítulo. Apocalipse capítulo 1; desta vez chegamos ao versículo 7. Da vez passada vimos a apresentação de Deus por Cristo, por Seu anjo a João, às igrejas; e então vimos como João louvava ao que nos amou e nos fez reino e sacerdotes para Deus seu Pai; e por isso é que diz ali no final do verso 6: &amp;quot;a ele a glória e o domínio&amp;quot;; aqui vemos claramente, poderíamos dizer, com todo descaramento dando glória ao Filho naquele tempo, onde Israel somente conhecia a Deus no Pai, mas não havia conhecido a Deus no Filho; e aqui João é um dos que mais claramente confessa a divindade do Filho. Assim começa seu evangelho: &amp;quot;No princípio era o Verbo, e o Verbo era com Deus, e o Verbo era Deus&amp;quot; (João 1:1). Em sua primeira carta diz: &amp;quot;Mas sabemos que o Filho de Deus têm vindo, e nos têm dado entendimento para conhecer ao que é verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna&amp;quot; (1 João 5:20); ou seja, o Deus verdadeiro, o único Deus verdadeiro, o Pai, é conhecido por meio do Filho; no Filho conhecemos ao Pai; não se pode conhecer o Pai sem o Filho; e aqui também em Apocalipse, assim como no evangelho e na epístola, agora diz: &amp;quot;A Ele seja a glória, (vem falando do Filho) e domínio pelos séculos dos séculos. Amém&amp;quot;.E então, tendo nossa atenção nele, confessa o seguinte; antes de explicar o que lhe passava na ilha de Patmos, que vai a começar a dizer desde o verso 9, ele esta tão embebido Naquele a quem viu e em cujo nome está falando e a quem está glorificando, que diz: &amp;quot;Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!&amp;quot;. Então Deus o Pai fala por João e diz: &amp;quot;Eu sou o Alfa e o Omega, diz o Senhor Deus, o que é e que era e que há de vir, (Pantocrator) o Todo poderoso&amp;quot;.Aqui, como vimos na vez passada no exame textual dos distintos manuscritos, a versão mais fiel, mais pura e mais antiga é a que lhes acabo de mencionar, que algumas Bíblias o dizem assim: &amp;quot;Eu sou o Alfa e o Omega, diz o Senhor Deus, o que é e que era e que há de vir, o Todo poderoso&amp;quot;; isso já o vimos com detalhe uma vez passada, portanto, agora vamos nos concentrar, mais que no comentário textual, na exegese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o tempo do arrebatamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me perdoem o que vou a falar esta noite; e digo assim pelo seguinte: Eu sei, e vocês também sabem, que na história da Igreja, a respeito da segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, têm havido muitas considerações, muitos pontos de vista; e ainda na história da Igreja não pudemos por em acordo todos os irmãos a respeito da segunda vinda do Senhor; de maneira que sabendo que isso é assim, de nenhuma maneira pretendo dar o ponto final; mas não posso deixar de ser responsável, posto que o Senhor me ordenou a ensinar o Apocalipse, ensinar o melhor que o entenda; assim que rogo que vocês não me sigam, senão que siga a Bíblia mesmo; o que eu lhe digo, você não coma inteiro, senão julgue por meio do Espírito Santo a ver se é assim ou não é assim; porque neste ponto em que estou por entrar, eu sei que na história da Igreja têm havido o ponto de vista que fala que a segunda vinda do Senhor está dividida em duas partes: uma secreta e outra pública e que haverá um arrebatamento secreto antes da vinda gloriosa e manifesta do Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pré-tribulacionismo. Esse é um ponto de vista que é popular em um setor do povo de Deus; esse ponto de vista foi pela primeira vez observado na era patrística por Efraim o Sírio, como no ano 374, a maneira como ele via os assuntos; mas em seus escritos ele não dá uma prova muito profunda; ele simplesmente da conclusão sem fazer a demonstração, pelo menos no que têm chegado a nós de seus escritos; é ele que na história da Igreja no século IV, que pela primeira vez mencionou este assunto de um arrebatamento antes da grande tribulação. Depois, já pelo ano 1754, um pastor batista chamado John Gill foi o segundo que expressou esse ponto de vista de um arrebatamento antes da tribulação, em um comentário extenso que ele fez sobre todo o Novo Testamento; era raro porque entre os batistas esse não era o ponto de vista tradicional; mas este irmão, John Gill, o viu assim, o ensinou assim. Depois, em 1810, um jesuíta no Chile de apelido Lacunsa, também ensinou esse ponto de vista de um arrebatamento antes da grande tribulação; alguns têm acusado a Lacunsa de que para tratar de evitar a interpretação protestante que dizia que o Papa era o anticristo, ele tratou de mudar a escatologia e entrou por esse caminho. Eu não o acuso dessa maneira porque eu diretamente não tenho lido a documentos de Lacunsa, mas acerca dele; então somente lhes conto o que alguns dizem, mas sem referendá-lo. Uns poucos anos depois dele, outro irmão chamado Edward Irving, como em 1812 mais ou menos, também ensinou o ponto de vista pré-tribulacional, ou seja, uma vinda do Senhor em duas partes: uma parte secreta tomando um arrebatamento, o arrebatamento de seus escolhidos. Há distintos pontos de vista. Depois uma mulher chamada Margaret McDonald, em 1816, ensinou a mesma coisa e parece que ela teve umas experiências místicas onde ela o interpretou assim. Por fim, em 1820, chegou um irmão muito sério, um precioso irmão, o irmão John Nelson Darby, da linha dos Brethren ou dos irmãos de Plymouth; ele havia sido anglicano, cria que até um arcebispo anglicano; renunciou o ponto de vista anglicano e à organização anglicana porque começou a ver um pouco melhor o corpo de Cristo, e ele ensinou já pela primeira vez de maneira sistemática, de maneira documentada, porque as anteriores menções eram pontos de vista rápidos sem muita sustentação; quem primeiro elaborou uma sustentação profunda, digamos que foi o esquematizador do dispensacionalismo, foi o irmão John Nelson Darby; ele foi um dos anciãos dos Brethren em Plymouth, uma cidade ao sul da Inglaterra; entretanto, durante a mesma época do irmão Darby, que foi o primeiro que sistematizou o dispensacionalismo e o pré-tribulacionismo, outro dos anciãos que pertencia á mesma igreja em Plymouth com Darby, o irmão Benjamin Newton, não concordou com o irmão Darby em seu ponto de vista de um arrebatamento antes da tribulação, senão que ele demonstrou também com uma argumentação bastante séria, que o arrebatamento seria depois da grande tribulação; isso não o fez pela primeira vez o irmão Benjamin Newton porque esse foi realmente o ponto de vista que existiu entre os chamados Pais da Igreja na era patrística, antes de Efraim o Sírio r depois de Efraim o Sírio; foi o ponto de vista que prevaleceu na era medieval e escolástica, foi o ponto de vista que continuou com os reformadores, inclusive quando já se introduziu este ponto de vista do pré-tribulacionismo com o irmão Darby; o irmão Benjamin Newton o teve que encarar e dizer-lhe que estava equivocado. George Muller também era pós-tribulacionista, e a igreja em Bristol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois arrebatamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, a teologia do pacto, ou seja, a linha que seguem os reformados, é pós-tribulacionista; e a linha dispensacionalista é pré-tribulacionista. Sucedeu que ante os argumentos sérios que apresentavam o irmão Darby, pré-tribulacionista, e o irmão Benjamin Newton, pós-tribulacionista, outros homens de Deus, mestres também constituídos pelo Senhor, começaram a estudar seriamente estes argumentos a ver qual dos dois tinha razão e surgiu uma equipo de mestres pela época do irmão Carlos Spurgeon, mas não Spurgeon, senão um irmão chamado Robert Govett, de quem Spurgeon disse que havia nascido cem anos adiantado à história da Igreja, um irmão muito profundo, um irmão ao que apenas agora se lhe está entendendo e se lhe está dando muita razão em muitas coisas. O irmão Robert Govett, junto com o irmão G. H. Pember, junto com eles o irmão D. M. Panton e o último dos teólogos dessa escola, o irmão Lang, eles, ante os argumentos de uns e outros, concluíram que havia dois arrebatamentos: um antes da tribulação e outro depois da tribulação; um para as primícias ou vencedores e outro para o resto dos cristãos salvos, que não alcançaram a ser vencedores, como os primeiros; esse ponto de vista surgiu ao redor do século XIX a XX. Os irmãos Govett, Pember, Panton e Lang, este último já entrado o século XX, apresentaram um terceiro ponto de vista.O primeiro, que é o pós-tribulacionista, que é o que aparece nos documentos da igreja primitiva desde a Didachê no primeiro século, como interpretação do Novo Testamento, e também a patrística, os escolásticos, os reformadores e várias denominações, especialmente a linha reformada, e alguns presbiterianos, têm tomado o ponto de vista pós-tribulacionista; logo, o ponto de vista pré-tribulacionista desde Darby para cá, mas com as raízes não muito profundas que havia mencionado de Efrain o Sírio, John Gill, Lacunsa, Edward Irwing, Margaret McDonald e John Nelson Darby. O ponto de vista de Darby passou a Scofield; então Scofield escreveu umas anotações à Bíblia que foram muito populares e dessa maneira o ponto de vista pré-tribulacionista passou a muitas denominações. Logo, quando morreu Scofield, lhe sucedeu o irmão Lewis Sperry Chafer, quem fundou o seminário fundamentalista de Dallas e escreveu uma teologia sistemática e outros vários livros com o ponto de vistadispensacionalista que havia estabelecido Darby e depois Scotfield; e assim nesse Seminário de Dallas se formaram muitos pastores de denominações, e então o ponto de vista dispensacionalista no século XX começou a estender-se.A Lewis Sperry Chafer sucedeu John F. Walwoord que seguiu com o mesmo ponto de vista pré-tribulacionista e ai as Assembléias de Deus tomaram esse ponto de vista. Depois, outros professores famosos ultimamente como o irmão Charles Ryrie e o irmão J. Dwight Pentecost, são os mais caracterizados expositores do ponto de vista pré-tribulacionista; alguns destes autores os tenho lido com cuidado; a outros somente os conheço de maneira mais leviana. Creio que a obra de onde melhor se expressa o ponto de vista pré-tribulacionista é &amp;quot;Eventos do Por vir&amp;quot; de J. Dwight Pentecost; o estudei minuciosamente, com sinceridade; claro que tenho que ser sincero; em alguns pontos não tenho paz do Espírito Santo em meu espírito para concordar em tudo com eles, e por isso tenho que contar-lhes esta história, estas distintas escolas, para que vocês saibam que isso existe entre os filhos de Deus. Somos irmãos; todos temos o direito de examinar a Palavra, expor o que vemos, e fazê-lo em amor, fazê-lo sem má discussão, fazê-lo com sinceridade, ouvirmos mutuamente, examinar os argumentos de uns e de outros.O ponto de vista de Darby passou para a China, ao sul da China de onde estava o irmão Watchman Nee, no século XX; ele em sua juventude adotou o ponto de vista pré-tribulacionista de Darby; ele tinha em grande estima ao irmão Darby. Nee escreveu em sua juventude um estudo sobre o Apocalipse chamado &amp;quot;Vem, Senhor Jesus&amp;quot;, que a editorial CLIE o têm publicado; e nele apresenta um ponto de vista pré-tribulacionista; depois, com o tempo, ele modificou seu ponto de vista e em um livro posterior que se chama &amp;quot;A Igreja Gloriosa&amp;quot;, ele passou do ponto de vista de Darby ao ponto de vista dos dois arrebatamentos; ou seja, ao ponto de vista de Govett, Pember, Panton e Lang; este ponto de vista o adotaram os irmãos que tem comunhão com o irmão Watchman Nee. Ao Norte da China havia outro irmão chamado Lee Chan Choo, que no ocidente é conhecido como Witness Lee; ele foi discipulado por Burnet, que foi um discípulo do irmão Benjamin Newton. Benjamin Newton era pós-tribulacionista; então o irmão Burnet foi pós-tribulacionista; mas logo a escola dos dois arrebatamentos de Panton, Pember, Govett e Lang foi a que os ajudou a se porem de acordo; de maneira que Watchman Nee e Witness Lee ensinaram o ponto de vista dos dois raptos, e esse ponto de vista têm entrado no Ocidente, e está também, na mesa das discussões escatológicas.Tive que dizer tudo isto porque acabamos de entrar em um versículo que nos fala da segunda vinda do Senhor; e posto que existe esse fundo histórico na história da Igreja, eu prefiro respeitar a convicção de cada irmão; não vou impor a nenhum ponto de vista; vou simplesmente cumprir minha responsabilidade, mas deixo a vocês que examinem as coisas; no que possam concordar concordem, e no que não podem concordar, tranquilamente não concordem; seguimos sendo irmãos; o corpo de Cristo é um só e todos os que nascemos de novo, aos que nos comprou com Seu sangue e nos regenerou Seu Espírito, somos irmãos, e nenhum têm chegado ao final, e todos temos o direito de investigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo olho o verá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este preâmbulo é que me vou arriscar a ler este verso. Amém, irmãos? Como havíamos visto antes, o Apocalipse contém as terminais de toda a Bíblia; ou seja que todo o que se tratou na Bíblia se culmina no Apocalipse; por isso há frases no Apocalipse que são a síntese de muitos assuntos na Bíblia; e este verso que acabamos de ler é também uma síntese de muitas coisas que são tratadas na Bíblia; voltemos, pois, a ler essa síntese: &amp;quot;Eis que vem com as nuvens&amp;quot;; isso o diz em várias partes; &amp;quot;y todo olho o verá&amp;quot;; isso aparece também em outros lugares; &amp;quot;e os que lhe traspassaram, e todos as tribos da terra farão lamentação por ele.&amp;quot; Aqui temos algo de Daniel, algo de Zacarias, algo de Mateus, de Marcos, de Lucas, sintetizado nesta expressão. Permita-me, por minha parte, de maneira particular, não falo em nome da igreja, senão como um membro do corpo de Cristo, que me chama muito a atenção que quando os apóstolos, como neste primeiro caso aqui e nos demais que vou mostrar, mencionam a vinda do Senhor de uma maneira simples, eles não entram em tantas separações nem divisões como os teólogos modernos; eles simplesmente têm essa expectativa. Aqui João está falando às sete igrejas que estão na Ásia, e por meio delas está falando a todas as igrejas, porque o Espírito disse: &amp;quot;O que tem ouvido, ouça o que o Espírito diz às igrejas&amp;quot;; assim que esta mensagem a estas sete igrejas que estavam na Ásia, é uma mensagem do Espírito Santo a todas as igrejas, também a nós; e aqui a expectativa que apresenta o apóstolo João da vinda do Senhor, entrando de golpe é esta: ele não entra em uma coisa secreta e em uma coisa pública posterior, não; ele simplesmente entra assim; essa é a expectativa que ele tinha, que ele compartilhou com as igrejas para que as igrejas tenham essa expectativa; e é esta: &amp;quot;Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!&amp;quot;. Essa é a vinda como a vê João nestes versículos; a vê assim; ele não faz divisões, senão que apresenta no globo e apresenta essa expectativa às igrejas; cremos que isto é da parte do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Outro detalhe mais. Vamos fazer a associação dos versículos cujas terminais estão neste verso. Comecemos pelo da vinda nas nuvens do Senhor. Comecemos primeiro por Atos dos Apóstolos capítulo 1; ali o Senhor apareceu depois de ressuscitado aos apóstolos, esteve quarenta dias ensinando-lhes, logo os tirou a Betânia e ascendeu. Diz o versículo 9: &amp;quot;Ditas estas palavras (as instruções finais que lhes deu antes da ascensão) à vista deles, (e me chama a atenção o &amp;quot;à vista deles&amp;quot&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; foi Jesus elevado às alturas, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. 10 E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles11 e lhes disseram: Varões Galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.&amp;quot;. Desde este ensinamento angélico acerca de como seria avinda do Senhor, aqui diz: Assim como haveis visto ir, assim virá; então Ele, ascendeu, vendo eles e foi encoberto pelas nuvens, e daí em diante continua subindo até o Pai; o que diz Daniel.Vamos ao Livro de Daniel para ver até onde foi, porque diz que ele ascendeu até as nuvens e a nuvem o cobriu; mas Ele ia à destra do Pai. Vejamos a continuação de esse evento na profecia de Daniel capítulo 7:13: &amp;quot;Meditava eu na visão da noite&amp;quot;, quando haviam passado as bestas e o chifre, e os dez chifres, tudo e a culminação de toda essa história, porque no verso 12 é onde se diz que já se lhe havia quitado o poder a essas bestas, etc.; e nele 7:13 diz: &amp;quot;13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.&amp;quot;. Finge-se em que aqui aparece o Filho do Homem nas nuvens mas não vindo até nós, senão apresentando-se ao Pai; ou seja, Quando o Senhor ascendeu o ocultou uma nuvens porque Ele ia; mas onde ia? à destra do Pai; aqui vemos que o Filho do Homem veio nas nuvens e chegou até o Ancião de dias, ou seja o Pai, e ali foi onde foi dado domínio; depois consideraremos mais detalhes, quando ele chega ao trono e nada podia abrir o livro e Ele abre o livro e no livro está a maneira como se vai ter todos os reinos da terra, porque assim culmina esse livro dos selos, onde está o programa Dele quando se senta à destra do Pai para que todos Seus Inimigos lhe sejam postos por estrado de Seus pés; todo esse programa, esse plano, estava em um livro selado que nada podia abrir-lo, mas Ele ascendeu à destra do Pai, o único digno de abrir o livro, e no livro estava escrito o programa de Deus para que culminasse com o reino de Deus e de Seu Cristo. Depois consideraremos isto em mais detalhe, mas isto era somente para o aspecto das nuvens; já aparecerá Ele vindo com as nuvens pra tomar o reino com o Pai. Quando Ele ascendeu, ascendeu e foi a receber o reino, a sentar-se à destra até que tudo lhe seja posto por estrado de seus pés; e já Ele está reinando à direita do Pai, e toda potestade lhe é dada nos céus e na terra, e Ele tem controle de tudo o que sucede no mundo, e Ele está levando adiante Seu programa; não importa o que tu vejas, deves crer que Ele tem o senhorio e Ele está fazendo o apropriado; nada se escapa de seu controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos encontraremos com Ele nas nuvens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos a outras passagens onde aparece a vinda do Senhor nas nuvens; e a primeira passagem está em Mateus 24, porque estamos vendo os versos que se relacionam com aquele de Apocalipse 1:7. Inicialmente vou ler o verso 30, mas depois vamos ter que ver algumas coisas; o verso 30 é para ver a concordância com Apocalipses 1:7; mas esse verso há de se tê-lo em todo seu contexto: &amp;quot;Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão., (Se dão conta de como se assemelha ao que diz Apocalipse 1:7&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória&amp;quot;. Ele disse que assim viria. Voltaremos um pouquinho a Mateus 24. Pelo pronto, sigamos em Mateus e vamos ver a confissão de Jesus ante o Concílio Quando o estavam julgando; isso está em Mateus capítulo 26; leiamos desde o verso 62, quando Caifás, Anás e os outros estavam julgado a Jesus: &amp;quot;62 E, levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti?63 Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus.64 Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.&amp;quot;. A respeito disso, da lamentação das tribos, vamos a Zacarias capítulo 12; está falando já do tempo do fim e diz o versículo 10: &amp;quot;10 E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito.11 Naquele dia, será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom, no vale de Megido.12 A terra pranteará, cada família à parte; a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte;13 a família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família dos simeítas à parte, e suas mulheres à parte.14 Todas as mais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte.&amp;quot;. O que diz aqui em muitos detalhes está resumido ali em Apocalipses 1:7 onde diz: &amp;quot;E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele.&amp;quot;.Também Marcos e Lucas nos apresentam a vinda do Senhor nas nuvens; no capítulo 13 de Marcos diz o versículo 26: &amp;quot;Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória&amp;quot;. Podemos passar a Lucas capítulo 21 onde também no verso 27 diz: &amp;quot;Então, se verá o Filho do Homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória.&amp;quot;. Tanto Mateus, Marcos, como Lucas registram diferentes aspectos das palavras do Senhor Jesus. Se tu vês em Marcos, também aparece a mesma confissão de Jesus ante o concílio, como lemos em Mateus, e também se vê em Lucas; assim que por agora não vamos ler o de Marcos nem o de Lucas, mas vocês podem depois revisar. Isto é o que se nos diz aqui da vinda do Senhor nas nuvens.Outra passagem onde se fala da vinda do Senhor nas nuvens, já nos apóstolos, está em 1 Tessalonicenses 4:14 em diante: &amp;quot;14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.15 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.&amp;quot;. Então vemos que o Senhor vem nas nuvens e que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e logo os demais que estiverem vivos na vinda do Senhor, juntamente com eles seremos arrebatados para receber o Senhor nas nuvens. Vocês não vêem a palavra &amp;quot;nuvens&amp;quot; ali? Olhem outra vez: &amp;quot;Seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens para receber o Senhor nos ares&amp;quot;; porque o Senhor vem nas nuvens e no arrebatamento receberemos o Senhor nas nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinda ou hora secreta do Senhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vou ter que entrar um pouco mais profundo; aqui vimos o relativo à vinda do Senhor nas nuvens; as vezes se diz que a vinda secreta é como ladrão, e a segunda parte da segunda vinda é a vinda pública e gloriosa, visível nas nuvens; mas que antes dessa houve ema vinda secreta; claro que em outras as passagens que lemos, que falam da vinda nas nuvens, em nenhum se nos fala de uma vinda anterior secreta. Há cinco ou seis versículos na Bíblia que falam da vinda do Senhor como ladrão na noite; essa expressão de &amp;quot;vinda como ladrão na noite&amp;quot;, que nada sabe o dia e a hora, tem sido tomada como para dizer que há uma vinda secreta antes da vinda pública, e se diz que a vinda secreta é como ladrão na noite. Se tu examinares com cuidado aos versos, verás que Eles não falam da vinda secreta, senão de hora secreta; si tu voltar a ler os versos, são cinco ou seis somente, e os vamos a ler esta noite, si tu vês os versos que falam da vinda como ladrão, todos esses cinco ou seis versos falam no contexto da vinda pública e visível; esses versos estão em Mateus 24, em Lucas 12, no 1 Tessalonicenses 5, 2 Pedro 3 e em Apocalipse 3 e 16; esses são os versos que veremos que falam da vinda do Senhor como ladrão na noite, que alguns irmãos, os respeito, têm dito que essa é a vinda secreta; mas eu vou mostrar pela Bíblia, vocês examinem a ver se parece ou não, não vou impor, que todos os cinco ou seis versos que falam da vinda como ladrão na noite, todos os cinco ou seis, se lês o contexto, se referem à vinda pública e gloriosa, incluído este de Apocalipse 1:7: &amp;quot;Eis que vem com as nuvens&amp;quot;. Essa vinda com as nuvens é como ladrão na noite, ou a vinda como ladrão na noite é outra? Vamos ver se a vinda como ladrão na noite é outra ou é esta mesma em que vem nas nuvens visíveis.Comecemos com a primeira, em Mateus 24. As cinco passagens são: Mateus 24, anotem por favor para que voltem a ler em todo o seu contexto, Lucas 12, 1 Tessalonicenses 5, 2 Pedro 3 e Apocalipse 3 e 16. Veremos os versículos um por um. Comecemos por Mateus 24; aqui tenho o texto grego para que os irmãos possam revisar depois em o grego; Mateus 24, comecemos desde o versículo 3, porque temos que ler o que diz o Senhor em seu contexto: &amp;quot;3 No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.&amp;quot;. Ele acaba de dizer sobre Jerusalém, aquele muro que eles lhe diziam: Olhe que pedras! e Ele contestou: não ficará aqui pedra sobre pedra; isso era uma das coisas que sucederiam, mas não só isso, e lhe dizem: &amp;quot;Quando serão estas coisas, (ou seja a destruição de Jerusalém e do templo) e que sinal haverá de tua vinda?&amp;quot;. Podem revisar no grego a ver se a palavra é parousia ou epifanía porque alguns tem dito que a palavra parousia se refere à vinda secreta e a palavra epifanía se refere à vinda pública, mas se tu leres o grego vais ver que parousia é usada na vinda pública; nesta vinda se fala da vinda do Senhor nas nuvens, gloriosa, diz parousia; então o argumento de que parousia se refere à vinda secreta não se pode sustentar à luz do grego. No contexto grego todas as vezes que fala de parousia se refere à vinda do Senhor, inclusive pública e visível. &amp;quot;e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.4 E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane.5 Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos.6 E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.7 Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares;&lt;br /&gt;8 porém tudo isto é o princípio das dores.9 Então...&amp;quot;. A quem esta falando o Senhor aqui? Aos cristãos, á Igreja; quando um está em Cristo já não é judeu nem gentio; antes era judeu ou gentil, mas quando Cristo morreu já não há judeu, nem gentio, nem bárbaro, nem cita, nem varão, nem mulher, senão que Cristo é tudo em todos. Por favor sigam suas Bíblias, não me sigam, para que não seja que eu me equivoque e vocês comigo; assim que vigiem-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja e a tribulação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;9Então (está falando o Senhor Jesus aos cristãos, aos seus) os entregarão a tribulação, (ah! muitos dizem: tranqüilo, irmão, vocês não vão passar por isso, vocês não vão sofrer nada; mas quantos têm sofrido tribulação já nestes 21 séculos&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome.&lt;br /&gt;10 Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros;11 levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.12 E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.15 Quando...&amp;quot;. Ah! por tanto quer dizer que isto que vai dizer a continuação está relacionado com o que vinha dizendo até aqui, e está falando aos cristãos; alguns dizem: ele está falando aos judeus; não, ele está falando aos cristãos que crêem em Cristo; já não há judeu nem gentio. &amp;quot;15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação...&amp;quot;. Ah! assim é que o Senhor está dizendo a Seus discípulos que no fim viria a abominação desoladora; alguns pensariam que não a iam a ver, mas aqui o Senhor não diz que alguns não; aqui diz &amp;quot;quando vires&amp;quot;; está falando a instrução normal, Ele não está querendo enganar nem ensinar distorcidamente, nem dar uma imagem equivocada; porque é que o Senhor não ensina segundo Darby, nem segundo Newton; não, o Senhor ensina como é; então temos que seguir a Ele. &amp;quot;15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), (por isso eu disse aos irmãos que leram esse trabalho sobre Daniel) 16 então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes;17 quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa;18 e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.19 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!20 Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado;&amp;quot;.No ano 70 quando chegou Tito e tomou a cidade, começou o cumprimento destas coisas; não se cumpriu tudo, mas começou o cumprimento, porque Daniel dizia no capítulo 9, depois da profecia das 70 semanas, dizia que quando tirassem a vida do Messias, o príncipe de um povo que viria destruiria a cidade e o santuário, e isso foi Roma, esse é esse príncipe; quando Vespasiano era imperador, Tito veio e tomou Jerusalém e começou a se cumprir esta profecia, mas não se cumpriu tudo; o Senhor falou de várias coisas que teriam que acontecer, mas não falou do momento exato, da hora e dia; isso nada pode falar porque Jesus disse: nem os anjos sabem, só o Pai. Então diz: &amp;quot;21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.&amp;quot;. Quando diz: &amp;quot;nem haverá&amp;quot;, já se está dando conta um de que não se está referindo somente ao ano 70, senão à grande tribulação final, à última grande tribulação; claro, no ano 70 algo se cumpriu, mas Ele não estava falando só para o ano 70, porque ele estava falando não só de quando seriam aquelas coisas, senão quando será Sua vinda e o fim do século; como eles não sabiam, lhe perguntaram tudo junto e Ele contestou tudo junto, mas uma parte corresponde à queda de Jerusalém e a outra parte corresponde ao anticristo, à abominação desoladora, e por isso fala aqui da &amp;quot;grande tribulação&amp;quot; que no haverá outra; ou seja, que aquela do ano 70 não é essa, ainda que aquele é um início, um princípio, mas a definitiva é a última que já não haverá outra.Segue dizendo: &amp;quot;22 Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados.&lt;br /&gt;23 Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis;24 porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.25 Vede que vo-lo tenho predito.26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis.27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem.28 Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.29 Logo em seguida (fixem-se por favor nesta frase aqui) depois da tribulação daqueles dias, (não antes da tribulação, por favor) o sol escurecerá, e a lua não dará sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.&lt;br /&gt;30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.&amp;quot;.Vejam como o Senhor responde o assunto de Sua vinda; assim é que a responde e não têm terminado de responder; segue falando o Senhor neste contexto; não tome o versículo isolado do contexto. &amp;quot;31 E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.&amp;quot;. Não só na terra, senão do céu, porque os santos que haviam morrido com Cristo, estavam esperando a ressurreição e virem com Ele, por isso diz: &amp;quot;de uma a outra extremidade dos céus.&amp;quot; E nesse contexto diz: &amp;quot;32 Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.&lt;br /&gt;33 Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, (incluída a abominação desoladora, a perseguição dos santos, a tribulação daqueles dias) sabei que está próximo, às portas.&amp;quot;. Todavia não têm vindo, e diz: depois da tribulação segue dizendo mais: &amp;quot;34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.&amp;quot;. A primeira geração viu a queda de Jerusalém e a geração que verá o final será uma só também. &amp;quot;35 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.36 Mas a respeito daquele dia e hora (este pero quer dizer que está todavia falando dessa vinda gloriosa e visível, mas é a respeito daquela, ou se não, não diria: mas) ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem.38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.&amp;quot;Notem que está falando de juízo, da vinda pública, depois da tribulação daqueles dias: &amp;quot;40 Então (vejam o verso, não antes) dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro...&amp;quot;. Esse é o arrebatamento; fixem-se em que contexto aparece o arrebatamento; não leiam este versículo isolado, leia no contexto do ensinamento integral. &amp;quot;40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro;41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra.&lt;br /&gt;42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.&amp;quot;. De que vinda está falando aqui? Da que tem vindo falando durante todo o capítulo, e nesse contexto diz: &amp;quot;43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa.&amp;quot;; ou seja que o contexto da vinda como ladrão é no contexto todo do capítulo 24 da vinda gloriosa; eu estou lendo assim; não sei você como o lê; o deixo ler como queira, mas lhes agradeço que me permitam lê-lo. &amp;quot;44 Por isso, ficai também vós apercebidos&amp;quot;. Ah! vós, a igreja, os cristãos, os seus, seus discípulos, seus apóstolos. &amp;quot;Por isso&amp;quot;, está relacionando tudo com tudo. &amp;quot;44 Por isso, ficai também vós (não só os de fora, também vós, os próximos) porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens.48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se,49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios,50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.&amp;quot;. Este é o contexto da primeira menção da vinda como ladrão. Se tomamos o verso isolado podemos por em qualquer parte, mas se tomas no contexto geral tens que deixá-lo nesse contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vinda como ladrão em Lucas e Tessalonicenses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda menção aparece em outro contexto em Lucas 12:35-40; ali há outra citação em que o Senhor fala da vinda como ladrão; estamos lendo todos os versículos bíblicos que falam da vinda como ladrão para que vejam o contexto e para que o interpretemos em seu contexto; Lucas 12:35: &amp;quot;35 Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias.36 Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram.&amp;quot;. Quem são estes vós? Os apóstolos; Ele está falando aos seus e diz: &amp;quot;37 Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá.38 Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.39 Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa.40 Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.&amp;quot;. A hora é secreta, mas a vinda se notará. Esse é o segundo versículo em seu contexto onde aparece a vinda como ladrão, e vocês vêem que é parecido ao que lemos em Mateus ainda que neste contexto.Vamos à terceira menção da vinda como ladrão agora em 1 Tessalonicenses capítulo 5. Notemos que no 4 que já lemos a respeito de Sua vinda nas nuvens e do arrebatamento, mas que não precederíamos à ressurreição dos mortos, vinha falando daquela vinda e que o receberíamos nos ares para estar sempre com Ele. Então Paulo nesta carta tem uma expectativa conforme o ensinamento de Jesus; e vejam uma coisa: a expectativa de Paulo deve ser também a expectativa nossa. Ele disse: Os digo isto em palavra do Senhor. Paulo está falando à igreja dos Tessalonicenses; ele não está falando aos derrotados, ele não está se pondo entre os derrotados, não fala de outros especiais que se vão antes, mas nós os derrotados, não, ele está falando à igreja; ele não tinha esses problemas, porque essas discussões não se haviam dado ainda no tempo de Paulo; ele tinha a tradição fresca de Jesus. Então em 1 Tessalonicenses 3:12-13, vejam o que Paulo diz á igreja, aos mesmos que fala no capítulo 4 do arrebatamento, no 5 da vinda do Senhor como ladrão, aos mesmos lhes diz no capítulo 3, o que diz nos versos 12 e 13; notem que Paulo às mesmas pessoas fala tudo; ele não está falando a uns uma coisa e a outros outra coisa, senão aos santos diz a mesma coisa. vejam o que Paulo diz em 1 Tessalonicenses 3:12-13: &amp;quot;12 e o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco,13 a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.&amp;quot;. Paulo não está criando uma expectativa diferente à vinda com todos os santos.Dessa vinda é que Paulo está falando aqui, dessa vinda com todos os santos; e para explicar como será essa vinda com todos os santos então diz agora no capítulo 4:13: &amp;quot;13 Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus (essa é a vinda do Senhor Jesus com todos os santos) trará, em sua companhia, os que dormem.&lt;br /&gt;15 Ora, ainda vos declaramos (referindo-se a isso) por palavra do Senhor (ou seja, não são minhas palavras, disse Paulo, isso se vos digo porque assim disse o Senhor) isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda (e essa palavra é parousia) do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;&amp;quot;. Por favor, vejam estes ensinamentos de Paulo pelo Espírito Santo. &amp;quot;Ressuscitarão primeiro&amp;quot;; primeiro é a ressurreição dos santos que morreram em Cristo e então a transformação e reunião com eles. E diz: &amp;quot;17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares (porque Ele vem entre as nuvens) e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. (fixem-se em que vem falando do mesmo; o que diz no capítulo 3 está presente no 4, e o que diz no 4 está presente no 5) 18 Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.. 5: Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva;&lt;br /&gt;2 pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor...&amp;quot;. De quê vinha falando Paulo? Da vinda do Senhor Jesus Cristo com todos os santos, e que Deus trará com Jesus aos que dormiram Nele e virá nas nuvens e com voz de trombeta, e com voz de comando, e com voz de arcanjo, e os mortos ressuscitarão primeiro; nesse contexto diz: &amp;quot;vem como ladrão de noite&amp;quot;; e fixem-se em que não é algo secreto; a hora sim, mas da vinda diz: &amp;quot;3 Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.&lt;br /&gt;4 Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;5 porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.6 Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.7 Ora, os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se embriagam.8 Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação;9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo,&amp;quot;. E então esse &amp;quot;não nos há posto Deus para ira&amp;quot; é no contexto de Sua vinda. Agora fixem-se em que o versículo 3 se relaciona com o 2; no 2 fala da vinda como ladrão e no 3 diz que quando disserem: paz e segurança, virá sobre eles destruição repentina. Então, a vinda do Senhor como ladrão trará destruição repentina aos que não sejam Dele; ou seja, que não podemos por a destruição repentina por um lado e a vinda como ladrão por outro, porque aqui Paulo as junta; Paulo junta o capítulo 3, a vinda do Senhor com seus santos, o capítulo 4, Deus trará com Jesus aos que dormiram nele, o Senhor com voz de arcanjo, com trombeta de Deus, etc. e haverá a ressurreição, e a transformação, e o arrebatamento, e nos encontraremos nas nuvens; mas como será isso? É como ladrão, inesperado, a hora é secreta, mas quando suceder a destruição repentina. Agora, isto não o diz só Paulo, o diz também Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vinda do Senhor relatada por Pedro e Apocalipse 16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a 2 Pedro capítulo 3; estamos lendo todos os versículos que falam da vinda como ladrão para que não o digamos em outro contexto, senão no contexto em que o falou o Senhor e seus apóstolos. 2 Pedro 3:9-10 fala da vinda como ladrão, e vejam como é a vinda como ladrão; não é uma vinda secreta; o que é secreto é a hora, isso é a surpresa, isso é o que quer dizer como ladrão, o inesperado, mas a vinda mesma vejam como será: versos 9 e 10: &amp;quot;9 Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor (o dia, diz o Senhor) como ladrão na noite; no qual (notem, no dia quando o Senhor vier como ladrão na noite) os céus passarão com estrepitoso estrondo, (isso não será secreto, a hora sim) e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.&amp;quot;. Irmãos, esse é o contexto da vinda como ladrão, &amp;quot;no qual, (no dia quando o Senhor vier como ladrão) os céus passarão com estrepitoso estrondo&amp;quot;; por isso dizia: as potencias dos céus serão comovidas.O último versículo de hoje que menciona a vinda como ladrão está em Apocalipse 16. Eu não sei se vocês depois desta leitura têm visto um arrebatamento diferente; eu não sei, eu respeito, eu não quero burlar, guarde-me o Senhor, mas é que estes versículos me fazem pensar muito sério; não sei como pensa você; há muitos outros versículos. Notem de que trata o capítulo 16; trata das taças da ira. A primeira taça de que trata? De úlceras. A segunda copa de que trata? Do mar como sangue. A terceira taça de que trata? Das fontes das águas como sangue; e a quarta taça? Um grande calor; e a quinta taça? Fixem-se, fala do anticristo, da besta; ou seja, que estamos em plena grande tribulação na quinta taça, verdade? Vejam a quinta taça, verso 10: &amp;quot;10 Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta (está falando do trono da besta) cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam11 e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras.&amp;quot;. Ou seja que já na quinta taça se está na grande tribulação; agora vem a sexta taça; se é a sexta, não vai ser antes da quinta; diz a sexta: &amp;quot;12 Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.&amp;quot;. Recordem-se o que dizia Daniel? Que quando vier esse anticristo, noticias do oriente e do norte o atemorizariam? Pois, fixem-se, em pleno governo do anticristo quando vem aqueles reis do oriente.Estamos na sexta taça: &amp;quot;13 Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;14 porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso.15 (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.)&amp;quot;. Está falando em pleno contexto da besta, em pleno contexto do Armagedom, la sexta taça, a taça da ira; as primeiras taças são pura tribulação; isso é pura tribulação, e ainda o Senhor diz: &amp;quot;Eis que venho como vem o ladrão&amp;quot;; ou seja que não veio ainda durante a sexta taça como ladrão; esses são cinco versículos que falam da vinda como ladrão na noite; e entretanto, vejam em que contexto fala da vinda como ladrão; se deram conta do contexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trigo e a joio e a vinda do Senhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a Mateus capítulo 13 onde ao Senhor perguntam acerca de uma parábola que Ele disse. Mateus 13:24; a parábola do trigo e o joio. &amp;quot;24 Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; (esse campo é o mundo, o explicou depois) 25 mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se.26 E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.27 Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: (Ele interpretou logo que eram os anjos) Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? (os filhos do reino) Donde vem, pois, o joio? (os filhos do mal) 28 Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio?29 Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo&amp;quot;. Não importa quanto joio haja, o trigo pode crescer a seu lado, deixe-lo crescer junto, mas por favor, fixem-se no que diz a continuação: &amp;quot;30 Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio&amp;quot; (ah! não era que o trigo se ia primeiro? Primeiro o joio; e não disse: recolhei o joio, senão: &amp;quot;ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes (esse é o globalismo, a abertura econômica, a integração econômica) para queimá-la&amp;quot;. Essa é a grande tribulação. Primeiro se deve recolher o joio, atá-lo em feixes para queimá-lo: &amp;quot;mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.&amp;quot;.Irmãos, eu as vezes escuto que primeiro recolhiam o trigo e deixavam o joio, mas aqui se recolhe primeiro o joio; &amp;quot;atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.&amp;quot;. E Ele logo explicou isso, nos versículos 36 até o 43; vou a saltar os outros versos porque ele explicou que esse era o Filho do Homem. Diz o verso 39: &amp;quot;39 o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa (vamos ver também esta sega em Apocalipse) é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos.40 Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século.&amp;quot;. Se arranca o joio e se queima no fogo. &amp;quot;41 Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino (eu pensei que aos santos, mas diz&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/smile.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade&lt;br /&gt;42 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.43 Então, os justos resplandecerão como o sol&amp;quot;. Isso é quando são transformados e glorificados, e vão se reunir com o Senhor nos ares para vir a reinar com ele no reino de seu Pai. &amp;quot;Quem tem ouvidos para ouvir, ouça&amp;quot;. Então, irmãos, aqui o Senhor fala primeiro de recolher o joio em feixes. Quando fala em Apocalipse 1:7: &amp;quot;Eis que vem entre as nuvens&amp;quot;, se refere a todos esses versículos que lemos. &amp;quot;E todo olho o verá&amp;quot;; aquilo era o que dizia no contexto de Mateus 24, que é depois da tribulação daqueles dias, Ele começou a falar da vinda como ladrão; e quase todos os versos que falam da vinda como ladrão já os temos lido. Logo veremos Apocalipse 3.O arrebatamento da última trombetaAgora este versículo de 1 Tessalonicenses que fala da ressurreição e o arrebatamento, se refere ao que diz 1 Coríntios 15; vamos a este capítulo, leiamos desde o versículo 50; notem que esta passagem se corresponde com o de 1 Tessalonicenses capítulo 4, onde explica o do capítulo 3, a vinda do Senhor com os santos e o arrebatamento dos santos a receber ao Senhor nas nuvens, mas que primeiro ressuscitarão os mortos e logo nós seremos transformados. Isso mesmo é em 1 Coríntios 15:50, que diz assim: &amp;quot;50 Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.51 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, (não o dizia também Tessalonicenses? &amp;quot;os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.&amp;quot; Não creio que Paulo ia ensinar uma coisa aos Tessalonicenses e outra distinta aos Coríntios; ele está ensinando o mesmo; mas Paulo aqui nos dá uma chave: quando será isso? na última trombeta; por que diz na última? Porque há outras trombetas, mas há uma última. Agora onde aparecem na Bíblia as outras trombetas? Aparecem em Apocalipse. Em Apocalipse aparecem as sete trombetas; vejamos que é na sétima trombeta, no final, o momento de dar o galardão que é quando o Senhor vier.Vamos a Apocalipse 11; notem que é a sétima trombeta, porque quantas são as trombetas? São sete e a última é a sétima. Todas as trombetas são de tribulações e a sétima diz o seguinte no verso 15: &amp;quot;15 O sétimo anjo (que era o último) tocou a trombeta, (que era a última) e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos; (esse é o momento, quando o Senhor toma os reinos) 16 E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus,17 dizendo: (vejam o que dizem os vinte e quatro anciãos) Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar.&lt;br /&gt;18 Na verdade, as nações se enfureceram;&amp;quot;. Ah! aí está resumido toda essa guerra do final: dos reis do norte, do oriente, do anticristo, etc. &amp;quot;18 Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, (ah! menciona a fúria das nações primeiro, então a ira do Senhor, que são as taças, além disso disse&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/smile.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.19 Abriu-se, então, o santuário de Deus (agora sim, depois da sétima) que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.&amp;quot;. Então fixem-se, irmãos, em que o tempo de dar o galardão é a sétima trombeta, e o galardão é a vinda do Senhor. Vamos ver isso em Apocalipse 22:12; o Senhor vem falando de Sua vinda: &amp;quot;12 E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.&amp;quot;; então quando é o tempo da vinda para dar o galardão? A sétima ou última trombeta; por isso diz ali em Apocalipse 11:18: &amp;quot;Tua ira têm vindo, e o tempo de julgar aos mortos, e dar o galardão&amp;quot;.A hora de dar o galardão é a vinda do Senhor, e na vinda do Senhor haverá ressurreição de mortos, haverá transformação de vivos fiéis em Cristo, haverá arrebatamento para receber a Ele que vem nas nuvens com voz de trombeta, com voz de comando; e sabem o que mais diz da vinda do Senhor em 2 Tessalonicenses? Não diz que vem em secreto; diz que vem em chama de fogo e com anjos de Seu poder.A Igreja e o sofrimento2 Tessalonicenses. Não se pode ver tudo, mas vemos o que podemos. Aos mesmos que escreveu a primeira escreveu a segunda e não se vai contradizer no que disse na primeira vez, senão que os vai esclarecer, porque alguns podiam ter entendido mal. 2 Tes. 1:3. Por favor irmãos, não me sigam, sigam suas Bíblias: &amp;quot;3 Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros (eram os mesmos de antes, os tessalonicenses) como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando,4 a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais,&amp;quot;. Ouça, desde o princípio, o normal para a igreja são os sofrimentos, as perseguições e as tribulações; isso é o normal. Sabem o que ensina Pedro? Que nos armemos do pensamento de sofrer; diz Pedro: &amp;quot;Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento;&amp;quot; (1 Pe. 4:1).O que passa aos que ensina que não vai sofrer? O está desarmando, porque o que Pedro diz é que nos armemos do mesmo pensamento, a disposição a sofrer. O normal em toda a história da Igreja, é o sofrimento da Igreja, a perseguição contra a Igreja, a Igreja em tribulação; e diz o verso 5: &amp;quot;sinal (ou seja as tribulações e perseguições que suporta a Igreja) evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito, estais sofrendo;&lt;br /&gt;6 se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam, (por que o mundo vai ser atribulado? Porque o mundo atribula à Igreja; a Igreja é atribulada pelo mundo; por isso o mundo é atribulado por Deus) 7 e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco (quando? Quando nos vai a dar o Senhor repouso da tribulação, quando&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; quando do céu se manifestar (não é secreto o Senhor Jesus com os anjos do seu poder,8 em chama de fogo, tomando vingança (ao mesmo tempo que nos faz descansar da tribulação, a eles lhes retribui ao mesmo tempo; quando? quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu, em chama de fogo) contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus.9 Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, ( quando? Note esse quando outra vez; é o mesmo tempo; vem falando do juízo, da retribuição contra os ímpios, e nesse mesmo quando) 10 quando vier (para retribuir a maldade a uns e recompensar a outros) para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia. (essa é a transformação do corpo) (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho). 11 Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé,12 a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.&amp;quot;.Isso vinha dizendo Paulo; mas ele não pôs capítulos em seus escritos; ele seguiu dizendo: &amp;quot;2:1Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (a palavra aqui é parousia), e à nossa reunião com ele, (Quando seremos reunidos com Ele? Quando formos arrebatados para recebê-lo nos ares; então de que vem falando? Ouçam, irmãos, com respeito à vinda do Senhor, a parousia, e nossa reunião com Ele [a palavra é episinagogia, ou seja, reunião no alto] esse é o arrebatamento; nossa reunião com ele no alto é o arrebatamento, quando o receberemos nos ares) nós vos exortamos&lt;br /&gt;2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, (o que tinha a igreja primitiva, que tinha ele) nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. (Que já chegou, segundo o grego) 3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá (vem falando da vinda do Senhor e de nossa reunião com ele no alto) sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.&amp;quot;.O que detém a aparição do anticristoIsto era o que dizia Daniel; em Daniel capítulo 11, se fala desde o versículo 35 até p final desse período desse governo ditatorial, desse anticristo que se assenta no templo de Deus como Deus; ou seja que Paulo quando está escrevendo esta carta, tem em mente a Daniel, os capítulos de Daniel 7, 8, 9, 10, 11 que falam deste anticristo; e nesse contexto com o fundo de Daniel em sua mente, Paulo segue dizendo: &amp;quot;5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?&amp;quot; Isso nos diz que o ensinamento oral de Paulo se baseava em Daniel também, e é com o contexto de Daniel e com o contexto cuidadoso de Paulo em meio do sistema romano que Paulo fala as seguintes palavras misteriosas que alguns têm entendido mal. &amp;quot;6 E, agora, sabeis o que o detém&amp;quot;. Note que não é o &amp;quot;quem&amp;quot;, e sim o &amp;quot;que&amp;quot;; não é o Espírito Santo, pois o Espírito Santo não é um &amp;quot;o&amp;quot;, alem do mais é o Deus onipresente, e mesmo quando estiverem alguns sendo atormentados 5 meses, os que tem o selo do Deus vivo não vão ser atormentados; o selo do Deus vivo é o Espírito Santo; ou seja que o Espírito Santo estará ali quando forem atormentados os homens; não é o Espírito Santo o que será tirado; Ele não pode ser tirado, Ele é onipresente; diz o Salmo 139 que nem sequer no Seol pode ser tirado o Espírito Santo. &amp;quot;7 Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?8 Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também;&amp;quot;. O Espírito Santo não é retirado; Ele não vai falar de maneira irreverente, &amp;quot;o que o detém,&amp;quot; não vai falar assim do Espírito Santo. Mas fixem-se de quem está falando; veja que ele tem em conta o transfundo de Daniel. &amp;quot;6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.7 Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda&amp;quot; isto é, depois de que se manifeste o iníquo.A respeito da vinda do Senhor, e nossa reunião com Ele, não vos deixeis demover facilmente, porque não virá sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho de perdição, se sente no templo de Deus. Paulo aprendeu isso de Daniel também. Agora, irmãos, o que era o que detinha a presença do anticristo? Fixem-se em uma coisa: ele fala de quando &amp;quot;a seu devido tempo se manifeste&amp;quot;; ou seja que o anticristo, este homem iníquo, este filho da perdição, tem um tempo devido; ou seja, não pode vir antes de seu tempo, porque o Senhor em Daniel mostrou a ordem dos tempos: Ele lhe deu um tempo a Babilônia. Enquanto isso Babilônia estava em pé não podia vir Medo-Pérsia; Quando foi tirada Babilônia veio Medo-Pérsia. Quando estava Medo-Pérsia, não podia vir Grécia, mas quando foi tirada Medo-Pérsia, então o anjo lhe disse: Agora vou a pelejar com o príncipe da Pérsia, mas logo vai vir o da Grécia; não podia vir o de Grécia porque estava o da Pérsia. Quando foi tirado o império persa, então se manifestou o império grego. Enquanto estava o império Grego em seu devido tempo, não podia vir o império Romano porque estava o tempo da Grécia. Quando se acabou o tempo da Grécia veio Roma, e agora Paulo está escrevendo em Atenas, no império Romano; mas ele não pode dizer às claras que o império Romano vai a cair, porque depois vem os dez chifres que vão dar o poder ao anticristo. Ele tem que ficar calado; em forma oral ele podia dizer: Não vos recordeis do que vos ensinei a respeito de Daniel? Mas agora diz: mas vós sabeis o que agora o detém, porque agora está o império romano; enquanto está Roma não pode vir o anticristo, mas quando a seu devido tempo se manifeste, quando isto que o detém seja tirado do meio, porque a esta besta que é como de ferro, lhe vão a sair dez chifres e vai sair um chifre pequeno que se vai fazer grande, mas ele não pode sair antes que se termine o tempo da besta de ferro, que é Roma. Quando este for tirado do meio, quando cair o império Romano, então se manifestará aquele iníquo; não é o Espírito Santo o que detém o anticristo; é o mesmo Espírito Santo o que dá permissão ao anticristo. Diz: se lhe deu autoridade para atuar 42 meses e fazer guerra contra os santos; ou seja que os santos estarão sendo perseguidos pelo anticristo. Quando Roma for tirada do governo, então se manifestará aquele iníquo.Termino com um verso, Apocalipse 20:4 em diante; aqui vai começar o reino milenar. &amp;quot;4 Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar; (quem se sentarão a reinar com Cristo mil anos&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, (e quem mais&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; (ressuscitaram) e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. 5 Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição.&amp;quot;. Então, irmãos, a primeira ressurreição são aqueles mártires que foram decapitados, inclusive os que no tempo da besta, resistiram à besta, não adoraram</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 01 Aug 2008 01:05:08 UT</pubDate>
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            <title>ANTICIPACIÓN PROFÉTICA MESIÁNICA</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1713193</link>
            <description>ANTICIPACION PROFETICA MESIANICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yahveh Elohim es el Dios Eterno, [1]Uno y Trino[2], cuyo Verbo Divino, igual a Sí, el Hijo eterno de Dios, Su propia Imagen y resplandor de Su gloria, por Quien Dios se revela[3], es el arquetipo conforme al cual fue creado el hombre. Cuando Elohim dijo: “Hagamos al hombre a nuestra imagen, conforme a nuestra semejanza[ii][4],  tal imagen y semejanza es el Hijo de Dios[5]. El hombre sería, pues, corporativo[6], destinado a la relación estrecha con el Hijo de Dios[7], conteniéndolo como vida para vivir por Èl[8], y configurándose a Su imagen y semejanza para expresar Su gloria[9]. Adam, el primer hombre[10], fue, pues, figura del que habrìa de venir[11]. Eva[12], entonces, figura de su mìstica esposa[13], tomada de su costado mientras él pasaba por el sueño profundo, para ser su asistente compañera y coheredera, su ayuda idónea, carne de su carne y hueso de sus huesos[14]. La vida del hombre sería la del Árbol de la Vida[15], corporificación de la vida divina que está con el Padre y es Su Hijo[16]. Al venderse el hombre al pecado y quedar bajo su poder y el de Satanás y el de la muerte[17], Yahveh Elohim prometió una Simiente de la Mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente aunque fuese herida en el calcañar[18]. Vencería, pues, al pecado y a la muerte, al mundo y al diablo con su séquito. También Yahveh Elohim cubrió la desnudez del hombre con las túnicas de pieles de un sacrificio que prefiguraba el del Cordero de Dios[19].  Por eso Abel[20] se acogió por la fe a este sacrificio para poder ser acepto ante Dios, y lo fue en lugar de Caín[21] que apenas se confió en el fruto de su propia labor, lo cual es siempre insuficiente para reparar la ofensa de lesa majestad cometida contra Dios, Su santidad, justicia y gloria[22].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde Adam en el Edén y desde Abel, los hombres comenzaron a entender y usar el valor protector del sacrificio propiciatorio[23]. A esta fe se acogió Set [24] y su hijo Enós[25], comenzando éste último, como frágil mortal, a invocar el hombre de Yahveh. Enós fue el gran sacerdote antediluviano que enseñó a la humanidad primigenia la invocación a Yahveh; es, pues, figura del Sumo Sacerdote[26]. Caín, no obstante, salió y huyó de la presencia de Yahveh Elohim, tornándose Nod el errante y edificando con sus descendientes su propia civilización cainita, enajenada ahora del Único Dios Verdadero[27]. Aunque Caín mató a Abel, no pudo evitar que éste fuese sustituido por Set[28]. De Enós setita vino luego el séptimo desde Adam, el profeta que anduvo con Dios, Enok  setita, arrebatado por Elohim[29]. Éste Enok setita profetizó diciendo: “He aquí, vino el Señor con sus santas decenas de millares, para hacer juicio contra todos, y dejar convictos a todos los impíos de todas sus obras impías que han hecho impíamente, y de todas las cosas duras que los impíos han hablado contra Él”[30].  Y por este profeta vino luego, por Matusalem[31] y Lamek setita[32], Noé[33], que construyó inmediatamente antes del Diluvio el arca salvadora que prefiguraba al Salvador[34]. Este Noé hizo pacto con Dios, el cual fue bendecido como Dios de Sem, hijo de Noé, que acoge en sus tiendas al engrandecido Jafet[35].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por los semitas vino Abraham[36] a quien Dios prometió que por su simiente bendeciría a las familias de la tierra[37]. Isaak, hijo de Abraham, prefiguró a aquella Simiente de Abraham por quien serían bendecidas las familias de la Tierra[38]. La Simiente de Abraham sería, pues, la antigua Simiente de la Mujer, prometida para vencer el imperio de la serpiente. Isaak y su hijo Jacob  I Israel recibieron la confirmación de las promesas hechas por Dios a Abraham[39]. Sara prefiguró el Nuevo Pacto, e Isaak al nacido por el Espíritu. Agar prefiguró al viejo pacto en la carne, e Ismael al nacido de ésta[40]. De Israel nació, pues, el pueblo de Israel según la carne, formado por las Doce Tribus; pero en medio de este Israel, se fue formando el Israel Espiritual, el verdadero Israel, circuncidado de corazón, con aquellos verdaderos creyentes en el Dios de Abraham y en su simiente prometida que bendeciría a las naciones, formado por los fieles y los profetas[41].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacob I Israel, antes de morir, inspirado por el Espíritu de Dios, profetizó a sus doce hijos. Entre ellos profetizó a Judá  que no sería quebrado el cetro de Judá hasta que viniera  Silo[42], es decir, el Enviado, Aquella Simiente de la Mujer y Simiente de Abraham prometida, prefigurado en Adam, Cabeza de la Humanidad. Que no sería quitado el Legislador de entre sus piernas. Silo, pues, el Enviado, el Ungido, el Mesías, el Cristo, sería el verdadero Legislador, y vendría del linaje de Judá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yhaveh Elohim llamó y envió entonces a Moisés por medio del cual realizó con Israel y sus prosélitos, los términos de la Antigua Alianza que entregaba al hombre mandamientos a la carne, para demostrarle a éste la necesidad de una mayor liberación. Mas junto a los mandamientos colocó Dios las fiestas, y los sacrificios que cubrían sus pecados, prefigurando éstos, sacrificios y fiestas, incluido el sábado, la Gesta del futuro Mesías, el Ungido, el Cristo, aquella Simiente de la Mujer, y Simiente de Abraham, aquel Silo del Linaje de Judá[43]. Lo transitorio y pasajero de la Antigua Alianza lo enseñó Moisés al profetizar que Dios enviaría después de él a Un Profeta como él, que le salvaría la palabra de Dios, y que quien no oyese a ese Profeta, las palabras que El nos hablaría de parte de Dios, sería desarraigado del pueblo[44]. En tiempos de Moisés también profetizó  Balaam que saldría Estrella de Jacob y se levantaría Cetro de Israel[45]. La simiente de la mujer que aplastaría al dragón, la Simiente de Abraham por quien serían bendecidas las familias de la tierra, las naciones, la Estrella de Jacob, el Enviado, o Silo, del Linaje de Judá, Legislador de entre sus piernas, sería, pues, el Profeta anunciado por Moisés que hablaría las palabras de Dios que nadie podría desatender sin gravísimo peligro, y quien sería el verdadero Cetro de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de que ese Cetro comenzase a ser más proyectado proféticamente, el Verbo de Dios, en una de sus salidas desde la eternidad como el Ángel de Yhaveh que apareció a Moisés en la zarza como el Dios de Abraham, de Isaak y de Jacob[46], y que había aparecido a Agar como el Viviente que Ve[47], y que luchó como Dios con Jacob en forma de varón[48], Éste, en otra de sus salidas desde la eternidad[49], así como acompañó a Israel en el desierto cual Angel de Yhaveh y Roca herida dadora de aguas[50], Éste apareció a Josué como Príncipe de los Ejército de Yhaveh introduciéndoles en la Tierra Prometida[51], figura de la plenitud de Cristo[52]. Josué, como Conquistador, prefiguraba al Mesías; y por eso la semejanza de su nombre con el de Jesús. Y el Ángel de Yahveh también apareció al pueblo de Israel Boquim, en el tiempo de los Jueces, confirmándoles el Pacto[53]. Era el mismo que había hablado a Job desde un torbellino[54], como hablaba a los patriarcas antes de èl[55]. Fue Aquel que apareció a la madre de Sansón y a su padre Manoa[56].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habiendo Samuel establecido la monarquía hebrea[57], y habiendo sido escogido David[58]  como rey según el corazón de Dios, prometió Dios a David que de su descendencia levantaría al Cristo. Que David mismo, por haber derramado mucha sangre, no le levantaría casa a Dios pero que el Hijo de David, Éste sí le levantaría Casa a Dios, y Dios le sería a Él por Padre, y Él le sería a Dios por Hijo, y Su trono seria eternamente[59]. Salomón, pues, en figura tipológica, como hijo de David, edificó el templo en Jerusalén[60]; pero el verdadero Hijo de David que le edificaría el verdadero templo no hecho con manos humanas, sería el Mesías, el Cristo, el Ungido, el Enviado, Silo del Linaje de Judá, Cetro de Israel, Estrella de Jacob, el Profeta, Simiente de Abraham y Simiente de la Mujer, ahora descendiente del rey David y edificador de la Iglesia, el Cuerpo de Cristo, verdadera Casa de Dios, formada por israelitas y gentiles[61], así como el templo de Salomón fue edificado con madera de Israel y de los gentiles allegada a Israel por Jope[62], hoy Tel-Aviv, entrada internacional a Israel de los gentiles, lugar donde el apóstol Pedro recibió en visión orden de Dios de abrir las puertas de la Iglesia Cristiana a los gentiles, tal como Jesús de Belem y Nazareth había ordenado a sus discípulos ir, después de a Jerusalem, a Judea y a Samaria, también hasta lo último de la Tierra para hacerle discípulos, de modo que la bendición de Abraham alcanzase a los gentiles según la promesa de Dios[63]. También otros profetas profetizaron acerca de la Bendición a los gentiles por medio del Mesías de Israel. Y así como cuando Salomón terminó de edificar el templo e introdujo el Arca del Pacto mientras 120 sacerdotes tocaban sus trompetas[64], así también 120 discípulos del Mesías testificaron del descenso del Espíritu Santo a la Iglesia Cristiana, Casa de Dios, a partir de Jerusalem[65].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por eso profetizó David por el Espíritu Santo con las siguientes palabras postreras: “Habrá un Justo que gobierne entre los hombres, que gobierne en el temor de Dios. Será como la luz de la mañana, como el resplandor del sol en una mañana sin nubes, como la lluvia que hace brotar la hierba de la tierra”[66]. David, siendo profeta, y  a quien Dios le había prometido que de su descendencia levantaría al Cristo[67], hablando inspiradamente por Su Espìritu[68], profetizó que sería traicionado[69], horadados sus manos y sus pies, escupido, golpeado, mofado, abandonado a la sed con vinagre, clamando a Dios ante el abandono[70], pero que en la muerte su cuerpo descansaría sin ver la corrupción pues su alma no sería dejada en el Seol = Hades[71];entonces, pues, resucitaría y se sentaría a la diestra del Padre, hasta que todos sus enemigos le fuesen puestos por estrado de sus pies[72]. También profetizó Job  al decir que aún deshecha su piel en la muerte, aún en su carne vería a su Redentor[73]. Salomón  también lo prefiguró en el Amado de la Amada en el Cantar de los Cantares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Éste Simiente de la Mujer, Simiente de Abraham para bendición de las familias de la Tierra, Estrella de Jacob, Silo del Linaje de Judá, Legislador de entre sus piernas, Profeta anunciado por Moisés, Hijo de David prefigurado y también por él profetizado, de Éste profetizaron también los profetas de Israel y de Judá. Isaías profetizó que la virgen daría a luz un niño, cuyo nombre Emanuel significa Dios con nosotros[74]; que tal niño nacería como Hijo que nos era dado y cuyo nombre sería Admirable, Consejero, Dios Fuerte, Padre Eterno, Príncipe de Paz que reinaría eternamente sin lìmites[75]. Que saldría una vara del tronco de Isaí, y un vástago retoñaría de sus raíces. Y reposaría sobre Él el séptuple Espíritu de Yahveh quien le haría entender diligente en Su temor. No juzgaría según la vista de sus ojos, ni argüiría por lo que oyeran sus oídos, sino que juzgaría con justicia a los pobres, y argüiría con equidad por los mansos de la tierra, hiriéndola con la espada de Su boca. La justicia y fidelidad serían cinto de Sus lomos; y en Su reino hasta los animales estarían en paz entre sí y con los hombres. La Raiz de Isaí sería Pendón a los pueblos, y los gentiles lo buscarían[76]. También profetizó Isaías con estas palabras: “He aquí que para justicia reinará un rey y príncipes presidirán en juicio. Y será aquel varón como escondedero contra el viento, y como refugio contra el turbión; como arroyos de aguas en tierras de sequedad, como sombra de gran peñasco en tierra calurosa”[77].  Profetizó también que Dios mismo vendría y la lengua del mudo sería abierta, el ciego vería y el cojo andaría y saltaría de gozo y el sordo oiría, y que habría Calzada y Camino de Santidad desde Su venida[78]. Mas sería precursado por una voz del desierto, Juan el Bautista[79], que le prepararía el camino y le enderezaría las sendas[80]. También profetizó Isaìas: “He aquí mi siervo; yo le sostendré; mi escogido, en quien mi alma tiene contentamiento; he puesto sobre èl mi Espìritu; él traerá justicia a las naciones. No gritará, ni alzará su voz, ni la hará oír en las calles. No quebrará la caña cascada, ni apagará el pabilo que humeare; por medio de la verdad traerá justicia. No se cansará ni desmayará, hasta que establezca en la tierra justicia; y las costas esperarán su ley…. Yo Yahveh te he llamado en justicia, y te sostendré por la mano; te guardaré y te pondré por pacto al pueblo, por Luz de las naciones, para que abras los ojos de los ciegos, para que saques de la cárcel a los presos, y de casas de prisión a los que moran en tinieblas”[81]. Y más profetizó Isaías diciendo: “He aquí que mi siervo será prosperad, será engrandecido y exaltado, y será puesto muy en alto. Como se asombraron de ti muchos, de tal manera fue desfigurado de los hombres su parecer, y su hermosura que la de los hijos de los hombres, así asombrará él a muchas naciones; los reyes cerrarán ante él la boca, porque verán lo que nunca les fue contado, y entenderán lo que jamás habían oído. ¿Quién ha creído a nuestro anuncio? ¿ Y sobre quièn se ha manifestado el brazo de Yahveh? Subirá cual renuevo delante de él, y como raíz de tierra seca; no hay parecer en èl, ni hermosura; le veremos, mas sin atractivo para que le deseemos. Despreciado y desechado entre los hombres, varón de dolores, experimentado en quebrantos; y como que escondimos de Él el rostro, fue menospreciado y no lo estimamos. Ciertamente llevó El nuestras enfermedades, y sufrió nuestros dolores; y nosotros le tuvimos por azotado, por herido de Dios y abatido. Mas Él herido fue por nuestras rebeliones, molido por nuestros pecados; el castigo de nuestra paz fue sobre Él, y por su llaga fuimos nosotros curados. Todos nosotros nos descarriamos como ovejas, cada cual se apartó por su camino, mas Yahveh cargó en Él el pecado de todos nosotros. Angustiado Él y afligido, no abrió su boca; como cordero fue llevado al matadero; y como oveja delante de sus trasquiladores, enmudeció, y no abrió su boca. Por cárcel y por juicio fue quitado; y su generación, ¿quién la contará? Porque fue cortado de la tierra de los vivientes, y por la rebelión de mi pueblo fue herido. Y se dispuso con los impíos su sepultura, mas con los ricos fue en su muerte; aunque nunca hizo maldad, ni hubo engaño en su boca. Con todo eso, Yahveh quiso quebrantarlo, sujetándole a padecimiento. Cuando haya puesto su vida en expiación por el pecado, verá linaje, vivirá por largos días, y la voluntad de Yahveh será en su mano prosperada. Verá el fruto de la aflicción de su alma, y quedará satisfecho; por su conocimiento justificará mi siervo justo a muchos, y llevará las iniquidades de ellos. Por tanto, Yo le daré parte con los grandes, y con los fuertes repartirá despojos; por cuanto derramó su vida hasta la muerte, y fue contado entre los pecadores, habiendo El llevado el pecado de muchos, y orado por los transgresores”[82]. También Isaías, prefigurando al Mesías, profetizó con las siguientes palabras: “El Espíritu de Yahveh está sobre Mi, porque me ungió Yahveh; me ha enviado a predicar buenas nuevas a los abatidos, a vendar a los quebrantados de corazón, a publicar libertad a los cautivos, y a los presos apertura de la cárcel; a proclamar el año de la buena voluntad de Yahveh, y el día de venganza del Dios nuestro; a consolar a todos los enlutados; a ordenar que a los afligidos de Sión se les dé gloria en lugar de ceniza, óleo de gozo en lugar de luto, manto de alegría en lugar del espíritu angustiado; y serán llamados árboles de justicia, plantío de Yahveh, para gloria suya”[83]. Y también Isaías, en el capítulo 63 de su libro, habla inspiradamente acerca de la venida del Señor para pisar el lagar[84].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El profeta Jeremías  profetizó diciendo: “He aquí que vienen días, dice Yahveh, en que levantaré a David Renuevo Justo, y reinará como Rey, el cual será dichoso, y hará juicio y justicia en la tierra. En sus días será salvo Judá, e Israel habitará confiado; y éste será su nombre con el cual le llamarán: Yahveh Justicia Nuestra”[85]. Igualmente Jeremías anunció de parte de Dios que El haría un Nuevo Pacto, que daría Su ley en la mente y la escribirìa en el corazón, y que sería conocido hasta del más pequeño de los hermanos, y que perdonaría la maldad de su pueblo sin acordarse ya más de su pecado[86]. Como también el profeta Ezequiel  anunció de parte de Dios que El quitaría el corazón de piedra y daría corazón de carne, y espíritu nuevo, haciendo andar en Sus estatutos, y colocando Su Espìritu dentro de Su pueblo[87]. Ezequiel vio al Hijo del Hombre en la gloria divina en medio de los querubines[88]. Oseas profetizó que Dios nos daría vida después de dos días y que al tercer día nos resucitaría y viviríamos delante de Él[89]. Joel profetizó que quien invocare el nombre del Señor sería salvo, y que El derramaría de Su Espíritu[90]. Jonás sirvió de señal al volver prácticamente de la muerte al tercer día[91]. Miqueas profetizó como Isaías acerca del reino de Yahveh y anunció la venida y sufrimientos del Mesías diciendo: “Con vara herirán en la mejilla al rey de Israel. Pero tú, Belèn Efrata, pequeña para estar entre las familias de Judá, de ti me saldrá el que será Señor en Israel; y sus salidas son desde el principio, desde los días de la eternidad. Pero los dejará hasta el tiempo que dé a luz la que ha de dar a luz; y el remanente de sus hermanos se volverá con los hijos de Israel. Y Él estará, y apacentará con poder de Yahveh, con grandeza del nombre de Yahveh su Dios; y morarán seguros, porque ahora será engrandecido hasta los fines de la tierra. Y éste será nuestra paz”[92]. Habacuc  vio su venida gloriosa con rayos brillante de luz[93]. Prácticamente casi todos los profetas hablaron de ese día glorioso final. Hageo  profetizó diciendo: “Porque así dice Yahveh Sabaot: De aquí a poco yo haré temblar los cielos y la tierra, el mar y la tierra seca; y haré temblar a todas las naciones y vendrá el Deseado de todas las naciones”[94].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El profeta Daniel  en Babilonia, Media y Persia profetizó acerca del Mesías y su reino[95]. Interpretando el sueño de Nabucodonosor[96] vio que una Piedra no cortada con mano de hombre destruía la estatua que representaba la historia de los imperios mundiales, y crecía cual el Monte del Reino de los Santos del Altìsimo. También vio Daniel al Hijo del Hombre en una nube recibiendo del Anciano de Días el reino tras los imperios mundiales. Vio su sufrimiento a manos de un Vil, y la muerte del Mesìas, no por sí, tras los 69 septenarios contados a partir de la orden de Artajerjes[97] de restaurar y edificar Jerusalem. Vio el reino y la resurrección[98].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zacarías también profetizó de su primera venida humilde y para sufrir, y también de su segunda venida gloriosa para juzgar y reinar. Anunció Zacarías así: “Alègrate mucho, hija de Sión; da voces de júbilo, hija de Jerusalem; he aquí que tu rey vendrá a ti, justo y salvador, humilde, cabalgando sobre un asno, sobre un pollino hijo de asna. Y de Efraim destruiré los carros, y los caballos de Jerusalem, y los arcos de guerra serán quebrados; y hablará paz a las naciones, y su señorío será de mar a mar, y desde el río hasta los fines de la Tierra. Y tú también por la sangre de tu pacto serás salva; Yo he sacado tus presos de la cisterna en que no hay agua”[99]. Y también anunció Yahveh por Zacarías diciendo: “Si os parece bien, dadme mi salario; y si no, dejadlo. Y pesaron por mi salario treinta piezas de plata… ¡Hermoso precio con que me han apreciado!....”[100]. Y dijo también: “Mirarán a mi, a quien traspasaron, y llorarán como se llora por hijo unigénito, afligiéndose por él como quien se aflige por el primogénito”[101], Y también: “Se afirmarán sus pies en aquel día sobre el monte de los olivos, que está enfrente de Jerusalem al oriente… Y vendrá Yahveh mi Dios, y con él todos los santos… Y Yahveh será rey sobre toda la tierra”[102]. Malaquìas también lo anuncia y a su mensajero, así: “He aquí yo envío mi mensajero, el cual preparará el camino delante de Mi; y vendrá súbitamente a Su templo el Señor a quien vosotros buscáis, y el Angel del Pacto, a quien deseáis vosotros. He aquí viene, ha dicho Yahveh Sabaot”[103].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Ex.3:14; Dt.33:27; Salm.135:13; Is.40:28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Dt.6:4; Jn.10:30; Gal.3:20; 1Tim.2:5; Stgo.2:19; Mt.3:16,17; Is.63:9,10; [1Jn.5:7].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Jn.1:1-3,14; Heb.1:3; Jn.1:18; Cool.1:15; 2Cor.4:4; Flp.2:6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Gn.1:26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] Jn.1:18; 2Cor.4:4; Flp.2:6; Col.1:15; Heb.1:3; 1Jn.5:20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] Ef.2:15,16; 1Cor.12:12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[7] Jn.17:24; 1Cor.1:9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[8] Jn.14:19; 1Jn.4:9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[9] Rom.8:29; Ap.21:10,11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[10] Adam de Edén, también conocido entre los antiguos como Atumu, Atum, Tum, Alulim, Aloros, Mula, Tanna-Kumpok, Tiki-ahua, Kuksu, Ask, Tuglay, Sihai, Unkulunkulu, Pelasgo, Foroneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[11] Rom.5:14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[12] Ishsha Eva Adam de Edén, también conocida entre los antiguos como Ivi, Embla, Tuglibung, Mulai, Sinyaxau, Gea, Tellus, pandora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[13] 2Cor.11:2,4; Ef.5:31-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[14] Gn.2:21-24; Ef.5:[30]-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[15] Gn.2:9,16; Ap.2:7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[16] Jn.1:4; 5:26; 11:25; 14:6; Hchs.3:15; Rom.6:23; 2Cor.4:10-12; Col.3:4; 1Jn.1:1,2; 5:11,12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[17] Gn.3:1-24; Rom.5:12-21; 7:14-24; Ef.2:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[18] Gn.3:15; Heb.2:14,15; Ap.12:1-5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[19] Gn.3:21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[20] Abel de Quedem, hijo de Adam, conocido en el Catálogo de Beroso como Alaparos, hijo de Aloros. En los priemas Weld-Blundell 62 y 444, de los sumerios, es llamado Alalgar, o Alagar. En otros lugares se le llama Amilabés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[21] Caín Nod, conocido entre los sumerios como Kidunnusakinkin, según el prima Weld-Blundell 62. Quizá también conocido por los antiguos nórdicos como Imer, y su esposa Belsta. En Jubileos 4:9 la esposa de Caín es llamada Awan; y según el Liber Antiquitatum 2:2 es llamada Temec. Otros la llaman Saye, o Asaoúl, o Eswt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[22] Gn.4:2-7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[23] Gn.4:4; Heb.12:24; 1Jn.3:12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[24] Set, también llamado Enmenluanna o Emeluanna, Amelon, Varuna y Urano. Según Jubileos 4:11 se esposa se llamaba Azura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[25] Enós, también llamado Enmengalana, Emenluana, Amelon, Ammenon, Uanna, Daonos, Oannes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[26] Gn.4:25,26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[27] Gn.4:16-24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[28] Gn.4:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[29] Gn.5:18-24; 1Cr.1:3; Lc.3:37; Heb.11:5; Judas Tadeo Lebeo 1:14,15; La tradición arcaica acerca del profeta Enok setita aparece también en los Catálogos de Grandes Personajes Antediluvianos del año 2400 antes de Cristo, es decir, el año humano 1920 desde Adam, en la época de Taré, encontrados por Weld-Blundell. El Catálogo W.B.444 hace mención de Enok setita llamámdolo Enmenduranna de Sipar, ocupando también el séptimo puesto del Catálogo, al igual que en Génesis y Judas Tadeo Lebeo que presenta a Enok setita como séptimo desde Adam. El Catálogo W.B.62 coloca a Enmenduranna de Sipar en el octavo lugar, pues incrusta otros personajes y cambia de lugar a algunos. Enmenduranna también es llamado Emenduranki, y el Catálogo de Beroso lo llama Evedoranjos de Pautibibla. En el Catálogo de Beroso, Evedoranjos de Pautibibla ocupa también el séptimo lugar como en Génesis, Judas Tadeo Lebeo y W.B.444. Batibira y Pautibibla son equivalentes; lo cual puede verse al comparar entre sí los Catálogos W.B.444, W.B.62 y Beroso. La tradición arcaica presenta a este personaje del que nos ocupamos, como hombre recto amado del Cielo, profeta que recibe revelaciones y a quien son comunicados los secretos, además de gran astrónomo y matemático, trasladado a los Cielos, líder sacerdotal antediluviano y escriba. Dícese que sus escritos fueron preservados por Matusalem y que sobrevivieron al Diluvio [4Enok92:1]. El Eclesiástico 44:16 lo llama “ejemplo de ciencia para todas las generaciones”. El sacerdote caldeo Beroso escribió de él en tiempos de Alejandro Magno, en el año 275 a.C.; es decir, en el año humano 4045 desde Adam. En el período intertestamentario las tradiciones enoquianas pasaron legendarias al llamado Libro 1 de Enok. También existen los Libros 2, 3, 4, 5 y 6 llamados de Enok. El Libro 1 de Enok se ha conservado en etiópico y griego; el Libro 2 de Enok en eslavo; el Libro 3 de Enok, sin embargo, no trata del Enok terrenal, sino de las visiones de la Merkabah contempladas por el rabino Ismael, el cual dice que en su visita al Cielo se encontró con Enok el hijo de Jared en la forma de Metatrón. El Libro 4 de Enok son fragmentos arameos. El Libro 5 de Enok son fragmentos coptos. Estos dos últimos se relacionan con el primero. El Libro 6 de Enok consiste de fragmentos en copto sahídico hallados en Asuán en 1909 y publicados por Munier. También hay noticias de la tradición enoquiana en los Textos del Qumram, principalmente de la Cueva 4. La Pistis Sofía también se refiere a Enok como escritor. Mahoma, en el Corán, se refiere a Enok como el sabio. Ver también [Jubileos 4:16-29]. El Liber Antiquitatum (1:15) llama a los hermanos de Enok: Lead, Anac, Soboa y Yetar; y a sus hermanas: Tetseco y Lesse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[30] Judas Tadeo Lebeo 1:14-16; [1Enok1:9; 5:4; 27:2; 60:8; 93:2], [Jubileos 7:38,39].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[31] Matusalem, también conocido como Ubartutu, y Otiartes. Su esposa: Edna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[32] Lamek setita, también conocido como Sukurlam, Shurupak, Imir y Hamsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[33] Noé, también llamado Utnapishtim, Ziudsuddu, Ziusudra, Siugigu, Xixitros, Atrakasis, Manu, Du Mu, Paupan Nan-Chaung, Deucalión, Belgermer, Coxcox, Teocipactli, Tepsi, Merewana, Sigu, Uassu, Tamandaré, Tamanduare, Tamendonare, trow, Tiu, Lohero, Qat, Noh, Nu-u. Su esposa: Emsara, Mysr, Msrh, Hmdrh Mswrh, Pirra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[34] 1Pd.3:18-22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[35] Gn.5:22 a 9:29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[36] El nombre Abraham, en Tablilla de Dilbat: Aba(m)rama; en Textos de execración egipcios: Aburahana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[37] Gn.11:10 a 12:1-3; Gal.3:8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[38] Gn.15:1 a 35:29; Rom.4:16-22; Gal.4:21-31; Heb.11:19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[39] Gn.26:2-5; 28:10-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[40] Gal.4:21-31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[41] Rom.9:6-8,25-33; Gal.6:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[42] Gn.49:8-12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[43] Col.2:16,17; Heb.10:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[44] Dt.18:15-19; Jn.1:21-23; Hechos 3:22-26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[45] Num.24:15-17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[46] Ex.3:1-22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[47] Gn.16:1-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[48] Gn.32:22-32.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[49] Miqueas 5:2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[50] Ex.23:20-23; 1Cor.10:4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[51] Jos.5:13-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[52] Heb.3:17 a 4:11; Mt.11:25-30; Col.2:16,17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[53] Jue.2:1-5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[54] Job 38:1 a 41:34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[55] Gn.2:16,17; 3:17-19; 4:6,7,9-12,15; 6:13-21; 7:1-4; 8:15-17; 9:1-17; 12:1-3; 13:14-17; 14:17-20; 17:1-21; 18:1-33; 21:12,13; 22:1,2,11,12,15-18; 26:2-5,24; 28:10-26; 31:3,24; 32:22-28; 35:1,9-12; 37:5-7; 40:5-13; 41:12-40; 48:3,4,13-20; 49:1-27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[56] Jue.13:2-23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[57] 1Sam.8:1 a 16:13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[58] David, en la Estela de Tell-Dan de Hasael, descubierta por Abraham Biram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[59] 2Sam.7:1-17; Salm.89:1-37; 1Cr.17:1-5; Jer.23:5; 33:15; Ezq.34:23; Os.3:5; Hchs.2:25-36; 13:21-23,34; Mt.1:1; 21:9; Lc.1:26,32; Rom.1:1-5; 2Tim.2:8; Ap.5:5; 22:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[60] 1R.6:1-38; 2Cr.3:1 a 7:22; Hchs.7:47-50; Jn.2:19-22; 1Cor.6:19; 2Cor.6:16; Ef.2:20-22; Heb.3:6; 1Pd.2:5; Ap.3:12; 21:3,10,11,14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[61] Gn.18:18; 22:18; 26:4; 1Cr.16:31; Salm.2:8; 18:49; 22:27,28; 46:10; 47:8; 57:9; 67:2,4; 72:11,17; 82:8; 86:9; 96:3,10; 102:15; 108:3; 113:4; 117:1; 126:2; Is.2:2,4; 5:26; 11:12; 42:1,6; 49:6; 52:15; 55:4,5; 60:3; 61:11; 65:1; 66:12,18,19; Jer.1:5; 3:17; 4:2; 16:19; 18:8,9; Ezq.36:23; 38:16,23; 39:7,21,23,27; Miq.4;2,3; Sof.2:11; Hag.2:7; Zac.2:11; 8:22; 9:10; Malq.1:11,14;  Mt.28:19,20; Mr.16:15,16; Lc.24:47; Jn.10:16; Hchs.11:17,18; 13:46-48; 15:13-32; 16:4; 22:17-21; 26:15-20; 27:23,24; Rom.1:5; 9:24-26; 10:11-13,18-20; 11:25; 15:8-12,15-21; 1Cor.12:13; Gal.3:25-29; Ef.2:11-22; 3:6; Flp.3:3; Col.3:10,11; 1Tes.2:14-16; Ap.5:9,10; 7:9-17; 14:6; 21:24-26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[62] 1R.5:5-18; 2Cr.2:3-16; Hchs.9:36 a 10:48.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[63] Gal.3:14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[64] 2Cr.5:2-12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[65] Hchs.1:15; 2:1-12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[66] 2Sm.23:3,4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[67] Hchs.2:30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[68] 1Pd.1:11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[69] Salm.41:9; Mt.26:24; Mr.14:21; Lc.22:22; Jn.13:18; 17:12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[70] Salm.22:1,6-8,12-18,22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[71] Salm.16:8-11; Hchs.2:25-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[72] Salm.16:10; Is.53:10-12; Os.6:2; Salm.110:1; Mt.22:44; Mr.12:36; Lc.20:42,43, Hchs.2:34,35; 1Cor.15:25; Ef.1:20-22; Col.3:1; Heb.1:13; 8:1; 10:12,13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[73] Job 19:25,26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[74] Is.7:14; Mt.1:23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[75] Is.9:6,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[76] Is.11:1-10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[77] Is.32:1,2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[78] Is.35:4-10; Mt.11:4.6; Lc.7:21-23; Jn.14:4-6; Hchs.9:2; 18:26; 19:9,23; 22:4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[79] Juan el Bautista, Mt.3:1-17; 4:12; 9:14-17; 11:1-19; 14:1-12; 16:14; 17:13, 21:25-32; Mr.1:1-14; 2:18; 6:14-27; 8:28; 11:30-32; Lc.1:13-63; 3:2-20; 5:33; 7:18-33; 9:7-19; 11:1; 16;16; 20:4-6; Jn.1:6-40; 3:23-27; 4:1; 5:33-36; 10:40,41; Hchs.1:5,22; 10:37; 11:16; 13:24,25; 18:25; 19:3,4; ver en Antigûedades de los Judíos, Libro XVIII:5:2, de Josefo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[80] Is.40:3; Malq.3:1; Jn.1:23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[81] Is.42:1-7; Mt.12:18-21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[82] Is.52:13 a 53:12; Hchs.8:30-35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[83] Is.61:1-3; Mt.5:4; 11:5; Lc.4:18,19; 7:22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[84] Is.63:1-6; Ap.19:13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[85] Jer.23:5,6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[86] Jer.31:33; Heb.10:15-17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[87] Ezq.11:19; 18:31; 36:26,27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[88] Ezq.1:26-28; 10:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[89] Os.6:2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[90] Joel 2:28-32; Hchs.2:16-21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[91] Jonás 1:17; Mt.12:40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[92]Miq.5:1-5º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[93] Hab.3:3-18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[94] Hag.2:6,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[95] Dn.2:1,25,29-45; 7:1,9,10,13,14,18,22,26-28; 8:1,11,25; 9:1,26; 10:1; 11:22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[96] Nabucodonosor, en 2R.24:1-11; 25:8-22; 1Cr.6:15; 2Cr.36:6-13; Esd.1:7; 2:1; 5:12-14; 6:5; Neh.7:6; Est.2:6; Jer.21:2-7; 22:25; 24:1; 25:1-9; 27:6-20; 28:3-14; 29:1-3; 32:1-28; 34:1; 35:11; 37:1; 39:5-11; 43:10; 44:30; 46:2-26; 49:28-30; 50:17; 51:34; 52:4,30; Ezq.26:7; 29:18,19; 30:10; Dn.1_1.18; 2:1-46; 3:1-28; 4:1-37; 5:2-18; ver Ant.Jud.X:6:1-2, Josefo; Crónicas de los Reyes Caldeos, publicadas por Wiseman y Parrot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[97] Artajerjes I Longímano, Esd.4:7-23; 6:14; 7:1-21; 8:1; Neh.2:1; 5:14; 13:6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[98] Acerca de un análisis detallado de la profecía y genuinidad del Libro de Daniel, remito al lector al libro de este mismo autor, titulado: “Roma en la profecía de Daniel”; Ciudad del Este 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[99] Zac.9:9-11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[100] Zac.11:12,13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[101] Zac.12:10b.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[102] Zac.14:3,4,5c,9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[103] Malq.3:1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., Bogotá 2003.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 23 May 2008 06:42:45 UT</pubDate>
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        <item>
            <title>LINAJE MESIANICO</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1713187</link>
            <description>LINAJE MESIÁNICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De manera que siendo el Mesías la Simiente de la Mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente, según prometió Yahveh Elohim delante de Adam y Eva,[1] Adam engendró a Set en el año 130 de la humanidad,[2] y éste a Enós en el año 235,[3] y éste a Cainán I en el 325,[4] y éste a Mahalaleel en el 395,[5] y éste a Jared en el 460,[6] en cuyo tiempo descendieron los vigilantes a la Tierra y tomaron para sí mujeres engendrando gigantes y enseñándoles diversas perversiones;[7] Jared engendró en el año 622 desde Adam al profeta Enok setita que caminó con Dios, profetizó y fue tomado por Elohim.[8] Enok setita engendró a Matusalem en el año 687,[9] el hombre que mayor edad ha alcanzado en la Tierra,[10] pues Dios era longánime, pues cuando Matusalem muriera, el Diluvio se desataría sobre toda la Tierra. Matusalem engendró a Lamek setita en el 874,[11] y Lamek setita  a Noé en el año humano 1056.[12] Noé, con sus tres hijos: Sem, Cam y Jafet, y sus respectivas esposas: Emzara, Sedacatlebab, Nahlatmehoc y Adatnese,[13] sobrevivie­ron al Diluvio el 27 de Zif (Iyyar) del año 1657 desde Adam, cuando salieron del arca.[14]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Bendito Dios de Sem se revelaría a esta descen­dencia. Sem, pues, engendró a Arfaxad en el año humano 1658,[15] y éste a Cainán II Sala en el 1693,[16] y éste a Sala II en el 1723,[17] y éste a Heber en el 1753,[18] de donde vinieron los hebreos. Heber engendró a Peleg cuando se partió la Tierra Adama o Pangéa y comenzó la deriva de los continentes en el año 1787 desde Adam.[19] Peleg engendró a Reu (Ragau) en el año humano 1817,[20] y éste a Serug[21] en el año 1849,[22] y éste a Nacor I en el 1879,[23] y éste, en el año 1908, a Taré, padre de los tarekitas hebreos[24] mencionados en la ugarítica Epopeya de Keret Refaíta,[25]y padre de Abraham,[26] de cuya Simiente prometida llegaría la Bendición a las familias y naciones de la Tierra,[27] y el cual nació en Ur de los Caldeos cerca al año 1978 desde Adam.[28]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Simiente de la Mujer sería entonces también la Simiente de Abraham; por lo cual Abraham engendró a Isaak en el año humano 2078,[29] y éste a Jacob I Israel en el año 2138,[30] y éste a Judá I cerca al año 2192,[31] cuyo cetro no sería quebrado hasta que viniera Silo, el Enviado, el Legislador de entre las piernas de Judá.[32] Por lo cual Judá engendró a Fares en el 2256,[33] y éste a Esrom, y éste a Aram cerca al año 2451,[34] y éste a Aminadab, y éste a Naasón, y éste a Salmón,[35] esposo de Rahab la ramera salvada por fe en los dias de Josué, a la caída de Jericó;[36] y Salmón y Rahab engendran en el tiempo de los Jueces a Booz, esposo de Ruth la moabita,[37] pasadas ya las diez generaciones moabitas que no podrían entrar en relación con la congregación de Yahveh, según Deuteronomio 23:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las diez genera­ciones prohibidas a Moab fueron: (1) la de Abraham, en cuyos tiempos,  de Lot y su hija mayor nació Moab; (2) la de Isaak; (3) la de Jacob I Israel; (4) la de Judá I; (5) la de Fares; (6) la de Esrom; (7) la de Aram; (8) la de Aminadab; (9) la de Naasón; (10) la de Salmón y Rahab. La generación (11) fue la de Booz, que sí pudo recibir a Ruth la moabita, nuera de Noemí, según las Cronicas de Samuel, Natán y Gad.[38] Booz y Ruth engendraron a Obed, y éste a Isaí, mencionado en las profecías de Isaías acerca del Mesías. Isaí engendró al rey David, guarda del Cetro de Israel en el año 3200 desde Adam,[39] y éste al rey Salomón y a Natán,[40] según el nombre de su amigo el profeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomón engendró al rey Roboam en el año humano 3269,[41] y Natán a Matata, y éste a Mainán.[42] Roboam engendró al rey Abiam (Abías), y Mainán a Melea, y éste a Eliaquim.[43] Abías engendró al rey Asa, y Eliaquim meleíta a Jonán, y éste a José I.[44] Asa engendró al rey Josafat, y José jonanita a Judá josita, y éste a Simeón.[45] Josafat engendró al rey Joram de Judá, y Simeón judaíta a Leví I simeonita, y éste a Matat.[46] Joram engendró al rey Ococías de Judá que anduvo en los caminos de Acab y Jezabel, y quien fue muerto por orden de Jehú,[47] y a quien el apóstol Leví Mateo no juzga digno de mencionar en la ascendencia del Mesías.[48] Matat levita de la tribu de Judá engendró a Jorim, y éste a Eliezer.[49] Ococías de Judá engendró al rey Joás de Judá en tiempos del sacerdote Joiada, y Eliezer jorimita a Josué elezierita, y éste a Elmodam.[50] Joás engendró al rey Amasías de Judá. Tampoco Mateo juzgó digno mencionar a éstos, Joás y Amasías de Judá, en la genealogía del Mesías.[51] Elmodam engendró a Cosam, y éste a Adi.[52] Amasías engendró al rey Azarías (Uzías) de Judá,[53] y Adi a Melqui I, y éste a Neri.[54] Uzías engendró al rey Jotam de Judá,[55] y éste al rey Acaz de Judá,[56] y éste al rey Ezequías de Judá, gran restaurador,[57] y éste al rey Manasés de Judá, malo, pero luego arrepentido, engendrado en el tiempo extra de gracia que le concedió Dios a Ezequías por el profeta Isaías haciendo retroceder la sombra diez grados. En ese tiempo de gracia nació el rey Manasés de Judá, antepasado del Mesías.[58] Manasés engendró al rey Amón de Judá,[59] y éste al rey Josías de Judá, también gran restaurador del imperio de la Ley;[60] éste engendró al rey Joacaz de Judá, sustituído como rey por su hermano menor el rey Eliaquim (Joacim) de Judá,[61] según maniobra política del Faraón Necao, pero al cual llevó cautivo Nabucodonosor a Babilonia.[62] Joacim engendró al rey Joaquín.[63]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Éste Joaquín rechazó La Ley. Éste es también Jeconías, y es también Conías; diferentes nombres del mismo personaje. A éste Joaquín Jeconías Conías de Judá llevó cautivo a Babilonia Nabucodo­nosor, y lo sustituyó como rey de Judá por su tio Matanías Sedequías rey de Judá.[64] Entonces comenzó a profetizar el profeta Ezequiel, el cual, a pesar de la cautividad, profetizó también la futura Presencia en el Israel restaurado de Yahveh Presente.[65] Jeremías profetizó que ninguno de los descendientes de Jeconías se sentaría en el trono de Judá, y que sería un hombre privado de su descendencia.[66] No obstante, las Sagradas Escrituras declaran que Jeconías tuvo hermanos.[67] Jeconías murió sin hijos, como lo profetizó Jeremías; por lo tanto, según la ley del levirato,[68] uno de sus hermanos debía tomar a su esposa por mujer y levantarle descendencia. Neri, entonces, su hermano uterino, engendró a Salatiel, hijo de Neri,[69] como si fuese hijo de Jeconías.[70]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salatiel engendró a Pedaías, y éste a Zorobabel,[71] goberna­dor de Judá, por quien fue restaurada la Casa de Dios en Jerusalem al regresar del cautiverio babilónico.[72] Zorobabel engendró a Abiud y a Resa;[73] Abiud a Eliaquim , y Resa a Joana.[74] Eliaquim a Azor, y Resa a Judá II joanaíta.[75] Azor a Sadoc, y Judá II joanaíta a José I Judaíta, y éste a Simei.[76] Sadoc a Aquim, y Simei a Matatías I, y éste a Maat.[77] Aquim a Eliud, y Maat a Nagai, y éste a Esli.[78] Eliud a Eleazar, y Esli a Nahum, y éste a Amós.[79] Eleazar a Matán, y Amós a Matatías II, y éste a José II matatita, y éste a Jana joseíta, y éste a Melqui II, y éste a Leví I melquita, y éste a Matat Melqui III, y éste a Elí.[80] Por su parte, Matán eliazarita engendró a Jacob II matanita.[81]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Talmud, Guemará, Orden 2_ Mo'ed, en Haghigha 77:4, dice que Elí matatita del linaje de David fue el padre de María la madre del Señor Jesús Cristo. La tradición dice de María ser hija de Joaquín y Ana.  Por su parte, el historiador Julio Africano (200-245), escribió su  Carta a Aristídes, donde se recoge la explicación misma dada por José III, padre putativo de Jesús, y María su esposa, acerca de sus genealogías, a la iglesia primitiva contemporánea de ellos. José y María explicaron personal­mente a los primeros cristianos que ellos poseían tablas genealógicas privadas, los Despósinoi en el Libro de los Dias, tomadas de visitas a las aldeas de Nazareth, Locoba y demás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La razón por la cual muchos linajes, especialmente los provenientes de David, tenían tablas genealógicas privadas, era porque el idumeo Herodes II  llamado el grande, hijo de Antipas Antipatro, mandó quemar los registros oficiales para ocultar que él no tenía raíces israelitas; pues a la verdad, su padre Antipas Antipatro fue herido y raptado del templo de Apolo en Ascalón, Palestina, por unos bandidos idumeos, que al no poder cobrar el rescate a su padre Antipas Herodes I, sacerdote de Apolo, lo dejaron entre  ellos donde fue criado en sus costumbres; después Antipatro entabló amistad con Hircano, sacerdote de Judea, y fue su embajador ante Pompeyo. Su hijo, también Herodes como su abuelo, quiso, pues, ocultar este trasfondo quemando los registros oficiales cuando fue nombrado rey de los judíos por Augusto y Antonio. El historiador Nicolás de Damasco, contemporáneo suyo,  arregló la cola de paja de Herodes II, llamado el grande, pretendiendo que provenía de &amp;quot;una de las principales familias judías que habían venido de Babilonia&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Carta a Aristides de Julio Africano pasó a los registros históricos de Eusebio de Cesarea; también  Basilio Magno, Jorge Syncellus y Gallandi  conservaron escritos históricos de Julio Africano, al que también se refieren Orígenes, Dionisio Bar-Salibi, Suídas, Jerónimo y Focio. José y Maria explicaron a los primeros cristianos que Matán elezierita padre de Jacob II matanita, murió dejando viuda a su esposa de nombre Estha; entonces Estha fue desposada por Matat Melqui III engendrando a Elí. Por lo tanto Elí y Jacob II matanita son hermanos uterinos, siendo Estha madre de los dos: de Jacob II matanita del linaje de David por Salomón, y de Elí del linaje de David por Natán. Elí murió sin dejar hijos varones; entonces Jacob IImatanita, que ya tenía dos hijos con su propia esposa, según la ley del levirato tomó, en nombre de su hermano uterino Elí,  a la esposa de éste y engendró a José III , esposo de María, y padre putativo de Jesús de Belén y Nazareth. Por lo tanto José III, esposo de María, es hijo legal, según la ley del levirato, de Elí, como aparece en la genealogía registrada por Lucas en su Primer Tratado; pero también José III, esposo de María, es hijo, según la carne, de Jacob II matanita, como aparece en la genealo­gía registrada por el apóstol Leví Mateo en su Evangelio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siempre, desde el rey David, estuvo el reino en manos de sus descendientes, incluso durante la cautividad babilónica, pues Nabucodonosor entregó el trono de Joaquín a su tío Sedequías.[82] Ciro el Persa[83] apoyó el gobierno de Zorobabel.[84] Lo mismo hizo Darío el Persa.[85] Pero llegado el tiempo de la primera venida del Mesías para sufrir, según la profecía de Daniel acerca de los 70 septenarios,[86] el trono del rey de los judíos fue usurpado por el idumeo Herodes II, llamado el grande, hijo de Antipas Antipatro, cumpliéndose la profecía de Jacob I Israel, de que no sería quebrado el cetro de Judá hasta que viniera Silo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta sección genealógica mesiánica, hemos usado, pues, La Torá, los Nebiim, Los Ketubim, el Evangelio del apóstol Leví  Mateo, el Primer Tratado (el Evangelio) de Lucas, las Antigüedades de los Judios, de Josefo, El Talmud: Guemará: Orden 2° Moed: Haghigha 77:4, escrito por el rabino Asi,  la Carta a Aristides de Julio Africano, y la Historia Eclesiástica de Eusebio de Cesarea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1]Génesis 3.15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2]Génesis 5:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3]Génesis 5:6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4]Génesis 5:9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5]Génesis 5:12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6]Génesis 5:15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[7]Génesis 6:1-6; 2 Pedro 2:4,5; Judas Tadeo Lebeo 1:6,7; [1 Enok 6:1 a  9:11]; [4 Enok 6:4 a  8:4]; [1Q20:III:3; 4Q201:III:1-23].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[8]Génesis 5:18,22-24; Hebreos 11:5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[9]Génesis 5:21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[10]Génesis 5:27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[11]Génesis 5:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[12]Génesis 5:28,29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[13][Jubileos 4:33; 7:14-16]; [Al-Tabarí 173, 202, 203].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[14]Génesis  8:14-16. Para una cronología, puede verse la obra de este mismo autor titulada: Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[15]Génesis 11:10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[16]Génesis 11:12 LXX; Lucas 3:36; He restado 100 años de la LXX para adaptarlo al Texto Masorético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[17]Génesis 11:13 LXX; Lucas 3:35. Ibid. Ver Cronología en Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[18]Génesis 11:14. Heber; ver el nombre Ibrium, visir de Irkab-Khalam en los Archivos de Ebla. Ver también los Textos de Mari, y la Epopeya ugarítica de Keret refaíta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[19]Génesis  10:25; 11:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[20]Génesis 11:19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[21]Serug, el mismo nombre Sharugi en los Textos de Harán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[22]Génesis 11:20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[23]Génesis 11:22. Nakhur en los Textos de Mari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[24]Génesis 11:24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[25]Al respecto puede leerse en el libro de este mismo autor, titulado: Sefer Gitaim; Bogotá, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[26]Génesis 11:26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[27]Génesis 12:1-3; Gálatas 3:14-18,29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[28]Génesis 25:7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[29]Génesis 21:5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[30]Génesis 25:26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[31]Génesis 29:27-35. Ver Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[32]Génesis 49:8-12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[33]Génesis 30:22-24; 37:2; 38:1,18,27-30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[34]Éxodo 6:20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[35]Rut 4:18-20; 1 Crónicas 2:5-11; Mateo 1:3,4; Lucas 3:32,33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[36]Mateo 1:5; Josué 2:1,8-21; 6:22-24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[37]Rut 4:21; Mateo 1:5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[38]1 Crónicas 29:29. Según este verso, las Crónicas de Samuel, Natán y Gad abarcan los libros titulados: Josué, Jueces, Ruth y Samuel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[39]Rut 4:21,12; 2 Samuel 5:4. Ver Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[40]1 Crónicas 3:5; Mateo 1:6; Lucas 3:31,32.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[41]1 Reyes 14:21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[42]Lucas 3:31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[43]1 Reyes 14:31; 15:1; 2 Crónicas 13:1,2; Lucas 3:30,31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[44]1 Reyes 15:8-10; 2 Crónicas 14:1; Lucas 3: 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[45]1 Reyes 22:41; 2 Crónicas 17:1; Lucas 3:30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[46]2 Reyes 8:16; 2 Crónicas 21:1, Lucas 3:29,30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[47]Jehú, 1 Reyes 19:16,17, 2 Reyes 9:2-31; 10:1-36; 12:1; 13:1; 14:8; 15:12; 2 Crónicas 22:7-9; 25:17; Oseas 1:4; ver Obelisco negro de Salmanasar III en el Museo Británico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[48]2 Reyes 8:25 ,27; 9:27; 2 Crónicas 22:1,3,9;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[49]Lucas 30:29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[50]2 Reyes 11:2;12:1; 2 Crónicas 22:11; 24:1;  Lucas 3:28,29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[51]2 Reyes 14:1; 2 Crónicas 24:27; Mateo 1:8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[52]Lucas 3.28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[53]Azarías Uzías en los Anales de Teglat-Falasar III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[54]2 Reyes 15:1; 2 Crónicas 26:1; Lucas 3:27,28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[55]2 Reyes 15:32; 2 Crónicas 26:23; Mateo 1:9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[56]2 Reyes 16:1; 2 Crónicas 27:9; Mateo 1:9. Ya-u-ja-si Ya-u-da-a en los Textos asirios de Teglat-Falasar III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[57]2 Reyes 18:1, 2 Crónicas 28:27; 29:1 a 31:23; Mateo 1:9. Ver la Inscripción del túnel de Siloé, el Prisma Taylor de Senaquerib y el Texto de Nebi-Yunus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[58]Isaías 38:1-22; 2 Reyes 20:21; 21:1-18; 2 Crónicas 32:24, 33; 33:1-20; Mateo 1:10; ver: Oración de Manasés. Ver Prisma B,54-VI con la campaña de Asaradón; también la Lsta de los reyes de Jatti tributando a Asurbanipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[59]2 Reyes 21:18; 2 Crónicas 33:20; Mateo 1:10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[60]2 Reyes 21:26; 22:1 a 23:23; 2 Crónicas 33:25 a 35:19; Mateo 1:10. Los incidentes contemporáneos a los tiempos de Josías pueden verse en Herodoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[61]De Joacim leer en Josefo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[62]2 Reyes 23:30 a 24:18; 2 Crónicas 36:1-11; Mateo 1:11. Ver Papiro de Adón  pidiendo ayuda a Nabucodonosor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[63]De Joaquín ver las Tabletas de la expedición de Koldewey, y el Ostracón de Laquis III; también el sello de Bet - Mirsim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[64]2 Reyes 24:6-20; Jeremías 52:1-3; 2 Crónicas 36:8-11; Mateo 1:11. Ver Sello de Laquis con el nombre de su gobernador Godolías, y la tumba del ayudante de este Jazanías.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[65]Ezequiel 1:1; 3:16; 8:1; 20:1; 24:1,2; 29:1,17; 26:1; 31:1; 33:21; 40:1; 32:1; 48:35. Aproximación a Crónicas III:A:5; Bogotá, 1990.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[66]Jeremías 22:24-30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[67]Mateo 1:11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[68]Deuteronomio 25:5,6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[69]Lucas 3:27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[70]1 Crónicas 3:17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[71]Mateo 1:12; 1 Crónicas 3:19. Zorobabel desciende de Salatiel por Pedaías contado como pariente de Jeconías que murió sin hijos, pero que tomaba su parentela como hermanos e hijos (1 Crónicas 3:16-18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[72]Esdras 2:2; 3:2,8; Hageo 1:14; 2:2-9; Zacarías 4:9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[73]Mateo 1:13; Lucas 3:27; 1 Crónicas 3:19,29 (Abiud = Hasuba; y Resa = Jusab-Hesed ó Berequías).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[74]Mateo 1:13; Lucas 3:27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[75]Mateo 1:13; Lucas 3:26,27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[76]Mateo 1:14; Lucas 3:26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[77]Ibid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[78]Mateo 1:14; Lucas 3:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[79]Mateo 1.15; Lucas 3:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[80]Mateo 1:15; Lucas 3:23-25. Matat Melqui III, uniendo los datos de Lucas y la Carta a Arístides de Julio Africano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[81]Mateo 1:15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[82]2 Reyes 24:17; 2 Crónica 36:10 (hermano en el sentido de pariente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[83]Ciro, Ver la Crónica de Nabonides, el Cilindro de Ciro y los historiafores Beroso, Herodoto, Jenofonte y Josefo. De su hijo Cambises hablan también los Textos de Elefantina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[84]Esdras 1:1 a 2:2; 3:2,8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[85]Esdras 4:24; 5:2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[86]Daniel 9:20-27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., Bogotá D.C., Colombia, 2003. (Cap.2 de &amp;quot;Historia Cristiana&amp;quot&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 23 May 2008 06:36:40 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EL CUMPLIMIENTO DEL TIEMPO</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1713185</link>
            <description>EL CUMPLIMIENTO DEL TIEMPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dice el apóstol Pablo en su epístola a las iglesias de Galacia (Gálatas 4:4): &amp;quot;Pero cuando vino el cumplimiento del tiempo, Dios envió a Su Hijo, nacido de mujer y nacido bajo la Ley.&amp;quot; Detengámos­nos un poco en lo relativo al cumplimiento del tiempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;También Pablo escribió a la iglesia en Efeso (Efesios 1:10): &amp;quot;(Dios) se había propuesto en sí mismo reunir todas las cosas en Cristo, en la dispensación del cumplimiento de los tiempos, así las que están en los cielos, como las que están en la tierra.&amp;quot; Aquí Pablo, a diferencia de Gálatas, que habla en singular de &amp;quot;tiempo&amp;quot;, dice &amp;quot;tiempos&amp;quot; en Efesios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Gálatas es &amp;quot;cronos&amp;quot;; en Efesios es &amp;quot;kairós&amp;quot;. En Gálatas se refiere, pues, al tiempo en su estructura lineal de sucesión cronológica, los años previstos para la llegada del Mesías en su primera venida, tal como profetizó Daniel. En Efesios se refiere a las diversas maduraciones, a las ocasiones oportunas de los eones o edades o períodos, o como se ha dado en llamar en los últimos siglos: dispensaciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De hecho, la humanidad, según Dios, ha pasado por diferentes etapas. Vivió cerca de cien años en estado de inocencia en el jardín del Edén, según se desprende de la fecha del nacimento de Set. Este fue un primer &amp;quot;kairós&amp;quot;, una ocasión especial de prueba para el hombre frente al Árbol  de la Vida, y frente al árbol de la ciencia del bien y del mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero el hombre quebrantó el pacto, como dice el profeta Oseas ( Oseas 6:7), y entró en un segundo período  a partir de su pecado y la subsiguiente expulsión del Edén. Nuevas cosas designó Dios para ellos a partir de allí, tales como la maldición de la tierra y sujeción de la creación en manos de Adam a la vanidad, el comer el pan con el sudor de la frente, los dolores en las preñeces y partos de la mujer, el volver al polvo tras la muerte, un nuevo régimen vegetariano más amplio, la cobertura provisional del sacrificio en espera de la Simiente prometida de la mujer que aplastaría la cabeza de la serpiente, el nuevo alimento de ésta, el polvo, que es el material con que está hecho el hombre, la autoridad delegada del hombre sobre la mujer, la condición caída de la naturaleza humana ahora vendida al poder del pecado en la carne, el conocimiento del bien y del mal; es decir, el gobierno de la conciencia, la conciencia de desnudez, la culpabilidad que se esconde de Dios, etc.. El gobierno de la conciencia; en este nuevo estado fue ahora un segundo &amp;quot;kairós&amp;quot;, una nueva ocasión en circunstancias diferentes para estar delante de Dios, pero bajo la misma provisión de gracia de Dios concedida en la promesa acerca de la Simiente de la Mujer, y ejemplificada en la cobertura de túnicas de pieles de un sacrificio. La Vida Divina ofrecida al hombre en el Edén por medio del Árbol de la Vida, es ofrecida en este nuevo &amp;quot;kairós&amp;quot; al hombre en la Fe de la Simiente de la Mujer, pues ésta aplastaría la cabeza de la serpiente destruyendo su imperio, que es el del pecado y la muerte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero así como el &amp;quot;kairós&amp;quot; de la inocencia terminó con el pecado, el &amp;quot;kairós&amp;quot; de la conciencia terminó con el Diluvio, pues el hombre llegó a ser carne estando su corazón de continuo solamente en el mal (Génesis 6:5). Dios, pues, en su infinita misericordia, no queriendo destruir del todo al hombre que le hace doler el corazón, reservó a Noé y a su familia para repoblar la tierra, y con ellos estableció el régimen del gobierno humano, del hombre sobre el hombre. Este tercer &amp;quot;kairós&amp;quot; está representado en la vigencia dentro de la humanidad de las siguientes palabras de Dios a Noé y su familia: &amp;quot;Bendijo Dios a Noé y a sus hijos, y les dijo: Fructificad y multipli­caos, y llenad la tierra. El temor y el miedo de vosotros estarán sobre todo animal de la tierra, y sobre toda ave de los cielos, en todo lo qe se mueva sobre la tierra, y en todos los peces del mar. Todo lo que se mueve y vive, os será para mantenimiento; así como las legumbres y plantas verdes, os lo he dado todo. Pero carne con su vida, que es su sangre, no comeréis. Porque ciertamente demandaré la sangre de vuestras vidas; de todo animal la demandaré, y de mano del hombre; de mano del varón su hermano demandaré la vida del hombre. El que derramare sangre de hombre, por el hombre su sangre será derrama­da; porque a imagen de Dios es hecho el hombre. Mas vosotros fructificad y multiplicaos; procread abundantemente en la tierra, y multiplicaos en ella.../...He aquí que yo establezco mi pacto con vosotros, y con vuestros descendientes después de vosotros; y con todo ser viviente que está con vosotros; aves, animales y toda bestia de la tierra que está con vosotros, desde todos los que salieron del arca hasta todo animal de la tierra. Estableceré mi pacto con vosotros, y no exterminaré ya más toda carne con aguas de Diluvio, ni habrá más Diluvio para destruir la tierra.../...Esta es la señal del pacto que Yo establezco entre mi y vosotros y todo ser viviente que está con vosotros, por siglos perpetuos: Mi arco he puesto en las nubes, el cual será por señal del pacto entre mi y la tierra. Y sucederá que cuando haga venir nubes sobre la tierra, se dejará ver entonces mi arco en las nubes. Y me acordaré del pacto mio, que hay entre mi y vosotros y todo ser viviente de toda carne. Estará el arco en las nubes, y lo veré, y me acordaré del pacto perpetuo entre Dios y todo ser viviente, con toda carne que hay sobre la tierra.../...Esta es la señal del pacto que he establecido entre mi y toda carne que está sobre la tierra.&amp;quot; (Génesis 9:1-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos, pues, que ahora en este tercer &amp;quot;kairós&amp;quot; la dieta vegetariana se amplía a una que incluye a toda carne excepto su sangre. La pena de muerte se establece sobre el hombre y los anima, para que sea aplicada por el hombre sobre quien derrame la vida humana. Esto tiene vigencia universal. Dios hace un pacto, lo señala con el arco iris, y las promesas anteriores acerca de la Simiente de la mujer se mantienen incolumnes. Entonces comienzan las primeras civilizaciones inmedia­tamente postdiluvianas. Se levanta Nimrod y las ciudades estados sumerias. También surgen los acadios, asirios, elamitas, antiguos caldeos y otros. Se levanta la torre de Babel en oposición a Dios, y el gobierno humano se envilece dando lugar a la tiranía. Satanás engaña las etnias de la tierra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entonces Dios llama a Abraham y le anuncia acerca de la Bendición que vendrá a las familias y naciones de la tierra, por medio de su Simiente;  y un nuevo &amp;quot;kairós&amp;quot; se abre para estos elegidos, en función de la humanidad entera. Las demás naciones, ajenas por lo pronto a la fe y al conocimiento de la promesa, continúan bajo el régimen noético, si bien la promesa de la Simiente de la Mujer todavía les cobija; solo que aún desconocen que vendría por Abraham y su descendencia. La promesa abrahámica es confirmada a Isaak y a Jacob, y entonces surge la nación de Israel, entre cuyas tribus, la de Judá recibe una nueva promesa; de él provendrá Silo y el Cetro de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con Moisés establece Dios el pacto de la Ley con Israel, para que esta nación sea ejemplo a las demás naciones y sea Su testigo en el mundo. Dios añadió la Ley, sin anular la promesa, sino para que al estar bajo el régimen de la Ley, se pudiese conocer la necesidad del Salvador, el Mesías, profetizado ahora también por Moisés, y tipificado por las instituciones, fiestas, sacrificios, ritos y jornadas de Israel. Este &amp;quot;kairós&amp;quot; añadido, no invalida aquel anterior de la promersa a Abraham y su simiente, pero prepara el &amp;quot;kairos&amp;quot; de la primera venida del Mesías en el &amp;quot;cronos&amp;quot; respectivo revelado a Daniel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despúes viene el &amp;quot;kairós&amp;quot; de la gracia defintivamente cumplida y manifiesta, el cual es el de la Iglesia, con la plenitud de los gentiles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entonces Dios se volverá a Israel para la segunda venida del Mesías, y el Reino de los Cielos Milenial tendrá lugar. Tras el habrá la resurrección de los demás muertos (pues los justos resucitarán antes y para el Milenio) y la liberación de Satanás del abismo en el cual será sellado por el Milenio; y tras la última rebelión de todos los réprobos, establecerá Dios Su Juicio Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entonces habrá por la eternidad, con Dios y Su Mesías, Cielo Nuevo, Tierra Nueva, Nueva Jerusalem y las naciones que hubieren sido salvas. Dios sujetará a Cristo todas las cosas, y a su vez el Hijo le someterá todo al Padre, porque lo que es del Padre es del Hijo, y lo que es del Hijo es del Padre. Todo esto ha sido, es y será el cumplimiento de los tiempos de que habla Pablo en Efesios. Lo que ha sido y es: los tiempos, se dirigen a su cumplimiento: lo que será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de esos tiempos está el cumplimento del cronos de la primera venida del Mesías, a la que se refirió Pablo en su epístola a los Gálatas. También Jesús se refirió al cumplimiento del kairós  específico de Su primera venida. Kairós específico dentro del cronograma de los demás tiempos que corren hacia su pleno cumplimiento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El profeta Daniel recibió de Dios, por el ángel Gabriel, una profecía acerca de los setenta septenarios (Daniel 9:20-27). Sesenta y nueve de ellos se pasarían desde la orden de Artajerjes en el año 20 de su reinado para restaurar y edificar Jerusalem hasta la visitación del Mesías. En el dia exacto en que se cumplían esos años, entró Jesús en un burrito a Jerusalem llorando porque no entendieron el dia de su visitación. Jesús llamaba la atención de sus contemporáneos a las señales de los tiempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;También había otras profecías acerca del orden de los imperios mundiales. Babilonia tuvo su tiempo durante el cual Israel fue corregido de su idolatría. Entonces Persiatuvo su tiempo durante el cual fue restaurada la Casa y la Ciudad de Dios y el aprecio de la Ley y los Profetas. Entonces Grecia y sus reinos sucesores tuvieron su tiempo durante el cual se consolidó el Canon de las Sagradas Escrituras y se preparó la cultura para la difusión universal del Evangelio del Mesías. También Roma tuvo su tiempo durante el cual lo anteriormente preparado encontró realización y se abrió camino hacia toda la humanidad. En los tiempos de Roma llegó el Mesías, precisamente en el cumplimiento del tiempo, cuando la profecía, la filosofía, la cultura, la política, la religión, marcaban la hora del importantísimo &amp;quot;kairós&amp;quot; respectivo en su &amp;quot;cronos&amp;quot; previa y divinamente señalado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por eso podía decir el apóstol Pablo a los atenienses, en el mismo areópago, platafor­ma mayor de la cultura universal: &amp;quot; Pero Dios, habiendo pasado por alto los tiempos de esta ignorancia ( y le llama ignorancia a la cúpula de la cultura humana en su capital universal), ahora manda a todos los hombres en todo lugar, que se arrepientan; por cuanto ha establecido un dia en el cual juzgará al mundo con justicia, por Aquel Varón a quien designó, dando fe a todos con haberle levantado de los muer­tos.&amp;quot; (Hechos 17:30, 31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., Bogotá, Colombia, 2003. (Cap. 3 de &amp;quot;Historia Cristiana&amp;quot&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 23 May 2008 06:33:32 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>LAS DOS BESTIAS DEL FIN</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1421176</link>
            <description>LAS DOS BESTIAS DEL FIN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El tema que vamos a tratar a continuación está íntimamente relacionado con lo que estudiamos en el libro de Daniel. Lo que leímos de Daniel nos ayuda a entender el capítulo 13 de Apocalipsis. Muchas cosas que aparecen acá tienen sus raíces allá, Por eso era necesario ver esas raíces primero para poder tener las herramientas necesarias para poder interpretar aquí. Entonces vamos a leer Apocalipsis capítulo 13. &lt;br /&gt;LA BESTIA DEL MAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En esta versión dice: “Me paré sobre la arena del mar…”; realmente ese es el verso 18 del capítulo 12; y no dice  “Me paré” sino “Se paró”; así lo dice en el idioma griego del Nuevo Testamento; viene hablando del dragón que se paró sobre la arena del mar; y luego dice: “…y vi subir del mar una bestia”; ahí ya comienza el verso 1 del capítulo 13 en el libro de Aproximación. En “Aproximación al Apocalipsis” ya dimos cuenta de esto, y se puede probar en el idioma griego. Vuelve con esta figura: “…y vi subir del mar una bestia”; es la misma figura del capítulo 7 de Daniel, que los  vientos combatían en el mar, y ya había subido la primera bestia, ya había subido la segunda, ya había subido la tercera, y entonces subió la cuarta que es terrible; la última es esa misma que está viendo aquí Juan: “…y vi subir del mar una bestia que tenía siete cabezas y diez cuernos; y en sus cuernos diez diademas…”. Entonces aquí empezamos a darnos cuenta de que habla de los 10 cuernos que tiene la bestia final. La bestia final aparece con 10 cuernos; y veíamos que a la cuarta bestia de Daniel 7 también le salían 10 cuernos, y que la estatua que vio en sueños el rey Nabucodonosor tenía 10 dedos. Entonces aquí en Apocalipsis 13 aparece esta bestia final con siete cabezas y 10 cuernos.&lt;br /&gt;Dice “…y en sus cuernos diez diademas; y sobre sus cabezas, un nombre blasfemo.” O sea que todas ellas pretendían hacer algo, porque es un nombre blasfemo, un nombre contrario a Dios. “Y la bestia que vi era semejante a un leopardo, y sus pies como de oso, y su boca como boca de león. Y el dragón le dio su poder y su trono, y grande autoridad.” Entonces vemos que estas figuras que se ven aquí, ya habían aparecido en Daniel 7; solo que Juan está describiendo aquí como la vamos a ver durante los 42 meses finales, o los tres años y medio, o tiempo, tiempos y medio tiempo; el tiempo de la tribulación del fin. O sea que Juan en el Apocalipsis está mostrando a la bestia del fin, el reino del anticristo; está mostrando cómo va a llegar a ser la “civilización” humana al final, la bestia del  anticristo; o sea, el cuerno blasfemo, y su base, de la cuarta bestia de Daniel 7. Entonces nos damos cuenta de que en la genética de esta bestia final están eclécticamente las características de las demás bestias; en el tiempo del fin hay una amalgama, lo que llamamos un eclecticismo globalista de todas las anteriores  “civilizaciones” ahora todas mezcladas.&lt;br /&gt;Al principio, en Daniel 7, digamos, Babilonia viene siendo identificada; y Persia viene identificada; Grecia viene identificada, separadas una de la otra; y Roma viene identificada; pero ya al final, en Apocalipsis 13, vemos todo esto amalgamado, globalizado, todo integrado en un eclecticismo final. Démonos cuenta de que en la Biblia, en el libro de Daniel, aparecen los príncipes espirituales que dirigieron los imperios naturales; por ejemplo, en el capítulo 10 de Daniel, aparecía el príncipe de Persia; y  luego vendría el príncipe de Grecia; cuando cayó el príncipe de Persia, cayó el imperio Persa; pero el príncipe de Persia del que habla Daniel 10 es espiritual. O sea que Daniel y Pablo en Efesios 6 se están refiriendo a los principados, a las potestades y a los gobernadores de las tinieblas de este mundo.  Pablo, en Efesios 6, da a entender que son personajes del mundo espiritual, principados o potestades que dirigen o influyen en civilizaciones.&lt;br /&gt;Entonces dice la Escritura Sagrada que ahora el ángel iba a pelear contra el príncipe de Persia; hablo del ángel en Daniel en el capítulo 10 de su profecía;  que cuando terminara con el príncipe de Persia, entonces el príncipe de Grecia vendría. Entonces, después de que el imperio Persa cayó cuando el príncipe demoníaco Persa cayó, vino el príncipe demoniaco de Grecia, y el imperio Griego subió. Pero luego vemos que en el capítulo 12 de Apocalipsis se dice que el dragón es el que ha tenido esas siete cabezas.&lt;br /&gt;Mirémoslo un poco antes en el verso 3 de Apocalipsis 12: “También apareció otra señal en el cielo…”; note que es en el cielo, en los lugares celestiales. “…He aquí un gran dragón escarlata…” al que más adelante, en el verso 9, se le llama diablo y Satanás: “…Y fue lanzado fuera el gran dragón, la serpiente antigua, que se llama diablo y Satanás, el cual engaña al mundo entero”; entonces aquí el dragón es Satanás, la serpiente antigua, y engaña al mundo entero; aquí se ve la influencia de Satanás sobre el mundo; y por eso dice en Efesios 2:2 que Satanás es el príncipe de la potestad del aire; el mundo opera según el espíritu de la potestad de este siglo, el príncipe de la potestad del aire, que es Satanás. Y dice Apocalipsis 12:3 de este gran dragón “que tenía siete cabezas y diez cuernos; y en sus cabezas siete diademas”; noten, a diferencia del dragón, la bestia tenía diez diademas, pero las siete cabezas tenían 10 cuernos. Así que en el mundo espiritual aparece Satanás teniendo siete cabezas, como sus principales lugartenientes, como sus principados de mayor potestad angelical, pero rebelde; principados, porque la Biblia habla de principados, de potestades, de gobernadores de las tinieblas de este siglo en las regiones celestes. Pablo toma todo este lenguaje precisamente de Daniel. Entonces ahí nos damos cuenta de que esos principados que menciona, como el ejemplo que vimos de Persia y de Grecia, son espirituales; y aparece aquí en Apocalipsis 12 el dragón con estas siete cabezas; o sea, estos siete principales lugartenientes, los principados de los ángeles caídos asociados con Satanás; esos son de mayor jerarquía que los demonios comunes; uno era príncipe de Persia, otro era príncipe de Grecia; pero nos damos cuenta de que aquí son siete; eso quiere decir que, aparte de los de Persia y Grecia, hay otros cinco que son similares a los dos que menciona de manera especial; ya mencionó a Persia y a Grecia; quiere decir que hubo otros imperios mundiales que han sido gobernados por espíritus de la misma manera que Persia y Grecia. Uno ilustra lo otro.&lt;br /&gt;En el capítulo 13 de Apocalipsis, respecto a la bestia final, hay una diferencia; “…que tenía siete cabezas”; o sea que el gobernante mundial va a tener los siete espíritus que son del dragón apoyando; solo que la bestia de Apocalipsis 13 es la parte política; las cabezas de la bestia son los aspectos políticos de la “civilización”. En cambio las cabezas del dragón son los aspectos espirituales en las regiones celestes, pero que son gobernadores de las tinieblas de este siglo. Entonces este siglo, con sus historias y “civilizaciones”, es el aspecto político; pero los gobernadores de las tinieblas de este siglo, constituyen el aspecto espiritual, los líderes demoniacos asociados con Satanás, que tienen a Satanás como su jefe, y con quien ellos son jefes asociados; y son siete; y esos siete, en el caso espiritual, son siete principados; pero en el caso de la bestia y sus cabezas, en el  mundo político son imperios. Pero el imperio final es un eclecticismo, un globalismo; todas las tradiciones de las distintas “civilizaciones” se mezclan al final en una sola; ¿por qué? porque Satanás es el engañador de la naciones; él es el que a través de éste príncipe tenía éste imperio, a través de este otro tenía este otro imperio, o a través de aquel otro tenía aquel otro imperio; él es el engañador de las naciones, y él engaña a las naciones a través de estos príncipes y sus huestes de maldad en las regiones celestes. &lt;br /&gt;En el capítulo 13 de Apocalipsis, haciendo el contraste con el capítulo 12, se dice que las diademas, que son el símbolo de autoridad, la tenían los diez cuernos; pero en Apocalipsis 12 se dice que las 7 diademas las tenían siete poderes, aquellas siete cabezas demoniacas del dragón; ellos eran los que tenían la autoridad. En cambio nos damos cuenta de que, en el caso de la bestia final, son los diez cuernos quienes tienen las diademas. Los que tienen la autoridad política son estos 10 cuernos, porque está escrito que estos diez cuernos le dan su autoridad a la bestia. O sea que al final son diez los cuernos que tienen la autoridad en la parte política para delegarla en la bestia.&lt;br /&gt;Seguimos en el capítulo 13 de Apocalipsis; se dice de  “un nombre blasfemo”; es un reino en el que el anticristo se hace pasar por Dios; el anticristo éste se levantará sobre todo y se sentará sobre el templo de Dios, haciéndose pasar por Dios; esto quiere decir que los títulos que él va a arrogarse son blasfemos; siendo contrarias a Dios sus intenciones, hablará palabras contra el Altísimo, y se arrogará la divinidad; entonces es un nombre blasfemo. &lt;br /&gt;Vemos en el verso 2 de Apocalipsis 13 que todas esas influencias de las “civilizaciones” pasadas, y todos esos espíritus, estarán asociados, ligados ahora en el tiempo final. “La bestia que vi…”, ya es la bestia final, digamos, el gobierno mundial final, “…era semejante a un leopardo…”. El leopardo es el que nos recuerda el aspecto de la “civilización” griega; y fíjense en que justamente la “civilización” griega es la que pasó a la “civilización” romana, y es la que ya ha pasado a la “civilización” moderna; hoy en día se habla a través de la filosofía, y hay esa influencia; pero “…tenía pies de oso…”, deotra “civilización”, que era la “civilización” persa oriental; los persas eran dualistas; pero al final usted los ve asociados acá. Ahora fíjense en un detalle muy importante. En el tiempo final habrá una asociación de todos estos; Grecia estará representada en lo que fue del imperio griego; eso estará mimetizado ahí; pero también lo que fue del imperio persa, porque los pies de oso nos recuerdan lo que fue el imperio persa, que es hoy Irán, asociado a los antiguos escitas, la Rusia y los países del Asia central. Hoy en día el oso es la alianza ruso-iraní y los países alrededor. Observemos a Irán y sus socios inmediatos; pero al final lo veremos también fundido en acuerdo con lo que fue el imperio de Grecia; y los veremos fundidos aún con Irak, lo que fue Babilonia. Vemos aquí una extraña mezcla, una mezcla rarísima. Cuerpo de leopardo, y sus pies como de oso, y su boca (el hablar)  como boca de león. Esa era Babilonia, la línea de Babel, de la nueva era, de la astrología. “…Y el dragón le dio su poder y su trono, y grande autoridad”; esta frase se relaciona con aquella de Daniel 11 y 2 Tesalonicenses 2, que dice que aquel rey se sentará en el trono haciéndose pasar por Dios; sí, lo dice en 2da. Tesalonicenses Pablo, y también se habla en Daniel 11, que dice con un dios ajeno, un dios extraño, se hará de las mayores fortalezas y riquezas, y ese dios extraño, que no conocemos, es el dragón, el diablo. Entonces vemos que el diablo, a través del ocultismo, le da poder político a estos personajes, o sea, a la élite; sí,  al personaje principal y a su elite; “…y el dragón le dio su poder y su trono, y grande autoridad”. &lt;br /&gt;Ahora dice  en Apocalipsis 13: “Vi una de sus cabezas como herida de muerte, pero su herida mortal fue sanada; y se maravilló toda la tierra en pos de la bestia, y adoraron al dragón que había dado autoridad a la bestia, y adoraron a la bestia, diciendo: ¿Quién como la bestia, y quién podrá luchar contra ella?” Es por eso que muchos intérpretes de la Biblia hablan del imperio romano revivido, o redivivo; son dos maneras en que se acostumbra a usarse la palabra: revivido, o redivivo; quiere decir que lo que fue el imperio romano al principio, como una de las cabezas de la bestia, volverá; porque aquí vemos que son siete cabezas de la bestia que están asociadas hacia el final; pero miremos que una cabeza está asociada con Grecia, el principado era Grecia; otro principado era Persia; y ¿quién fue antes de Persia?  Babilonia; y ¿quién vino a ser después de Grecia? Roma; y en el capítulo 17 de Apocalipsis, se nos habla para entender estas cabezas; allí nos va a adelantar varias cosas. Capítulo 17 verso 7 “¿Por qué te asombras? Yo te diré el misterio de la mujer…”; el aspecto de la gran Babilonia es el aspecto religioso que se sienta sobre la bestia; o sea, la religión manejando la política, la alianza de la política y la religión, que aparecen desde el capítulo 17; y dice “…y de la bestia que la trae”; es decir, la mujer cabalga sobre la bestia; la mujer es Babilonia, emborracha a la gente; entonces aquí la religión está asociada con la política, y la bestia la trae, y se dice: “…y de la bestia que la trae, la cual tiene las siete cabezas y los diez cuernos”; la bestia es la que tiene las siete cabezas y tiene los diez cuernos.  &lt;br /&gt;Entonces en el v.9 dice: “Esto, para la mente que tenga sabiduría: Las siete cabezas son siete montes, sobre los cuales se sienta la mujer, 10y son siete reyes. Cinco de ellos han caído; uno es, y el otro aún no ha venido; y cuando venga, es necesario que dure breve tiempo. 11La bestia que era, y no es, es también el octavo; y es de entre los siete, y va a la perdición. 12Y los diez cuernos que has visto, son diez reyes, que aún no han recibido reino; pero por una hora recibirán autoridad como reyes juntamente con la bestia. 13Estos tienen un mismo propósito, y entregarán su poder y su autoridad a la bestia. 14Pelearán contra el Cordero, y el Cordero los vencerá, porque él es Señor de señores y Rey de reyes; y los que están con él son llamados y elegidos y fieles. 15Me dijo también: Las aguas que has visto donde la ramera se sienta, son pueblos, muchedumbres, naciones y lenguas. 16Y los diez cuernos que viste en la bestia, éstos aborrecerán a la ramera, y la dejarán desolada y desnuda; y devorarán sus carnes, y la quemarán con fuego; 17porque Dios ha puesto en sus corazones el ejecutar lo que él quiso: ponerse de acuerdo, y dar su reino a la bestia, hasta que se cumplan las palabras de Dios. 18Y la mujer que has visto es la gran ciudad que reina sobre los reyes de la tierra”.  &lt;br /&gt;Vamos aquí a ayudarnos con lo que explicó el Señor en el capítulo 17, para entender un poco el 13, porque aquí está la misma bestia que aparece en el 17; es la que describe en el 13; entonces, con la ayuda de Daniel 7, y con la ayuda de Apocalipsis 17, podemos entender mejor Apocalipsis 13. Entonces ahí está hablando de esas siete cabezas; pero Juan dice que, de esas siete cabezas, cinco ya han sido, una es, y la otra ha de venir por breve tiempo; que el anticristo es el octavo, pero que es de entre los siete. Entonces miren un detalle, que las siete cabezas del dragón se corresponde con las siete cabezas de la bestia, y ya vimos de esas dos al imperio Persa y al imperio Griego, y el imperio persa dirigido por un príncipe de Persia, y el imperio Griego por un príncipe de Grecia, que son aquellos principados aliados de Satanás. Entonces, como sucede con esos dos, sucede con los siete; y el octavo, que es de entre los mismos siete, es del mismo Satanás, hablando en el aspecto espiritual; pero ahora dice aquí en el 17 que de esas siete cabezas, cinco ya fueron; que una es, en el tiempo de Juan, y que la otra ha de venir. Entonces, la que es en el tiempo de Juan era Roma; porque tenemos que entender una cosa, que cuando Daniel habla, Daniel está viviendo en el tiempo de Babilonia, y él está hablando de Babilonia para el futuro; entonces, desde Daniel, él habla de Nabucodonosor, habla del imperio Babilónico, habla del imperio Persa que comenzó con Ciro, Medo – Persia, habla del imperio Griego que comenzó con Alejandro Magno, y habla del imperio Romano que comenzó con Julio César. Pero en cambio, a diferencia de Daniel, Juan no habla solo desde Nabucodonosor, pues él mira hacia atrás y ve mucho más que Daniel, quien solo miraba hacia adelante.  Juan no está viendo las cosas desde Babilonia para el frente, sino que Juan está viviendo en el tiempo de Roma, en el imperio Romano, y Juan dice que cinco ya han caído, cinco fueron atrás, una es ahora en su tiempo, y la otra todavía no había venido; o sea que Juan ve siete, en cambio Daniel ve cuatro, y a la cuarta con los diez cuernos y el anticristo. Entonces el ángulo desde donde cada uno mira la historia es un ángulo diferente, Daniel mira desde Babilonia para el futuro, mientras que Juan mira desde Roma para atrás, para el presente y para el futuro.&lt;br /&gt;Dice Juan: “uno es ahora”, la sexta, que equivale a Roma; “cinco fueron”; antes de Roma fue Grecia, antes de Grecia fue Persia, antes de Persia fue Babilonia. Pero antes de Babilonia fue Asiria, y antes de Asiria fue Egipto; o sea, los imperios que ha habido en la historia universal, los imperios antiguos que ya fueron. Pero los Sumerios no fueron imperio; los Sumerios fueron apenas ciudades estado que guerreaban entre sí; en cambio Egipto, el de los faraones fue un imperio, y Asiria fue un imperio; y después del imperio de Asiria vino el imperio Babilónico. Hubo un período solo de los Asirios, y otro con los Caldeos; recordemos de Asiria, por ejemplo, a Assurbanipal, y antes de él a Sargón, famosos entre otros;  todos estos reyes asirios tuvieron sucesores que luego llegaron a ser un ala junto con la otra de los Caldeos, y formaron el posterior imperio Babilónico. Pero desde Nabucodonosor, el imperio Babilónico era la cabeza de oro que vio Nabucodonosor e interpretó Daniel; él vio desde Daniel para adelante. Esto fue, más o menos, en el siglo VI a.C.; en cambio el imperio de los asiros fue muchos siglos atrás antes de Babilonia.&lt;br /&gt;Entonces ya nos damos cuenta de que a esos imperios mundiales, o “civilizaciones”, Juan los mira para atrás desde sí; en cambio Daniel cuenta desde él para adelante; él ve tres, y el cuarto es Roma, porque Daniel está viendo desde él para adelante; en cambio Juan está viendo desde Roma para atrás y demás; entonces eso es necesario tenerlo en cuenta para entender acá.&lt;br /&gt;Los cinco imperios anteriores fueron esas cinco cabezas ya citadas, solo que, como se decía también en Daniel, ya no están como poderosas reinando individualmente, pero se les consideró por cierto tiempo; y la influencia de la historia de la “civilización” humana aparece al final mezclada pero al final aparecen principalmente el leopardo, el oso y el león, pero también aparecen los diez cuernos que pertenecen a la cuarta bestia de Daniel 7; o sea, a Roma. &lt;br /&gt;Pero ahora, ya habiendo leído esto que vemos acá, nos damos cuenta de que esas siete cabezas eran los siete montes en los que se sienta la mujer. Los montes en la Biblia representan también imperios; por ejemplo, dice en Zacarías que ese monte de su época sería arrasado delante de Zorobabel. En Apocalipsis 17 los siete montes son siete imperios y son siete reyes; ahora, no podemos interpretar estos siete reyes como 7 personas, sino como puestos de reyes, así como lo explicamos esta mañana; por ejemplo, el rey de Babilonia, él es un rey, pero son muchas personas; el rey de Persia son muchas personas que representaron el reinado de Persia, lo mismo el de Grecia, y el de Roma. ¿Se da cuenta de la mujer? ¿la religión? Vemos que la religión ha tenido una larga historia; nosotros decimos del Papa como representante de la iglesia católica romana, porque la mujer es Roma, porque la mujer que has visito es la ciudad que reina, en el tiempo de Juan, es la ciudad que reina sobre los reyes de la tierra; en el tiempo de Juan era Roma. Entonces Juan está mostrando la parte religiosa, que es Babilonia, la gran ramera, y la parte política es el imperio Romano que es una bestia. &lt;br /&gt;En Daniel 7 era la cuarta bestia, el imperio Romano político; solo que la religión cabalgaba sobre la política. Fíjense en que Daniel está contando lo principal del asunto, y los otros detalles los está completando Juan. Actualmente están los siete montes Palatinos donde realmente la Ciudad de Roma está construida; uno de esos es el Vaticano; esa es Roma en el sentido de montes físicos; pero cada monte físico representa uno de los imperios; por eso dice que son siete reyes, pero de esos reyes fueron cinco antes, uno era y otro vendría. Entonces, cuando vemos los siete reyes tenemos que ver dos aspectos: el aspecto histórico, cinco de estos ya fueron, o sea los imperios anteriores; uno es que era Roma, que es el sexto; y uno no ha venido, que es lo que tiene que salir de Roma, el imperio de los diez cuernos; después de Roma vienen los pies de la estatua con los diez dedos en Daniel 2; entonces el séptimo de Apocalipsis 13 es el reino dividido de los 10 dedos de la estatua de Daniel 2; o sea, el período de los diez; pero estos diez le darán su poder y autoridad a la bestia; o sea que de estos diez cuernos sale el octavo de Apocalipsis 17 que es de entre los siete, el anticristo, que es de entre los siete, porque los cuernos le dan el poder y la autoridad.&lt;br /&gt;Entonces vemos dos aspectos de los siete, el aspecto histórico, y luego toda la influencia de todas las “civilizaciones” anteriores en el eclecticismo final. Cinco fueron, aquellas “civilizaciones” que ya pasaron y tuvieron su tiempo, pero su influencia sobrevive en el eclecticismo final, en el gobierno mundial final que tendrá todo mezclado al final. Históricamente la “civilización” griega tuvo su tiempo, la romana tuvo su tiempo, la egipcia, la babilónica, la persa, tuvieron su tiempo; pero ahora en el fin, aunque ellos tuvieron su tiempo, ahora en el fin estarán todos mezclados, todos juntos; es como si el diablo le dijera al anticristo: bueno, ahora reina tú, ahora te toca a ti; al final todos son engañados por el dragón que engaña a las naciones; solo que Dios permitió un gobierno primero; y ese gobierno se levantó por la influencia de uno de los espíritus aliados de Satanás; luego se levantó otro imperio, pero por la influencia de otro de los aliados de Satanás; por los gobernadores de las tinieblas de este siglo. Esa es la historia del mundo. Al final Dios le permitirá al dragón entregar su reino al anticristo.&lt;br /&gt;Ahora volvamos al capítulo 13 de Apocalipsis: “3Vi una de sus cabezas como herida de muerte…”; uno de esos imperios aparentemente iba como a caer definitivamente; no se trata de todos los siete; es uno de ellos, una de sus cabezas, pero reviviría y toda la tierra se maravillaría; entonces tenemos que ver cuál de esos imperios cayó y se volvió a levantar; ha sido Roma; y por esos los hermanos hablaban de la Roma revivida o rediviva, porque cuando el imperio Romano ya se había levantado, los Bárbaros derribaron la Roma política; pero surgió de nuevo la Sacra – Roma, el Sagrado Imperio Romano Germánico, y continuó Roma ahora de otra manera; parece que cayó, pero revivió otra vez. Ya en figura analógica, o si pudiera decirse, en tipología, Nerón fue considerado como una bestia terrible; pero luego apareció Domiciano, que fue llamado un segundo Nerón. Esto era como un anticipo mostrando la historia futura, y como el imperio reviviría. ¿Qué está pasando ahora en Europa cuando surgió de nuevo la Unión Europea? La Unión Europea es el nuevo reordenamiento de lo que fue el Imperio Romano; solo que la gente está tratando de mirar solo la parte occidental; pero lo que estábamos tratando de decir esta mañana es que debemos ver también la parte oriental; porque el imperio Romano tenía dos piernas, la occidental, que tiene que ver con Europa, la Unión Europea, y la oriental, cuya capital trasladó Constantino a lo que hoy es Estambul, que era Bizancio, y después Constantinopla, pero que hoy es Estambul. El Imperio Otomano fue la pierna oriental de la continuación del Imperio Romano.  &lt;br /&gt;La parte oriental está involucrando a Turquía e incluso un poco más allá; está involucrando parte del  mundo musulmán; y vemos que en la bestia final aparece el oso, mezclando lo que había sido el imperio Persa, y la boca del Imperio Babilónico, Vemos a Grecia que era del poniente, ¿Recuerdan que en la profecía de Daniel 8 se decía que se levantaría el macho cabrío griego contra el carnero persa? &lt;br /&gt;Esto quiere decir que la parte occidental y la oriental estarán mezcladas en el gobierno final; por eso es que está mezclado el leopardo con el oso, con el león, y con los diez cuernos. Eso es lo que estamos por seguir viendo ahora. ¿Qué ha visto nuestra generación? ha visto el resurgir otra vez de Europa; y ahora estamos viendo las señales dizque de paz y de alianzas con el mundo musulmán; están queriendo que Turquía entre a la Unión Europea; pero Turquía es como la aguja para que siga el hilo de los que están asociados con Turquía. ¿Se dan cuenta? por eso les hablaba de ese libro titulado Eurabia, que muestra las asociaciones de intereses que están habiendo ahora entre Europa Occidental y el  mundo árabe. &lt;br /&gt;Vemos los dos aspectos de los 10 cuernos, de los siete montes, de los siete reyes; un aspecto histórico que tiene que ver con el pasado, y un aspecto moderno que tiene que ver con la participación de la influencia de las “civilizaciones” históricas y el eclecticismo globalista del final; eso hay que tenerlo en cuenta. &lt;br /&gt;Ya una de estas cabezas, una de ellas, ya fue herida; aquí no dice eso del anticristo sino de una de las cabezas. Y el falso profeta es también distinto del anticristo. Vamos a llegar a lo del falso profeta en la segunda parte de este capítulo, pero todavía estamos hablando de la bestia final. Aquí no dice que es la bestia misma final la que fue herida, sino es una de sus cabezas. Entonces no es necesario generalizar; porque algunos están diciendo que van a matar al que será el anticristo, pero que va a resucitar; otros dicen que va a resucitar Nerón; otros dicen que por medio del ocultismo va a revivir cierto personaje; en el ocultismo hay muchas cosas; solo que como aquí la Palabra de Dios habla de solo una de las cabezas, y  éstas hacen referencia a reyes de los imperios, entonces es mejor ver la historia del imperio. Hay mucha interpretación ahí, pero es bueno tenerlo en cuenta, porque alguna cosa puede tener de verdad. Dice Apocalipsis 13: “vi una de sus cabezas…”; ¿se da cuenta ya que no es ella misma sola, sino una de sus cabezas? A seis cabezas no les aconteció esto; pero la bestia final tiene siete cabezas; la bestia final es una sola, es un imperio mundial, pero no es a la bestia final a la que le pasó lo de la herida de muerte, sino solo a una de sus cabezas; por eso es que hay que ir un poco más despacio. &lt;br /&gt;Dice: “pero su herida mortal fue sanada; y se maravilló toda la tierra en pos de la bestia”; la gente se va a maravillar ante una cosa que parecía ya terminada, ya acabada, y ahora aparece con un poder tremendo sobre toda la tierra; claro que sí puede haber mezcla de ocultismo, de política, de economía, de muchas cosas; de todas maneras en el pasado ya pasó esto. El imperio Romano, que era una de las cabezas, revivió de nuevo. El Vaticano y su ecumenismo es la mujer sobre la bestia; pero no se trata solo del Vaticano; era el Sacro Imperio Romano Germánico; por eso se habló del cesaropapismo, que es la alianza de la religión con el estado, el Papado con el imperio, el Papa nombrando al emperador; el emperador representa la parte política, y el papado la parte religiosa. ¿Se dan cuenta de que no es solo la parte religiosa sino también la parte política? Entonces, lo que era el imperio romano, que se pensaba que ya se había acabado, ahora surge de nuevo. Y ahora, cuando surja al fin otra vez un líder de lo que fue el antiguo imperio Romano, debemos tener cuidado. Cuando se pensaba que el Imperio Romano ya se había acabado, entonces la gente va a darse cuenta de que hay algo más ahí. Esta una de las siete cabezas herida es el imperio Romano histórico que fue otra vez levantado para el tiempo del fin. Fíjate en que la Unión Europea surgió a instancias del Tratado de Roma, auspiciado por el Vaticano, y se puede hablar también del Club de Roma. Todo esto ha sido para producir un gobierno mundial; eso es lo que ellos, Lo que busca el Club de Roma es un gobierno mundial. Ellos quieren volver a tener autoridad sobre el mundo entero.&lt;br /&gt;Ahora, hay interpretaciones en las que a este personaje, el hombre que va a ser el anticristo, lo matan y resucita; pero está escrito no que matan a la bestia, sino a una de sus cabezas; y vemos que de esas 7 cabezas, cinco ya fueron, una era en el tiempo de Juan, otra sería después, y luego el octavo de entre los 7. Por eso me parece que identificar directamente al anticristo como a un resucitado no es tan exacto; pero, de todas maneras, si algo así sucede, hay que estar con los ojos abiertos. “3by se maravilló toda la tierra en pos de la bestia, 4y adoraron al dragón que había dado autoridad a la bestia, y adoraron a la bestia, diciendo: ¿Quién como la bestia, y quién podrá luchar contra ella?” Esta frase es muy seria, porque dice que la gente se va a resignar ante una cosa tan grande, ante un organismo mundial que parece representar a la humanidad “civilizada”, según ellos. Dice que la gente que va a adorar a la bestia dirá ¿quién como la bestia? ¿ quién podrá luchar contra ella?, Si el dragón le dio su poder, su autoridad, milagros por ahí de quién sabe qué cosas, porque si han habido cosas durante la historia, ¿quién sabe qué cosas habrá en los tiempos finales? las cosas finales más engañosas serán. El poder de Satanás es fuerte, y en la gente opera con poder ocultista, poder político, poder militar.  La gente podrá decir: ¿quién podrá contra la bestia? ¿quién puede? El mundo dirá que hay que someternos; los adoradores de Satanás se sentirán obligados, porque Satanás siempre gobernó por medio del miedo, y hasta los mismos demonios tienen que obedecer porque entre ellos mismos se torturan. Entonces la gente se va a someter; pero no son los redimidos; los redimidos no adorarán a la bestia; los que tienen escrito su nombre en el libro de la vida ellos no lo adorarán; los escogidos le son fieles al Cordero de Dios Jesucristo. &lt;br /&gt;Sigue diciendo Apocalipsis 13:“5También se le dio boca que hablaba grandes cosas y blasfemias”. Es el mismo cuerno blasfemos que habla elocuentemente; es el mismo. “5by se le dio autoridad para actuar cuarenta y dos meses”; esos son aquel tiempo, tiempos y medio tiempo; un año es un tiempo, tiempos otros dos años, y el uno que había, tres; y con el medio tiempo: tres y medio; tres años y medio son cuarenta y dos meses, porque un año tiene doce; dos, serían veinticuatro; tres, treinta y seis; mas otros seis, que es la mitad, sería cuarenta y dos; el gobierno del anticristo son cuarenta y dos meses, que es el último septenario de los setenta de la profecía de Daniel 9; se refiere a esa última mitad del septenario 70 del anticristo, a la segunda mitad; “5by se le dio autoridad para actuar cuarenta y dos meses. 6Y abrió su boca en blasfemias contra Dios”; noten, aquí ya está hablando del anticristo final, porque dice en el verso cuatro: “4y adoraron al dragón que había dado autoridad a la bestia”; fue herida una de sus cabezas, pero el dragón le autoridad a la bestia con todas sus cabezas, o sea el liderazgo del mundo entero; toda la “civilización” humana fue sometida; y el dragón le dio la autoridad a la bestia final, ya no a una sola de sus cabezas, sino a la bestia que tiene las siete cabezas. Hoy vemos a los grandes siete, el G-7, queriendo gobernar el mundo, teniendo sus reuniones para preparar la plataforma del gobierno del mundo. &lt;br /&gt;Dice más así: “6Y abrió su boca en blasfemias contra Dios, para blasfemar de su nombre, de su tabernáculo (o sea de la iglesia, del cuerpo de Cristo), y de los que moran en el cielo. (Los santos y los ángeles de Dios) 7Y se le permitió hacer guerra contra los santos (como decía en Daniel 7, que aquel cuerno hará guerra contra los santos y los vencerá), y vencerlos.” Vencerlos no quiere decir que ellos dejaron de ser santos, sino que los mató y ejerció una política de persecución total que no les dejó espacio; por ejemplo, al que no se deje colocar la marca, lo van a matar “7bTambién se le dio autoridad sobre toda tribu, pueblo, lengua y nación”; el mundo entero; ‘También se le dio autoridad sobre toda tribu, pueblo, lengua y etnia (la palabra nación es etnia)’. &lt;br /&gt;“8 y la adoraron todos los moradores de la tierra cuyos nombres no estaban escritos en el libro de la vida del Cordero que fue inmolado desde el principio del mundo.” O sea, todos los que no tenían su nombre en el libro de la vida adoraron al dragón y a la bestia; pero ellos, no los cristianos; los hijos de Dios que tenemos el nombre escrito en el libro de la vida del Cordero no lo adoramos; por eso somos perseguidos. &lt;br /&gt;“9Si alguno tiene oído, oiga”. El que no tiene oído para oír la palabra de Dios, va a ser engañado; pero los que tienen oído, porque han nacido de nuevo, el Señor les habla al oído; por la palabra de Dios viene el oír; el oír es por la palabra de Dios3; lo que nos da oído es la palabra de Dios; entonces escapamos; por eso dice en el 14:9 “Si alguno adora a la bestia y a su imagen, y recibe la marca en su frente o en su mano, 10él también beberá del vino de la ira de Dios, que ha sido vaciado puro en el cáliz de su ira; y será atormentado con fuego y azufre delante de los santos ángeles y del Cordero; 11y el humo de su tormento sube por los siglos de los siglos. Y no tienen reposo de día ni de noche los que adoran a la bestia y a su imagen, ni nadie que reciba la marca de su nombre.” Ellos van a dorar a la bestia, pero van a entrar en tormento; el dragón es el engañador de las naciones, él no tiene ningún aprecio por el ser humano; él  lo que quiere es juntarlos a todos contra Cristo. &lt;br /&gt;---------&lt;br /&gt;LA OTRA BESTIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volvemos al capítulo 13, y aquí en el v.11 aparece algo sobre lo que quiero llamarles la atención “ 11Después vi otra bestia que subía de la tierra”; de la tierra, ya no del mar; el mar representa a las naciones; el evangelio es como una red que se echa al mar y se saca a la tierra; la tierra es como un lugar separado del mar. Esta bestia, la otra bestia, que ya no está en el mar sino en la tierra; “tenía dos cuernos semejantes a los de un cordero, pero hablaba como dragón”; es otra “civilización” que ha surgido en presencia de la civilización europea continental. Tiene apariencia cristiana porque sus cuernos son de cordero; solo que después nos da cuenta de que está en lo mismo de la primera, pues habla como dragón. ¿Qué habló el dragón? que quiere reinar, sobre las estrellas me sentaré, dijo; lo que quiere es el gobierno mundial, globalismo, patrocinado por naciones que llegaron a ser poderosas, y que tuvieron origen cristiano. Aquí es donde tenemos que tener mucho cuidado, en la otra bestia; porque cuando tú ves la historia universal, tú ves cuales han sido los imperios del viejo mundo; bueno, estuvieron los egipcios, los asirios, los babilonios, los persas, los griegos, los romanos, el imperio moderno actual, los de la Europa occidental, los del Asia; pero ¿cuál es la bestia con cuernos de cordero? ¡Inglaterra y los Estados Unidos de América! Esas son las nuevas “civilizaciones” que se levantaron en Occidente, aliadas de la Europa continental; ellos son la Alianza Atlántica; están aliados con Europa; sirven a Europa en la misma causa del mundo occidental; es otra bestia, otra cultura supuestamente cristiana, porque Inglaterra era supuestamente cristiana, Estados Unidos supuestamente cristiano, y llegaron a ser imperio; por eso dice que sus 2 cuernos son como de cordero, pero habla como dragón aunque tiene cuernos como de cordero.&lt;br /&gt;Ahora les quiero llamar la atención a algo curioso; ¿qué otras civilizaciones en la historia de la humanidad se han levantado luego del imperio romano?, ¿en la historia de la humanidad cuáles ha sido los otros imperios que se han levantado? Rusia pertenece a Gog y Magog, China a los reyes del oriente; entonces la otra bestia no puede ser Rusia, ni puede ser el reino del sur que incluye al mundo musulmán. Entonces los 2 cuernos como de cordero de la otra bestia son los Aliados del Atlántico. Rusia es anticristiana, China también, los musulmanes no son cristianos; pero ¿qué imperios se han levantado en la tierra diciendo ser cristianos, que han sido poderosos en la tierra?, primero Inglaterra, que fue un gran imperio, Londres era la City, considerada antes como la ciudad capital del mundo; luego vino la independencia americana, pero ellos son aliados ahora. Entonces ya tenemos claro cuáles son los imperios occidentales: los Estados Unidos de América y su principal aliado Inglaterra; por eso ustedes ven hoy andando juntos a George W. Bush y Tony Blair.&lt;br /&gt;Ahora, fíjense en que este capítulo va a decir que esta otra bestia hacía señales a favor de la primera, y conducía al mundo al globalismo, hacía caer fuego del cielo a la tierra,  dirigía el sistema económico; pero a ésta otra bestia, en Apocalipsis 19, más adelante se le llama el falso profeta. Por eso Apocalipsis 13 ahora dice en el verso 11 “11Después vi otra bestia que subía de la tierra”; El evangelio llama a la gente a salir del mundo; e Inglaterra colaboró en su tiempo con el movimiento misionero cristiano, gracias al cual muchos salieron del mundo hacia el cristianismo. También América empezó con los padres peregrinos, y surgió en la tierra; pero con el tiempo “ tenía dos cuernos semejantes a los de un cordero”; parecía que era el poder de la civilización cristiana occidental, dos cuernos semejantes a los de un cordero, “pero hablaba como dragón.” Exactamente lo mismo que quiere el dragón, el gobierno mundial, globalismo, lo mismo del dragón; ahora es aliada del dragón; aparentemente, por fuera, es cristiana, su poder se basa en gente cristiana, que son los que votan por ellos, pero ellos no hablan como el Cordero, no hablan la palabra del Cordero, ellos se sustentan en la cristiandad occidental pero su obra habla como dragón, están asociadas con el mismo objetivo del dragón, asociados al gobierno mundial; el diablo es rebelde al verdadero Cordero, pero esta otra bestia no es el anticristo, es otra bestia; el falso profeta es otro personaje distinto al anticristo..&lt;br /&gt;Entonces, de esta “civilización” binaria, aparentemente cristiana, aliada con el gobierno mundial, pero que no es la propia Europa continental asiento del antiguo imperio romano, de ahí va a surgir el falso profeta. &lt;br /&gt;Vamos a ver una cosa en el capítulo 19 de Apocalipsis: “20Y la bestia fue apresada, y con ella el falso profeta que había hecho delante de ella las señales con las cuales había engañado a los que recibieron la marca de la bestia, y habían adorado su imagen.” Entonces, aquí en el v.20, el que aparece haciendo señales delante de la primera bestia es llamado el falso profeta. En el capítulo trece aparece el aspecto del imperio, las bestias; pero la segunda resulta al final un falso profeta. Digamos, así como la bestia es todo un imperio, pero está gobernada por un personaje, así la otra bestia es otro desarrollo de lo mismo, pero que apoya el globalismo, y que al final será dirigida tal otra bestia por una persona. Entonces nótese la vinculación de la segunda bestia con cuernos como de cordero pero que habla como dragón y el falso profeta. El falso profeta proviene de la segunda bestia. Ahora mire lo que está sucediendo en estos días. Tony Blair, que era el primer ministro de Inglaterra, el aliado de Bush, y usted los veía a los dos como representando a los dos cuernitos, se le  ocurrió convertirse al catolicismo; esa es una cosa ecuménica; y después del 27 de junio de 2007, a él se le entregó la autoridad para buscar la paz en Medio Oriente. Sí, él fue el encargado de la ONU, de la Unión Europea, de los Estados Unidos y de Rusia para tales funciones. Miren el poder que se le concedió  a este hombre,  representante de las Naciones Unidas, la Unión Europea, los Estados Unidos y  Rusia para firmar la paz en Medio Oriente. Y es además un buen ecuménico; es decir, como un cuerno de cordero; dice que se convirtió al catolicismo, pero habla como dragón, ecumenismo, globalismo, predica la paz y la seguridad. Solo falta que consiga un acuerdo entre Israel y los musulmanes. Quizá logrará que se levante de nuevo el templo de Jerusalem, ¿De dónde viene la otra bestia con cuernos como de cordero?  Ahora se está  hablando de optimismo, de paz y seguridad; estas cosas son proféticamente delicadísimas. Es necesario hacerle seguimiento a estas noticias y hay que comunicárlas. Quien sepa algo nuevo envíelo a los demás. ¿Saben una cosa? tan pronto dijeron esta noticia, yo iba a escribir en la web; incluso estoy registrado en el Tiempo para publicar mis opiniones en internet, pero tan pronto subí mi comentario, inmediatamente me lo borraron; y apenas escribí un parrafito insinuando estas cosas, pero lo borraron, y no lo dejaron circular. Es necesario estar con los ojos bien abiertos para ver quién es éste Tony Blair, un inglés, anglicano ahora convertido a católico. Pero en el anglicanismo hay obispos homosexuales y clérigos liberales modernistas que ni creen en la Biblia. Sí, muchos de ellos no creen en la Biblia; tienen la forma, pero realmente son ecuménicos y están más por el lado racionalista y humanista; están buscando la paz del mundo, la “civilización” con contexto modernista, como ellos lo piensan, pero eso no tiene nada que ver con Dios. El hombre estuvo hablando con Kadafi de Libia buscando acuerdos. No siempre los intereses humanistas son los mismos cristianos. Me parece muy sospechoso lo que está aconteciendo, Yo no quiero ser dogmático como para decir fehacientemente que Tony Blair es el falso profeta, pero los movimientos de él, los movimientos actuales, parece que andan en ese espíritu por ahí cerca. Voy a decirlo así, como que está muy cerca; yo no voy a ser dogmático, las cosas pueden  cambiar, pero me es muy sospechoso que un personaje que estuvo haciendo caer fuego del cielo sobre las naciones, esté ahora en esto.&lt;br /&gt;Porque miren lo que habla la Escritura Sagrada de la segunda bestia “12Y ejerce toda la autoridad de la primera bestia en presencia de ella”; o sea que tiene autoridad representativa; pareciera que la autoridad la tiene él, pero él no trabaja para su propia autoridad, sino para el anticristo; y ahí está lo que era la Europa Occidental y lo que va a ser la plataforma del anticristo; están viendo los movimientos de su aliado;  ellos son aliados, “y hace que la tierra y los moradores de ella adoren a la primera bestia, cuya herida mortal fue sanada”; o sea, al imperio Romano revivido. ¿Quién es el que hace esto?, la otra bestia, que allá en el cap. 19 se le llama el falso profeta, que trabaja en pro de un gobierno mundial, sin pretender ser él gobernante mundial, Trabaja en pro de un gobierno mundial.  &lt;br /&gt;Sigue diciendo Apocalipsis 13: “13También hace grandes señales, de tal manera que aun hace descender fuego del cielo a la tierra delante de los hombres”. Si usted mira en la historia, cuál imperio ha hecho caer fuego del cielo, ¿no ha sido el imperio angloamericano? Hiroshima y Nagasaki, ¿no fue América?; y en la Segunda Guerra Mundial contra Hitler, ¿no fueron los Británicos con los aliados, especialmente con Estados Unidos?; y ahora en Irak y Afganistán, ¿quién hace caer fuego del cielo?; y aquí mismo en Panamá, ¿quiénes son los que han hecho caer fuego del cielo?, ¿no son éstos?; se unen y van y bombardean; estos trabajan para el gobierno mundial. El dragón está usando incluso a muchos cristianos que no se dan cuenta; y ahora, otra cosa que dice: “14Y engaña (es un engaño) a los moradores de la tierra con las señales que se le ha permitido hacer en presencia de la bestia, mandando…”; note; si usted se fija en quienes están dirigiendo hacia el gobierno mundial, la Comisión Trilateral, la mayoría son americanos e ingleses, aunque hay socios globalistas de otras partes del mundo; pero aquellos son los que lideran. La Escritura dice que ellos mandarán “que le hagan imagen a la bestia que tiene la herida de espada, y vivió.” Entonces aquí se habla de que ellos mandan que le hagan una imagen a la bestia.  En el ocultismo siempre se hace  hablar a las imágenes, que las imágenes lloran, que las imágenes hablan en el ocultismo; pero ahora, con la tecnología mezclada con el ocultismo, imagínese lo que no se puede hacer. &lt;br /&gt;Pero hay que tener en cuenta un detalle más; la imagen o icono es una representación; no es la bestia misma; hay  que tener en cuenta que la bestia es una cosa, y la imagen de la bestia es otra; la imagen no es la misma bestia; la imagen es como decir la abominación desoladora. Fíjense en un detalle: que la imagen de la bestia es la representación de ella, no es ella misma; entonces a mi me hace pensar mucho esta palabra “la imagen”, porque la imagen es la exacta representación; o sea que el gobierno mundial se va a hacer representar; está la bestia que es ella misma, pero está la imagen de ella, a la que el falso profeta manda que adoren; quieren que se adore a la imagen de la bestia, porque así van a adorar al dragón, a la bestia y a la imagen. Ahora, a mi esto me hace pensar en lo siguiente, aunque no soy dogmático en esto; solo me hace pensar mucho lo siguiente: ¿dónde se encuentra representado un gobierno?, en la preparación actual ¿dónde están representadas las naciones?, ¿dónde están representados los que dan su voto a favor de las políticas globales?, Porque incluso Bush y Blair no querían hacer las cosas directamente, sino con la anuencia de la ONU, porque ¿qué es hoy la ONU?, es la representación; no es la bestia misma; el mundo está representado allí; la ONU está trabajando para el gobierno mundial. Entonces puede haber muchas cosas debajo de la expresión “la imagen de la bestia”; puede haber muchas cosas incluidas y relacionadas. Las órdenes de la imagen, que es la abominación desoladora, pueden conducir a la muerte. No se descarta que se incluyan proyecciones virtuales, Hay tantas cosas que pueden darse todas juntas; pero esta imagen manda matar a todo el que no la adore. Se está levantando una autoridad económica mundial,  una autoridad política, y una autoridad religiosa, pues está escrito: “15Y se le permitió infundir aliento a la imagen de la bestia, (la representación) para que la imagen hablase e hiciese matar a todo el que no la adorase.” Entonces, al decir adoración, ahí está involucrada la religión. “16Y hacía que a todos, pequeños y grandes, ricos y pobres, libres y esclavos, se les pusiese una marca en la mano derecha, o en la frente; 17y que ninguno pudiese comprar ni vender”; entonces ahí no damos cuenta de que tiene autoridad política porque manda, religiosa y económica; ahí vemos ecumenismo en lo religioso, vemos intercambio económico, apertura económica, todo lo del asunto del globalismo político y económico porque manda a toda la tierra que no pueden comprar ni vender sino los que tengan esa marca; va a ser una representación que manda, o sea una representación global que manda al mundo entero; esa imagen de la bestia es la representación del gobierno mundial que manda sobre las naciones en el área económica, en el área religiosa y en el área política. &lt;br /&gt;Un gobierno tiene una representación; por ejemplo, cuando comenzó a suceder esto tipológicamente en la primera generación cristiana, en la que escribió Juan, hacían estatuas del emperador y decían que era el segundo Nerón; y si ellos querían demostrar que eran leales al imperio Romano tenían que adorar la estatua de Domiciano. Entonces esto era una figura tipológica; en la época de Daniel fue como decir una estatua; ahora Domiciano era como un segundo Nerón, como una bestia sanada que volvió a vivir, y ahora se le hace la estatua a él para ser adorado. Por ejemplo, en Irak, cuando fue derribada la estatua de Sadam Husseim, se vió que había sido símbolo del gobierno, Por eso hay las representaciones;  son la parte simbólica, y puede incluir la parte burocrática. Por eso, debajo de la palabra icono, debajo de la palabra imagen, caben muchas cosas, se permite un contenido muy amplio. Puede haber algo físico, porque en el tiempo de Domiciano hubo estatuas, iban a adorar estatuas, pero la estatua solo está representando un poder espiritual, un imperio, que tiene una opresión satánica, porque el dragón ejerce una opresión política, una opresión económica y una opresión religiosa, que no es solo una cuestión exterior, no es solamente un muñeco, porque ahora además se puede hacer una proyección virtual; por ejemplo, hoy en día mientras yo estoy hablando me pueden filmar y  me pueden ver en televisión, pero la tecnología ya da para  reproducir la figura y aparece la figura en tercera dimensión. &lt;br /&gt;Entonces toda la tecnología va a estar al servicio de un gobierno mundial; yo pienso que estas frases que la Biblia da, son las frases mínimas, pero que con esa imagen mínima dice muchas cosas; al mostrar una bestia con mezcla de leopardo, de oso y de león, ahí uno está viendo muchas cosas, uno está viendo el eclecticismo de la “civilización”; la misma se ve acá.&lt;br /&gt;Una imagen que manda que se adore a la bestia, que sea adorada la imagen, que sea una representación a la que se le permite hablar, infundir aliento, que se le permite autoridad religiosa porque manda adorar, autoridad económica y política, primero tiene que ser política para dirigir la economía, para que nadie pueda comprar y vender; es decir, que va a controlar toda la economía del mundo, que nadie pueda hacer un trueque entre nosotros, porque debe adorar una imagen para poder comprar; imagínese este mundo a través de la tecnología, a través del ocultismo, a través de la banca, a través de la política; la jurisprudencia está involucrando política, economía y religión; ahí es donde está el peligro. Ahora todo eso está representado al final en símbolos, como banderas, señales, estatuas, proyecciones virtuales, y quien sabe qué más; el hecho es que la idea básica es representación; eso es lo que quiere decir imagen, representación.&lt;br /&gt;Estas frases aquí “15Y se le permitió infundir aliento a la imagen de la bestia” entonces primero dice “14Y engaña (es un engaño) a los moradores de la tierra con las señales” este es el falso profeta que surge de la segunda bestia, de la otra bestia con cuernos como de cordero; “mandando a los moradores de la tierra que le hagan imagen a la bestia”; o sea, el falso profeta es el que promueve la creación de esta representación mundial; incluso, si ustedes ven de donde surgió la creación la Sociedad de las Naciones, y de las Naciones Unidas, fue también de ahí; y todo tenía que ser según las Naciones Unidas. Ahora, yo creo que el anticristo va a usar todo esto de las Naciones Unidas para realizar la plataforma de él; y todo al final va a ser simbolizado de alguna manera, porque todo va a estar ahí metido, todo. Y dice que “la bestia que tiene la herida de espada, y vivió.” Es una de las cabezas del anticristo porque el anticristo tiene esa cabeza; se pude atribuir a él porque es una de las cabezas de la bestia final. “15Y se le permitió infundir aliento a la imagen de la bestia, para que la imagen hablase e hiciese matar a todo el que no la adorase.” Se le permitió; es Dios el que permite que haya este engaño, porque dice la Biblia en 2 Tesalonicenses que a los que no recibieron el amor de la verdad para ser salvos “11Por esto Dios les envía un poder engañoso, para que crean la mentira, 12a fin de que sean condenados todos los que no creyeron a la verdad, sino que se complacieron en la injusticia”4; por eso dice: se le permitió; Dios permite que el mundo viva cosas espectaculares ahora, todo a favor del globalismo mundial, que no sabemos del todo qué es, pero que la idea básica está representada aquí; muchas cosas caben debajo de estas palabras, porque es que aquí ya hay una historia final moviéndose ahí:“… e hiciese matar a todo el que no la adoras” ¡que autoridad! “16Y hacía que a todos”,  era la imagen, por eso es que tiene que ser una representación de gobierno mundial, no solamente un muñeco; ahí está todo involucrado, porque es la imagen la que dice “e hiciese matar a todo el que no la adoras. 16Y hacía que a todos, pequeños y grandes, ricos y pobres, libres y esclavos, se les pusiese una marca en la mano derecha, o en la frente; 17y que ninguno pudiese comprar ni vender, sino el que tuviese la marca o el nombre de la bestia, o el número de su nombre.” Entonces aquí vemos varias cosas, marca, la otra cosa es el nombre y la otra es el número.  &lt;br /&gt;“18Aquí hay sabiduría. El que tiene entendimiento, cuente el número de la bestia, pues es número de hombre. Y su número es seiscientos sesenta y seis.” Ya el número seis, que es de lo que se llama sistema sexagesimal, se originó con los sumerios, que fue la civilización de Nimrod, el primer tipo del anticristo. Ahora el sistema sexagesimal es el que se utiliza para el control de las mercaderías como código de barras; eso ya no se lo colocan solo a las mercancías, también quieren colocárselo a las personas; eso ahí es un sistema de control mundial donde cada persona va a tener un numerito, donde todos los documentos se van fundiendo en uno solo; ahora ya tienes la cédula y el pasaporte en uno solo, porque ya le pusieron al pasaporte el número de la cédula; después ya te van identificando los demás documentos, ya van confluyendo en uno solo, y al fin de cuentas va a terminar en la marca de la bestia.  &lt;br /&gt;Ya se han hecho estudios de que las partes más especiales para la retroalimentación de ese chip son la frente y la mano, porque es donde cambia más rápido la temperatura y puede retroalimentar el funcionamiento; los ingenieros de la Nasa ya hablaron de eso; solo que algunos ensayos necesitan una pila de litio; pero esas pilas de litio producen unas úlceras; y justamente es eso lo que está profetizado aquí, que va a suceder eso.&lt;br /&gt;Mirando usted que ha sido de las Naciones Unidas, primero, después de la Primera Guerra Mundial, surgió la Sociedad de las Naciones para representar el gobierno mundial, para traer” la paz y la seguridad”; después eso se trasformó en las Naciones Unidas tras la segunda guerra mundial; ahora las Naciones Unidas continúan en manos de la masonería, de los iluminati, de los liciferianos, y van llevando al mundo a la nueva era, al gobierno mundial, a una economía mundial. Todo esto va tener un desarrollo en lo que será la imagen final; por eso es que digo que no hay que ser muy simples al interpretar la imagen como una sola cosa, sino hay que permitir muchas cosas, porque hay que ver de esta imagen, toda la autoridad que tiene.&lt;br /&gt;Será la representación final, porque todo gobierno tiene que tener una representación; y  esa representación puede ser usando la tecnología, lo que sea, pero ¿qué es? es un gobierno mundial; está la bestia y la imagen de la bestia, que es la representación; y a ella se le permite ser infundida de aliento para que mande matar al que no la adorase; ella manda que se adore a la bestia y manda que se adore a la imagen, porque la adoración al dragón es adoración a la bestia y adoración a la imagen; el que adora la imagen adora la bestia, y el que adora a la bestia adora al dragón; porque se dice que el que adore a la bestia, o su imagen, que es como una delegación, si todo es el símbolo de algo, adorarás a eso que está simbolizado. Nosotros recibimos el símbolo del Señor cuando adoramos al Señor; pero ellos lo hacen al contrario. &lt;br /&gt;Entonces ¿qué significa una mano o frente marcada?, significa que tu trabajo y tu pensamiento le pertenece al sistema mundial del anticristo y del diablo; claro que puede haber una marca física, pero ¿cuál es el sentido de una mano marcada? la mano es con la que tú trabajas; y una mano marcada quiere decir que tiene el sello de propiedad de otro; todo tu trabajo es para el sistema mundial; como decir, otra vez haciendo ladrillos para faraón; todo el mundo trabajando para el sistema, el globalismo; esa es una mano marcada. Claro que puede tener algo mínimo exterior, pero eso tiene un sentido espiritual, para quién trabajas, para quién vives, para quién sirves; y la frente también marcada; claro que eso puede ser un símbolo, una raya, un granito ahí, eso ¿qué significa?,  a quién le pertenece tu pensamiento, los paradigmas con los que tu interpretas el mundo, eso es tener la mente marcada; y la mano marcada, eso puede ser una marca física o electrónica, o virtual, pero ¿qué significa?, ¿cuál es la esencia del asunto?, es a quién le perteneces, tanto tu pensamiento como tu labor, conforme a quién piensas y para quién trabajas; esa es la esencia de estas dos marcas, en la mano o en la frente, conforme a quién piensas y para quién trabajas; la persona se envuelve en ese sistema global adorando al dragón metido en la parte política, en la parte económica y en la parte religiosa, y toda la interrelación de esas partes; que lo social, lo cultural, lo militar, todo eso está ahí mezclado. &lt;br /&gt;Entonces el Señor siempre da imágenes simples, pero con un contenido riquísimo, Un contenido que puede representar mucha cosa; esas son imágenes que son simples; así, aquí en pocos versos, una imagen es de una mujer engendrando a un niño, la formación de Cristo en la iglesia, es una cosa profunda, riquísima, pero en un símbolo; otra señal, un dragón con siete cabezas y eso se va desarrollando, aparece la otra bestia y luego aparece la imagen, pero miren quién es que da la idea de la imagen; dice el verso catorce, viene hablando de la segunda bestia, la de cuernos como de cordero, que se llama después el falso profeta “14Y engaña a los moradores de la tierra con las señales que se le ha permitido hacer en presencia de la bestia, mandando a los moradores de la tierra que le hagan imagen…” Entonces note que es el imperio occidental el que lidera todo este proceso para la imagen; entonces la segunda bestia con cuernos como de cordero, y falso profeta, manda que se le haga imagen a la bestia; y luego la imagen de la bestia manda que se mate al que no la adore, y manda que todos tengan una marca en la frente o en la mano y que nadie pueda comprar ni vender sino tiene la marca, el nombre o el número; aquí podemos ver que es toda la dirección del mundo, el mundo siendo influenciado, utilizando todas sus oficinas, sus agregados, sus organizaciones, sus cosas para algo religioso, para el diablo, y adorar al dragón y adorar a la bestia,  y después a la imagen de la bestia, que es la misma cosa, solo que uno representa al otro; o sea que el que adora la imagen de la bestia es porque adora la bestia; si adora la bestia es porque adora al dragón; esa es la trinidad satánica que viene a ser más una cuaternidad que una trinidad, porque está el dragón, la bestia, el falso profeta y la imagen de la bestia. &lt;br /&gt;Cuando dice: “16Y hacía que a todos, pequeños y grandes, ricos y pobres, libres y esclavos, se les pusiese una marca en la mano derecha, o en la frente; 17y que ninguno pudiese comprar ni vender”, quiere decir que la economía mundial está siendo organizada mundialmente, inspirada por el dragón que maneja a las personas de las multinacionales, de la banca internacional y de los gobiernos, porque dice en el capítulo dieciséis que de la boca del dragón, y de la boca de la bestia, y de la boca del falso profeta, tres espíritus inmundos que van a los reyes de la tierra para reunirlos para la batalla contra el Señor5 en el Armagedón.&lt;br /&gt;Hay una influencia tanto religioso ocultista, el aspecto político y el aspecto económico de unificar el mundo, pero el objetivo es contra Cristo; ellos hablan que es de paz y seguridad, ¿por qué?, porque el diablo los engaña, porque él es el engañador; y la bestia también engaña, el diablo engaña y el falso profeta engaña y hace pensar que todo va a ser para la paz, para la seguridad, para resolver los problemas del mundo, el hambre del mundo, para distribuir a las naciones, para racionalizar el agua, pero realmente el objetivo de Satanás es reunir al mundo para resistir la segunda venida de Cristo. &lt;br /&gt;Con relación a los esfuerzos de las naciones en la estación espacial internacional para detener asteroides, lo real es que pretenden desviarlos, porque es más peligroso destruirlo porque se viene ese montón de aerolitos y arman un gran problema; hay preparación para muchas cosas; ellos saben de que todo eso existe; ya se ha hablado de algunos que vienen en dirección a la tierra, que van a pasar cerca; de todas maneras la Biblia habla de una montaña ardiendo que cae en el mar6, habla de abcinto o ajenjo, que va a contaminar a la tercera parte de los ríos. Entonces lo que pasa es que está globalmente el mundo engañado; dice la Escritura que cuando el diablo engañó a Eva le dijo: seréis como Dios sabiendo el bien y el mal; le habló a Eva pero le hablo a todos; el diablo quiere hablarle a toda la humanidad; la humanidad quiere hacerse su propio dios por medio de la ciencia independiente de Dios; el hombre se independiza de Dios y comienza a organizar el mundo a su manera y empieza a defenderse, pero todos los argumentos ecológicos, los argumentos de conservación de la tierra, argumentos ambientales, y también argumentos económicos, todo eso es el engaño, pero el objetivo íntimo es los que dice aquí en el v.19: “19Y vi a la bestia, a los reyes de la tierra (ahí están nuestros presidentes)y a sus ejércitos, (no es bueno meterse en la milicia) reunidos para (¿para qué?, bueno ¿para la paz y seguridad&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; guerrear contra el que montaba el caballo, y contra su ejército”; es contra Cristo, Satanás organiza el mundo con engaños, pero toda la infraestructura después la utiliza contra el Señor porque Satanás sí sabe que tiene poco tiempo, y engaña al mundo entero; esto es una guerra total que empieza en el mundo espiritual, pero se expresa en todo el mundo material. &lt;br /&gt;Yo leí un libro escrito por un luciferiano, que se llama “el Cordón dorado”, de Miguel Serrano, un ex – general chileno luciferiano que escribe libros luciferianos; y en ese libro “el Cordón dorado”, que se refiere a la línea luciferiana a lo largo de la historia, como decir, el filón de grana pero de la línea de los luciferianos en la historia, ese es el tema del libro, él dice ahí que los luciferianos están preparándose para recibir con bombas de neutrones la segunda venida de Cristo; eso es lo que piensan ellos. Es una guerra espiritual la de la economía, la religión, la fe y el dinero, la fuerza bruta, la explosión todo, contra Cristo, todo. El Señor con Su palabra ha creado galaxias, sopla y una bomba de neutrón es menos que un fosforito; pero como el diablo los engaña, y sabe que tiene poco tiempo, pero él no se los dice a ellos. La palabra de Dios nos lo dice a nosotros, pero él engaña, él les dice que van a triunfar, pero Dios dice que él engaña al mundo entero, poder engañoso, entonces dice: reunámonos para la paz, reunámonos para la seguridad, reunámonos para defender el planeta; eso es, pero cuando se reúnen, agarran toda la estructura para resistir a Cristo. Dice Dios que engaña al mundo entero; entonces en el capítulo dieciséis: “13Y vi salir de la boca del dragón,(ese es el diablo) y de la boca de la bestia,(ese es el anticristo) y de la boca del falso profeta,(es el representante final de la política de occidente pro-globalista; ¿qué vio salir&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; tres espíritus inmundos a manera de ranas;(demonios) 14pues son espíritus de demonios, que hacen señales, y van a los reyes de la tierra en todo el mundo…”; son espíritus, son tres; por eso estoy hablando de una influencia demoníaca, un espíritu ecuménico, de globalismo económico, de globalismo político, porque el objetivo de estos demonios ¿cuál es?, es este: “para reunirlos…”; para reunirlos acá, el mundo piensa que se reúnen para la paz y la seguridad, pero es “para reunirlos a la batalla de aquel gran día del Dios Todopoderoso.” O sea, Satanás engaña, la Biblia dice que engaña, que la bestia engaña, que son todos armo</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jan 2008 09:51:04 UT</pubDate>
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            <title>JESUS, SENHOR E REI DAS NAÇOES</title>
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            <description>JESUS, SENHOR E REI DAS NAÇÕES &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as coisas foram criadas por Deus em função de Seu Filho, em Seu Filho, com Seu Filho e para Seu Filho (Col.1:15-16: Jn.1:3). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem foi criado para ser conformado ao Filho de Deus vivendo por Ele (Gn.1:26; 2:9). O Filho de Deus é a vida que está com o Pai (1Jn.1:2). Ele é a vida zoé da árvore da vida, que foi oferecida ao homem desde o Éden, para que o homem vivesse em união com Deus sendo conformado à imagem de Deus que é o Filho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o princípio Deus pensou no homem em família, e planejou que a terra se enchesse do seu gênero (Gn.1:26-28).O gênero humano seria portanto um homem corporativo que encheria a terra, subjugando-a corporativamente, em família, para Deus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da queda, a condição do homem mudou por causa do pecado, mas o propósito de Deus nunca foi mudado. Por isso foi necessária a redenção, para recuperar o homem para o propósito divino. O homem tornou-se um velho homem; mas o Filho de Deus encarnado veio ser o elemento do novo homem para a recuperação humana. Na cruz de Cristo, o velho homem foi crucificado,no Seu sangue nossos pecados foram lavados, e no poder de Sua ressurreição, e por Seu Espírito, fomos regenerados, e somos renovados, transformados e conformados ao Filho de Deus, no corpo de Cristo. O corpo de Cristo é agora o novo homem em Cristo, que há de cumprir o propósito divino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, Deus prefigurou o alcance corporativo da redenção em Cristo. Deus prometeu a Abraão que em sua descendência seriam benditas todas as famílias da terra. O cordeiro pascoal devia ser comido em família. Um cordeiro por família. O cordão de fio escarlata, que nos recorda o sangue de Cristo, na janela de Rahab, que havia recebido aos mensageiros de Deus, era o sinal pelo qual sua casa, com sua família, seria livrada do juízo. Portanto, a salvação de Deus abarca, no corpo de Cristo, gente de todas as raças, línguas, etnias e tribos, que como membros do corpo único de Cristo, estendem o reino dos céus por toda a terra, como era a missão do homem desde o Éden.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua epístola aos Gálatas, o qual corrobora em outras, o apóstolo Paulo nos ensina pelo Espírito que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, somos revestidos dEle, onde já não há diferença de raças, nacionalidades, etnias, tribos, sexo, classes sociais, porém somos um em Cristo, no corpo de Cristo, e herdeiros com Cristo da promessa feita à descendência de Abraão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que Deus fez todas as coisas para Seu Filho, então pediu a Seu Filho que Este, por Sua vez, pedisse ao Pai as nações; pois isso é o que o Pai sempre desejou: que Seu Filho encabece para Ele todas as coisas nos céus e na  terra. “Tu és meu filho; Eu hoje te gerei. Pede-me, e Eu te darei por herança as nações, e as extremidades da terra por tua possessão…” (Salmo 2:7,8) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso também, quando ressuscitou e apareceu a Seus discípulos, lhes disse: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra; portanto ide, fazei discípulos a todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. (Mateus 28:18-20) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa mesma razão, a bacia de bronze, o lavatório que Salomão, como filho de Davi, figura do verdadeiro Filho de Davi que é o nosso Senhor Jesus Cristo, construiu no átrio do templo de Deus, estava colocada sobre o lombo de 12 bois que saíam em direção aos quatro ângulos da terra; assim como os apóstolos, levando seu jugo com o Senhor, saíram por todo o mundo, levando o anúncio do evangelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Filho do Homem ressuscitou dentre os mortos e ascendeu à destra do Pai, foi levado numa nuvem ante o Ancião de dias, e ali lhe foi entregue o domínio de todos os séculos. O Cordeiro recém imolado apareceu ante o trono, e lhe foi entregue o Livro selado com sete selos, o qual, ao ser aberto pelo Cordeiro, traria como resultado, que todos os reinos do mundo viessem a ser do Senhor e de Seu Cristo. Esse Livro dos sete selos continha o plano do propósito divino, por meio do qual Deus colocaria sob os pés de Seu Filho todas as coisas, submetendo a ele todos os seus inimigos, suprimindo toda autoridade rebelde no universo visível e no invisível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que o Cordeiro de Deus fez, agora Leão da tribo de Judá, para por em andamento o maravilhoso plano divino para consumar Seus propósitos, foi abrir o primeiro selo, com o qual começou a andar vitorioso e para vencer, o cavalo branco, personificação do avanço do evangelho por toda a terra. O que desceu, disse Paulo aos Efésios, foi o mesmo que também subiu por acima de todos os céus para completar tudo. O Cristo ascendido nos enviou Seu Santo Espírito para nos capacitar a ir a todas as nações com Sua Palavra para sermos testemunhas. Depois da festa de Pentecostes vinha a festa das Trombetas; e assim, depois de ser revestidos por Seu Espírito de poder vindo do Alto, a Igreja sai a todas as nações a pregar a fé para a obediência de todas as nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é a hora da Igreja, do corpo de Cristo. O Cristo ascendido vitorioso à destra do Pai, e que abre o Livro dos sete selos para submeter ao Pai todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos, ao abrir o primeiro selo e o cavalo branco destinado a vencer começar a andar, para aperfeiçoar aos santos para o ministério de edificar o corpo de Cristo, dá à Igreja apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres. Seu trabalho no corpo, e o do corpo mesmo, é a cavalgada vitoriosa do cavalo branco, cujo cavaleiro, Jesus Cristo, já disparou sua flecha no coração do inimigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, para todos aqueles que se recusam a reconhecer ao Cordeiro de Deus, ao Filho de Deus ressuscitado dentre os mortos, como o Senhor e Salvador, não lhes resta senão o cavalgar dos próximos cavalos do Apocalipse. Se derramaram o sangue dos filhos de Deus, dos mártires de Jesus, então, como disse o anjo, hão de beber sangue. O cavalo vermelho da guerra é enviado após o branco. Pensam que vim trazer paz à terra? Não, mas sim espada, disse Jesus Cristo; porque desde agora estarão divididos, em uma mesma casa, dois contra três, e três contra dois; e os inimigos do homem serão os de sua própria casa. A guerra vem  como consequência da rejeição ao evangelho.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como conseqüência da guerra, vem a fome; e como conseqüência da guerra e da fome, vem pestilência, mortandade e  morte. E após a morte vem o Hades; e após este o Lago de fogo. Esse é o destino dos que rejeitam o evangelho de Jesus Cristo. E então, com grande tribulação, e com trombetas e taças de juízo, todas as coisas são postas aos pés d’Aquele, cujo é o direito: o Filho de Deus. Assim, desta maneira, os reinos do mundo virão a ser do Senhor e de Seu Cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o primeiro cavalo enviado para vencer, é o cavalo branco do evangelho. O Espírito Santo, o ministério pleno, todos os santos do corpo de Cristo, e seus anjos acompanhantes, foram postos em ação para ir a todas as nações da terra, a todas as etnias sem distinção, que foram pedidas pelo Filho ao Pai, de modo a submeter a terra a Deus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora corresponde a nós, como povo de Deus, gemer em intercessão, como fazia Juan Knox, para que as nações nos sejam dadas para o Filho de Deus. “Dá-me a Escócia, Senhor, ou senão eu morro”, gemia o grande  reformador escocês. Que não descansemos até que todas as coisas lhe sejam postas por estrado dos pés ao nosso amado Senhor.    &lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., 25/IX/2007, Lodrina, Paraná, Brasil.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 28 Sep 2007 13:57:33 UT</pubDate>
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            <title>JESÚS, SEÑOR Y REY DE LAS NACIONES</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1120854</link>
            <description>JESÚS, SEÑOR Y REY DE LAS NACIONES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas las cosas las creó Dios en función de Su Hijo, en Su Hijo, con Su Hijo y para Su Hijo (Col.1:15-16: Jn.1:3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El hombre fue creado para ser conformado al Hijo de Dios viviendo por Él (Gn.1:26; 2:9). El Hijo de Dios es la vida que está con el Padre (1Jn.1:2). Él es la vida zoé del árbol de la vida, que fue ofrecida al hombre desde el Edén, para que el hombre viviera en unión con Dios siendo conformado a la imagen de Dios que es el Hijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde el principio Dios pensó al hombre en familia, y planeó que la tierra fuese llena de su género (Gn.1:26-28). El género humano sería, pues, un hombre corporativo que llenaría la tierra, sojuzgándola corporativamente, en familia, para Dios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después de la caída del hombre, la condición de éste cambió por el pecado, pero el propósito de Dios nunca ha cambiado. Por eso fue necesaria la redención, para recuperar al hombre para el propósito divino. El hombre caído se tornó un viejo hombre; pero el Hijo de Dios encarnado llegó a ser el elemento del nuevo hombre para la recuperación humana. En la cruz de Cristo, el viejo hombre fue crucificado, en Su sangre nuestros pecados fueron limpiados, y en el poder de Su resurrección, y por Su Espíritu, fuimos regenerados, y somos renovados, trasformados y configurados al Hijo de Dios, en el cuerpo de Cristo. El cuerpo de Cristo es ahora el nuevo hombre en Cristo, que ha de cumplir el propósito divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por eso Dios prefiguró el alcance corporativo de la redención en Cristo. Dios le prometió a Abraham que en su simiente serían benditas todas las familias de la tierra. El cordero pascual debía ser comido en familia. Un cordero por familia. El hilo de grana, que nos recuerda la sangre de Cristo, en la ventana de Rahab, que había recibido a los mensajeros de Dios, era la señal por la que su casa, con su familia, sería guardada del juicio. Por lo tanto, la salvación de Dios abarca, en el cuerpo de Cristo, a gentes de todas las razas, lenguas, etnias y tribus, que cual miembros del cuerpo único de Cristo, extienden el reino de los cielos por toda la tierra, como era la misión del hombre desde el Edén. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En su epístola a los Gálatas, lo cual corrobora en otras, el apóstol Pablo nos enseña por el Espíritu que todos los que fuimos bautizados en Cristo Jesús, somos revestidos de Él, donde ya no hay diferencia de razas, nacionalidades, etnias, tribus, sexos, clases sociales, sino que somos uno en Cristo, el cuerpo de Cristo, y herederos con Cristo de la promesa hecha a la simiente de Abraham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puesto que Dios hizo todas las cosas para Su Hijo, entonces le pidió a Su Hijo que Éste, a Su vez, le pidiera al Padre las naciones; pues eso es lo que el Padre siempre ha deseado: que Su Hijo encabece para Él todas las cosas en los cielos y en la tierra. “Mi Hijo eres Tú; Yo te engendré hoy. Pídeme, y te daré por herencia las naciones, y como posesión tuya los confines de la tierra…” (Salmo 2:7,8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por eso también, cuando resucitó y apareció a Sus discípulos, les dijo: “Toda potestad me es dada en el cielo y en la tierra; por tanto, id y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que yo os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esa misma razón, la bacia de bronce, el lavacro que Salomón, como hijo de David, figura del verdadero Hijo de David, que es nuestro Señor Jesucristo, construyó en el atrio del templo de Dios, estaba colocada sobre el lomo de 12 bueyes que salían en dirección a los cuatro ángulos de la tierra; así como los apóstoles, llevando su yugo con el Señor, salieron por todo el mundo, llevando el anuncio del evangelio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando el Hijo del Hombre resucitó de entre los muertos y ascendió a la diestra del Padre, fue llevado en una nube ante el Anciano de días, y allí le fue entregado el dominio de todos los siglos. El Cordero recién inmolado apareció ante el trono, y le fue entregado el Libro sellado con siete sellos, el cual, al ser abierto por el Cordero, traería como resultado al fin, que todos los reinos del mundo viniesen a ser del Señor y de Su Cristo. Ese Libro de los siete sellos contenía el plan del propósito divino, por medio del cual Dios colocaría bajo las plantas de los pies de Su Hijo todas las cosas, sometiéndole todos sus enemigos, suprimiendo toda otra autoridad rebelde en el universo visible y en el invisible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo primero que hizo el Cordero de Dios, ahora León de la tribu de Judá, para echar a andar el maravilloso plan divino para consumar Sus propósitos, fue abrir el primer sello, con lo cual echó a andar victorioso y para vencer, el caballo blanco, personificación del avance del evangelio por toda la tierra. El que descendió, dice Pablo a los Efesios, fue el mismo que también subió por encima de todos los cielos para llenarlo todo. El Cristo ascendido nos envió Su Santo Espíritu para capacitarnos a ir a todas las naciones con Su Palabra para serle testigos. Después de la fiesta de Pentecostés venía la fiesta de las Trompetas; y así, después de ser investidos por Su Espíritu del poder de lo Alto, sale la Iglesia a todas las naciones a predicar la fe para la obediencia de todas las naciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entonces es la hora de la Iglesia, del cuerpo de Cristo. El Cristo ascendido victorioso a la diestra del Padre, y que abre el Libro de los siete sellos para someter al Padre todas las cosas, para que Dios lo sea todo en todos, al abrir el primer sello y echar a andar el caballo blanco destinado a vencer, da a la Iglesia, para perfeccionar a los santos para el ministerio de edificar el cuerpo de Cristo, apóstoles, profetas, evangelistas, pastores y maestros. Su trabajo en el cuerpo, y el del cuerpo mismo, es la cabalgata victoriosa del caballo blanco, cuyo jinete, Jesucristo, ya disparó su flecha al corazón del enemigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todos aquellos, entonces, que rehúsan reconocer al Cordero de Dios, al Hijo de Dios resucitado de entre los muertos, como el Señor y Salvador, no les queda sino el cabalgar de los siguientes caballos del Apocalipsis. Si derramaron la sangre de los hijos de Dios, de los mártires de Jesús, entonces, como dice el ángel, han de beber sangre. El caballo bermejo de la guerra es echado a andar detrás del blanco. Pensáis que vine a traer paz a la tierra? No, sino espada, dijo Jesucristo; porque desde ahora estarán divididos, en una misma casa, dos contra tres, y tres contra dos; y los enemigos del hombre serán aún los de su propia casa. La guerra viene como consecuencia del rechazo del evangelio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y como consecuencia de la guerra, viene el hambre; y como consecuencia de la guerra y del hambre, viene pestilencia, mortandad y  muerte. Y a la muerte le sigue el Hades; y al Hades el Lago de fuego. Eso es lo que le espera a los que rechacen el evangelio de Jesucristo. Y entonces, con gran tribulación, y con trompetas y tazas de juicio, todas las cosas son puestas a los pies de Aquel cuyo es el derecho: el Hijo de Dios. Así, de esta manera, los reinos del mundo vendrán a ser del Señor y de Su Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero el primer caballo enviado para vencer, es el caballo blanco del evangelio. El Espíritu Santo, el ministerio en pleno, todos los santos del cuerpo de Cristo,  y sus ángeles acompañantes, han sido puestos en acción para ir a todas las naciones de la tierra, a todas las etnias sin distinción, que fueron pedidas por el Hijo al Padre, de modo a someter la tierra para Dios.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahora corresponde a nosotros, como pueblo de Dios, gemir en intercesión, como lo hacía Juan Knox, para que las naciones nos sean dadas para el Hijo de Dios. “Dame Escocia, Señor, o sino me muero”, gemía el gran  reformador escocés. Que no descansemos hasta que todas las cosas le sean puestas por estrado de los pies a nuestro amado Señor.&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., 25/IX/2007, Londrina, Paraná, Brasil.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Tue, 25 Sep 2007 19:29:52 UT</pubDate>
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            <title>POUR VOUS MÊME</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1111610</link>
            <description>Un arrêt peut sauver vôtre vie ! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieu veut vous communiquer quelque chose avant que vous passez devant et vous vous perdez définitivement.Votre futur n'est pas dans vos mains.Une minute pour faire attention á Dieu, ici et maintenant, peut signifier vôtre sauvetage éternel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieu sait que vous besoin pour vous sauver, bien que vous l'ignoriez jusque là présent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieu vous a crée avec un objectif et maintenant Il intervient dans vôtre vie pour vous parler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Dieu de la Gloire, unique créateur de toutes les choses s'est montré aux hommes á travers de Jésus Christ Fils de Dieu. Il est l'axe et l'explication de toutes les choses. Il est vôtre lumière, la seule qui peut réellement vous illuminer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIEU VOUS AIME&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieu vous aime et vous comprend. Parce qu'il vous a pensé dès le début, parce qu’Il vous a créé; et maintenant Il vous a trouvé pour vous parler, car Il vous a cherché, bien que vous ne l'avez pas noté. Il veut vous dire qu' Il veut vous pardonner et vous justifier en tenant en compte les mérites de son fils Jésus Christ et de son sacrifice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Fils de Dieu, qui est arrivé à être un véritable homme et le Mesias Prophétisé de l'histoire, a payé sur la croix le prix de ses péchés. Si vous le décidez, vous pouvez invoquer immédiatement à Dieu au nom de Jésus Christ et lui dire avec tout vôtre coeur que vous vous repentez de vos péchés et que vous acceptez le sacrifice de son fils pour que son sang vous en essuie complètement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jésus dit dans sa parole: « Aucun qui vient à moi n'est chassé », « Venez à moi tous ceux qui soient chargés, travaillés et fatigués et Je vous ferez rester ». Je suis le Chemin, la Vérité et la Vie; personne ne peut venir au Père mais qu'à travers Moi ».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jésus Christ a ressuscité d'entre les morts devant des témoins, devant lesquels Il a montré Sa Gloire; et Il est vivant!; Il est assis à la Droite du Père et connaît les secrets de son coeur; désire son pronnoncement définitif. Vous pouvez parler avec Lui maintenant et directement pour lui recommander sérieusement vôtre vie et pour se réconcilier avec Dieu à travers de Lui, en vous Repentant et en demandant Pardon. Ne vous faites pas l'innocent car vos maux vous atteindront. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHRIST REVIENT BIENTÔT &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Royaume des Cieux est maintenant plus près que jamais. Jésus Christ retourne bientôt par la seconde fois, maintenant en Gloire et pour faire son jugement. Les événements de ce siècle, chaque fois plus douloureux, sont des signes déjà prophétisées par Lui qui annonce sa proximité.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il a dit que si quelqu'un n'est pas avec Lui, il est contre Lui.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De la part de qui êtes-vous ? Ne soyez pas tiède! Engagez-vous sérieusement avec Christ! Parlez de Dieu maintenant, dès le plus profond de vôtre coeur, et demandez-lui de vous aider. Ayez confiance en Lui. Dieu ne laisse tomber personne qui le cherche vraiment, car, ceci ne dépend pas de nos mérités mais de Son infinie bienveillance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Règne de Dieu est près et le monde des hommes se détruit. Ne vous obstinez pas à suivre vos chemins particuliers jusqu'à l'enfer. L'enfer existe ! Beaucoup l'ont déjà connu ! Retournez-vous vers Dieu sérieusement. Ne faites pas de fausses promesses; demandez-lui sa grâce. Parlez-lui du fond de vôtre coeur, sans mensonges, sans promesses. Exprimez-vous tels que vous êtes. Le Père qui vous a crée vous comprendra mieux que vous vous comprenez à vous même. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NE RISQUEZ PAS VÔTRE FUTUR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecoutez-le maintenant! Le lendemain n'est pas à vous et l'éternité est irrévocable ! Ne risquez pas vôtre futur éternel avec vôtre manque de logique. Tenez en compte Sa parole, qui est contenue dans la Bible. Lisez-la ! Considérez à Jésus Christ avec plus d'attention !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ne vous mentez pas car la mort vous attend quand et où vous ne l'espérez pas. Ne vous laissez pas tromper par les hommes ni par sa stupidité. Cherchez directement à Dieu à qui vous trouverez dans son Fils. Il sera fidèle avec vous. Soyez honnête!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il vous offre pardon pour effacer vos péchés parmi le sang du sacrifice de Jésus. Il vous offre aussi vous habite a travers du son Saint Esprit, pour vous communiquer tout ce qu'Il est, pour vous inspirer, vous enseigner, vous corriger, vous fortifier vôtre intérieur pour du bien.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Évoquez-le sincèrement et avec de la foi. Ne le chassez pas ni l'oubliez pas, car vous payerez un prix très haut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vous même vous serez coupable de chasser la bénédiction divine et votre remord vous accompagnera pour toujours. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECEVEZ AU CHRIST AUJOURD'HUI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dissez à Jésus tout de suite que vous l'acceptez et le recevez et que de tout vôtre coeur vous lui rendez vôtre vie. Demandez-lui qu'il vous guide et qu'il vous compte comme un des Siens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faites-vous baptiser en Christ. Faites-vous un véritable chrétien et passez à faire partie de la famille de Dieu. Réunissez-vous avec de véritables chrétiens pour adorer Dieu, considérer Sa Parole et faire le bien. Préparez-vous pour le Royaume qui vient ! Ne vous laissez pas distraire ni attirer par le diable !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentrez-vous pleinement en Jésus et vous connaîtrez véritablement à Dieu! Il veut que vous le connaissiez comme un véritable Père et personnellement pour que vous jouissez avec Lui et avec ce qu'Il s'est proposé de faire en faveur des hommes. Jésus interviendra prochainement ! Son Esprit est en train de bouger !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pas tout sera toujours des guerres, manifestations, tremblements de terre, famines, désastres, maladies, injustices, violence et du mal. Ce sont les contractions finales du monde; les douleurs d'accouchement chaque fois plus fréquentes et fortes qui donneront lieu au Royaume des Cieux avec la deuxième venue interventionniste de Jésus. Attendez-le ! Il viendra prochainement ! Faites face à la vie à l'aide de son Esprit Divin et améliorez-la dès MAINTENANT avec Jésus! Vôtre confiance en Lui peut vous sauver. Vôtre méfiance et révolte vous condamnent dès maintenant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vous n'êtes pas seul. Dieu est avec vous et pour vous, nous les chrétiens aussi. Décidez-vous !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ce brochure dans vos mains signifie que vous avez déjà été appelé. Nous n'avons pas d'excuse.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 22 Sep 2007 06:57:15 UT</pubDate>
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            <title>A SALVAÇÃO TRIPARTIDA</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1111604</link>
            <description>A SALVAÇÃO TRIPARTIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os três tempos da salvação &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vimos as grandes verdades que o Senhor confiou à Igreja e que ela guarda.  A primeira está relacionada com o próprio Deus, com o Seu próprio ser, a Sua Trindade, a Sua revelação através de Jesus Cristo e a Sua encarnação. Depois da encarnação passamos à obra da salvação, pois para isso foi que o Filho de Deus se encarnou, para nos salvar e levar adiante o programa de Deus.  A salvação não é uma coisa simples, mas profunda e complexa.  A Palavra do Senhor nos fala a respeito da salvação em três tempos.  Primeiro a Palavra de Deus nos diz que somos salvos pela graça:  &amp;quot;Porque pela graça sois salvos por meio da fé&amp;quot; (Efésios 2:8a); ou seja, declara um fato já cumprido.  Em segundo lugar, a Palavra do Senhor nos fala de desenvolvermos a salvação com temor e tremor:  &amp;quot;...desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor&amp;quot; (Filipenses 2:12&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;; quer dizer, que há uma salvação que vai acontecendo progressivamente, e é outro aspecto da salvação.  Por último, a Palavra do Senhor nos fala em futuro, de uma &amp;quot;salvação que nos trará&amp;quot; (1 Pedro 1:5), e de que &amp;quot;seremos salvos&amp;quot; (Romanos 5:9). De acordo com isto, há versículos que nos falam de que somos salvos, versículos que nos falam de que nos ocupemos da salvação, e versículos que nos falam de que seremos salvos.  A que se deve tudo isso?  Afinal, somos, seremos ou estamos sendo?  A resposta é que somos, estamos sendo e seremos, porque as três coisas nos dizem o Espírito Santo pela Palavra de Deus. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À vista disso devemos esquadrinhar de uma maneira um pouco mais detalhada o tema da salvação de Deus obtida por Cristo Jesus e aplicada pelo Espírito Santo.  Se tivermos compreendido a constituição tripartida do nosso ser:  espírito, alma e corpo, também compreenderemos o porquê dessas três etapas da salvação:  uma relativa ao espírito:  sois salvos;  outra relativa a alma:  estais sendo salvos se estiverdes se ocupando na vossa salvação, e outra relativa ao corpo: sereis salvos.  Essa é a razão pela qual se fala no passado, no presente e no futuro. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tempo passado:  já somos salvos em nosso espírito &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta primeira etapa a olharemos esquadrinhando a Escritura primeiro na epístola do apóstolo Paulo aos Efésios 2:1,4-10: &lt;br /&gt;&amp;quot;E ele vos deu (notemos o tempo passado) vida, quando estáveis mortos em vossos delitos e pecados.  Mas Deus, que é rico em misericórdia, por seu grande amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em pecados, deu-nos (notemos novamente o tempo passado) vida junto com Cristo (pela graça sois salvos [notemos no fato consumado]), e junto com ele nos ressuscitou (no passado), e deste modo nos fez sentar nos lugares celestiais com Cristo Jesus, para mostrar nos séculos vindouros (no futuro) as abundantes riquezas da sua graça em sua bondade para conosco em Cristo Jesus.  Porque pela graça sois salvos (declara um fato consumado) por meio da fé;  e isto não vem de vós, pois é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.  Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que andássemos nelas&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aqui com suma clareza o Espírito Santo por mão do apóstolo Paulo está declarando nitidamente que já somos salvos;  quer dizer, que realmente já não estamos perdidos.  Em conformidade com esta declaração bíblica vemos claramente que já não estamos nas garras de Satanás para irmos para o inferno, que já não estamos sob o juízo de Deus, que já o juízo de Deus caiu sobre Jesus Cristo, sobre o Cordeiro de Deus.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nos identificamos com o Cordeiro, morremos com Ele, ressuscitamos com Ele e nos sentamos com Ele nos lugares celestiais;  espiritualmente já somos salvos.  Nosso espírito já tem vida, pois tem a vida eterna, a vida de Deus, a que não teve princípio nem tem fim.  Na primeira epístola do apóstolo João, capítulo 5:11-13, lemos: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;E este é o testemunho:  que Deus nos deu (não que vai dar, nem que nos está dando) a vida eterna;  e esta vida está em seu Filho.  Quem tem o Filho, tem (já a tem) a vida;  quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.  Estas coisas vos tenho escrito a vós os que crêem (isso não é para todos, mas sim para os que têm o Filho, os que crêem no nome do Filho de Deus) no nome do Filho de Deus, para que saibais que tenhais (não que terão) a vida eterna, e para que creiam no nome do Filho de Deus&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Irmãos, notemos que estas declarações aqui são terminantes, não admitem dúvidas;  já temos a vida de Deus, já temos ao Senhor em nosso espírito;  o Senhor nos perdoou e nos deu vida;  estando nós mortos, Ele veio, falou, despertou o ouvido, despertou a fé;  pela Palavra nos deu o Espírito, pela fé o recebemos e recebemos vida;  quer dizer, que a vida do Senhor já veio ao nosso espírito, como diz a Palavra em 1 Coríntios 6:17: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Mas o que se une ao Senhor, é um espírito com ele&amp;quot;. &lt;br /&gt;Nós já o invocamos, pedimos-lhe perdão, portanto o Espírito de Cristo já veio e se fez um com o nosso espírito;  em conseqüência, já nascemos de novo, e portanto já fomos regenerados, recebemos uma vida nova, um espírito novo, a vida eterna e a natureza divina. Recebemos a Deus o Pai porque recebemos o Filho, e recebemos o Pai e o Filho porque recebemos o Espírito;  já temos o que o Filho conseguiu em Seu viver humano, o qual o Espírito tomou, e o que Ele conseguiu já temos. Onde o temos? Em nosso espírito. Nosso espírito já é salvo, pois já temos a vida eterna, já temos o Senhor, já temos a provisão, e nada da provisão nos falta;  toda provisão Deus o Pai pôs no Filho; toda bênção espiritual está no Filho, e ao receber o Filho, recebemos a vida, recebemos o Pai e recebemos tudo. Mas ter a vida no espírito não significa que essa vida seja crescida em nós. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tempo presente:  devemos nos ocupar com a salvação da nossa alma &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma coisa é Cristo ser revelado a nós, outra coisa mais profunda é que Cristo more em nós, e outra coisa mais profunda é até que Cristo seja formado em nós; e outra coisa mais profunda ainda é que Cristo seja engrandecido em nossa carne. Cristo já está, já veio, já se revelou;  Cristo agora mora, já está morando;mas a intenção de Deus não é só que Cristo more, mas sim o que mora se forme em nós; nos regenere primeiro, em seguida nos renove, e pela renovação nos transforme e nos conforme à imagem do Senhor.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeiro estando na carne, para eventualmente também vivificar depois o nosso corpo mortal e adotá-lo, e nos glorificar à semelhança de Seu Filho Jesus Cristo. Todo este processo de Deus vai de dentro para fora. Como crentes, a vida de Deus veio para o nosso espírito, mas Deus não quer ter somente um ser humano espírito.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando Deus fez o homem, o fez espírito, alma e corpo; daí se deduz que a redenção do homem consiste em perdoar e limpar o seu espírito, sua alma e seu corpo; vivificar o seu espírito, mas também ganhar a sua alma. Uma frase que o Senhor usou nos chama a atenção, muito séria e bem curiosa, que se não entendermos isto, da salvação já dada no espírito, dessa salvação aplicando-se progressivamente à nossa alma e em seguida eventualmente ao nosso corpo em sua vinda, então essa frase nos pareceria estranha; mas ao olharmos atentamente estes aspectos, se torna normal para nós. O Senhor Jesus diz em Lucas 21:19: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Com paciência ganhareis as vossas almas&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O curioso do caso e digno de tomar muito cuidado, é que por uma parte diz que por graça somos salvos, mas por outro lado diz que com paciência ganharemos as nossas almas; nos fixemos que aqui menciona a alma. Já sabemos que a alma é a sede da nossa mente, dos nossos pensamentos, das nossas emoções, sentimentos e vontade; o que nos indica que ganhar a alma é que não só a vida de Cristo fique em nosso espírito, mas também vá saturando os nossos pensamentos, porque podemos ter o Senhor no espírito, mas os nossos pensamentos vagam. Essa vida interna agarra, laçando esse potro selvagem dos nossos pensamentos; o enlaçar do espírito e diz: Cavalheiro (ou dama), venha, não siga pensando tão loucamente.  Então nossa mente vai sendo sujeita a Cristo, pois os nossos pensamentos são trazidos aos pés de Cristo, e isto não se trata de um assunto instantâneo, mas sim de um processo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A regeneração sim é instantânea; a regeneração se dá no momento em que se recebe o Senhor, a vida do Senhor; o Espírito do Senhor vem ao nosso espírito e se faz um só espírito conosco e começamos a ter vida. Mas essa vida é como uma semente que foi semeada. Agora essa vida que já está completa, com toda a sua potencialidade, toda programada para fazer um trabalho de completa e íntegra salvação, tem que começar a ganhar a alma;  é então quando vem o trabalho da alma, que não é tão rápido como o do espírito;  o espírito já recebeu vida, mas será que todos os nossos pensamentos são em vida? Ou alguns sim, de vez em quando, e outros como que ainda estão em obscuridade? Nossas emoções algumas vezes sim estão governadas e vivas com o Senhor, mas outras vezes são vencidas pelo pecado; ou seja, ganhar a alma requer paciência e processo. Outra citação bíblica importante sobre isto a encontramos em Filipenses 2:12: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;portanto, amados meus, como sempre obedecestes, não como em minha presença somente, mas muito mais agora em minha ausência, ocupem-se em vossa salvação com temor e tremor&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aqui fala de ocupar-se; a salvação sim é algo que já temos, mas também é algo de que nos ocupar, e a ocupação na salvação é o exercício da alma na vida de Deus.  Que o Senhor tenha dado vida a nosso espírito não significa ainda que nossas emoções, nossa mente, nossavontade estejam renovadas. Muitas vezes temos vida em nosso espírito, mas somos frouxos na carne, ou o que é pior, pecaminosos ainda; daí que a intenção de Deus é que a vida que está no espírito passe para a alma. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notemos bem que esse é o sentido do Senhor; tudo o que Ele é, por Seu Espírito vem ao nosso espírito, e do nosso espírito tem que fluir. Lembremos essa passagem de Ezequiel 47, quando fala do trono de Deus e do Seu templo. Diz que de debaixo do trono, lá no Lugar Santíssimo, fluía o rio; quer dizer, que o rio de Deus vem fluindo de dentro para fora. Isso nos diz que a vida, porque esse é um rio de vida, traduz-se em águas vivas que vêm do Lugar Santíssimo, passam pelo Lugar Santo, em seguida pelo átrio, e também saem para as nações; e isso é porque o Senhor quer vivificar toda pessoa que entre no rio do Seu Espírito. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rio do Seu Espírito flui do Santíssimo para o Santo, para o átrio e para fora; mas notemos que o Senhor já nos deu vida, e já temos essa vida no espírito, mas ainda não o suficiente em nossa alma nem em nosso corpo, embora já estamos alimentando o nosso corpo de ressurreição, e por isso tomamos a ceia do Senhor.  Por isso diz o Senhor em João 6:54:  &amp;quot;quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna;  e eu o ressuscitarei no dia último&amp;quot;. O curioso disto também é que há passagens como em Efésios 2:6 que diz:  &amp;quot;...e junto com ele nos ressuscitou&amp;quot;, afirmando que já fomos ressuscitados, e em outras partes, como em João 6:54, diz que nos ressuscitará; isso significa que a ressurreição que Ele conseguiu já está provida no Espírito, e esse Espírito já está completo em nosso espírito, mas tem que passar vivificando, ganhando, submetendo a nossa alma e renovando-a pelo próprio Espírito, e em seguida, eventualmente, para o nosso corpo. Podemos ler por exemplo em Colossenses 3:4: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele em glória&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este versículo nos confirma que há um processo de dentro para fora; o Senhor trabalha de dentro para fora. Corrobora o Senhor em João 7:38:  &amp;quot;que crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva&amp;quot;. Para onde? Para fora, do interior para o exterior.  Satanás ao contrário ataca do exterior, atacando primeiro os sentidos, em seguida a mente, em seguida ataca as emoções, e assim poder assaltar a vontade; tudo isto por enquanto é tentação, mas quando alcança e dobra a vontade, já é pecado. O diabo ataca de fora para dentro; o Senhor ao contrário resiste de dentro para fora, e a luta é na mente, ou nas emoções, ou na vontade; na alma é esse luta; é o campo de batalha. O Senhor está dentro, no espírito, e o diabo está fora, nos ares, e o pecado está na carne; e o pecado e a carne são a pista onde aterrissa o diabo, o espírito que opera nos filhos da desobediência. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vemos então que é necessário ocupar-se da salvação.  Não diz no versículo que se perde a salvação, mas sim terá que ocupar-se, terá que trabalhar a salvação;  terá que aplicar a salvação às nossas emoções, aos nossos pensamentos, às nossas decisões, à nossa alma; e isso é uma coisa que requer tempo, e por isso repetimos o que disse o Senhor Jesus: &amp;quot;Com paciência ganhareis as vossas almas&amp;quot;, ou seja, que as nossas almas têm que ser ganhas.  Assim como em Filipenses 2:12 fala de ocupar-se da salvação, em Hebreus 2:3 fala de não descuidá-la: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Como escaparemos nós, se descuidarmos uma tão grande salvação?&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este verso se correlaciona com o de ocupar-se com temor e tremor nela.  Não descuidar a salvação significa que terá que trabalhar em nossa salvação.  Se disséssemos: O Senhor já me salvou;  estamos dizendo uma verdade, mas terá que dizer toda a verdade, a verdade completa.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Também a Palavra de Deus diz que devemos nos ocupar e não descuidar da salvação; e isso significa que terá que trabalhar nessa salvação, a qual é um processo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há um texto que nos ajuda a entender o passo da vida do espírito para a alma. Em 1 Coríntios 14:13-16 diz:  &amp;quot;Pelo qual, aquele que fala em língua estranha (falar em línguas estranhas é pelo espírito, por isso se chama orar no espírito;  é um exercício do Espírito Santo em nosso espírito, no mais íntimo do nosso ser), peça em oração para que possa interpretá-la (porque quem interpreta ou entende é a mente;  o Espírito está falando em nosso espírito;  o de Deus ao e por nosso, mas nossa mente fica infrutífera; o desejo de Deus é que aquilo que estamos experimentando em nosso espírito, também nossa mente, que pertence ao âmbito da alma, o experimente, seja enriquecida e entenda; que isso não fique escondido em nosso espírito, mas sim passe para a nossa alma). Porque se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora, mas o meu entendimento fica infrutífero (lembremos que o entendimento é diferente do espírito, pois pertence à mente da alma;  a alma é que pensa, a que conhece, a qual é a sede da mente). Que fazer, pois?  Orarei com o espírito, mas orarei também com o entendimento (ou seja que a vida do espírito tem que passar também para a alma, e por isso diz: &amp;quot;iluminando os olhos do vosso entendimento&amp;quot;; a vida do senhor que recebemos, tem luz; por isso o Senhor Jesus diz:  &amp;quot;a luz da vida&amp;quot;; então a luz está em nosso espírito, mas tem que iluminar também os olhos do nosso entendimento); cantarei com o espírito, mas cantarei também com o entendimento. Porque se bendisseres só com o espírito, que ocupa lugar de simples ouvinte, como dirá o Amém à sua ação de graças. Pois não sabe o que dizes?&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há ocasiões em que percebemos algo em nosso espírito, mas não conseguimos entender o que é; pode ser uma chamada para orar, para interceder;  pode ser algum aviso, alguma admoestação, alguma carga, alguma palavra, alguma profecia, ou alguma interpretação de línguas.  Está no espírito, mas ainda não passa para a alma; por isso terá que seguir, insistir em oração; pedir ao Senhor que esse fluir do rio corra e possamos entender o que era; e em virtude disso, chega o momento em que os irmãos e irmãs profetizam.  Primeiro é um perceber ainda indefinido;  o espírito o captou, intuiu, mas o que o aperfeiçoa é o entendimento; quer dizer, que a vida de dentro vai passando para fora; o rio vai fluindo de debaixo do trono no Lugar Santíssimo para o lugar santo, e em seguida tem que passar até o corpo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tempo futuro: a salvação do corpo na vinda do Senhor &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta parte se encontra em várias passagens da Bíblia.  Tomemos primeiro o de Mateus 24:13: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Mas o que perseverar até o fim, este será salvo&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notemos que fala no futuro;  ou seja, são salvos no espírito, ocupam-se em sua salvação e não a descuidam (isso é a aplicação em nossa alma), mas ainda o nosso corpo não está livre da condição adâmica, mesmo que comprado; precisa ser transformado no corpo glorioso de ressurreição que obteve Cristo;  então esse será o momento quando a salvação completa chegará também ao nosso corpo, porque Deus quer salvos o espírito, a alma e o corpo. O nosso espírito já está salvo, a nossa alma está sendo e o nosso corpo tem que ser, porque já foi comprado o nosso ser inteiro e o Senhor nos declara glorificados, como diz em Romanos 8:30b:  &amp;quot;...e aos que justificou, a estes também glorificou&amp;quot;, mas tem que aplicar a vida do Senhor que recebemos no espírito e está pouco a pouco saturando a nossa alma, e por último tem que chegar ao nosso corpo.  Na primeira epístola do apóstolo Pedro 1:13, lemos: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos trará quando Jesus Cristo for manifestado&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nesta etapa do processo já o nosso entendimento está ajustado, dominado; quer dizer, que terei que passar a vida do espírito para o entendimento; mas agora terá que seguir. Cingir os lombos do nosso entendimento é a vida do Senhor que já chegou ao nosso ser; agora a nossa vontade está renovada para cingir o entendimento; quer dizer, para poder sim agora governar os nossos pensamentos; porque antes queria, mas não podia; agora o Senhor pôde. O Senhor nos deu vida, e agora renova a nossa alma. Nossa alma agora sim tem poder em união com o Senhor para dizer: senhores pensamentos, vocês já não vão pensar isto mas sim este outro; e pode fazer porque se trata de uma mente renovada que pensa o que quer porque recuperou o domínio;  antes o que não queria pensar, isso pensava, e do que queria lembrar, me esquecia;  os versículos bíblicos eu esquecia e dos pecados me lembrava. Até blasfêmias e sujeiras nos trazia para a mente. A prova de que não é você o que está pensando isso, é que você não quer nem pensá-lo, e você é a sua própria alma, sua própria vontade. Se você não quer pensá-lo, mostra que é um diabinho que está querendo te colocar esses pensamentos;  esse não é você, não te assuste, resista-os no nome do Senhor. Quando o entendimento é cingido, significa que agora sim você pensa; se quiser lembrar onde é que está esse versículo, onde está este assunto, então se lembra. Por quê?  Já o entendimento está programado, renovado e usado, mas antes não; antes pensava o que não queria e não do que queria lembrar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O diabo vem como esses pássaros sem-vergonha que chegam e comem a semente que se semeia.  Diz a Bíblia que o Filho do Homem é o Semeador, que a semente é a Palavra e que vêm essas aves, esses pássaros astutos que é o diabo e seus demônios que arrebatam a Palavra;  assim vem o diabo e nos tira os versículos. Às vezes nos acontece algo e dizemos, o que era o que estava dizendo?  Dá um branco;  é uma luta. Mas ao contrário vêm-nos pensamentos que não têm que nos vir e se vão os que têm que estar;  mas na medida em que se vai ganhando a alma, o entendimento, vai renovando a mente, então se vai cingindo o entendimento; obtido isto, quando não quer escutar algo, imediatamente o corta, já não o aceita.  O pensamento vem porque nós não pode evitar que os pássaros voem, mas sim que ponham ninho na cabeça; isso sim, não, você o corta e ponto; e se tiver que lembrar de algo, o traz e o relembra. Para isso foi dada a memória, para trazê-la. Onde está esse versículo? Em tal parte. Isso terá que ir recuperando com paciência. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isto de cingir os lombos e ser sóbrios, está dentro do processo agora, do espírito para a alma e da alma para o corpo. Para poder cingir os lombos do entendimento é necessário que o espírito tenha sido vivificado, a vontade renovada, da mesma forma a mente; então é necessário que o corpo seja mantido também nesse nível.  Sede sóbrios. Mas essa salvação vai mais adiante, não fica com a sobriedade aqui. Quando a Palavra diz:  &amp;quot;esperai inteiramente na graça que lhes trará quando Jesus Cristo for manifestado&amp;quot;, ali há uma graça para o futuro. A Bíblia fala de uma graça resolvida para nós antes da fundação do mundo, mas manifestada em Jesus Cristo e que começa a operar com a regeneração, e que segue operando com a transformação e que seguirá operando em nossos corpos. Por isso diz, &amp;quot;a graça que lhes trará&amp;quot; (futuro). Esta não é a do perdão dos pecados; nem sequer a da transformação do nosso entendimento, da nossa alma, mas sim é a graça para a adoção do corpo, para a transformação do nosso corpo.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lemos em Romanos 8:22-23: &lt;br /&gt;&amp;quot;Porque sabemos que toda a criação geme a uma, e a uma está com dores de parto até agora; e não só ela, mas também nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, nós também gememos dentro de nós mesmos, esperando a adoção, a redenção do nosso corpo&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não somente a própria criação está com dores de parto, mas nós também os que temos as primícias do Espírito.  Por que diz as primícias?  Justamente para mostrar que ainda não chegamos ao tudo;  as primícias são um adiantamento, mas o adiantamento tem que nos levar ao tudo. Este gemido são as dores de parto; é o processo da alma desenvolvendo-se com paciência; os pensamentos morrendo para si mesmos e sendo renovados em Cristo; as emoções morrendo para a sua independência, para o seu descontrole, e sendo controladas pelo Espírito; nossa vontade deixando de ser obstinada, ou deixando de ser abúlica, para ser fiel ao Senhor. Isso é uma dor de parto, e isso não é de um momento para outro, pois requer uma disciplina de toda uma vida. Adotar nosso corpo, diz o Senhor, é tomá-lo como seu; antes o tínhamos vendido ao diabo; realmente com Adão tínhamos vendido a natureza humana, inclusive o corpo; e foi vendido ao diabo, está sob o poder do diabo e por isso o Senhor tem que adotá-lo, tomá-lo como seu próprio; por isso a redenção ou adoção do nosso corpo tem duas etapas. Uma etapa que se desenvolve aqui, que consiste em ser vivificados em nosso corpo mortal. Às vezes estamos cansados, estamos doentes, estamos que nem podemos, mas invocamos o nome do Senhor e o Espírito nos dá vida e nos fortalece, e nos levanta e nos renova, e é medicina para o nosso corpo, para os nossos ossos. Essa é uma antecipação, não é ainda a ressurreição completa, mas opera graças ao poder da ressurreição; quer dizer, é a antecipação dos poderes do século vindouro. Mas a intenção de Deus é que toda a glorificação de Cristo, toda a ressurreição que Ele conseguiu em Seu corpo, passe para o nosso corpo, seja a adoção ou glorificação completa do nosso corpo. Na Bíblia há muitas passagens para cada uma destas partes, que agora estamos vendo em forma panorâmica, pois a nossa intenção não é esgotar o tema neste capítulo, mas vale a pena estudar cada uma dessas passagens. Por exemplo, em Filipenses 3:20-21 diz: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Mas a nossa pátria está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo; o qual transformará o corpo da nossa humilhação, para que seja semelhante ao corpo da sua glória, pelo poder com o qual pode também sujeitar a si mesmo todas as coisas&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Colossenses 3:4: &amp;quot;Quando Cristo, vossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele em glória&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 João 3:1-3: &amp;quot;Veja qual amor nos tem dado o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus;  por isso o mundo não nos conhece, porque não conheceu a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser;  mas sabemos que quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é.  E todo aquele que tem esta esperança nele, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro&amp;quot; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Que agora somos filhos de Deus, é um fato; o Espírito de Deus dá testemunho ao nosso espírito de que já somos filhos de Deus, e temos a vida divina no espírito, mas ainda não se manifestou o que havemos de ser. Somos filhos de Deus em espírito, mas Deus não quer só espíritos salvos, mas sim filhos completos: espírito, alma e corpo em um; inclusive a criação libertada da escravidão da corrupção;  e por isso se entende quando fala de algo que já é, algo que está sendo e algo que vai ser. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1. O que já é:  Filhos de Deus. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. O que havemos de ser: O que vai se manifestar que havemos de ser; &amp;quot;mas sabemos que quando ele se manifestar&amp;quot;. Notemos que João usa quase a mesma linguagem que Paulo usa.  &amp;quot;Seremos (futuro) semelhantes a ele&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. O que está sendo: Mas, qual é a parte de agora? &amp;quot;E todo aquele que tem esta esperança nele, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro&amp;quot;. Note que não diz que é o Senhor que purifica (embora seja), mas sim que ele se purifica a si mesmo.  Esse é o exercício da alma, da vontade, de nós mesmos atuando nEle, nos esforçando na graça para ser salvos do que somos, nos submetendo à limpeza do Senhor.  Vimos que a salvação é muito completa e muito complexa. Como o homem foi afetado no espírito, na alma e no corpo, a salvação chega ao espírito, à alma e ao corpo.  Ao espírito já chegou, na alma está acontecendo, e para o corpo chegará.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 22 Sep 2007 06:47:45 UT</pubDate>
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            <title>AS QUATRO LEIS DE ROMANOS 7 E 8</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1111598</link>
            <description>AS QUATRO LEIS DE ROMANOS 7 E 8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que é uma lei? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No capítulo anterior falamos a respeito da salvação tripartida e como nosso espírito, nossa alma e nosso corpo querem ser plenamente salvos pelo Senhor, e a maneira como Ele fez uma obra para com nosso espírito, uma obra para a nossa alma e uma obra para o nosso corpo. Víamos que quando recebemos o Senhor e fomos regenerados, fomos plenamente salvos em nosso espírito, no qual recebemos o Espírito do Senhor com todas as provisões necessárias para ir aplicando à situação degradada da nossa alma corrupta e pervertida, e para ir renovando-a e convertendo-a para o Senhor. Eventualmente também a vida do Senhor passará para o nosso corpo e seremos transformados, glorificados, ou o que diz a Bíblia, adotados em nossos corpos para o Senhor. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por que a salvação teve que ser tripartida?  Esta pergunta vamos respondê-la analisando a passagem bíblica de Romanos 7:14-8:4, a fim de identificar as quatro leis que existem, assim como também as três classes de vidas, embora a do diabo não seria vida, mas mais morte do que vida. Antes de identificar as quatro leis, perguntamos: o que é uma lei?  Uma lei, às vezes, é um mandato exterior; mas essa lei muitas vezes está dentro da natureza, e é um mandato intrínseco da natureza. No caso da lei de Deus, é um testemunho do ser de Deus;  por isso o Senhor chamou as tábuas da lei &amp;quot;As Tábuas do Testemunho&amp;quot;, porque Deus é de igual maneira, de igual natureza. A natureza divina tem certas condutas inerentes a Sua própria natureza, e Deus dá testemunho de Si mesmo, e o que Ele é se converte para nós em uma lei que nos obriga;  somente por causa da queda e graças à redenção, estão em operação, poderíamos dizer quatro leis diferentes, das quais nos fala a passagem de Romanos que citamos acima. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeira: A lei de Deus &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A lei de Deus surge da natureza divina, dando testemunho de si mesmo; essa lei nos diz que a natureza divina é o que Deus é.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por exemplo, Deus é honesto, honrado e puro;  por isso o que Ele é se converte em lei para nós. Quando Ele diz: Não matarás, é porque Ele não é homicida.  Quando Ele diz: Não mintas, é porque Ele não é mentiroso. Quando Ele diz: Não forniques, é porque Ele é puro;  o que Ele é se converte em modelo, em testemunho de Si mesmo; modelo que nos obriga a ser como Ele. Essa é uma lei que deveria estar dentro de nós, e que agora sim está nos redimidos, graças ao Espírito de Cristo, está; mas antes que viesse Cristo, a lei de Deus estava nos mandamentos de Deus e estava fora de nós, embora escrita rudimentarmente em nossa consciências.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para compreender melhor o que é a lei de Deus, leiamos em Romanos 7:14-16: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Porque sabemos que a lei é espiritual;  mas eu sou carnal, vendido ao pecado.  Porque o que faço, não o entendo; pois não faço o que quero, mas sim o que aborreço, isso faço.  E se o que não quero, isto faço, aprovo que a lei é boa&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como Deus é espiritual, então se conduz espiritualmente, e Ele quer que nos conduzamos espiritualmente; se eu fosse espiritual, em mim operaria uma natureza diferente, está dizendo aqui Paulo;  claro que ele se tornou espiritual graças a Cristo, mas ele está enfrentando a condição caída da natureza humana, frente às exigências espirituais de Deus. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vemos assim que Deus tem razão ao dizer o que manda em Sua lei, mas a natureza herdada de Adão não tem com o que satisfazer a Deus em Suas demandas.  Então vamos entender o que Deus teve que fazer e como nós somos e como funcionamos.  Esta lei que o apóstolo Paulo aprova que é boa, é a mesma lei exterior de Deus que nos deu antes da regeneração; é uma lei que exigia do povo de Israel para agradá-lo, mas o povo de Israel, por não ter nascido de novo no Messias, podia apenas conhecer a lei, mas não obedecer-lhe, agradar-lhe.  Essa é a lei que aqui diz:  &amp;quot;aprovo que a lei é boa&amp;quot;. Por que diz:  &amp;quot;E se o que não quero, isto faço, aprovo que a lei é boa&amp;quot;? Isso significa que embora eu peque, o fato de que eu não queira pecar mostra que embora peque, há em minha natureza algo do que Deus tinha feito no homem antes da queda, e há uma consciência onde estão escritos os rudimentos da lei, como diz o mesmo Paulo em Romanos 2:14-15: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Porque quando os gentios que não têm lei, fazem por natureza o que é da lei, estes, embora não tenham lei, são lei para si mesmos, mostrando a obra da lei escrita em seus corações (na natureza humana), dando testemunho a sua consciência, e acusando-lhes ou defendendo-lhes em seus raciocínios&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A lei foi escrita na consciência, quer dizer, na natureza humana, embora tenha sido vendida ao poder do pecado e da morte em seus membros; no entanto, ainda restou algo do que tinha antes da queda.  É como se você tivesse feito um suco de laranja, mas depois vem alguém e joga sal, e como resultado estraga o suco de laranja; quando vai tomar, fica sabendo que ficou todo salgado;  no entanto fica um longínquo sabor de laranja, e você sabe que o suco é de laranja.  Deste modo a natureza humana tinha sido desenhada e disposta para Deus como se fosse um suco de laranja comum, normal; mas logo veio o diabo e introduziu o pecado no homem, e se tornou um pouco parecido como quando se joga sal no suco de laranja;  ainda fica o sabor do antigo, mas já não se pode tomar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segunda:  A lei do pecado e da morte &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sim, fica um lembrança.  Assim os gentios que não têm lei, são lei para si mesmos, mostrando a obra da lei escrita em seus corações.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isso significa que a lei de Deus está nesse reduto da lembrança do que era o homem antes da queda; mas o homem ficou um pouco complicado, e por causa da queda começaram a operar no homem outras leis contrárias à lei de Deus; mas quando o homem se rebelou, o poder do pecado pôs em funcionamento no homem uma outra lei.  Sigamos lendo em Romanos 7:17-20: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;De maneira que já não sou eu quem faz aquilo, mas o pecado que mora em mim.  E eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não mora o bem; porque o querer o bem está em mim, mas não o efetuá-lo.   &lt;br /&gt;Porque não faço o bem que quero, mas sim o mal que não quero, isso faço.  E se faço o que não quero, já não o faço eu, mas sim o pecado que mora em mim&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notemos que já não trata do pecado como um ato cometido, mas sim como uma decomposição radical da natureza humana a partir da queda.  Quando a queda ocorreu, a natureza humana se depravou;  a partir daí começou a operar em um estado que não era o original, mas sim em um novo, mas que realmente fez velho ao homem.  Quando uma pessoa por suas próprias forças trata de fazer o bem, começa a descobrir que o seu ser, e especialmente a sua carne, está vendida a um poder;  como havia dito:  eu sou carne, vendido ao pecado;  quer dizer, que o pecado tem poder sobre a natureza humana;  e um poder é algo que ameaça, que obriga constantemente a fazer as coisas conforme vai dirigindo esse poder. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O pecado tem também uma lei que se impõe ao homem; porque não é que hoje eu quero fazer o bem e nada se rebela em meu ser, mas sim sempre que eu quero fazer o bem, descubro que há algo em meu ser que se rebela contra esse bem que quero e que me impede de fazer o que quero e me obriga a fazer o que não quero;  quer dizer, que já não estou livre como Deus me tinha feito no Éden.  Antes, se eu quisesse fazer o bem, fazia e nada me impedia;  se não queria fazer algo, não o fazia e ninguém me podia obrigar; mas agora depois da queda, eu, o homem, não faço o que quero, mas sim há coisas que não posso fazer, embora o deseje;  descubro que há um poder que me impede de fazer o que quero com apenas as minhas forças; e de uma vez, quando há coisas que não quero fazer, descubro que há um poder que me faz fazer o que não quero.  Paulo, sendo cristão descobriu essa lei na carne do homem, a qual já não é a lei de Deus.  Continuamos a leitura em Romanos 7:21: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Assim, querendo eu fazer o bem, acho esta lei: que o mal está em mim&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notemos que Paulo já a chama de lei; a lei tem que se repetir sempre.  Todas as vezes que eu quero fazer o bem com as minhas próprias forças, descubro que além de mim, existe outro poder que não procede de mim, mas sim que foi introduzido em mim depois da queda.  Porque &amp;quot;o pecado entrou no mundo por um homem e pela desobediência de um homem muitos foram constituídos pecadores&amp;quot;, como Ele diz em Romanos 5:12,19. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então agora na carne do homem opera outra lei diferente da lei de Deus, pois é uma natureza distinta;  o poder de Deus é um, o poder do pecado é outro, e o poder do homem é outro.  Uma é a vida de Deus, que tem o Seu próprio poder e a Sua própria lei intrínseca;  outra é a vida humana, que tem também o seu próprio poder e as suas próprias leis intrínsecas, e outra é a vida do diabo, ou melhor, o poder do diabo e do pecado, que tem outro poder e outras leis intrínsecas;  e o resultado é que o nosso ser é tão complicado que nos regenerados operam estes três poderes:  o poder de Deus, o poder humano e o poder do pecado, que é do maligno. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Terceira:  A lei da minha mente &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O poder humano não é suficiente para vencer o poder do maligno, ou do mal, ou do pecado; mas o poder de Deus sim é suficiente.  Agora, tenhamos em conta que se o poder de Deus estiver só em Deus, não irá me ajudar, pois o poder de Deus tem que passar de Deus para mim, e permanecer em mim, porque o meu poder humano não é suficiente contra o poder do pecado.  Eu quero fazer o bem, mas não faço o que quero, mas sim o que não quero.  Esse que quer fazer o bem é o poder humano, esse sou eu, mas o poder humano não é suficiente para vencer o poder do diabo, do pecado na carne; é necessário outro poder, o de Deus, mas nãosomente que esteja em Deus, mas sim graças à encarnação do Verbo de Deus, as Suas provações e vitórias, a sua morte e ressurreição, e ao ter enviado o Espírito com tudo o que Ele é e obteve, agora o Espírito tem outra lei distinta à minha própria, e a do pecado;  e a que estava em Deus do lado de fora de nós, agora está dentro de nós; é uma terceira lei. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recapitulando vemos que há três vidas ou poderes: A vida de Deus, a vida humana, e a do diabo; também uma lei de Deus, não fora de nós; uma lei do pecado em minha carne, uma lei em minha mente, em minha própria alma, em meu próprio ser, e uma lei do pecado e da morte em meu corpo.  São quatro leis e três vidas.  Dessas quatro leis, a lei do Espírito de vida e a lei de Deus é uma só, mas somente quando se fala da lei escrita nas tábuas de pedra, ou &amp;quot;Os Dez Mandamentos&amp;quot;, está fora de nós.  Sim, Deus é assim, mas ainda nós não; até que Deus põe o seu Espírito e permite que andemos em Sua lei, graças ao Seu Espírito; então podemos reduzir essas quatro leis em três, mas precisamos diferenciar quando está em Deus e quando pelo Espírito está em nós; por isso aparecem quatro.  Seguimos lendo os versos 22-23: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Porque segundo o homem interior, deleito-me na lei de Deus; mas vejo outra lei em meus membros, que se rebela contra a lei da minha mente, e que me leva cativo à lei do pecado que está em meus membros&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Qual é a lei do verso 21 que, diz Paulo, achar que o mal está em mim?  É uma lei, e uma lei é algo que vai se repetir sempre;  que sempre que eu atue vou descobrir que o mal não está somente no diabo e no mundo, mas sim está em mim mesmo, e está em mim como uma lei, como um poder que sempre me obriga a seguir a mesma rota:  Pecar e morrer.  Essa lei se chama nesta passagem a lei do pecado e da morte.  O mal está em mim, já não é a lei de Deus.  Segundo o meu homem interior, ou seja, o meu espírito, minha consciência, deleito-me na lei de Deus, como o tínhamos lido no verso 16;  quer dizer, aprovo que a lei é boa;  minha natureza, esse resto, essa memória do que era o homem antes da queda, está de acordo com a lei de Deus, e me deleito nela, e estou de acordo com a lei de Deus no sentido exterior; quer dizer, o testemunho que Deus dá de Si mesmo, que se converte em mandamentos para nós das tábuas e dos rolos;  mas ainda está fora de mim; necessito algo mais que a lei de Deus fora de mim. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Necessito algo mais que ideais; necessito algo mais que mandamentos; necessito algo mais que educação, algo mais que instruções, algo mais que refrões; necessito do próprio Espírito operando com outra lei distinta.  Não é suficiente a educação; tem que estar operando outra lei de outra fonte para poder superar a lei do pecado, porque a lei da minha própria mente e do meu próprio homem interior, está de acordo com a de Deus, no entanto, como lei humana que é, não tem o poder suficiente para vencer o maligno.  Necessitamos, portanto, daquele que já o venceu, para que opere em nós uma lei distinta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É importante saber que a minha mente funciona segundo uma lei, porque a minha mente tem a lembrança da natureza humana antes da queda; o ser humano foi desenhado para Deus; Deus escreveu os rudimentos da lei em nossa consciência e por isso, segundo o homem interior, deleito-me na lei de Deus; minha mente é razoável ao que Deus diz: que amemos a ele e que nos amemos entre todos, e que não matemos, e que não roubemos, e que não forniquemos, e que não cobicemos, e que façamos bem todas as coisas e vivamos em paz.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tudo isso queremos;  nossa mente está de acordo, mas o problema é que quando vamos fazer, existe outra lei em nossa carne. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nós pensamos e queremos conforme a nossa alma.  Em nossa alma opera o que se chama a lei da mente;  não é a lei de Deus, embora esteja de acordo com a lei de Deus, e a lei da mente não é a lei da carne, a lei do pecado e da morte. A lei de Deus está em Deus e em Seus mandamentos; a lei do pecado e da morte está em minha carne, em meus membros; e está a lei da minha mente.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isso significa que a natureza humana da minha alma, quer fazer o bem, em minha alma estou de acordo, aprovo que a lei é boa e quero fazer o bem e decido fazê-lo, mas não posso.  Existe a lei intrínseca do homem, aquela lembrança do que Deus queria e o homem podia mas agora já não pode, porque embora queira e até tente, há um poder superior no próprio homem; por isso o maior esforço do homem não é suficiente; embora o homem seja responsável por fazer o melhor que pode, não é capaz de fazê-lo.  Uma coisa é a responsabilidade e outra distinta é a capacidade. Quando o homem perdeu a capacidade de cumprir a sua responsabilidade?  Quando vendeu a sua natureza para o pecado e o poder do pecado entrou no homem e na carne do homem começou a operar uma lei que o leva cativo à lei do pecado, e que me obriga a fazer o que não quero e me impede de fazer o que quero.  O versículo 23 nos diz claramente:  &amp;quot;...mas vejo outra lei em meus membros, que se rebela contra a lei da minha mente, e que me leva cativo à lei do pecado que está em meus membros&amp;quot;. Aqui torna a mencionar a lei do pecado. E continua o verso 24: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Miserável de mim! quem me livrará deste corpo de morte?&amp;quot; &lt;br /&gt;Miserável de mim!, como quem diz, por melhor que seja a minha intenção e por mais esforço que faça, há um poder superior que me vence.  Antes quando eu não tinha descoberto quão forte era o poder do pecado, eu pensava que era suficiente somente usar o meu poder humano, mas quando comecei a fazer força e fazer força, foi quando descobri que o pecado está em mim e que o poder do pecado é uma lei que me obriga sempre a cometer o pecado e não me deixa fazer o bem que quero, e sim me obriga a fazer o mal que não quero; então, já não posso confiar em mim.  Quando tentava, querendo fazer o bem, achei esta lei;  quando eu queria fazer o bem era porque ainda confiava em mim mesmo, confiava na suficiência do esforço humano, da natureza humana; mas quando descobri a lei do pecado e da morte, então já não pude confiar em mim mesmo, e me dei conta que já não posso socorrer a mim mesmo; agora sim tenho que confessar como confessou o grande apóstolo Paulo: Miserável de mim! Quem me livrará deste corpo de morte?; Porque ele antes havia dito:  Bem, vou me livrar, vou fazer o bem, vou me esforçar, vou ser fariseu de fariseus, hebreu de hebreus; quanto à lei fariseu, a seita mais rigorosa. Paulo procurava fazer o melhor que podia, e procurou muito tempo, mas descobriu que sempre lhe faltava algo;  por isso clamou: Miserável de mim! Já não sou eu quem pode me salvar. Quem me livrará?  Antes ele dizia: Como me livrarei? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antes ele dizia: Como me livrarei?  Mas notemos que agora Paulo não diz, como me livrarei. Como Senhor, como me livrarei.  Quem sabe, jejuando uma semana a mais, orando, me levantando de madrugada, lendo a Bíblia,  como me livrarei, Senhor?  Dá-me alguns mandamentos, algumas coisinhas, algumas táticas para que eu possa fazer que funcione bem o meu casamento, o trabalho, a minha relação com tudo;  me dê algumas táticas de auto-ajuda, pensamentos, visualizações e esforços, e madrugadas e outras coisas, mas sempre termina em fracassado;  então chega o momento em que alguém clama por outro pessoa distinta de si mesma. Quem me livrará?  Já não é como me livrarei?  Só não posso; necessito que seja outro pessoa distinta de mim.  Por isso é que o cristianismo não é confucionismo, não é socratismo, não é nem sequer joãobatistismo, não é judaísmo, nem estoicismo, é cristianismo.  Quem me livrará deste corpo de morte?  Aleluia!  Sim há uma resposta para esta pergunta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quarta:  A lei do Espírito de vida em Cristo &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A resposta poderosa a angustiosa pergunta anterior a encontramos a partir do versículo 25 do capítulo 7 da epístola do apóstolo Paulo aos Romanos, assim: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim, eu mesmo com a mente sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como homem, como pessoa humana, com minha mente sirvo à lei de Deus, porque a lei da minha mente concorda com a lei de Deus, ainda que tenha a imagem, os traços de ter sido criado por Deus, apesar de ter sido arruinado; no entanto, fica o sabor do suco de laranja, mas com sal, claro.  Quanto a mim, humanamente, sirvo à lei de Deus, mas com a carne sirvo à lei do pecado.  Isso significa que a lei do pecado também operava na carne de Paulo.  Então, qual foi a solução de Deus? A solução para os pecados é o perdão, mas não é suficiente o perdão dos pecados para vencer a lei do pecado e da morte, porque o perdão é para que o Senhor se esqueça do que eu fiz, mas se seguir sujeito à lei do pecado, vai ter que me seguir perdoando sempre, e eu sigo sem mudar em nada somente com o perdão.  Além do perdão, necessito o Espírito que opera com uma lei distinta e mais poderosa, o qual nos confirma a Palavra em Romanos 8:1-2: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, (e vários manuscritos acrescentam) os que não andam conforme à carne, mas sim conforme o Espírito.  Porque a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus me livrou da lei do pecado e da morte&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Damos graças ao Senhor por este “agora”, que começou quando Cristo veio e derramou o Espírito Santo, e o recebemos.  Aqui encontramos a quarta lei, que é igual a primeira, a de Deus, mas aplicada agora;  antes era espiritual, mas agora não só em Deus nos mandando de fora, mas sim em nós, operando de dentro, porque o Antigo Pacto não serve, porque Deus nos deu a Sua lei mas em tábuas de pedra, nos umbrais, nos vestidos, nas paredes, nos versículos, mas nós seguíamos iguais.  Os desejos de Deus eram muito bons e Deus sabia que não podíamos alcançar isso só nos mandando de fora;  por essa razão Ele disse:  Eu vou fazer um novo pacto, porque vocês quebraram o outro e Eu me desentendi;  quer dizer, que Eu dessa maneira não posso fazer nada com vocês;  mas vou fazer um novo pacto.  Minhas leis, as que estavam em tábuas, vou escrevê-las em seus corações, em suas mentes, e vou pôr o Meu Espírito, pois Eu sim posso fazer o que vós não pedis.  Se estivesse fora de vocês, estariam perdidos, mas se encarnar, submeto às suas provações, venho e destruo tudo o que é negativo na cruz, e ressuscito e envio o Meu Espírito para que lhes dê tudo o que Eu sou e o que tenho feito.  Porei o Meu Espírito dentro de vós e farei;  já não serão mais sozinhos, porque vocês querem mas não podem, mas farei que vocês andem em minhas leis e nos meus estatutos.  Eu, Eu mesmo, não somente com os Meus mandamentos, mas também com a Minha própria Pessoa, Minha própria vitória, o Espírito dentro de vós.  Tenho outra lei;  em Mim não opera a lei do pecado;  no Espírito opera a lei de vida em Cristo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em Romanos 8:2 encontramos a lei que nos liberta da lei do pecado.  Já não é a lei de Deus somente em mandamentos, tampouco a lei do pecado e da morte em minha carne;  tampouco é a lei da minha mente, que quer mas não pode por si só;  agora é outra lei, uma quarta que é igual a primeira, mas operando dentro de nós pelo Espírito, a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora Paulo já experimentou algo. Primeiro, quando ele queria não podia;  então ele disse:  Quem?  O que invoca o Senhor, que vem a Mim, do seu interior correrá rios de água viva, e isto disse do Espírito; não o que anda por si mesmo, não;  o que vem para Mim, assim sem poder, assim frágil, assim derrotado, se vier assim para Mim, do seu interior correrão rios de água viva, ou seja, o Espírito;  e o Espírito vem com outra lei.  A carne é fraca, mas o Senhor é forte.  Eu não posso mais, mas o Senhor sim dá mais.  Então eu, tal como sou, tenho que vir:  Senhor Jesus, Senhor Jesus, Senhor Jesus;  porque diz que &amp;quot;quem crê em mim..., do seu interior correrão rios de água viva. Isto disse do Espírito que haviam de receber os que nele cressem&amp;quot;, sabendo o que são, sabendo da inutilidade, vêm a Cristo.  Se você souber que não pode carregar trinta toneladas, por que tenta?  Melhor, pega uma máquina que pode fazê-lo.  Para que perder tempo com uma tática equivocada?  O que devemos fazer é ser tal como somos, com toda a crueldade de nossa miséria, com toda a nossa impotência, e ir ao Senhor e dizer-lhe:  Senhor Jesus, aí está o mal, mas Você já venceu; Senhor Jesus, só conto contigo, não com o que eu posso, mas sim com o que Você pode;  sim Você o pôde, Você já o fizeste;  venceu o diabo, venceu à morte e à carne. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando na Palavra diz que &amp;quot;a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus me livrou da lei do pecado e da morte&amp;quot;, esse livre não significa que a lei é tirada, mas sim é superada com outra de superior poder.  Vou dar um exemplo:  Existe a lei da gravidade, que é um poder que sempre tira as coisas pequenas e as atrai para as grandes, como a maçã de Newton que caiu para a terra de Deus;  é a lei da gravidade.  Agora, há momentos em que a lei da gravidade deixa de funcionar? Por acaso Deus desligou a lei da gravidade quando os foguetes saíram para a lua?  De maneira nenhuma, a lei da gravidade segue operando, mas nesse momento nos foguetes opera uma lei mais poderosa que a lei da gravidade, e a contrasta, e se levantam em uma luta tremenda;  parece que não saem tão disparados.  Por que não saem tão rápido?  Dá a impressão que os foguetes vão cair; quando você os vê parece que saem devagar, que não saem disparados, e é porque a lei da gravidade os quer deter; está operando, mas há outra interior mais forte que a da gravidade, que é a lei aeronáutica, e essa libera o foguete da lei da gravidade, o qual sai por fim disparado. &lt;br /&gt;No começo parece devagar, mas vai se desprendendo, e quanto mais sobe, acelera mais até que a vence e sai tranqüilo e até pode ir-se da terra, a qual já não pode fazer nada.  Isso é o que é a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus;  é um enxerto de Deus, de Sua própria natureza, com as Suas leis intrínsecas, com a Sua conduta intrínseca no espírito, que estando em nós é mais forte que a lei do pecado e da morte.  Se eu conto somente com lei da minha natureza, quero fazer o bem mas acho esta lei, que o mal está em mim, que não faço o bem que quero, mas sim o mal que não quero, isso faço. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas se conto não apenas comigo, mas também pela fé sem as obras da lei, pelo ouvir com fé, por crer em Deus que me ministra o Espírito, a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus me livra da lei do pecado e da morte.  Isto não significa que no cristão a carne deixa de cometer pecado, que não opera a lei do pecado e da morte em sua carne.  Sim, amados. O irmão por mais santo dos santos que seja, tão logo ande na carne, aí estará a lei do pecado,  mas se andar no Espírito, no Espírito há uma lei mais poderosa que pode vencer a outra, e por isso há um combate constante; mas sempre é mais poderoso o Espírito.  Por isso devemos andar no Espírito, e no Espírito não se anda a não ser por fé, só por crer nele, só por vir a Ele.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vinde a Mim, creia em Mim, bebe de Mim e do seu interior correrão;  então do nosso interior correrá, começará a fluir. É por isso que quando lemos os Salmos de repente a metade parece muito triste e a outra metade parece muito alegre;  à vista disso dizemos:  O que acontece, que neste salmo estava chorando, queixando e de repente louvando?  É porque começou a operar a graça de Deus pelo Espírito; e deste modo acontece conosco. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estamos como se sentiram os astronautas quando estavam iniciando a subida, eles contam que sentem um peso tremendo, e não é um peso porque puseram algo em cima deles;  é a força da gravidade que eles sentem quando estão nesse foguete que vai subindo até que se vai elevando.  Assim estamos nós como se estivéssemos sendo esmagados por um mal e como submetidos ao esmagamento, mas o Senhor Jesus, aleluia, rompe no espírito.  O Espírito do Senhor tem um poder diferente.  O que é?  A lei do Espírito de vida em Cristo, que me livrou da lei do pecado e da morte. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Epílogo &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Porque o que era impossível à lei, porquanto era fraca pela carne, Deus, enviando a seu Filho em semelhança da carne de pecado e por causa do pecado, condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos conforme à carne, mas conforme o Espírito&amp;quot;. (Romanos 8:3-4) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando diz que o que era impossível para a lei, refere-se aos mandamentos somente, e com o poder natural somente.  O Senhor foi o primeiro a vencer o pecado na carne.  Adão foi feito na carne, mas Adão submeteu a carne ao poder do pecado. O Senhor também veio em carne, mas diferentemente de Adão, Ele não permitiu que o poder do pecado entrasse em Sua carne. Veio na semelhança da carne do pecado, mas sem pecado; venceu o poder do pecado e por causa do pecado condenou o pecado na carne.  Para quê?  Para que a justiça da lei, quer dizer, o que Deus mandava antes de fora, agora sim se cumprisse em nós que não andamos conforme a carne, quer dizer, nos guiando pelas diretrizes da lei do pecado e da morte, mas conforme o Espírito, seguindo essa direção, esse fluir, esse sopro de Deus, esse rio de Deus;  é a lei do Espírito de vida que me livrou, diz Paulo, o mesmo que disse:  em mim mora a lei do pecado;  no entanto, ele experimentou não só o mal nele, mas também a vitória do Senhor que ressuscitou para ele.  Na própria face da sua miséria, o Senhor apareceu, limpou-o, sustentou-o, deu-lhe a vitória e o levou de triunfo em triunfo e de glória em glória.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 22 Sep 2007 06:41:15 UT</pubDate>
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            <title>O HOMEM INTERIOR E O HOMEM EXTERIOR</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1111594</link>
            <description>O HOMEM INTERIOR E O HOMEM EXTERIOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem interior e a lei de Deus &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Palavra do Senhor faz de nós seres humanos e dos cristãos em especial -Romanos capítulo 7 fala dos cristãos, - um diagnóstico bastante interessante, quando se refere à existência de quatro leis:  A lei de Deus, a natureza divina para os homens nas tábuas de pedra, nos rolos, na Palavra, na Bíblia, nas colunas do Seu povo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Também na carne dos seres humanos íntegros, inclusive os cristãos; a lei do pecado e da morte, cobrando-nos.  Mas também em nossa alma e nossa mente, a lei da mente;  e nos regenerados pelo Espírito Santo, a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus.  O funcionamento destas quatro leis nos faz bastante complexos, e essa complexidade tem até outros bemóis, que é necessário estudar, entrando com a ajuda do Senhor às provisões de Deus em Sua Palavra, para tratar essa situação da queda do homem;  é necessário esquadrinhar na Bíblia mais o que é o homem diante de Deus e como Deus tem que tratar com esse homem real e complexo, que somos, como diagnosticou em Sua Palavra.  Lemos em Romanos 7:22:  &amp;quot;Porque segundo o homem interior, deleito-me na lei de Deus&amp;quot;. A Palavra de Deus fala que em nosso ser há um homem interior; como vimos acima, há diferentes leis e é o homem interior o que se deleita na lei de Deus; isso significa que há dentro de nós cristãos o que é chamado de homem interior.  Há outras passagens da Bíblia que nos falam no mesmo tom, como por exemplo, Efésios 3:14-16, quando nos diz: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Por esta causa dobro os meus joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, de quem toma o nome toda família nos céus e na terra, para que lhes dê, conforme às riquezas de sua glória, o ser fortalecidos com poder por seu Espírito no homem interior&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(A causa a que se referem estes versículos segundo Paulo, é o propósito eterno de Deus, da Igreja, e do lugar da Igreja no propósito eterno de Deus; e essa é a causa de Deus, e chegou a ser o propósito de Paulo, dos seus trabalhos, e das suas lutas e intercessões).  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora sei por que dobrar os meus joelhos, já sei por que orar, já sei o que Deus quer, a minha oração já não é para conseguir um novo camelo, porque o que tenho está muito velho e gasto e seria melhor um camelo mais novo; ou peço e oro para conseguir uma ou outra coisa, de acordo aos meus próprios interesses.  Mas Paulo diz que dobra os seus joelhos perante o Pai &amp;quot;para que lhes dê...&amp;quot; (Notem para onde aponta a intercessão de Paulo e aonde deve apontar também a nossa intercessão). &amp;quot;Que lhes dê, conforme as riquezas da sua glória, o ser fortalecidos com poder no homem interior&amp;quot;. Tudo começa por aí, no homem interior,  porque o homem interior, nos regenerados, está de acordo com Deus, identificado com Deus; e é necessário que, para vencer tudo, para superar tudo, nós sejamos fortalecidos no homem interior pelo Espírito de Deus, conforme as riquezas de Sua glória. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem interior e o coração &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Continuando o desmembramento da mesma citação bíblica, no verso 17, Paulo disse:  &amp;quot;...para que (quer dizer, tudo começa de dentro para fora e do individual passa para o coletivo) habite Cristo pela fé em vossos corações...&amp;quot;. Diante desta declaração, alguém pode perguntar: acaso Paulo não está escrevendo para a igreja em Éfeso?  Na igreja em Éfeso já não são cristãos? E o Espírito do Senhor já não habita no espírito dos cristãos?  Claro!  Mas notem que Paulo não está dizendo que Cristo não habita em seus espíritos, mas sim que sejam fortalecidos em seu homem interior, para que habite em seus corações. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se nós entendermos e estudarmos o que é o coração, a habitação de Cristo é primeiro no espírito.  Uma vez que Cristo habita em nosso espírito, é necessário que passe a habitar também em nosso coração, que é a sede da nossa consciência, da nossa mente, das nossas emoções e da nossa vontade; ou seja, a alma do homem mais a consciência no espírito formam o coração;  são as funções do coração.  O coração tem a função da consciência.  Diz a Palavra de Deus em 1 João 3:20:  &amp;quot;...pois se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que nosso coração...&amp;quot;. Nisso vemos que essa função de consciência que condena, tem-na o coração.  Agora, terá que amar com todo o coração;  o coração é o que ama;  todas as emoções e sentimentos têm consentimento no coração.  Também lemos em Hebreus 4:12:  &amp;quot;Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante que toda espada de dois gumes;  e penetra até dividir a alma e o espírito, as juntas e as medulas, e discerne os pensamentos e as intenções do coração&amp;quot;. Isso significa que a mente, a vontade, os pensamentos e as intenções são funções do coração; ou seja, as funções da consciência, dos pensamentos, das emoções, das intenções, quer dizer, a vontade, com a alma, a consciência no espírito, formam o coração. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nos unimos ao Senhor quando recebemos  a Ele pela primeira vez.  Diz a Bíblia em 1 Coríntios 6:17:  &amp;quot;Mas o que se une ao Senhor, é um espírito com ele&amp;quot;, mas não um coração.  Desde o dia em que o recebemos, ele está conosco no Lugar Santíssimo, em nosso espírito; mas agora Ele tem que fluir do Lugar Santíssimo para o Lugar Santo, quer dizer, habitar também em nosso coração.  Para que Cristo possa habitar em nosso coração, para que possa dominar os nossos pensamentos, nossos sentimentos, nossas intenções, temos que ser primeiro fortes no homem interior, e esse homem interior se refere ao espírito, que é a parte mais interior do nosso ser.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem interior é o nosso espírito &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se o nosso espírito é vivificado, então tem poder para que Cristo habite em nosso coração, para que Cristo permeie e governe os pensamentos, os sentimentos, as emoções, a vontade, e até a nossa consciência funcione de acordo a Cristo, de maneira sã, redimida.  Mas ainda a coisa não termina aí;  Cristo ainda habitando em nosso coração é algo pessoal;  por isso é que o apóstolo ainda não põe o ponto ali, mas sim segue mencionando outros objetivos posteriores;  como por exemplo, dizendo que ele orava (esse é um objetivo) para que fossem fortalecidos com poder no homem interior; segundo, fortalece o nosso homem interior para que Cristo habite no coração; terceiro, quer que Cristo habite em cada coração individual?  Responde nos versos 17b-18: &amp;quot;...a fim de que, arraigados e fundados em amor (notem que na individual fala do amor), sejam plenamente capazes de compreender com todos os santos (agora passa do individual para o coletivo, ao corporativo, ao eclesiástico) qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O nosso homem interior tem que ser fortalecido para que também em nosso homem exterior, em nosso coração habite Cristo.  Mas isto não é somente para a nossa vida individual;  é para que sejamos plenamente capazes;  quer dizer, se não formos fortalecidos no espírito e se Cristo não se formar em nosso coração, se não habitar ali ou permanece ali, em nossos corações, em nosso entendimento, em nossas emoções, em nossa consciência, se Ele não habitar ali, se Ele somente visitar a alma mas sem habitar nela, então não vamos ser capazes de nos entender com os demais;  seguiremos sendo individuais e individualistas.  Mas em Efésios 3:18 disse:  &amp;quot;...a fim de que...sejam plenamente capazes de compreender com todos os santos&amp;quot;. Isso nos diz que este trabalho do homem interior para a periferia do nosso ser é em função da edificação da Igreja, para a plenitude de Deus. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem interior e as dimensões de Cristo &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segue dizendo nos versos 18 e 19:  &amp;quot;...sejam plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede todo o conhecimento, para que (aqui se refere a um elo a mais) sejam cheios de toda a plenitude de Deus&amp;quot;. O apóstolo Paulo usou palavras que alguns algumas vezes têm a tendência a considerá-las meramente poéticas (a largura de Cristo, o comprimento, a profundidade, a altura de Cristo), mas isto não é poesia.  Realmente existe uma largura de Cristo e há uma estreiteza de nós. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paulo dizia à igreja de Corinto:  &amp;quot;Não estão estreitos em vós, mas sim sois estreitados em seu próprio coração&amp;quot; (2 Coríntios 6:12), e no verso 13 lhes diz:  &amp;quot;...alargai-vos também vós&amp;quot;. Quando alguém é individualista em sua tarefa, ele aceita aos que se parece com ele, aos que são como ele;  mas esta pessoa tem que ser fortalecido em seu homem interior e tratado em seu coração para a habitação de Cristo, para poder compreender com outros a largura de Cristo.  Pela conversa com o Senhor Jesus no capítulo 3 de João, poderíamos concluir que Nicodemos poderia haver pensado:  Que bom; saber que Deus nos recebe, aos que são como eu, Nicodemos.  Eu sou um membro do Sinédrio e me comporto muito bem;  procurei fazer muitas coisas para o Senhor;  não sou como essa samaritana que teve cinco maridos e nem sequer tem sido dela, mas sim de outras.  Ela não caberia na largura de Nicodemos, nem na de alguns de nós;  mas na largura de Cristo sim a samaritana coube, em Sua largura. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo a Bíblia, a largura de Cristo é tudo o que abrange a Cristo.  Nós mesmos não podemos entender a largura de Cristo, a não ser plenamente com outros irmãos, com os santos, quando vamos conhecendo o que Cristo tem feito com as pessoas que nós considerávamos irredimíveis, equivocadas ou hereges, pecadoras ou satânicas, bruxos ou políticos, publicanos ou guerrilheiros, exploradores ou banqueiros, ou multinacionais; mas a largura de Cristo chega até lá.  Então nós não podemos compreenderaté onde pode Cristo conter as pessoas, a não ser com todos os santos.  Também fala do comprimento, até onde pode chegar Cristo.  Nosso comprimento é finito, chega até certo ponto, até certo tamanho; como alguém diz, não vou mais, até aqui cheguei.  No começo do capítulo 13 do evangelho segundo São João, onde narra quando o Senhor tomou a toalha para lavar os pés dos seus discípulos, diz que o Senhor os amou até o fim;  e isso significa que o Senhor chegou até o fim.  Mas nós não podemos dizer isso;  nós dizemos, até aqui cheguei, não vou além.  Cristo sim chegou até o fim.  É importante ter claro que um só não pode entender o comprimento de Cristo, a não ser com todos os santos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Também fala da altura e a profundidade de Cristo.  A Palavra nos fala das coisas profundas de Deus e da sabedoria desse Deus;  são as coisas profundas de Deus, as Suas intenções e o Seu amor que são revelados, que se alcançam e se dispensam em Cristo Jesus;  e a altura de Cristo sobre todo poder, sobre o diabo, sobre as tribulações; quer dizer, não há nada que se possa pôr acima da altura de Cristo; Ele está nos lugares celestiais e diz que Ele nos pôs , a Igreja, nos lugares celestiais.  Temos lido em Efésios 3:19 que todas estas coisas são &amp;quot;para que sejam cheios de toda a plenitude de Deus&amp;quot;; ou seja, que a plenitude de Deus cabe e coube obviamente na plenitude de Cristo.  Mas as medidas de Cristo devem ser compreendidas por todos os santos em comunhão.  Nós santos que estamos em comunhão podemos ter as medidas de Cristo;  mas para estar em verdadeira comunhão temos que deixar que Cristo habite em nosso coração; e para isto temos que estar fortalecidos no homem interior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fixemos a nossa atenção nos elos.  O primeiro é o espírito do homem, que é a parte principal com que Deus quer trabalhar;  o que Deus quer fazer primeiro é nos vivificar no homem interior, dar vida ao homem interior, para que a vida do Senhor no homem interior vá fazendo habitar a Cristo em nosso coração, para que todos juntos sejamos cheios da plenitude de Deus, que está destinada à Igreja através das medidas de Cristo, que são compreendidas na comunhão com todos os santos, na medida em que Cristo vai habitando em nosso coração;  e isso o faz pela operação realizada no homem interior.  Vemos que o importante e primeiro no elo é o homem interior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem exterior atrapalha o homem interior &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora vemos a outra face da moeda: o homem exterior.  O que atrapalha o homem interior é o homem exterior.  Deus tem um duplo tratamento para a nossas vidas. Primeiro, vivificar o homem interior com o Espírito, e segundo, tratar disciplinarmente com o homem exterior. Deus quer fazer o homem exterior dócil para o homem interior.  Mas a primeira coisa que Deus quer e precisa fazer é vivificar o homem interior por meio do Seu Santo Espírito.  O que nós devemos pedir por nós mesmos e por outros seres humanos é que o Senhor nos dê vida no espírito.  Diz em 1 João 5:16:  &amp;quot;Se alguém vir o seu irmão cometer pecado que não seja de morte, pedirá, e Deus lhe dará vida; isto é para os que cometem pecado que não seja para a morte.  Há pecado de morte, e por esse não digo que ore&amp;quot;.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notem por onde anda João;  ele não é legalista!  Fazendo uma paráfrase diríamos que João disse:  Irmãos, nós podemos fazer um concílio, podemos fazer um tribunal, podemos pendurar uma pessoa de pernas para cima no estilo da inquisição, e não vamos melhorar nada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A única coisa que vai tirar uma pessoa do seu problema é que haja um borbulhar de vida no homem interior da pessoa, que remova os seus pensamentos, as suas intenções, os seus sentimentos e que faça que essa pessoa se acomode à edificação de Deus.  Nenhuma crítica nem problema nunca irão solucionar nada.  &amp;quot;Se alguém vir o seu irmão cometer pecado que não seja de morte (que Deus não tenha tido que decidir a sua morte, ou seja, que ainda haja oportunidade (como disse Salomão, melhor é o cão vivo do que o leão morto [Provérbios 9:4]), pedirá, e Deus lhe dará vida&amp;quot;. Deus soluciona tudo dando vida.  Diz a Palavra:  &amp;quot;E ele vos deu vida, quando estáveis mortos em vossos delitos e pecados&amp;quot;. (Efésios 2:1). Essa vida é dada em nosso espírito, pelo Espírito de Deus, em nosso homem interior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A primeiro coisa que Deus tem feito é nos dar o Filho e em seguida nos dar vida.  Necessitamos que a vida do Senhor que nos foi dada, abra passagem a partir do interior do nosso espírito.  Notemos que o rio de Deus flui do Lugar Santíssimo para o Lugar Santo;  vai para as emoções, os sentimentos, a vontade e os pensamentos.  Os capítulos 40 ao 48 do livro de Ezequiel se referem ao rio de Deus e como flui de dentro para fora.  Em João 7:38, o Senhor disse:  &amp;quot;quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior -da pessoa- correrão rios de água viva&amp;quot;, do seu homem interior.  Todo o trabalho central do Senhor, é nos guiar a estar  no espírito, fazer que o nosso homem interior seja vivificado;  nem tanto o nosso intelecto, nem tanto as nossas emoções, nem tanto as nossas atividades; (sim, isto vai ser tocado; Deus nunca despreza nada do que criou; Ele renova, vivifica-o) isso se chama a renovação pelo Espírito.  Primeiro vem a regeneração que nos dá a vida, em seguida vem a renovação que faz novo o que está envelhecido, o que está em deterioração e da lei do pecado e da morte;  mas irrompe a lei do Espírito e de vida em nosso ser; Cristo vai irrigando, vai dando refrigério, descanso, vai renovando. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que é o que nos renova?  Somente a vida.  O Espírito de vida. Mas acontece então que, embora todos os filhos de Deus tenham a vida, essa vida a temos, como dizia o irmão Nee apoiado na Bíblia, ela é enganada por nosso homem exterior.  Damo-nos conta de que Deus tem outra tática paralela à primeira, de edificar o homem interior, e disciplinar ao homem exterior.  Os últimos versículos do capítulo 4  da segunda epístola de Paulo  aos Coríntios, falam do homem interior e do homem exterior, especialmente no versículo 16.  Para ter uma visão panorâmica do contexto, leiamos do verso 7: &amp;quot;Mas temos este tesouro (qual tesouro?  O próprio Deus, que mandou que das trevas resplandecesse a luz, é o próprio tesouro) em vasos de barro (então o tesouro está contido no vaso de barro), para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós (o que acontece  conosco&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;, que estamos atribulados em tudo (no exterior), mas não angustiados (por causa do interior); em apuros (exterior), mas não desesperados (isso  se experimenta no interior); perseguidos (no exterior, ) mas não desamparados; derribados (mas graças a Deus não foi um &amp;quot;nocaute&amp;quot&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/1893//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;, mas não destruídos; levando sempre no corpo (ai, ai, ai;  nós pensávamos que a nossa vida cristã, talvez nos desse garantias -equivocadamente-, que não haveria dificuldades para o nosso corpo.  Sempre o que mais cuidamos é do nosso corpo;  queremos comodidade para o nosso corpo:  comer, dormir bem, descansar bem, banhar-me com água quente, que não esteja tão gelada, bem perfumados e arrumados) por toda parte a morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos&amp;quot;. Há algo que está sempre por cima, como um selo, embora queiramos fugir de ter que sofrer e de ter que negar a nós mesmos; no entanto a Bíblia diz claramente que é uma sentença que leva o nosso homem exterior sempre e por toda parte:  a morte de Jesus.  Ao levar a morte, esta abre uma brecha no homem exterior para que o homem interior possa fluir através dela, dessa ferida.  Nós somos orgulhosos até que o Senhor nos humilha, nos envergonhe.  Quando nos envergonhamos, é como se a luz de Deus passasse através dessa ferida, dessa humilhação, dessa vergonha, e muda-nos um pouquinho; mas enquanto isso, nós somos duros no homem exterior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reiteramos que o trabalho de Deus consta por uma parte em dar vida ao homem interior, mas para que a vida do homem interior possa fluir para fora é necessário certo requisito, porque todo o propósito de Deus é que a vida de dentro, saia;  então o vaso que o contém, que é esse homem exterior, está ainda bastante duro, não é dócil à vida de Deus.  Temos o exemplo da luva e a mão.  Se a luva estiver bem limpa, a mão entra perfeitamente, e se move junto com a luva, muito docilmente; mas se a luva não está na mão, mas caiu no barro e o barro se endureceu na luva, então a luva fica toda enrugada, endurecida, e você quer colocar a mão na luva e este resiste porque está endurecida pelo barro, como com crostas que precisam ser quebradas para que possa caber a mão e por fim tirá-la e limpá-la até que a luva fique bem dócil.  Essa luva cheia de crostas endurecidas somos nós que não somos dóceis mas obstinados, desobedientes e às vezes inconscientes, insensíveis; às vezes não somos sensíveis à presença ou comunicação do Espírito.  Qual é o sentir do Espírito?  Não o sabemos.  Há vezes em que o Espírito está triste e nós estamos rindo a gargalhadas;  o Espírito está chorando pelo que aconteceu e nós estamos felizes como se nada tivesse acontecido. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outras vezes o Senhor tem misericórdia, e a pessoa está endurecida.  É maravilhoso como Deus estava tendo um grande carinho por Nínive, e Jonas ao contrário estava zangado porque depois iam dizer que ele era um falso profeta;  não vê que eu disse que a cidade iria ser destruída e agora não vai ser destruída, eu sabia Deus, que tu ia perdoá-los e era por isso que eu não queria falar e queria ir-me para Tarsis.  A dureza do homem exterior de Jonas não se moldava ao sentimento de Deus e assim acontece conosco freqüentemente. Embora o Senhor já habite em nós, nosso homem exterior está tão acostumado a andar no seu eu, em seu próprio hábito, em seu próprio ritmo, que muitas vezes não atende a voz do Espírito e outras vezes, embora consiga captá-la, desobedece-a. Sim, às vezes não a capta e às vezes até captando-a, desobedece-a; ou às vezes a desobedece ou obedece parcialmente ou como a gente quer, e por essa causa o trabalho de Deus é duplo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A vida de Deus no homem interior se transmite ao homem exterior &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.    Vivificar o homem interior, e &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.    Tratar disciplinarmente com o homem exterior.  Deus quer fazer o homem exterior dócil para o homem interior.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Necessitamos duas coisas na vida: ser regenerados (ser vivificados, ser fortalecidos no homem interior) e ser disciplinados no homem exterior, com todas as coisas que acontecem.  Em 2 Coríntios 4:11, a Palavra de Deus segue dizendo:  &amp;quot;Porque nós que vivemos (quando diz vivemos está considerando os outros como mortos, porque nós os que vivemos, somos os que temos a vida de Cristo em nosso espírito), sempre estamos entregues a morte por causa de Jesus (de novo temos esse para que), para que também (note como se relaciona a morte no exterior para que a vida no interior encontre canal) a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal&amp;quot;. E continua no verso 12:  &amp;quot;De maneira que a morte opera em nós (quer dizer, em nosso homem exterior), e em vós a vida (atua vida nas outras pessoas)&amp;quot;. Quando o nosso homem exterior consegue humilhar-se, negar-se, pode passar através dele a vida de Deus e passar para outras pessoas; do contrário, não pode; outros se encontram com a nossa terrível maneira de ser e nos damos conta perante a luz de Deus que somos aborrecíveis, que como os outros nos toleram. Como nos toleram!  Quando alguém está em trevas não se dá conta de como é, até que a luz de Deus, a mão de Deus lhe faz despertar.  Até que alguém não aborreça a si mesmo, estará muito contente com a sua forma de ser e quer que todos pensem como ele, façam como ele;  estará sempre disposto a dizer a todos o que devem fazer.  Ai, quão aborrecível sou!  E os outros têm que engolir saliva e tolerar o irmão Gino; somos duros, muito duros. Temos um tesouro, sim, mas também um barro que o perturba.  Imaginemos um copo:  Se o copo estiver limpo e servirmos água no copo, o resultado é que essa água terá sabor de água;  mas se o copo tinha um resto de leite de três dias, sem que se tenha lavado, o resultado é que quando a bebemos, pois bem, é água, mas com um saborzinho diferente.  Temos um tesouro, Deus em nós, mas nós lhe acrescentamos um saborzinho estranho, que somos nós mesmos.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem exterior e a Igreja &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sigamos lendo em 2 Coríntios 4:13-15a: &amp;quot;Mas tendo o mesmo espírito de fé, conforme ao que está escrito:  Cri, por isso falei, nós também cremos, por isso também falamos, sabendo que aquele que ressuscitou ao Senhor Jesus, também nos ressuscitará com Jesus, e nos apresentará juntamente convosco. Porque todas estas coisas padecemos por amor a vós...&amp;quot;.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paulo chegou a submeter-se a uma disciplina para o bem da Igreja; quer dizer, que a Igreja vai sofrer se não nos submetemos à disciplina de Deus.  Vai chegar um momento em que cada igreja local vai ter as suas dificuldades simplesmente por problemas da nossa personalidade exuberante que chega a estorvar a outro.  Se torna difícil aos outros aceitá-lo, e daí surge o desconforto de uns para com outros;  e este, para que a igreja tenha vida, tem que morrer.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este tem que dizer, Senhor, não quero ser um estorvo em sua Igreja, não quero ser uma pessoa que não seja um canal de bênção para a Igreja;  quero, Senhor, tirar essa crosta dura, tirar todas estas crostas para que Tú, Senhor, realmente possa fazer algo que seja teu e que eu não esteja colocando a minha mão suja e eu mesmo danificando as coisas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ou seja, que esse ideal não está todavia em nós;  é um ideal divino o que temos que ir nos aproximando e que nos ajudará a compreender os impasses que acontecem em algumas igrejas locais.  Às vezes estorvamos, não necessariamente pecando mas sim com uma boa intenção, inclusive até querendo servir ao Senhor, mas o fazemos com essa personalidade não suficientemente tratada.  Nosso homem exterior não é suficientemente dócil, à medida do Espírito, pois somos mais duros que o Espírito, mas o Espírito quer que sejamos valentes, mas somos covardes.  Às vezes o Espírito quer que sejamos misericordiosos, mas somos ásperos e duros no exterior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Continuando com a leitura em 2 aos Coríntios 4:15-16, lemos:  &amp;quot;Porque todas estas coisas padecemos por amor de vós, para que abundando a graça por meio de muitos, a ação de graças superabunde para a glória de Deus.  Portanto, não desfalecemos;  antes, embora este nosso homem exterior se vá desgastando, o interior não obstante se renova de dia em dia&amp;quot;. Paulo não diz que Deus vai ter olhares para o mundo exterior.  Não  há nenhuma promessa de olhar para o homem exterior na Bíblia.  Paulo diz isto claramente, vai se desgastando.  Este corpo está destinado a ser quebrado e a ser trocado por outro na ressurreição.  Enquanto isso, cada vez que formos um estorvo, estamos destinados a esse tratamento.  Disse:  &amp;quot;O interior não obstante se renova de dia em dia&amp;quot;. Ou seja, que o exterior se desgasta, se quebra, se cansa de agir por si mesmo de forma voluntariosa  -em minha opinião o que disse era o melhor de todos, algo ímpar, super, ultra; mas logo depois de tantos choques, fracassos, patadas, sofrimento de outras pessoas por minha culpa, melhor não fazer mais nada.  E o Senhor diz:  Não, eu estou contigo.  Mas é que agora eu vou adiante.  Senhor Jesus, Tú vês;  e este se agarra a Ele.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O verso 17 diz:  &amp;quot;Porque esta leve e momentânea tribulação (Paulo diz leve, e era tão leve que Paulo teria perdido a esperança de conservar a vida) produz em nós cada vez mais um excelente e eterno peso de glória;  (verso 18) não olhando nós para as coisas que se vêem, mas sim para as que não se vêem (ou seja que em espírito se podem discernir as coisas espirituais); pois as coisas que se vêem são temporários, mas as que não se vêem são eternas&amp;quot;. Concluindo, temos um homem exterior que tem que ser disciplinado, quebrado e se tornar dócil para que o homem interior possa ser fortalecido e a vida de Deus possa fluir através das fendas que nos trazem para a docilidade.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 22 Sep 2007 06:36:10 UT</pubDate>
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            <title>A IMPORTÂNCIA DE FORTALECER O HOMEM INTERIOR</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1111592</link>
            <description>A IMPORTÂNCIA DE FORTALECER O HOMEM INTERIOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A escala ascendente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Por esta causa dobro os meus joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, de quem toma o nome toda a família nos céus e na terra, para que lhes dê, conforme às riquezas da sua glória, o ser fortalecidos com poder no homem interior por seu Espírito; para que Cristo habite pela fé em vossos corações, a fim de que, arraigados e fundados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.  E Aquele que é poderoso para fazer todas as coisas muito mais abundantemente do que pedimos ou entendemos, segundo o poder que opera em nós, a ele seja a glória na igreja em Cristo Jesus por todas as gerações, pelos séculos dos séculos.  Amém&amp;quot; (Efésios 3:14-23). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No texto acima vemos uma progressão, uma grande escada onde o degrau posterior descansa no anterior e este por sua vez em seu anterior. A edificação da casa de Deus, com todos os santos, para a plenitude de Cristo, que é o último degrau, tem etapas ou degraus anteriores que são necessários para que se possa alcançar aquele último.  A Palavra de Deus nos diz (Gênesis 28) que Jacó em Betel viu uma escada;  aqui veremos alguns degraus dessa escada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paulo começa dizendo: &amp;quot;Por esta causa&amp;quot;. Paulo viu primeiro um pouco de Deus, e a causa de Deus, porque o que nos dizem os capítulos 1 ao 3 de Efésios é o propósito eterno de Deus, a identidade da Igreja e o lugar da Igreja nesse santo propósito.  Essa é a causa pela qual a intercessão de Paulo se empenhou.  Primeiro viu o propósito de Deus;  viu o significado da Igreja para Deus e o lugar da Igreja no propósito de Deus.  Mas nós podemos cair na tentação de ficar somente com a conversação a respeito de uma visão mística da Igreja.  O Senhor não quer que nós somente conversemos a respeito dessa formosa e mística visão do que para Ele é a Igreja na Palavra de Deus, mas sim Deus realmente quer ter à Igreja como esposa para si, como Corpo para o Seu Filho, como veículo para o Seu Espírito, como morada para a Sua plenitude. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeiro degrau:  Vida em Cristo &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isso requer um trabalho muito íntimo de Deus, primeiro com cada um de nós pessoalmente;  quer dizer, para que Deus tenha a Igreja que Ele quer realmente, Ele tem que trabalhar a sério, sem toscanejar;  verdadeiramente tomar em Suas mãos e fazer uma obra verdadeira.  Quando a obra do Senhor é verdadeira, sentimos;  às vezes doe;  nem sempre há dor, mas é uma douradura verdadeira, porque Deus realmente está dourando, realmente está transformando, e isso significa que Deus se mete conosco inequivocamente, com todas as nossas coisas; em qualquer área da nossa vida, aquela que menos imaginamos, chega o momento em que Deus põe o dedo ali e diz:  Isto eu vou tratar agora usando este método que só eu sei que é apropriado.  Até aqui tratei outras coisas, mas chegou o tempo para esta parte. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vemos que essa edificação que Deus realiza de sua morada para a sua plenitude, se faz de uma maneira muito prática com um tratamento muito verdadeiro em cada um de nós, primeiro como indivíduo, mas o tratamento de Deus em cada indivíduo, passa depois a ser um tratamento sobre nós como Igreja. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo degrau:  ser fortalecidos no homem interior &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Deus trabalha com cada indivíduo, com os redimidos, tratando a cada um como um caso especial.  Em seguida o Senhor trata com as inter-relações dos indivíduos, como Igreja.  Ele faz um trabalho com cada um pessoalmente para poder fazer um trabalho com a Igreja coletivamente.  Acontece que às vezes não deixemos Deus trabalhar em nossas vidas no individual, e isso impede que avance o trabalho coletivo do Senhor com a Igreja.  Isso nos ensina que o trabalho essencial do Senhor é em nossas vidas, para em seguida trabalhar verdadeiramente com a Igreja.  O verso 16 diz:  &amp;quot;...para que lhes dê, conforme às riquezas da sua glória, o ser fortalecidos com poder no homem interior pelo seu Espírito&amp;quot;. Aqui encontramos o primeiro alvo nesta escada.  Paulo está orando para que alcancemos um primeiro alvo; nossa intercessão deve ser compreendida no espírito sobre a intercessão de Paulo; e Deus queira que esta chegue a ser a nossa intercessão.  É de temer que em muitos dos nossos casos, poucas vezes tenhamos intercedido por esta causa.  O ser fortalecido com poder no homem interior pelo Espírito de Deus é o primeiro objetivo pelo qual devemos nos comprometer para orar uns pelos outros, para orar por cada um dos nossos irmãos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se este primeiro passo não for dado, se não formos fortalecidos com poder em nosso espírito, podemos falar muito, podemos ter uma visão, mas não vamos ter a realidade dessa visão, porque a realidade dessa visão se dá com o fortalecimento do homem interior.  Alguém pode saber o que deve ser feito, pode conhecer os ideais, mas se não formos fortalecidos com poder no homem interior, não podemos pôr em prática os ideais que temos. Por isso, a primeira necessidade é a vida, o fortalecimento do homem interior.  O apóstolo João em sua primeira epístola no capítulo 5:16 diz: &lt;br /&gt;&amp;quot;Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não seja de morte, pedirá, e Deus lhe dará vida; isto é para os que cometem pecado que não seja de morte. Há pecado de morte, pelo qual eu digo que não ore&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se alguém vir o seu irmão cometer pecado que não seja de morte -quer dizer, que Deus não tenha tido que decidir a sua morte-, pedirá a Deus e Deus lhe dará vida; isso significa que os crentes pecam porque temos um fluir de vida um pouco restringido;  embora tenhamos a vida do Senhor em nosso espírito, a sua circulação através do resto do nosso ser é muito fraco ainda; não é fortalecida, e porque é fraco somos capazes de fazer coisas que ofendem a Deus e a outras pessoas;  não somos o suficientemente consagrados.  E a que se deve a isso?  Que estamos limitados no fluir da vida.  Quando a Palavra diz que se alguém vir o seu irmão cometer pecado -aí está a intercessão- que não seja de morte, pedirá a Deus para que Ele lhe dê vida, e Deus lhe dará vida.  Em Efésios 2 diz que Deus, quando estávamos mortos em delitos e pecados, deu-nos vida juntamente com Cristo.  A primeira necessidade que temos na nova criação é a vida.  A vida é o começo, e quando diz:  &amp;quot;ser fortalecidos com poder no homem interior&amp;quot;, é uma questão de vida.  Quase sempre somos levados a criticar, a julgar, a sentenciar, mas ninguém vai se levantar ou ser ajudado com essa atitude;  somente pedindo vida.  Essa é a primeira necessidade que cada um como pessoa necessita, ser fortalecido em seu homem interior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Terceiro degrau: que habite Cristo em nosso coração &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma vez alcançado o objetivo anterior se torna um requisito para um segundo objetivo mais avançado que é o que aparece a seguir, de que devemos ser fortalecidos no homem interior. Lemos a seguir (verso 17): &amp;quot;...para que habite Cristo pela fé em vossos corações&amp;quot;. Recapitulando, temos que interceder;  dobro os meus joelhos perante o Pai por esta causa, porque conheço o que Deus quer, porque vejo o que a Igreja é para Deus, vejo o lugar da Igreja nesse propósito, e para que esse propósito comece a cumprir-se, necessitamos primeiro de vida, e em seguida ser fortalecidos em vida no homem interior.  Isso é o principal.  Não atividades religiosas;  não posturas que alguém está acostumado a ter, mas vida;  realmente o necessário é a vida, o poder do homem interior.  A Palavra ali nos diz que esse ser fortalecido no homem interior, é &amp;quot;para que habite Cristo pela fé em vossos corações&amp;quot;. Realmente a vida do Senhor, o fortalecimento do homem interior deve fluir do interior para o exterior.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Senhor Jesus identificou o homem interior como o nosso espírito.  O Senhor Jesus diz em João 7:38:  &amp;quot;que crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva&amp;quot;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E logo no verso seguinte explica João pelo Espírito Santo:  &amp;quot;Isto disse do Espírito que haviam de receber os que nele cressem;  pois ainda não tinha vindo o Espírito Santo, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado&amp;quot;. Isso nos confirma que há um fluir como rios do Espírito do interior.  Quando a Escritura diz &amp;quot;do seu interior&amp;quot;, essa palavra no idioma grego é ek, de onde temos essas raízes em castelhano:  êxodo, exterior, externo;  ek significa sair, de dentro para fora;  se trata de uma preposição grega que na gramática se desenha como uma espécie de círculo e uma flecha saindo, para dar idéia do significado da preposição: sair de.  Notemos com atenção que ao dizer desde o seu espírito, significa que a vida do Senhor passa do espírito humano para a alma. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por isso diz à Igreja -não está falando com incrédulos, fala à Igreja, que já tem o Senhor em seu espírito-: &amp;quot;para que habite&amp;quot;, como se não habitasse.  Mas não diz em seu espírito mas sim &amp;quot;em seus corações&amp;quot;. Temos que entender o que significa coração na Bíblia, porque quando Paulo diz a Igreja que sejam fortalecidos no homem interior para que Cristo habite em vossos corações, se pensarmos que já o recebemos no coração, então, como poderia dizer para que habite no coração dos santos? Se já são santos para que receber a Cristo no coração?  Temos que entender o que quer dizer &amp;quot;o coração&amp;quot; na Bíblia.  Devemos entender o que é esse habitar de Cristo no coração por meio do fortalecimento do homem interior, por meio do fluir do Espírito de Deus, pelo espírito do homem para a alma do homem;  já que na Bíblia diz que o coração é a alma mais a consciência doespírito.  Na Bíblia mostra que o nosso espírito é a parte mais íntima do nosso ser, ou seja, o Lugar Santíssimo do templo de Deus.  O espírito tem três funções principais:  a da consciência, como diz a Palavra, &amp;quot;um coração limpo..., um espírito reto dentro de mim..., ao coração contrito e humilhado tu não desprezarás&amp;quot;. A contrição é uma questão da consciência;  assim que a consciência do homem está relacionada com o seu espírito;  a consciência é uma função do espírito.  Diz a Palavra: &amp;quot;E minha consciência me dá testemunho no Espírito Santo&amp;quot;. É com o nosso espírito que recebemos as certezas que nos dá o Espírito de Deus.  Diz em Romanos 8:16 que: &amp;quot;O Espírito mesmo dá testemunho ao nosso espírito, de que somos filhos de Deus&amp;quot;. As outras funções do espírito humano são a intuição e a comunhão com Deus. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A alma tem funções diferentes as do espírito, como a da mente. Há um versículo que diz:  &amp;quot;A minha alma sabe muito bem...; de modo que quem sabe as coisas, as coisas do saber, de pensar, de raciocinar, essas funções mentais correspondem a alma.  Mas também toda a gama de emoções correspondem a alma.  Na Bíblia a alma é a que se alegra, a que se entristece, a que se zanga, a que tem vontade; e a vontade é também da alma.  Agora ao conhecer as funções da alma e as da consciência do espírito, e vemos o que é que faz o coração, descobrimos que o coração é a relação da alma com a consciência do espírito, porque a Palavra diz que do coração emana a vida. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A vida vem do Espírito de Deus ao nosso espírito, mas não vem para ficar quieta mas para fluir, para emanar do espírito para a alma;  do mais íntimo do nosso ser, da intuição e percepção e da comunhão que experimentamos quando estamos na presença de Deus, e experimentamos no espírito o fluir da vida.  Daí tem que emanar; do (ek) seu interior correrão; esse emanar é para o exterior do nosso ser.  Quando no Antigo Testamento Deus simbolizava a casa de Deus com o templo, do Lugar Santíssimo, debaixo do trono, fluía o rio de vida, mas o rio de vida saía do Lugar Santíssimo, passava para o lugar santo, em seguida passava para o átrio, e por último saía até as nações e até o mar; de debaixo do trono de Deus no Lugar Santíssimo fluía o rio para fora.  Aquilo era a tipologia, mas hoje é a realidade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rio de Deus é o Espírito e a casa de Deus somos nós;  o Lugar Santíssimo é o nosso espírito, o Lugar Santo é a nossa alma e o átrio é o nosso corpo.  Isso nos ensina que o plano de Deus é que a vida de Deus, que se manifestou em Jesus Cristo e que nos é ministrada pelo Espírito Santo, chegou primeiro ao nosso espírito e dali deve correr para a nossa alma; quer dizer, &amp;quot;seu interior seja fortalecido para que habite Cristo pela fé em vossos corações&amp;quot;. O coração tem as suas funções um pouco mais exteriores que o espírito, pois o espírito é mais íntimo que o coração humano; o coração ao contrário está relacionado com a consciência do espírito, mas é, por assim dizer, a porta por onde emana a vida.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;quot;Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o seu coração;  porque dele emana a vida&amp;quot; (Provérbios 4:23). A porta para que o Espírito do Senhor saia das profundidades, da intimidade, para o exterior, é o coração.  Se estudarmos na Bíblia quais são as funções do coração, veremos que são as mesmas que as de nossa alma, de maneira que dizer coração e alma é quase o mesmo, com a diferença que quando diz coração, está dizendo algo a mais, pois guarda a consciência do espírito. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Porque, quais são as funções do coração?  Diz a Bíblia:  &amp;quot;pois se o nosso coração nos repreende, maior é Deus que o nosso coração, e ele sabe todas as coisas.  Amados, se o nosso coração não nos repreender, temos confiança em Deus&amp;quot;(1 João 3:20-21); quer dizer, que essa função da consciência, de repreender ou não, é do coração.  Aí vemos a função que, com o espírito humano tem o coração, a da consciência.  Também em Hebreus 4:12 diz:  &amp;quot;Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante que toda espada de dois gumes;  e penetra até repartir a alma e o espírito, as juntas e os tutanos, e discerne os pensamentos e as intenções do coração&amp;quot;.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aqui se refere também a funções da alma, porque as intenções são exercidas com a mente e a vontade. Existe um fluir do interior para o exterior, do espírito para a alma, para o coração. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A vida que todo filho de Deus já tem, está profundamente guardada em nós.  Mas muitas vezes em nosso pensamento -porque quando dizemos coração tem que ser desmembrado, porque os pensamentos são do coração, as intenções são do coração, a consciência é do coração, as emoções são do coração- podemos dizer, sim, Cristo habita em meu coração, eu aceitei a Cristo em meu coração.  É muito fácil dizê-lo, mas realizá-lo é diferente.  Ter a Cristo morando em meu coração significa que Cristo está morando em meus pensamentos.  Mas quantos filhos de Deus têm pensamentos onde Cristo não habita.  Quer dizer que o processo de habitação de Cristo no coração é algo mais complexo;  para que Cristo habite em meus pensamentos, habite em minhas emoções, é necessário um processo, um desenvolvimento, porque quantos filhos de Deus tem sentimentos de ira, de preguiça, de rebeldia, de adultério, ou de qualquer outra coisa, e somos legítimos cristãos e temos ao Senhor em nosso espírito, mas as nossas emoções ainda não estão o suficientemente controladas ou habitadas por Cristo, e se não estivermos fortalecidos no homem interior, essas emoções se tornam um gigante difícil de dirigir e controlar.  Mas se somos fortalecidos no homem interior, ele controla essas emoções, traz sujeitos os pensamentos à obediência a Cristo, põe a vontade em acordo com a vontade de Deus, porque é um fluir de Cristo que vem de dentro para fora. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essa é uma lei espiritual:  O tudo de Deus está em Cristo; o tudo de Deus e Cristo, está no Espírito; o tudo do Espírito vem para o nosso espírito, e o tudo de Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo que está em nosso espírito, tem que formar-se, derramar-se em nossos pensamentos, intenções, emoções, consciência;  quer dizer, em nossos corações.  Em 1 Coríntios 14:15, quando Paulo fala de orar no espírito, diz:  &amp;quot;Orarei com o espírito, mas orarei também com o entendimento&amp;quot;. No versículo 13 diz:  &amp;quot;...aquele que fala em língua estranha, peça em oração poder interpretá-la&amp;quot;. O entendimento pertence à mente da alma, o coração, mas no espírito está intercedendo, mas dá-se o caso em que, como a mente é um pouco mais exterior, não consegue interpretar a oração do espírito, e é por isso que Paulo exorta dizendo (verso 14): &amp;quot;Porque se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora, mas o meu entendimento fica infrutífero&amp;quot;. Por isso é necessário pedir em oração poder interpretá-la, para que a luz da vida não fique só no espírito, mas ilumine os olhos do entendimento e flua do interior para o exterior e do homem interior também habite no coração. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tudo isso é um processo.  Receber ao Senhor nos deu a vida; estávamos mortos em nossos delitos e pecados, mas ao unirmos ao Senhor nos limpou dos nossos pecados e nos deu vida e o Espírito.  Em seguida a segunda etapa é no coração;  e isto já é um trabalho mais sério.  O trabalho de Deus é verdadeiro.  Para que Cristo habite em meus pensamentos, Deus tem que ter um combate com a minha mente, com os meus hábitos mentais, com os pensamentos, com as mentiras que aceitei como verdades e que estão em nossos pensamentos.  Ele já habita em meu espírito, mas é necessário que habite em meus pensamentos.  Há uma relação muito aparente dos pensamentos com os sentimentos, porque segundo o que penso e sinto, faço.  Isto é o que diz Provérbio 23:7:  &amp;quot;...como é o seu pensamento em seu coração, tal é ele&amp;quot;. Segundo o que a pessoa pensa com o seu coração, isso se torna.  Se o diabo te disser uma mentira como uma verdade e você aceita essa mentira como verdade, começa a sentir equivocadamente e a atuar também equivocadamente.  Para corrigir a conduta é necessário corrigir o sentimento, e para corrigir o sentimento deverá corrigir o pensamento, e mostrar onde está a mentira do diabo, porque uma mentira não pode ser expulsa como se tratasse de um demônio, pois o demônio é uma pessoa, e existem enganos de demônios na pessoa; o demônio pode sair, mas se a mentira fica, essa mentira não pode ser exorcizada, tem que ser desmentida com a verdade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esse trabalho da habitação de Cristo no coração é uma operação cirúrgica minuciosa, verdadeira do Senhor com os nossos hábitos mentais, sentimentos decisivos;  nesse processo Deus está operando.  Deus quer verdadeiramente algo para si mesmo;  Ele quer fluir em nós e que os nossos pensamentos estejam de acordo com os Seus, mas freqüentemente Ele pensa uma coisa e nós outra, porque os Seus pensamentos não são os nossos, de maneira que os nossos pensamentos têm que aprender a sujeitar-se a Cristo;  e esse é um trabalho longo de Deus, que só pode ser feito com o fortalecimento do homem interior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antes de fortalecer o homem interior, não tinham conquistas, e agora tem;  pensava mal, agora pensa bem; estava opaco, agora está luminoso, porque foi fortalecido no homem interior. Mas agora os seus pensamentos precisam ser habitados por Cristo.  Os seus pensamentos, as suas determinações, devem ir se tornando cada vez mais cristalinas, mais transparentes.  Um copo, se estiver limpo, põe-lhe água, e se alguém toma dessa água, tem sabor de água porque é pura e o copo está limpo.  Mas se o copo não estiver limpo, embora a água seja limpa, o copo lhe acrescenta um sabor diferente ou esquisito.  É água, mas além disso tem algum elemento estranho.  Nós somos esse copo sujo; temos o tesouro mas em vasos de barro.  Quando nos encontramos com os nossos irmãos, aparentemente tudo está bem, mas sempre há um saborzinho estranho que deve ser tratado; nesse sabor estranho Cristo não está habitando, mas há um elemento velho que deve ser renovado pelo Espírito.  Essa é uma verdadeira operação de Deus, e não se trata só de uma doutrina linda mas sim de uma operação cirúrgica que Deus faz com cada filho, com toda a nossa personalidade, porque Ele quer refletir-se através da nossa personalidade;  nossa personalidade deve ser purificada, renovada.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quarto degrau:  Compreender as medidas de Cristo &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nos degraus anteriores temos falado de um processo a nível individual;  agora entra a etapa a nível coletivo.  O fortalecimento do homem interior tem como objetivo a habitação de Cristo no nosso coração, e isto tem como objetivo o próximo degrau sucessivo, e para isso nos localizamos de novo nos versos 17-19a: &amp;quot;...para que habite Cristo pela fé em vossos corações, a fim de que, arraigados e fundados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento...&amp;quot;. Para que o Senhor tem que fazer esse trabalho no coração até que cheguemos a atender o guiar de Deus e a voz interior?  Para que &amp;quot;sejam capazes de compreender com todos os santos&amp;quot; as medidas de Cristo.  Um indivíduo não pode compreender sozinho as medidas de Cristo, mas só poderá compreendê-las coletivamente.  Para que eu possa ser capaz de compreender com os meus irmãos as medidas de Cristo, devo ser antes tratado em meu coração, do contrário não vou aceitar o meu irmão.  Vou aceitar a mim mesmo, mas não creio que Deus possa me dizer algo através de outro irmão.  É por isso que é necessário que Deus passe a operar em cada um de nós para aprender a compreender coletivamente.  Uma coisa é compreender algo individualmente, e outra é que quando estamos juntos, com todos compreendemos mais, porque o que alguém compreende individualmente é uma coisa, mas o que compreende com os outros é maior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O irmão Watchman Nee dava um exemplo muito precioso em uma mensagem de um livro chamado &amp;quot;Conversas adicionais sobre a vida da Igreja&amp;quot;, que trata sobre uns temas que ele compartilhou antes de ser encarcerado por 20 anos.  Ele dizia que se um copo de vidro está quebrado em muitos pedacinhos, mesmo que não falte nenhum dos pedacinhos de vidro; e estiverem todos; mas, quanta água podem conter os pedacinhos de vidro?  Um pedacinho só pode conter certo nível, mas quando todos os pedacinhos estão formando um copo, não somente pode conter a totalidade do que cada um pode conter, mas também algo mais.  Por exemplo, se as pessoas podem conter 2 e outros 2, são 4, e outros 2, são 6, e outros dois, são 8...24...32...40.  Se cada um de nós contém 2, o que contemos separados é 40;  mas se os juntarmos, não só vamos conter 40, mas sim 2.000, 5.000;  porque o copo unido cabe mais que o copo quebrado.  Como pessoas individuais, podemos conter até certa medida, mas como Igreja estamos destinados a conter a plenitude, mas isto é algo muito sério. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Irmão, possivelmente você vai aprender que os maiores sofrimentos que terás em sua vida, talvez não irão vir do diabo, ou dos inimigos;  possivelmente você irá receber das pessoas mais queridas, dos mais próximos, dos mais amigos;  vais ser profundamente ferido, talvez criticado ou exposto ou envergonhado, ou talvez menosprezado, ou desprezado, ou ignorado;  mas com esses sofrimentos vamos aprendendo para que não nos portemos dessa maneira com os outros. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essa pessoa não pode avaliar de como é com os outros, até que o outro seja conosco como somos com os outros, então é quando nos damos conta.  Nisto temos o exemplo de Jacó.  Ele não se dava conta que era Jacó, o trapaceiro, o usurpador.  Deus tinha um propósito com Jacó e precisava tratar com ele, e Deus sabia onde Jacó teria que aprender, e para esse fim o encaminhou até onde estava Labão, o seu tio.  Na relação com o tio não só tratou de arrancar-lhe a pele, mas também o tio trocou a esposa, trocou o seu salário 30 vezes.  Só prestamos a atenção do que fazemos a outros quando nos fazem o mesmo a nós.  O Senhor trata verdadeiramente.  Se alguém quiser escapar de ser tratado, vai ficar muito aquém da Igreja, longe do plano de Deus; se realmente queremos caminhar pelo caminho de Deus, temos que aceitar muitas disposições do Senhor que podem nos incomodar ou que podem nos ferir, porque terá que aprender a compreender com todos, e isto é muito difícil.  É muito difícil nos pormos de acordo com pessoas que vêem de forma distinta, que têm temperamento diferente, distinto caráter; uns são extrovertidos, outros introvertidos; uns são rápidos e outros preguiçosos.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É necessário aprender a ser um só vaso unido e não um pedaço quebrado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quinto degrau:  A Igreja cheia da plenitude de Deus &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diz no verso 19b:  &amp;quot;...para que sejam cheios de toda a plenitude de Deus&amp;quot;. Deus destinou à Igreja como vaso para a sua plenitude; mas para que a plenitude de Deus caiba na Igreja, esta tem que estar bem coordenada como um só Corpo, e essa coordenação, essa junção de um com o outro é doloroso para a carne, mas boa para o espírito, porque Deus não nos põe com as pessoas que queremos.  Se a decisão dependesse de nós, escolheríamos as pessoas que queremos, mas Deus tem outros filhos, possivelmente com aqueles que não gostaríamos de estar, e Deus te põe com eles e deverá aprender a engolir saliva, a suportar e a sofrer;  e isso é até negares a ti mesmo, e negar-se ele a si mesmo, que não fique nada dele, e não fique nada de ti, e fique Cristo nele, e fique Cristo em ti. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Desta forma a plenitude de Cristo acha lugar.  Isto não é nada teórico;  o Senhor não está contente com as teorias e bibliotecas cheias dos temas da Igreja;  isso parece bom, mas não é suficiente;  Ele quer uma verdadeira Igreja, e que aprendamos a nos integrar uns com os outros, não que sejam nossos amigos; há  variedade de tudo na Igreja.  A Palavra diz:  &amp;quot;o ser fortalecidos com poder no homem interior por seu Espírito..., sejam plenamente capazes de compreender com todos os santos...&amp;quot;. Que difícil é compreender o &amp;quot;com&amp;quot;; é muito fácil estar seguro da minha opinião, estar seguro da minha prudência, da interpretação clara da doutrina, e não tenho por que escutar a outro a outra interpretação, e o refuto e o desprezo antes de ouvi-lo.  Terá que entender o outro e reconhecer que também ele tinha razão e que me enriquece com o que eu não via, e melhor, Deus o enriquece com o que eu digo, e já não sou eu sozinho vendo dois e ele sozinho vendo dois, mas sim juntos vemos dez, porque quando juntamos dois e dois são quatro, mas quatro têm relação com oito e cresce a união;  isto é algo muito prático e terá que aprender a não guiar-se pelos gostos naturais, mas deixar que as disposições de Deus prevaleçam como Deus tenha ordenado as circunstâncias em sua vida, com as pessoas que Ele quer, sejam agradáveis ou não.  Tem que aprender algo nesse meio porque a vida individual não é suficiente, mas compreender com todos, as medidas de Cristo, e em seguida chegar ao último degrau, &amp;quot;para que sejam cheios de toda a plenitude de Deus&amp;quot;, destinada aos santos, mas como Corpo. Este é o caminho que nos espera.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Sat, 22 Sep 2007 06:32:50 UT</pubDate>
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            <title>EL BUEN DEPÓSITO</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=1070794</link>
            <description>EL BUEN DEPÓSITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el libro de Zacarías, profeta de la restauración, al igual que Hageo, leemos: “…he mirado, y he aquí un candelabro todo de oro, con un depósito encima, y sus lámparas encima del candelabro, y siete tubos para las lámparas que están encima de él; y junto a él dos olivos, el uno a la derecha del depósito, y el otro a su izquierda” (Zacarías 4:2,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde el Génesis hasta el Apocalipsis, el Libro de Dios nos habla del propósito y del plan divinos, su desarrollo y consumación, todo centrado en el Misterio de Cristo. Las semillas fundamentales que son sembradas en Génesis y el resto del Pentateuco, son cosechadas en el Apocalipsis. Todos los pasajes que encontramos en la Biblia, por el mismo Espíritu que los inspiró, están ligados al hilo central del propósito y del programa divinos. Dios busca reunirlo todo en Cristo para que Dios sea contenido y expresado en gloria a través del Hombre Corporativo, Su esposa, que se consuma en la gloriosa Nueva Jerusalem, morada mútua de Dios y los Suyos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es así que vemos la revelación del candelabro en Éxodo 25:31-40 y otros pasajes del Pentateuco, relacionada a la cita antedicha de Zacarías, ambientada en Hebreos 9:2 y Mateo 5:15, y consumada en los candeleros del Apocalipsis. Se nos representa a Cristo manifiesto en el Pueblo de Dios, que en el Antiguo Pacto de figuras y sombras era Israel, y que hoy es la Iglesia universal, el cuerpo de Cristo, expresado en la iglesia de cada localidad o ciudad, según el Nuevo Testamento de realidades espirituales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Luz de Dios, cuyo esplendor es Cristo, brilla por el aceite del Espíritu, desde el depósito de la revelación divina, con plenitud séptuple, a través del organismo único que es Su cuerpo, el cual se asienta en cada localidad como la iglesia del lugar, para alumbrar también desde Dios a este mundo en tinieblas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El oro del candelero representa la naturaleza divina, que ha de formarse en Su pueblo labrada a martillo; es decir, bajo la Palabra viva de Dios y el golpeteo de las circunstancias moldeadoras. El candelero es de una sola pieza, porque la iglesia es una y debe manifestar las características y la unidad de la naturaleza divina en la comunión práctica y visible del Espíritu de Jesucristo que alumbra por Su iglesia en cada localidad, a los ojos del mundo, para que éste conozca y crea (Jn.17:20-23).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He allí la responsabilidad nuestra para colaborar con Dios conforme a Su palabra, y para no escandalizar al mundo con otros nombres y caracteres que el de Cristo, estorbando el propósito del Altísimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Zacarías leíamos del depósito que alimenta al candelabro. El suministro proviene del depósito. La Iglesia ha recibido de Dios, por Jesucristo, mediante el Espíritu de la Palabra, un depósito que debe conservar. “Guarda el buen depósito por el Espíritu Santo que mora en nosotros”, escribía el apóstol Pablo a Timoteo antes de morir (2Tim.1:14);  “Lo que has oído de mi ante muchos testigos, esto encarga…” (2Tim.2:2ª). Ya en su carta anterior le había escrito: “…guarda lo que se te ha encomendado” (1Tim.6:20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El ministerio y la Iglesia en general no están, pues, colocados para distraerse en ocurrencias múltiples y disímiles, sino para recibir, contener, penetrar, disfrutar y también guardar, suministrar y expresar el buen depósito de Dios, según el suministro del Espíritu de la santa Palabra. Esto debe hacerlo la Iglesia y el ministerio en unidad y con luz plena, séptuple; no en división, ni en parcialidades incompletas que perjudican el testimonio de Jesucristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Según Efesios 1:22,23, la Iglesia es el cuerpo de Cristo, la plenitud de Aquel que todo lo llena en todo. De manera que el contenido primero y fundamental del depósito que hace brillar a la Iglesia, es Dios mismo; lo que Dios es, y lo que ha planeado y hecho. Éste Dios se nos ha revelado por el Hijo que es Jesucristo. El Espíritu nos suministra, pues, lo que es del Padre y Cristo (Jn.16:13-15; y 14:23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Cristo vemos, no solo a la naturaleza divina, sino también a la naturaleza humana perfecta. Vemos en Cristo Su kenósis o anodadamiento y despojamiento; vemos Su encarnación desde la concepción virginal en el vientre de la virgen María. Vemos Su nacimiento, Su crecer humano en estatura, gracia y sabiduría, vemos Sus pruebas y Su vivir humano perfecto, Sus muy significativas y abarcantes crucifixión, sepultura, resurrección, ascención, mediación, gobierno y regreso. Cada uno de estos ítems es riquísimo y se relaciona al depósito de la Iglesia. Lo es también la realidad, el suministro y la obra completa del Espíritu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; En esta breve panorámica a vuelo de pájaro del buen depósito que ha recibido la Iglesia, captamos que sus primeros y fundamentales contenidos son la verdad de Dios y el mismo Dios de la verdad; la verdad de Cristo y el mismo Cristo que es la verdad; la verdad del Espíritu y el mismo Espíritu de la verdad; la verdad de la salvación y la misma experiencia y realidad de la verdadera salvación y liberación. Vemos también que la plena salvación es la recuperación total de hombre para el propósito eterno de la Deidad. Ese propósito, y todo el programa de la economía, o dispensación, o administración del Misterio antes oculto en Dios, es también ahora contenido del depósito, pues la Luz Divina de la Sagrada Revelación nos muestra quien es Dios, qué quiere, y hacia dónde va; también nos muestra cómo va hacia el pleno desarrollo y cumplimiento en nosotros de Su meta. Aquí se incluye también todo el ingrediente profético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La meta de Dios para con nosotros, la cual debe llegar a ser nuestra meta, es ítem fundamental del depósito y de la economía del Nuevo Testamento. El Evangelio y el Misterio de la Economía Divina están intimamente relacionados al hombre, como también a todas las cosas. Por lo tanto, la verdad acerca del hombre, el para qué y el cómo de su creación, su constitución tripartita, es decir, en espíritu, alma y cuerpo, su caída y condición, su recuperación completa en Cristo, su configuración individual y corporativa a Cristo en la Iglesia, su destino final, etc., todo esto cabe dentro de los ítems importantes del depósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al lado del hombre, considéranse también todas las cosas; la verdad de la vieja y de la nueva creación, su estado y propósito; la realidad angélica, la obra y la caída de Lucero, sus ángeles y el mundo, junto con su juicio, por sus etapas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entonces, la mima Iglesia, como parte fundamental del programa divino, y como la edificación de Cristo, victoriosa en Él sobre las puertas del Hades, en su doble aspecto: universal y local, su naturaleza, función, practicalidad, etc., es ítem básico del depósito, pues éste depósito es el suministro especial para la luz de ella, y está relacionado a la función de la Iglesia inseparablemente. Entonces, todo lo relacionado al reino y a la consumación, con todas sus minucias mayores y menores, se relacionan al depósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas las doctrinas y minucias menores, que tienen su lugar secundario en la Palabra, en relación a lo más fundamental, de parte de Dios, no deben dejar de relacionarse por nosotros a lo primero y central, en su debido lugar y ubicación. Muchas veces, son estas minucias tratadas desubicadamente, las que distraen y perjudican la misión principal y fundamental de la Iglesia, según el propósito y la Palabra divinos. Descubramos, pues, el buen depósito, y ahondémosnos en él, guardándolo, porque sólo él es el suministro que hace brillar la Luz de Cristo en la Iglesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante el depósito de Dios no podemos pretender ser originales, ni individualistas. Debemos, más bien, recibir, conservar, penetrar y trasmitir corporativamente el río pleno del Espíritu de verdad de la Palabra, el buen depósito que nos ha confiado Dios, y el cual, conteniéndole a Él y a Su obra, es patrimonio de la Iglesia universal en pleno. La verdad es una, y nos necesitamos todos, unos a otros, en Cristo, para contenerla y expresarla completa y apropiadamente, cual casa espiritual de la plenitud de Dios (Ef.3:18,19). Nuestro individualismo, o nuestro provincialismo congregacional, ajenos a la realidad y plenitud del depósito, y a la edificación conjunta del cuerpo, perjudican y mutilan el testimonio de Jesucristo. Aunque la administración de cada iglesia particular de localidad es local, un candelero por ciudad, sin embargo, el oro y la luz de todos ellos son lo mismo universalmente, puesto que se refieren a la naturaleza y gloria divinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo esto es apenas una consideración panorámica e incompleta, que obviamente debe completarse y complementarse en y por el cuerpo de Cristo, mediante el Espíritu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Iafrancesco V., 1985, Bogotá, Colombia.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Fri, 07 Sep 2007 03:27:55 UT</pubDate>
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            <title>LIBERTAD DE CONCIENCIA DE LOS MÉDICOS</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=797096</link>
            <description>Respuestas a artículo de Florence Thomas en El Tiempo (12/VI/07), y a algunos comentaristas.&lt;br /&gt;No se trata tan solo necesariamente de misoginia el que algunos médicos se nieguen a practicar abortos, sino de conciencia. El asunto es complejo por considerarse apenas el caso como un asunto de misoginia. Pero se trata de conciencia aún en caso de filoginia. El artículo de Florence Thomas induce a la violencia disfrazada de legalidad. La ley no debe pasar por alto la conciencia de la mayoría. Si los legisladores olvidan su condición de &amp;quot;representantes&amp;quot;, y hacen leyes contra la conciencia de esa mayoría, habrá evasivas. No apruebo la desobediencia a la ley, pero abogo por el reconocimiento de la conciencia en ella. Los legisladores abortistas serían los que deberían legislar para que tales abortos por ellos legalizados  sean realizados por personas que tengan el mismo tipo de conciencia de los solicitantes del aborto. No se puede imponer el trasfondo materialista a quienes no solo defienden la vida del ser inocente que está en el vientre de esa madre, sino que además también defienden su conciencia ética o religiosa, vituperada antidemocráticamente por quienes quieren imponer a la fuerza sus paradigmas decadentes llamados de progresistas.&lt;br /&gt;Salud también es buena conciencia. Que sean los legisladores abortistas quienes establezcan clínicas estatales donde los que practican abortos se matriculen para eso, sin imponer sus paradigmas a otros médicos cuya conciencia no les permite asesinar a un ser inocente. Lo estatal no debe estar sobre la conciencia de los individuos, sino que debe representarlos a todos, aunque antes a Dios, y no solo a los abortadores o a los homosexuales. Que los médicos abortistas y los notarios filogays se matriculen públicamente para que sus usuarios los identifiquen; y los demás también, para canalizar cada uno a sus usuarios, sin agredir las conciencias ajenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quite el derecho a la religión, a la libertad de conciencia, pensamiento y opinión, y tan solo tendrá más anarquía, más violaciones, más asesinatos. Dios hizo a los hombres responsables y juzgará. También ayuda a los que sufren, ahora y después. Usted mismo no quisiera que Dios no le permita decidir y hacer. Pero lo que decida volverá sobre usted mismo tarde o temprano. &lt;br /&gt;La víctima de violación puede ser ayudada de mejor manera, sin necesidad de asesinar a su hijo inocente. La salud debe estar en manos del estado y atendida teniendo en cuenta toda la variedad de casos que se dan en la nación sin agredir a nadie. Extirpar un órgano no es lo mismo que asesinar un ser humano. De todas maneras se lo encontrará de nuevo.&lt;br /&gt;No hay profesionalismo sin conciencia; de otra manera serían máquinas, no profesionales. Quien aborta no solo necesita un profesional abortador; necesitaría también consejeros, y hasta quien adopte al bebé. Legislación y profesionalismo sin Dios, ni ética, ni democracia, es apenas una carnicería y una barbarie.&lt;br /&gt;Cuando hablo de respetar la conciencia de la mayoría y de todos en la legislación, no hablo de la corrección científica de la mayoría, sino del derecho de cada individuo a ser respetado en su conciencia, pensamiento y opinión. Si la legislación está en pañales, debe mejorarse la legislación para que ninguno resulte agredido ni en su físico, ni en su alma, ni en su espíritu. Concuerdo con buscar el bien común, y en defender a las mujeres, y también a los seres humanos en gestación. Pero no es bien común asesinar al inocente. La mujer agredida debe ser verdaderamente ayudada, y no suelen ser los abortistas los que se ocupan de ayudarlas, sino otros.  La ayuda a la mujer violada y embarazada de la violación debe ser integral y no meramente exteriorista. También concuerdo en que no hay que hacerle el juego a la brutalidad de la mayoría, y por eso estoy opinando aquí.&lt;br /&gt;En otro caso médico de conciencia, análogo al hasta aquí tratado, quienes quieran trasfusiones de sangre, acudan a los que las hacen; pero dejen a los médicos de otras convicciones servir a los suyos como mejor lo sepan, sin imponerles antidemocráticamente paradigmas extraños a su propia convicción, una vez que no violen un código mínimo de convivencia conjuntamente acordado y aceptado. Pero si queremos acatamiento al bien común, debemos buscarlo en el consenso, no en la dictadura.&lt;br /&gt;Agradezco su decencia, al señor replicador; es una ayuda; pero no se trata solo de tener en cuenta únicamente a las razones &amp;quot;científicas&amp;quot;, sino que es necesario también tener en cuenta a las razones de conciencia. Hitler pretendió imponer la &amp;quot;ciencia&amp;quot; de Hans Horbiger, y los gobiernos marxistas la &amp;quot;ciencia&amp;quot; de Marx y el materialismo dialéctico, oprimiendo a los verdaderos científicos libres. Pero, aún en la pesquisa científica debe haber democracia y libertad de conciencia. Además, las cosas que pertenecen a la conciencia y a la religión, pertenecen a una esfera y a una epistemología que incluyen el espíritu. Igualmente, nadie tiene derecho de negar a ningún ser humano su acatamiento de conciencia a lo que considere sinceramente revelación divina, una vez que no haga daño a terceros. &lt;br /&gt;El asunto de cuando el espíritu penetra en el cuerpo para la formación del alma, pertenece no solo a la esfera de la ciencia materialista, sino también al ámbito de la psicología, la filosofía y la teología. Y discúlpeme, por favor, el replicador, si mis emociones particulares le han hecho daño; aunque no soy aquí el único ser humano con emociones. Yo también creo que Charles Taze Russell estaba errado; pero eso no quiere decir que no tenga derecho a la libertad de conciencia, de pensamiento y de opinión; las cuales, como la suya, deben ser respetadas, aún en caso de ejercicio de la medicina con reservas. No abogo a favor de la violencia contra la mujer, sino en contra de la violencia a la libertad de conciencia, pensamiento y opinión dentro de un orden verdaderamente democrático, que respete incluso la opinión de los que no son &amp;quot;científicos&amp;quot;. Tampoco estoy contra el avance de la ciencia, sino que lo apoyo; pero la ciencia no se impone por decreto, sino que se aprende lentamente; y los menos aprendidos tienen derechos de conciencia, pensamiento y opinión que deben ser respetados.&lt;br /&gt;------------------------------------&lt;br /&gt;Colombia, 12/VI/2007, giv.</description>
            <author>giv1</author>
            <pubDate>Wed, 13 Jun 2007 07:57:22 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>A MENSAGEM Á IGREJA EM LAODICÉIA</title>
            <link>http://es.netlog.com/giv1/blog/blogid=702817</link>
            <description>A MENSAGEM À IGREJA EM  LAODICÉIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“E escreve ao anjo da igreja em Laodicéia: Tenho aqui o amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus, diz isto”. Apocalipse 3:14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Laodicéia é o escorregamento de Filadélfia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos durante este tempo, estudar um pouco a palavra do Senhor. Hoje estamos chegando à sétima igreja, das sete desta profecia de Apocalipse 2 e 3. Hoje estamos chegando à consideração da igreja em Laodicéia. Apocalipse capítulo 3 desde o versículo 14. Se esta é a última das sete igrejas pelas quais o Senhor profetiza, quer dizer que esta igreja representa à igreja dos últimos tempos e é uma mensagem bastante séria. Eu não sei qual seja mais sério, se a de Tiatira ou a de Laodicéia; de qualquer jeito, a de Tiatira, que é tão grave, não foi lhe dito que poderia ser vomitada de Sua boca, mas a  Laodicéia sim, se não se arrepender; ou seja, que esta última mensagem dada às igrejas, representando à igreja contemporânea, é uma mensagem séria; não há outra igreja depois desta; esta representa a última, a igreja dos tempos finais. A igreja de Éfeso representa aquele período apostólico imediatamente depois do apostolado original; a igreja em Esmirna representa o período das perseguições; a igreja de Pérgamo representa aquele período depois das perseguições, a partir de Constantino, quando a igreja e o Estado começaram a juntar-se e o cristianismo adotou parte do paganismo e o paganismo se cristianizou por fora, mas sem uma verdadeira conversão; depois a igreja em Tiatira representa aquela da idade média, aquelas épocas escuras da chamada “Pornocracia”, que não vamos falar dela; depois a igreja de Sardes representa à igreja da Reforma que saiu daquele período de escuridão, mas que não completou as coisas que deviam ser restauradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a igreja em Filadélfia representa aquela visão no corpo de Cristo que supera as divisões denominacionais; uma igreja missionária, uma igreja cristocêntrica, uma igreja bíblica, uma igreja à qual o Senhor abre a porta. Mas encontramos que o Senhor nesta passagem que vamos ler, dizer à igreja em Filadélfia (3:11): “Eis que cedo venho; retém o que tens, para que ninguém tome tua coroa”; isto é, que era necessário que, o que o Senhor revelou a Filadélfia para superar a condição de Sardes, deve ser retido. Os vencedores o retêm, mas os que não o retêm caem numa situação que depois é expressada em  Laodicéia.  Laodicéia representa o escorregamento de Filadélfia porque Laodicéia já não é outra vez o protestantismo clássico que está representado ali em Sardes. Aqui, Laodicéia vem depois das revelações claras da centralidade de Cristo, da palavra de Deus, da unidade do corpo de Cristo, guardar a palavra da paciência, levar a cruz do Senhor; isto foi já revelado no período de Filadélfia e os vencedores chegarão até o fim: “Eis que cedo venho, retém o que tens”; isto é, os vencedores na posição de Filadélfia serão assim achados na vinda do Senhor; terão na vinda do Senhor pessoas que estarão na posição de Filadélfia espiritualmente falando, bem como terão pessoas que estarão na posição de Tiatira; a Tiatira é menciona a segunda vinda do Senhor, portanto, terão pessoas que serão achadas na situação católico-romana que é expressada por Tiatira, outros achados na situação de Sardes, do protestantismo; outros achados na situação de Filadélfia. Mas alguns deslizaram, não reteram o que o Espírito já deu à igreja e entraram numa questão que está aqui descrita como vamos ler em toda esta mensagem do Senhor a  Laodicéia, que retrata de maneira profética estes tempos. Eu creio que, o que o Senhor diz aqui à igreja em Laodicéia é bastante sério. Então vamos fazer o seguimento desta mensagem a Laodicéia. Primeiro lhes digo que quanto à crítica textual não existem variações nos manuscritos; todos os manuscritos dizem bem como aparece nesta tradução, de maneira que não é necessário fazer aclarações a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Profundidade histórica de Laodicéia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façamos a primeira aclaração quanto à cidade de Laodicéia. A cidade de Laodicéia foi fundada no século III antes de Cristo, por volta do ano 250 a.C., por um rei chamado Antíoco II, Seleuco Antíoco II, da dinastia dos antíocos; no caso dele, dos seléucidas de Antíocos, antes que se dividissem. Ele teve uma esposa que ele amou muito, que se chamou Laodicé; então ele fundou a cidade de Laodicéia em honra de sua esposa Laodicé. Há seis cidades chamadas Laodicéia, fundadas em honra a Laodicé, mas que são distintas uma das outras, porque esta é Laodicéia de Lico; há um rio chamado Lico e esta cidade fica ao sul do rio Lico, na Ásia Menor; esta de apocalipse, portanto, é conhecida como Laodicéia de Lico; ou seja que as outras  Laodicéias não têm nada a ver com esta; esta é a cidade que foi fundada por Antíoco II no século III antes de Cristo. Esta cidade chegou a ser uma cidade muito forte durante o império romano, que foi o império que surgiu depois da era dos Antíocos. Digamos que os Romanos, como diz Daniel 11, tiraram a hegemonia dos Antíocos e estabeleceram a hegemonia romana. A cidade de Laodicéia fica num cruzamento de importantes vias, de maneira que chegou a ser uma capital muito grande; Laodicéia chegou a ser uma cidade rica, uma cidade comercial, uma cidade bancária, uma cidade onde tinha muitas indústrias, uma cidade onde se produzia muita roupa; era uma cidade rica, era uma cidade próspera; todas as principais estradas passavam por Laodicéia, tanto as que vinham do norte, como as do oriente, como as de ocidente, juntavam-se ali e todo o comércio se centralizava, de tal maneira que  Laodicéia com o tempo chegou a ser como uma espécie de metrópoles que tinha 20 aldeias dependendo dela e se lhe chama nos documentos antigos: “Metrópoles de  Laodicéia”. Exteriormente Laodicéia era uma cidade próspera, uma cidade rica, uma cidade de banca, de muitos estabelecimentos bancários, comerciais, industriais, e as pessoas seguramente estavam muito felizes; ali tinha trabalho, tinha dinheiro, tinha uma vida fácil na parte econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um grande terremoto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curioso é que esta cidade foi várias vezes sacudida por contínuos terremotos até que foi destruída completamente; hoje em dia não existe a cidade de  Laodicéia;  Laodicéia foi varrida por um terremoto, a única coisa que ficou, foi umas ruínas, que ficam na Turquia, e os muçulmanos lhe puseram um nome muçulmano, que quer dizer “Castelo antigo”, na palavra muçulmana traduzida; ou seja, os restos de um grande castelo que tinha existido; isso é a única coisa que sobrou, isto é, foi totalmente destruída por sucessivos terremotos até que teve um que a derrubou de tal maneira, que nunca mais a voltaram a reedificar. É curioso porque a Bíblia, que fala do juízo do Senhor sobre Babilônia no tempo final, também diz que o Senhor se lembrou de Babilônia, e se elevou a ira no cálice e derramou o cálice, a sétima taça sobre Babilônia; diz que veio um terremoto a nível mundial, que arrasou com a grande cidade que era Roma, Babilônia, e com as outras cidades; inclusive mudou a geografia; muitas ilhas desapareceram, muitos morros mudaram de lugar. Isso é o que está profetizado ao final sobre Babilônia, sobre o que é a Laodicéia final, o que chegará a ser o ecumenismo final, com uma mistura de cristianismo com ocultismo e com outras coisas. Laodicéia antiga foi destruída por um terremoto, e a igreja final, o cristianismo infiel do tempo do fim, será destruído também por um terremoto mundial. Então, vejamos como a história qualifica a profecia.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os direitos do povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, vamos ler a mensagem. Como não tem comentários textuais ou variantes textuais, vamos seguir lendo e comentando; primeiro o leremos e depois seguiremos comentando. Apocalipse 3:14 a 22. Faremos a leitura primeiro, de uma só vez, para que o Espírito fale a cada um de nós, e depois voltaremos e comentaremos, com a ajuda do Senhor: “E”; se dão conta, que não tinha dito até aqui “E”? Sempre era vírgula: Escreve ao anjo da igreja em Éfeso; escreve a Esmirna; escreve a Pérgamo, mas agora diz: “E”, como quem diz, depois de tantas vírgulas, esta é a última conjunção, então é a final: “E”. Esta palavra “E” é a palavra grega kai, que pode ser traduzida por: também ou finalmente ou por fim. “14E escreve ao anjo da igreja em Laodicéia”; quer dizer que existe um espírito tipicamente laodizaico dentro da cristandade, que está representado logicamente nas lideranças; mas o Senhor se dirige precisamente a esse espírito que caracteriza o que se pode chamar a época de Laodicéia. “14E escreve ao anjo da igreja em  Laodicéia”. O que significa a palavra  Laodicéia? A palavra Laodicéia vem de duas palavras gregas que são: laos e dikesis, que significam: Laos, o povo, os laicos; a palavra laicos vem de laos que é a palavra que significa o povo, e dikesis, que é a palavra que significa justiça ou direito. Se você escuta a palavra “teodicéia”, quer dizer: o direito divino; mas a palavra Laodicéia, são os direitos humanos, os direitos do povo; quer dizer que a palavra Laodicéia está representando a época final; e é curioso que o nome da palavra nomeia o espírito da época e é o espírito dos chamados “direitos humanos”. Quando foi que se tivemos notícia de que se tenha insistido tanto nos assuntos dos direitos humanos como nos últimos tempos? Digamos, desde a revolução francesa e da revolução americana pra cá, digamos assim, que começou a ser introduzido o espírito dos direitos humanos. Não é que tenha um pouco de mau nos direitos humanos, só que as vezes os direitos humanos pretendem ir além do direito divino, como se tivesse direito de negar a Deus, como setivesse direito de negar a autoridade de Deus, como se tivesse direito de negar a palavra de Deus. Chegou a época em que as pessoas pretendem ter mais direitos legítimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A última palavra às igrejas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dizemos que o espírito de Laodicéia é um espírito que o Senhor repreende, não queremos dizer que o Senhor não quer os direitos humanos. O que Ele não quer é que exista uma anarquia onde não seja reconhecida a autoridade da palavra do Senhor, Amém? Mas fixem-se em que só na palavra “Laodicéia”, se nos está mostrando o espírito tumultuoso, o espírito anárquico, o espírito competitivo do tempo do fim. Não foi assim em Tiatira. Tiatira foi terrível, mas Tiatira foi ditatorial; teve uma ditadura césaro-papista na Idade Média; também compare-o com essa época e você se dará conta de que  Laodicéia e Tiatira são completamente diferentes, Amém? Como fala o Senhor então a Laodicéia? Ele está dando aqui a última palavra às igrejas; é a última palavra do Senhor às igrejas; depois vai falar dos selos, das trombetas, das taças da ira, mas aqui Ele está falando às igrejas, e é a última palavra do Senhor às igrejas, e por isso a nenhuma outra igreja Ele se apresenta como o Amém; mas aqui Ele está terminando; então olhem como se apresenta à igreja: “Isto diz o Amém...”; ou seja, a última palavra, assim é, assim seja, o Senhor é o Amém. Nos profetas, Deus é chamado de o Deus do Amém; é como dizer, o Ômega. Bem, como o Alfa é o princípio, a Ômega é o fim; o Senhor é o princípio e o fim; então sempre ao final se diz amém. Mas o Senhor diz que Ele é o Amém; ou seja, que Ele tem a última palavra; e esta é a última palavra à igreja em sua história universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O princípio da criação de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então diz o Senhor: “Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus, diz isto.” Esta expressão do Senhor também como o princípio tem criado dificuldades de entendimento a alguns; porque tinha dito o Amém e agora diz: o Princípio; em outras partes tinha dito o Primeiro e o Último, o Alfa e a Omega, o Princípio e o Fim; agora, como está ao final, diz primeiro o Amém, mas depois diz: o Princípio; porque Ele não é somente uma coisa, senão a outra, o que é o final é o que é o princípio. “O princípio da criação de Deus.” Esta expressão deu lugar a alguns maus entendidos, porque se interpretou de maneira isolada do resto da revelação. Que o Senhor Jesus Cristo se apresenta como o princípio da criação de Deus, não quer dizer que Ele seja a primeira criatura de Deus, porque Ele é Deus mesmo. No princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. A expressão “o princípio da criação de Deus” quer dizer que por meio dele todas as coisas foram criadas, que nada tem origem sem Ele. “Todas as coisas por ele foram feitas, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo. 1:3). Isso quer dizer que o Senhor, que é o Amém, é também o princípio da criação de Deus. Se tomamos a criação de Deus no sentido antigo, desde o nada até a existência, à nova criação, nos dois sentidos Ele é princípio da criação de Deus; tanto da velha como da nova; as duas são a criação de Deus; Ele é a origem de todas as coisas; sem Ele nada tem existência; agora este é o que fala; ou seja, este é o diagnóstico do Senhor à cristandade dos últimos tempos, a última palavra de Deus à Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vomitar-te-ei da minha boca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“15Eu conheço tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem deras fosses frio ou quente! 16Mas porquanto és morno, e não frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”. Palavra seríssima do Senhor; nunca o Senhor tinha falado palavras tão fortes. Que coisa mais desagradável é o vômito! Mas ser considerados como algo que lhe produz ao Senhor vômito, quer dizer que é algo que o Senhor considera asqueroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o que o Senhor considera tão asqueroso? A indiferença, que não é nem água e nem limonada, nem fu nem fa; o Senhor quer que seja bem definido; Ele prefere que seja frio a que seja morno. Agora, que quer dizer frio? Frio quer dizer que não tem força, que não tem ânimo; Ele prefere que uma pessoa lhe diga: Senhor, não tenho forças, não sei nada; se tu não me ajudas, não posso nada; ou que esteja fervente, quente, em espírito, servindo-lhe, em verdadeiro espírito e verdade. Ele prefere que estejamos servindo do todo coração ou que estejamos reconhecendo nossa total impossibilidade, nossa total frieza e que estejamos a seus pés reconhecendo que não somos nada; mas o pretender ser e não ser; pretender que sejamos quentes, quando não somos tão quentes, somos mornos, isso ao Senhor lhe resulta em algo difícil. Sempre as coisas mornas são usadas para provocar vômitos; sempre se associou o água morna para produzir vômito. “16Mas porquanto és morno, e não és frio nem quente, te vomitarei de minha boca”; isto é, não posso engolir-te, não posso suportar-te nesta situação; como quem diz: se não vences isto..., graças a Deus que há vencedores da situação de  Laodicéia, mas se não vences, que galardão vais ter? O galardão é para os que vencem; se não venceres, vomitar-te-ei de minha boca, não posso engolir-te, não posso aceitar-te nessa situação de indiferença. Que o Senhor nos ajude. A nenhuma outra igreja se chamou de morna, mas só a Laodicéia; quer dizer que o cristianismo dos últimos tempos não é um cristianismo consagrado; as pessoas se dizem cristãs sem serem verdadeiramente cristãs. Fixem-se no que o Senhor explica o que é a indiferença: “Porque (essa palavra “porque” aí está explicando a indiferença) tu dizes...” Ai, ai, ai! Aqui o Senhor está profetizando qual seria a confissão positiva da cristandade dos últimos tempos. Fixem-se: “tu dizes”; essa é uma confissão positiva; não está dizendo: sou magro, sou débil, preciso tua ajuda, não; sem ser verdadeiramente forte, está confessando coisas que não são. Quando em outra época se tinha ouvido falar tanto dos direitos humanos, da confissão positiva e da teologia da prosperidade como nesta época? Nenhuma outra época teve esta ênfase, mas por todas as partes que você for, você liga um televisor em programas de evangélicos e escuta uma quantidade de pregações de todas partes e esse é sua ênfase: confissão positiva, riqueza, propriedades, prosperidade, esse é a ênfase atual; e o Senhor já o tinha dito: “tu dizes”; essa é tua confissão; parece confissão positiva, mas o Senhor não ensina essa confissão; Ele diz que essa não é a realidade: “17Porque tu dizes: Eu sou rico, e me enriqueci”. Que outra época teve tanta riqueza, facilidades, geladeiras, aparelhos, tecnologia? “Tu dizes: Eu sou rico, e me enriqueci, e de nenhuma coisa tenho necessidade”. Se fosses frio, reconhecerias tua necessidade, mas não reconheces tua necessidade; está enganado, está enganando-se com sua própria auto-imagem que não é aprovada por Deus. “Dizes: Eu sou rico, e me enriqueci, e de nenhuma coisa tenho necessidade.” Que terrível é esta frase! O sentir-se satisfeito sem Deus, o sentir-se satisfeito com a riqueza material e não com Deus, isso é terrível. Dizes que não tens necessidade de nada, sentes-te satisfeito, estás feliz. Quantos parques há hoje em dia? Quando é que teve tantos parques como agora: como Disneylândia, Disneyworld, etc., televisão, novelas, distração? Ninguém tem que ter necessidade de Deus; “e não sabes”; isso quer dizer ignorância da realidade espiritual, uma época caracterizada pela ignorância espiritual. Pode ter cultura secular, cultura exterior, pode ser intelectual, mas não espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Riqueza material, pobreza espiritual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não sabes que tu és um desventurado”; um desventurado que diz ser rico, é melhor ser frio e dizer-lhe: Senhor, sou um desventurado; e saber que é um desventurado; então podes pedir-lhe ajuda, mas como diz que não é, sendo; sendo desventurado diz que é rico; Ele diz: “não sabes que tu és”; o Senhor diz: tu és um desventurado; ou seja, tua riqueza não é a verdadeira bem-aventurança; tua satisfação, tua comodidade, não é a verdadeira bem-aventurança.  &lt;br /&gt;“Não sabes que tu és um desventurado, miserável, pobre”. À igreja em Esmirna que passava perseguições, o Senhor diz: conheço tua pobreza; mas entre parêntese lhe diz: mas tu és rico; ainda que tinha pobreza material, era rico espiritualmente; do contrário, este era rico materialmente mas pobre espiritualmente. Dizes que és rico, mas não sabes que és pobre; ou seja, estás enganado; o que tu consideras de valor, o que tu estimas, é um engano. Paulo dizia: o que eu estimava como ganho, agora o considero uma perda com o objetivo de ganhar a Cristo. Paulo viu, mas Laodicéia não viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que coisa séria é não ver! “Pobre, cego e nu”. Não vê; qualquer um vê sua vergonha, sua vergonha é pública. “18Por tanto, (aleluia! As últimas palavras do Senhor às igrejas) eu te aconselho que de mim (porque as riquezas que tens não são de mim, meu conselho é que de mim; tu dizes que és rico, mas essa não é verdadeira riqueza; verdadeiramente espiritualmente tu és pobre) compres ouro refinado em fogo”. Aqui o Senhor usa a palavra “compres”; quer dizer: paga o preço para ter a verdadeira riqueza espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comprar é pagar o preço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente quer direitos humanos, quer riquezas, quer prosperidade; as palavras que sempre dizemos: saúde, dinheiro, amor, casa, carroça, bolsa, tudo fácil na terra, mas não quer a cruz, não quer o caminho estreito, não quer pagar o preço, e o Senhor a esta igreja lhe diz: “compres”; quer dizer: paga o preço, compra ouro; o ouro representa o metal mais valioso, que representa a natureza divina, o que é legítimo de Deus, o que é verdadeira riqueza espiritual. “Compres ouro refinado em fogo”; ou seja, o de Deus, que é capaz de passar a prova; o fogo é a prova; essa é a verdadeira riqueza, o que não se queima quando passa pelo fogo, essa é riqueza; mas o que se desfaz no fogo, o que quando vem a prova não permanece, é pura palha; mas o que passando a prova sobrevive, essa é verdadeira riqueza e essa se obtém com o pagar o preço; para obter do Senhor o que é o Senhor em nós e não nós somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De mim”, isto é, eu sou o que tenho este ouro, que passa a prova do fogo. Eu passei pela prova, passei pela morte, mas veja que Eu vivo; compra, paga o preço para ter o meu e não te enganes com o teu; compra de meu ouro refinado em fogo, para que sejas rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é que o Senhor esteja no meio de uma teologia da prosperidade promovendo uma teologia da miséria, não; a alternativa da prosperidade não é a teologia da miséria, é a teologia da riqueza espiritual, essa é a alternativa, a riqueza da cruz; essa é a alternativa à teologia da prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que sejas rico”. O Senhor quer que sejas rico, mas verdadeiramente rico, como Ele disse: “19Não tenhais tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem corroem, e onde ladrões minam e furtam; 20senão ajuntai tesouros no céu, onde nem traça e nem a ferrugem corroem, e onde ladrões não minam nem furtam” (Mt.6:19-20). Essa é a verdadeira riqueza, Amém? Compra, paga o preço, para que não estejas satisfeito com o teu nem com o do mundo, senão com o que Eu te dê; o Meu é tua verdadeira riqueza; aí sim, serás verdadeiramente rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E vestimentas brancas para vestir-te”. Veja que roupa o Senhor queira dar: vestimentas brancas! O que Ele está dizendo à igreja? Parece que nem sequer se lembra de estar justificada, parece que no meio de sua prosperidade, no meio de sua alegria do mundo, no meio de seu desfrute dos benefícios da terra, esquece-se de cuidar ou estar em paz com Deus; porque se o Senhor está dizendo que precisa comprar-lhe vestimentas brancas para que não vejam sua vergonha, quer dizer que seus pecados estão sendo vistos pelos anjos de Deus, pelos demônios, não só por Deus, e até pelos homens também, que ainda que somos cegos, mas as vezes vemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O preço das vestimentas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então quando o Senhor diz: compres vestimentas brancas, é porque uma parte da cristandade está em pecado, está vivendo em pecado, não confessou seus pecados, não acertou suas contas com Deus, acostumou-se a viver com contas acumuladas em sua consciência, adormecido, narcotizado pela prosperidade do mundo. Ai, Senhor Jesus, que terrível! “Compres ouro refinado em fogo, para que sejas rico, e vestimentas brancas para vestires”. Há que pagar o preço para andar em vestimentas brancas; é por graça. Por isso o irmão Dietrich Bonhoeffer, que foi um mártir do Senhor na Alemanha, (foi morto durante o tempo de Hitler; o mataram por ser fiel a sua consciência cristã. Ele disse uma frase que foi colocada como título de um livro que ele escreveu, muito bom livro: “O preço da graça”. Alguém pensa que a graça é grátis, mas ele falava do preço da graça, o que custou ao Senhor para dar-nos a graça e o que custa a nós viver na graça e não no ego, nem no natural, o preço da graça; por isso lhe diz: compra ouro refinado em fogo, e vestimentas brancas para vestir-te. Não estou dizendo que o sacrifício de Cristo não nos perdoa gratuitamente, m